• o seu outro banco

Pessoas

Empresas e Institucionais

João

Empresas e Institucionais
Director

Enquanto Director do Departamento de Empresas e Institucionais, as minhas principais responsabilidades são a coordenação de processos e equipas e o relacionamento com Clientes.

O meu trabalho torna-se particularmente interessante com a diversidade de projectos, que requerem a estruturação de diferentes soluções, e com a multiplicidade de interlocutores com que tenho a oportunidade de contactar. Manter a capacidade de adaptação a novas situações, e a flexibilidade para encontrar as soluções que melhor respondam às necessidades de cada Cliente são, claramente, os maiores desafios da minha função.

Neste contexto, e na medida em que a minha função é eminentemente relacional, e requer um grande envolvimento de todos aqueles que participam em cada projecto, o trabalho em equipa é sempre fundamental.

A disponibilidade para escutar, a capacidade analitica e de síntese e a determinação para fazer acontecer são, porventura, as características que se revelam mais importantes no desempenho da minha função.

Iniciei funções no Banco Invest no final de 2006, através de ex-colegas que tinha conhecido ao longo da minha carreira e que já se tinham juntado à equipa.

Creio que o que mais me impressionou quando cheguei ao Banco foi a forte cultura empresarial, marcada pela importância dos valores humanos e do rigor profissional na forma de funcionamento do Banco. A qualidade pessoal e profissional das equipas, o ambiente de lealdade e de cooperação interna e uma visão de longo prazo estão presentes em todas as decisões tomadas no dia a dia.

Uma das experiências que considero mais interessantes ao longo do meu percurso no Banco tem sido a oportunidade de assistir – e participar – na capacidade de inovação do Banco. Sendo uma equipa relativamente pequena, uma das vantagens competitivas do Banco Invest é a sua capacidade de adaptação e evolução, sem se afastar dos seus principios e valores de actuação. A visão, e uma postura de relacionamento de longo prazo com os seus Clientes são uma marca distintiva do Banco, que se traduz nessa capacidade de se transformar e inovar sem perder a sua identidade própria.

Gosto de viajar e interesso-me por fotografia. Durante a semana pratico natação e ténis.

Entrei no sector bancário logo após ter terminado o curso de gestão e nunca pensei ou pré-estabeleci uma "carreira" a seguir. Comecei pela banca onde estive 5 anos; mudei para consultoria onde trabalhei cerca de 6 anos, e entretanto acabei por voltar à banca. Parafraseando Antonio Machado: "Caminante, no hay camino, se hace camino al andar".

A banca é um sector altamente inovador e tradicional em simultâneo, caracterizado pelas relações de confiança de longo prazo que se estabelecem entre o banco e os seus Clientes. O melhor conselho que se pode dar a alguém que está a equacionar uma carreira na banca é que aposte definitivamente na melhor formação e educação.

Miguel

Empresas
Director

Estou integrado no Departamento de Empresas e Institucionais do Banco Invest. O aspecto mais interessante do meu trabalho está relacionado com a multi / interdisciplinaridade das tarefas e funções que executo no dia-a-dia. Talvez por isso, o meu maior desafio prende-se com a diversidade das respostas que tenho de dar, quer a Clientes, quer a departamentos internos do Banco.

No nosso Departamento, a importância do trabalho em equipa revela-se sobretudo no momento de conceber e estruturar soluções que possam satisfazer cada vez melhor as necessidades dos Clientes do Banco.

Penso que as minhas características pessoais mais mobilizadas para o desempenho da minha função têm sido a humildade, a organização e o pragmatismo.

Cheguei ao processo de recrutamento do Banco Invest em Julho 2007, por indicação de um Director do Banco. Saliento o bom ambiente que vim encontrar, que facilitou bastante o meu processo de adptação.

Ao longo do meu percurso no Banco, as experiências que mais destaco são, por um lado, o contacto com diversas realidades, que me proporciona a aquisição de competências nas mais diversas áreas, e por outro, o facto de trabalhar em colaboração directa com a gestão de topo, o que me permite "beber" da sua experiência e participar no processo de tomada de decisão.

Os meus interesses, para além da minha actividade profissional, cinjem-se à prática de desporto. Futebol e Padel são os desportos que mais pratico. Além disso, sou DJ (realizo festas e casamentos) e gosto bastante de cozinhar.

Antes de iniciar a minha carreira na banca, pensei trabalhar na área financeira, mas integrado no tecido empresarial.

A quem esteja a pensar enveredar por uma carreira no sector bancário, sugiro total disponibilidade para uma aprendizagem diária, pois tudo o que acontece contribui para o nosso crescimento. Esta disponibilidade, combinada com a dose certa de ambição pessoal, poderá conduzir à realização profissional que todos procuramos.

Nuno

Institucionais
Director

Estou integrado no Departamento de Empresas e Institucionais do Banco Invest. Claramente, o aspecto mais interessante do meu trabalho é o facto de a minha intervenção, neste momento, abranger vários domínios, o que acaba por enriquecer a minha experiência profissional, dotando-me de uma maior polivalência. Tenho a fortuna de trabalhar numa área que sempre me foi muito apelativa, integrado numa excelente equipa dotada de pessoas com grandes qualidades técnicas e humanas.

O trabalho em equipa constitui-se como uma das variáveis críticas de sucesso de qualquer organização, sobretudo no caso de uma instituição bancária. É um factor cuja importância é transversal a toda a minha intervenção.

A gestão do tempo por forma a poder incutir o máximo rigor possível nas tarefas adstritas constitui-se como um dos grandes desafios do meu dia a dia, assim como o desenvolvimento da relação com os Clientes sem nunca comprometer o rigor técnico em termos de abordagem comercial.

A capacidade técnica aliada à capacidade de comunicação são talvez as minhas características pessoais mais mobilizadas para o desempenho da minha função.

No início de 2007, senti a necessidade de começar a planear o início da minha carreira profissional tendo delineado os sectores de actividade e as instituições que mais me interessavam para desenvolver a minha actividade. Enviei o meu curriculum para diversas instituições financeiras, entre as quais o Banco Invest, onde felizmente estava em curso um processo de recrutamento. Fui contactado pelo Banco, e completei o processo. Apesar de ter outras oportunidades, a minha escolha acabou por recair sobre o Banco Invest.

Iniciei funções em Março de 2007. Fiquei muito bem impressionado, e senti que a oportunidade que me estava a ser dada se enquadrava bem no que pretendia em termos de início de carreira. Fui muito bem acolhido por todos.

Pelo facto de ser a minha primeira experiência profissional, claro que tudo se constituiu uma aprendizagem. Mas a oportunidade de conhecer diversos sectores de actividade e, de forma mais lata, a realidade empresarial portuguesa foi talvez a experiência mais interessante.

Sou grande amante de futebol mas, sobretudo, de ténis. Adoro viajar, ler, sair com os amigos e fazer jogging. Sou católico praticante.

A carreira que sigo actualmente coaduna-se com a expectativa que formulei quando estava na faculdade.

Identifico-me com a ideia que a qualidade do capital humano nas organizações se constitui como a sua principal vantagem competitiva num ambiente altamente concorrencial. Julgo que esta noção está enraizada no sector bancário, constituindo um estímulo para um jovem em início de carreira. Capacidade de trabalho árduo, dedicação e vontade de aprendizagem e aperfeiçoamento contínuo são, na minha opinião, características indispensáveis para quem deseja ingressar neste sector.

Particulares

Duarte

Particulares
Director

Estou integrado no Departamento de Clientes Particulares do Banco Invest. Estar permanentemente actualizado, num domínio com alguma complexidade técnica, assegurar a satisfação e fidelização dos Clientes, e contribuir sempre para que as diversas áreas do banco sejam "vasos comunicantes" são os maiores desafios da minha função.

Além disso, penso que os aspectos mais interessantes do meu trabalho são o desenvolvimento da relação com os Clientes actuais, o aconselhamento que lhes é prestado, e a apresentação institucional do Banco a Clientes potenciais.

No nosso Departamento, o trabalho de equipa é muito importante, sobretudo na implementação de soluções adequadas à preservação, controlo e valorização dos activos financeiros dos Clientes.

Penso que capacidade de comunicação, de adaptação, e de mobilização de recursos próprios de tempo e disponibilidade mental, são as minhas características pessoais que mais têm contribuido para o desenvolvimento de boas relações profissionais com os Clientes, e com todos os colaboradores do Banco Invest, e por essa via, para o desempenho da minha função.

Entrei no processo de recrutamento do Banco Invest em Fevereiro de 2008, por sugestão de um Director do Banco, com quem já tinha trabalhado.

Quando iniciei as minhas funções, embora tenha sentido alguma formalidade, fui muito bem recebido por todos. Realço também o facto de ter encontrado, logo no primeiro dia, o meu posto de trabalho pronto a funcionar, com acesso às diversas aplicações do Banco, o meu Seguro de Saúde, o carro de serviço, etc., o que contribuiu para diminuir a ansiedade natural do primeiro "embate".

Como grande amante da música em geral, e do jazz em particular, tenho o secreto sonho de organizar um festival de jazz em Portugal. Adoro viajar e ler, aprecio fotografia, practico yoga e sou budista. Considero que a minha luta diária é ajudar os outros a serem felizes, encorajando-os a ultrapassarem dificuldades, não desistindo nunca de ser feliz. Sou dador de sangue, gosto de navegar na internet, tenho paixão por futebol e pelo Sporting.

Honestamente, nunca pensei fazer carreira no sector bancário. Foi um pouco por coincidência que estou há mais de 10 anos na banca. Penso que é mais difícil sair do que entrar… Ainda antes de concluir a minha licenciatura, sonhava em trabalhar como Vereador da Cultura na Câmara Municipal de Lisboa, dinamizando os vários espaços da cidade.

Helder

Particulares
Director

Estou integrado na área de Distribuição Especializada do Banco. No âmbito das minhas atribuições, sou responsável pela coordenação de uma equipa comercial que desenvolve diversas tarefas, tais como a divulgação de produtos do banco e o atendimento e aconselhamento aos Clientes.

Os aspectos mais interessantes do meu trabalho são o contacto com os Clientes, e a possibilidade de assistir, de uma forma muito directa, ao desenvolvimento dos mercados de capitais. Mas o aspecto mais exigente da minha função é a prestação de um serviço de "advisory" com a qualidade Banco Invest. De facto, é uma tarefa que requer um grau de experiência considerável, já que os Clientes tendem muitas vezes a olhar-nos como detentores absolutos da verdade.

As minhas características pessoais que mais se revelam no desempenho da minha função são talvez a capacidade para desenvolver várias tarefas ao mesmo tempo, a capacidade de adaptação, e a criação de empatia com os Clientes.

A minha candidatura foi proposta ao Banco por um colaborador, a quem estou muito grato pelo convite que me dirigiu. Completado o processo de recrutamento e selecção, iniciei funções no Banco em Março de 2000.

Encontrei muita gente nova a trabalhar na instituição, o que contrariava a concepção que tinha dos bancos de investimento. Por outro lado, agradou-me também o facto de todos se conhecerem: no segundo dia de trabalho, estava a cumprimentar o Presidente.

A experiência mais interessante que tive ao longo do meu percurso no Banco Invest foi ter tido a oportunidade de conviver com dois "bear markets" e um "bull market" em apenas 9 anos de trabalho.

Para além da minha carreira profissional, interesso-me por desporto, especialmente futebol, golfe e natação. Destaco também o gosto pelo cinema, e pela gastronomia.

O principal conselho que daria a uma pessoa que pensasse seguir carreira no sector bancário seria o de ter muita energia, motivação, e interesse pelo mercado de capitais, e de estar preparado para lidar com elevadas doses de stress.

Private Banking

Paula

Private Banking
Director

Sou responsável pelo Departamento de Private Banking do Banco Invest. Os aspectos mais interessantes do meu trabalho são, por um lado, a definição de estratégias de investimento, com o intuito de rentabilizar o património dos Clientes, e promover o seu relacionamento com o Banco Invest, e por outro, a motivação e orientação da minha equipa para o alcance dos objectivos definidos.

Embora as funções desempenhadas no nosso Departamento possam parecer, à primeira vista, de certo modo individualistas, o sucesso da nossa equipa mede-se pela sua capacidade de trabalho em conjunto.

Penso que o gosto por gerir equipas, a perseverança, a responsabilidade e a integridade são as minhas características pessoais mais mobilizadas para o desempenho da minha função.

Cheguei ao processo de recrutamento do Banco Invest em Março de 2010, por recomendação de uma pessoa amiga. A minha primeira impressão foi positiva: encontrei pessoas responsáveis, sem prepotência, e um bom espírito de equipa.

Prático regularmente equitação, e gosto de assistir a concertos de música clássica e de ballet.

Antes de iniciar a minha actividade profissional no sector bancário, considerei a hipótese de desenvolver a minha carreira na magistratura, ou na área da consultoria fiscal.

A quem esteja a equacionar a hipótese de seguir carreira no sector bancário, destacaria a importância de estar disponível para aprender, inovar, e adquirir conhecimentos e capacidades técnicas. E de saber desempenhar a sua função com espírito de missão, apresentando ideias e críticas construtivas, com o objectivo de satisfazer cada vez melhor as necessidades dos Clientes, e promover o crescimento da instituição.

Por outro lado, realçaria a necessidade de saber gerir a sua ambição, para que não se torne desmedida e comprometa a sua integridade moral.

Finalmente, insistiria no factor mais importante: o trabalho. Sem suor, nada se consegue!

Gestão de Activos

Paulo

Gestão de Activos
Director

Sou responsável pelo Departamento de Gestão de Activos do Banco Invest.

O aspecto mais interessante do meu trabalho reside exactamente no seu objecto: os mercados financeiros. Com efeito, a grande variedade de mercados de actuação - desde acções a commodities, passando por taxas de juro e câmbios - bem como a velocidade a que os mesmos evoluem, obrigam a um esforço permanente de actualização, no sentido de identificar oportunidades e criar produtos inovadores para os Clientes. Também muito gratificante é a possibilidade de coordenar o esforço e o trabalho da equipa de Gestão de Activos.

 

A realização de reuniões semanais de acompanhamento e definição de objectivos - individuais e do grupo - facilita a identificação de complementaridades de backgrounds e, consequentemente, uma mais eficiente divisão das tarefas. Por outro lado, existe o objectivo de que todos os elementos saibam executar o fundamental das tarefas dos outros, garantindo a capacidade de resposta do departamento.

As minhas características pessoais mais mobilizadas para o bom desempenho da minha função são a capacidade de trabalho e organização, bem como a capacidade de adaptação a novas situações.

Após a conclusão da licenciatura, o Banco Invest foi o meu único local de trabalho (durante a licenciatura tive duas experiências profissionais, na área da consultoria financeira). O meu processo de recrutamento iniciou-se atráves de candidatura espontânea. Com efeito, após ter tomado conhecimento pela imprensa da constituição do Banco, tomei a iniciativa de me candidatar. O anúncio despertou a minha atenção por se tratar do banco do Grupo Alves Ribeiro, que até então só associava à construção e imobiliário.

Pela fase da vida do Banco em que ocorreu a minha contratação - início de actividade - o que mais me marcou foi o entusiasmo e empenhamento dos accionistas e do Conselho de administração no arranque e sucesso do Banco.

Presentemente, o meu hobby é brincar com os meus filhos. Quando tenho disponibilidade, gosto de jogar ténis e ir ao cinema.

Tive a felicidade de cedo identificar em que área gostaria de trabalhar - mercados financeiros - e orientar os meus estudos nesse sentido. Assim, não hesitei quando surgiu a oportunidade de trabalhar num Banco em arranque de actividade, que me permitiu desenvolver competências em vários produtos, sem o risco de excessiva especialização em início de carreira.

Para alguém que pense desenvolver uma carreira no sector financeiro, o meu principal conselho é a aposta contínua na formação. Este sector caracteriza-se por uma constante inovação, o que obriga a um esforço pessoal de actualização permanente, sob o risco de se "perder o comboio".

Humberto

Gestão de Activos
Director

Estou integrado no Departamento de Gestão de Activos do Banco Invest.

Os aspectos mais interessantes do meu trabalho são a criação de novos produtos, o contacto com os Clientes e o mais importante: estar integrado numa equipa exigente, motivadora e companheira. Mas o desafio mais exigente da minha função é a concretização da venda. Além de ser o maior desafio, é também um catalizador para a motivação.

Além disso tenho a responsabilidade de remar e fazer com que todos remem no mesmo sentido, para assim fazermos do Banco aquilo que o nosso Presidente e as nossas chefias intentam.

Penso que a capacidade para me expressar, a vontade de ajudar, o raciocínio e a convicção de que o trabalho de equipa é mais proveitoso são as minhas características pessoais que mais têm contribuído para atingir os meus objectivos.

Em Junho de 2008, tive conhecimento que o Banco Invest estava a desenvolver algumas áreas de actividade em que eu tinha experiência, e resolvi fazer chegar o meu currículo ao Banco através de um conhecimento comum.

Encontrei um banco com vontade de se afirmar cada vez mais no mercado e muito criterioso na escolha de novos negócios e projectos. Onde estamos e o que fazemos é porque fazemos bem! E as pessoas.... são do melhor!

Por outro lado, o facto de o Banco Invest fazer a gestão de muitos dos produtos "in house" proporciona um contacto deveras interessante com todo o mercado financeiro. A extraordinária capacidade de produzirmos produtos exactamente à medida do Cliente tem constituído um desafio que se tem relevado bastante gratificante. Com a certeza de que as ideias com valor acrescentado semeadas hoje darão frutos no futuro.

A prática desportiva é uma das minhas paixões, logo a seguir à família. Cinema e política vêm depois, mas rodeados de muitos outros interesses.

Antes de entrar no sector bancário, equacionei a hipótese de seguir uma carreira académica, com o intuito de vir a ser professor.

Hoje, considero que uma carreira no sector bancário proporciona a realização de muitos objectivos de vida. No entanto, a constante evolução dos produtos e do mercado exige um acompanhamento muito forte, e requer que estejamos sempre atentos ao que aparece de novo. É um sector que dá lugar a carreiras muito variadas, sendo sem sombra de dúvidas um dos melhores sectores para trabalhar.

Corretagem

Francisco

Corretagem
Director

Estou integrado no Departamento de Corretagem do Banco Invest. A possibilidade de enfrentar diariamente as movimentações por vezes inesperadas do mercado de capitais é o aspecto mais intessante do meu trabalho.

No nosso Departamento, trabalhar em equipa é fundamental. Só assim é possível, a todo o momento, responder às necessidades dos nossos Clientes assegurando a qualidade de serviço do Banco Invest.

Penso que o optimismo e a motivação são as minhas características pessoais que mais têm sido mobilizadas para o desempenho da minha função.

Cheguei ao processo de recrutamento do Banco Invest em Junho de 1998, através de um Administrador do Banco.

As minhas primeiras impressões do Banco, e das pessoas, foram as melhores. Já conhecia os accionistas e os principais elementos do Banco. Seriedade, honestidade e visão de longo prazo.

A experiência que considero mais interessante ao longo do meu percurso no Banco Invest foi a passagem do sonho à realidade.

Gosto de ocupar os meus tempos livres na companhia da minha família, e dos meus amigos. Por outro lado, pratico regularmente BTT.

Nunca equacionei a possibilidade de vir a trabalhar noutra área. Desde sempre, soube que ia trabalhar no mercado de capitais.

A quem pense desenvolver a sua carreira profissional na minha área, recomendaria, para além do óbvio – estudos académicos – verificar se tem paixão por acções e mercados de capitais. Entender que quem está no mercado tem de estar preparado para bons e maus momentos, e saber que o objectivo tem de ser a médio/longo prazo.

Martim

Corretagem
Director

Estou integrado no Departamento de Corretagem do Banco Invest. Penso que o aspecto mais interessante do meu trabalho, que resulta do facto do mercado estar em constante mutação, reside na capacidade que temos de ter para percebermos quando é que um acontecimento que acaba de surgir pode, ou não, pôr em causa uma estratégia de investimento, ou constituir uma nova oportunidade de investimento.

No desenvolvimento das minhas funções, o trabalho de equipa é muito importante, especialmente nos momentos de maior fluxo de informação, onde a possibilidade de partilharmos diferentes pontos de vista contribui para uma melhor interpretação final dos acontecimentos.

Sou uma pessoa calma e ponderada, e julgo que isso transmite alguma tranquilidade, tanto aos clientes como aos meus colegas, especialmente em momentos de maior tensão. Permite-me também não tomar decisões precipitadas e concentrar-me mais no que é importante e menos no que pode ser urgente, mas menos relevante.

Iniciei a minha carreira profissional no Banco Invest, em Janeiro de 2006, depois de completar o processo de recrutamento.

Encontrei um bom ambiente de trabalho, boas relações entre os colegas de todos os departamentos e um forte espírito de entreajuda. Sempre contei com o apoio de todos até me sentir à vontade nas minhas funções.

Ao longo do meu percurso no Banco, tive naturalmente diversas experiências que considero interessantes. Mas julgo que a mais relevante, e talvez uma das maiores aprendizagens que terei ao longo da minha vida, foi ter assistido, dentro de uma Sala de Mercados, a uma das principais crises financeiras da história económica mundial. Tive oportunidade de observar, numa situação extrema, a forma como o funcionamento do mercado pode influenciar a valorização das empresas, e o comportamento dos diferentes tipos de investidores, em ambos os lados do mercado. Dificilmente voltarei a ter uma experiência tão enriquecedora do ponto de vista dos mercados, do mundo e do comportamento humano.

Pratico golfe desde os 10 anos. Fui jogador da equipa de Golfe do Santo da Serra até à minha entrada na faculdade, com quase 18 anos. Por outro lado, tenho grande paixão por automóveis, e participo com alguma regularidade, desde os 18 anos, em competições de automóveis clássicos.

Gosto imenso de viajar, de conviver com amigos e de ver um bom filme.

Desde os 13 anos que me lembro de querer estar ligado aos mercados financeiros, e tive a sorte de o conseguir no meu primeiro emprego. Antes disso, quis ser piloto de fórmula 1, mas rapidamente me apercebi que seria extremamente difícil.

Que conselho daria a quem equacione a possibilidade de fazer carreira no sector bancário? O conselho que dou a todos é que procurem fazer aquilo de que gostam. Seja em que sector for, acredito que a única forma de sermos realmente bons no que fazemos é fazendo aquilo de que gostamos.

Crédito

Paulo

Crédito
Director

A minha principal responsabilidade consiste na coordenação da equipa dedicada à recuperação do crédito em situação de incumprimento.

A diversidade de situações com que somos confrontados no dia a dia e o contacto directo com as pessoas são talvez os aspectos mais estimulantes do meu trabalho. Mas o maior desafio é encontrar as melhores soluções para defender os interesses do Banco.

A iniciativa, a responsabilidade, a dedicação e a capacidade para trabalhar em equipa são, provavelmente, as características mais mobilizadas para o desempenho da minha função.

Cheguei ao processo de recrutamento do Banco Invest em 2003, por recomendação de um colega.

Desde a primeira entrevista percebi que seria uma experiência diferente. O que me foi pedido, a autonomia que me foi dada e a confiança e o apoio que senti, dos meus superiores, desde o primeiro dia, criaram em mim a certeza de que estava perante um Banco, e acima de tudo perante pessoas, com valores completamente diferentes do que era usual na banca e nas empresas em geral.

A felicidade de trabalhar num Banco que confia nos seus colaboradores e os incentiva a assumir responsabilidades e a tomar decisões, e o prazer de conviver e aprender, no dia a dia, com os melhores, são as experiências mais gratificantes do meu percurso no Banco Invest.

Sou um leitor assíduo de romances históricos, e tenho um particular interesse pela história de Portugal no período das invasões francesas. Frequento regularmente o ginásio e, pontualmente, jogo futebol e ando de bicicleta.

Pedro

Crédito
Director

Estou integrado no Departamento de Crédito do Banco. Tenho sob a minha responsabilidade a área de formalização de contratos, e a produção de informação de gestão relacionada com a actividade de concessão de crédito. Contribuo ambém activamente para o desenho e implementação de processos inerentes a esta actividade.

No meu departamento, o trabalho em equipa revela-se particularmente importante na determinação das necessidades especificas de cada função, o que me permite desenvolver com incrementada ajustabilidade as soluções mais adequadas para fazer face às necessidades existentes, e assim potenciar a actuação mais eficiente de cada tarefa.

Considero que o meu maior desafio consiste na conjugação de tarefas de natureza bastante diversa e na procura de soluções adequadas e aceites pela equipa como instrumentos de alcance de maior eficiência, no desenvolvimento das funções específicas de cada elemento da equipa de trabalho.

Penso que a característica pessoal que melhor tem contribuído para o desempenho das minhas funções é o investimento constante no desenvolvimento das minhas competências, de uma forma auto-induzida. Para tal, contribui a minha capacidade de aprendizagem técnica e de apreensão das necessidades específicas do Banco Invest, bem como o facto de nunca ficar satisfeito com as soluções encontradas, procurando constantemente uma melhor resposta a cada necessidade.

Cheguei ao processo de recrutamento do Banco Invest em 2000, em resultado do trabalho desenvolvido até então. Encontrei um Banco muito familiar, bastante distinto da banca comercial, nomeadamente no que concerne à sua forma de actuação no mercado e à interacção com os seus Clientes.

Tive, igualmente, a percepção de que relativamente à política de gestão dos recursos humanos, as pessoas seriam valorizadas pelas suas competências e não reduzidas a meros números ou instrumentalizadas como simples meios de atingir objectivos, como acontece na quase totalidade da banca comercial.

Ao longo do meu percurso no Banco, a experiência que considero mais interessante consistiu na minha participação, na qualidade de consultor das características do negócio, no estudo e desenvolvimento integral, em conjunto com um fornecedor, de uma nova solução informática para a àrea de crédito do Banco. Actualmente, este sistema é utilizado, pelo menos, por mais oito instituições financeiras, em Portugal e no estrangeiro.

Uma imagem vale mil palavras está completamente ultrapassado. Na verdade, uma simples máquina fotográfica tem o poder de capturar emoções, sentimentos, sensações, a verdadeira essência das coisas. A fotografia é uma forma de arte e até um gestor, que normalmente é tido como alguém frio e unicamente ligado ao mundo dos números, pode ter uma alma criativa e sensível, capaz de produzir arte.

A bricolage é um entretimento útil e sendo uma pessoa auto-didacta, gosto de saber fazer de tudo um pouco. Por esta razão, como em tudo, arregaço as mangas e meto mãos á obra, dado que aprendi a valorizar muito mais aquilo que nós próprios construimos.

A práctica do voluntariado tem como intenção ajudar os outros. Acredito que é minha obrigação ajudar os que, por uma razão ou por outra, passam necessidades. Hoje são eles, amanhã podemos ser nós.

O desporto ajuda a manter-nos equilibrados e em forma, constituindo uma das formas de lidarmos com o stress do dia-a-dia. Practico assim ciclismo e natação, procurando a máxima "mente sã em corpo são".

Penso que uma pessoa que esteja interessada em ter uma carreira de sucesso no sector bancário terá de possuir capacidade de apreensão, processamento e gestão do ambiente que a rodeia. Terá de ser dinâmica, e procurar sempre novas soluções, mesmo nas situações em que considera já estar perante a melhor solução possível.

Isabel

Crédito
Director

Estou integrada no Departamento de Crédito do Banco Invest. A minha principal tarefa é o atendimento ao Cliente: nesta área, sou a primeira imagem do Banco, e por essa razão as responsabilidades da minha função aumentam.

O aspecto mais interessante do meu trabalho é o relacionamento com os Clientes. De facto, é a partir do primeiro contacto com o Cliente que se começa a estabelecer o grau de confiança que o Cliente virá a ter no Banco.

Uma vez que o objectivo final, a satisfação e fidelização dos Clientes, é partilhado e assumido por todos, o trabalho em equipa está presente em praticamente todo o processo de relacionamento com os Clientes.

Penso que o sentido de responsabilidade e a honestidade são as minhas características que mais têm contribuído para o desempenho da minha função. O facto de representar uma Instituição muito credível também se tem revelado uma mais valia: no Banco Invest, podemos acreditar naquilo que fazemos, e no que dizemos aos Clientes, o que transmite segurança a quem nos procura.

Entrei no processo de recrutamento do Banco Invest no ínicio do ano de 2008, por recomendação de um colega.

Apesar do ambiente ser bastante formal, típico de uma instituição financeira, principalmente para os olhos de uma Arqueóloga, a minha primeira impressão foi bastante positiva, tanto no que respeita às pessoas como às instalações.

Em termos de experiências, considero que o meu percurso no Banco Invest tem sido muito rico. O facto de estar integrada num novo projecto dentro do Banco tem-se revelado um grande desafio, não só por estar envolvida desde a abertura da primeira agência, como também por trabalhar numa equipa bastante unida e coesa!

Adoro viajar, e conhecer novos destinos e culturas. Gosto de equitação e de animais em geral. Estou neste momento a frequentar um curso de pintura. Gostava muito de exercer voluntariado: penso que, brevemente, poderei iniciar esta actividade na área da hipoterapia.

Sou formada em Arquelogia. Antes de iniciar as minhas funções na banca, pensei naturalmente em seguir a carreira de arqueóloga.

A quem esteja a considerar uma carreira no sector bancário, diria que é um sector em constante evolução, que exige uma grande capacidade de adaptação.

Marketing Estratégico e Novos Projectos

Miguel

Marketing Estratégico
Director

Como membro da Comissão Executiva e do Comité de Investimentos do Banco Invest, tenho responsabilidades a vários níveis, além de ter a meu cargo as áreas de Marketing Estratégico e Operacional, Direct Banking e Corretagem.

Para além da grande diversidade de tarefas de responsabilidade, o aspecto mais interessante da minha função, proporcionado pela dimensão do Banco, reside na relação muito directa entre o sucesso do Banco e o sucesso do trabalho que todos nós realizamos. Ninguém se pode esconder na organização.

Por outro lado, numa estrutura em que, muitas vezes, todos têm que saber fazer não só o seu trabalho, mas também o trabalho dos outros colegas da mesma área, o conceito de equipa é sempre fundamental.

Como aspectos mais exigentes do meu trabalho, realço a diversidade de tarefas, o facto de saber que muitas vezes a minha decisão não é passivel de correcção, e a motivação das pessoas, cada uma com a sua particular maneira de ser. A capacidade para trabalhar melhor sob pressão, e o facto de nunca me esquecer que o bom senso é fundamental em tudo o que fazemos, têm se revelado muito importantes para o desempenho das minhas funções.

Em 1998, a administração do Banco – que já me conhecia - convidou-me para abrir a Sala de Mercados do Banco Invest. Iniciei as minhas funções em Fevereiro, e encontrei um Banco com muito potencial, onde fui muito bem recebido, não esquecendo a magnífica vista que o 11º andar da torre das Amoreiras proporciona, e que se alcança mal entramos no Banco.

Ao longo do meu percurso profissional, tive a sorte de iniciar alguns projectos. No caso do Banco Invest, como entrei no Banco menos de um ano após a sua constituição, participei em vários projectos de diferentes exigências, o que me deu uma experiência muita rica, e dificil de alcançar numa instituição maior, que funcione em velocidade cruzeiro. Para quem está ligado aos mercados financeiros, saliento ainda a experiência de ultrapassar duas crises de grande dimensão (2000/2002 e 2007/2009).

O desporto é fundamental. Vou ao ginásio três vezes por semana e embora esteja agora parado, jogo golf desde os meus 10 anos. O cinema é uma paixão de sempre. Tento ir uma vez por semana ao cinema e vejo também filmes em casa. O gosto pela leitura tem vindo sempre a aumentar. Já esgotei o espaço para arrumar os livros, e a minha mesinha de cabeceira é uma confusão, já que mantenho alguns livros perto de mim por longos períodos de tempo.

Viajar é uma necessidade, uma vontade constante de conhecer coisas novas. É a quebra da rotina, tão essencial para o nosso equilibrio.

Para além da área do mercado de capitais, que sempre me atraiu, achei sempre que seria interessante ser realizador de cinema. A quem esteja a pensar seguir carreira no sector financeiro, diria que a banca é um sector muito concorrencial, onde a atitude é fundamental. Acreditarmos que se formos bons naquilo que fazemos nos vai proporcionar sucesso no futuro é o passo certo. E a ética, tão abalada nos tempos que correm, será agora e sempre um factor de distinção, especialmente numa actividade onde se trabalha com o dinheiro dos outros.

Nuno

Novos Projectos
Director

Sou responsável pelo Departamento de Novos Projectos do Banco Invest.

A procura constante de novas ideias e novas abordagens ao negócio do Banco, e a implementação dos projectos seleccionados são, sem dúvida, os aspectos que revestem a minha função de especial interesse.

Por outro lado, o trabalho em equipa é um aspecto que está sempre presente e que se revela de primordial relevância para o nosso sucesso. De facto, uma área de Novos Projectos depende muito do trabalho realizado pelas equipas criadas de raiz para a implementação de determinado projecto e que, funcionando como um todo, trabalham para atingir os objectivos propostos.

Estando a minha função centrada na criação de "novo" valor, o maior desafio que enfrento diariamente é garantir que, em tudo o que é feito, existe o enfoque de toda a equipa na criação de valor e na identificação de novas oportunidades, que nos ajudem a todos a fazer crescer o Banco e a atingir os seus objectivos. Acredito que a capacidade para motivar as pessoas e a seriedade e perserverança com que enfrento os desafios têm sido as características que mais têm contribuído para o desempenho das minhas funções.

O meu percurso profissional foi desenhado com base em escolhas que privilegiaram sempre as pessoas com quem iria trabalhar, e organizações de menor dimensão que me permitissem uma melhor identificação com a cultura existente.

O meu processo de recrutamento no Banco iniciou-se através de um conhecimento pessoal, resultado de uma experiência profissional anterior. A vontade do Banco de contratar uma pessoa com o meu perfil aliada ao meu interesse pelo projecto apresentado fizeram-me ingressar no Banco, em Março de 2007, de uma forma natural.

Encontrei um ambiente de trabalho colegial, promovendo a facilidade de comunicação entre todos os colaboradores. A capacidade de tomadas de decisão rápidas e o desejo de todos em fazer algo de diferente na banca nacional foram as minhas primeiras impressões da vida no Banco.

Um dos meus primeiros projectos no Banco levou-me ao contacto próximo com a maioria dos colaboradores do Banco. Esta foi sem dúvida uma oportunidade excelente para não só, em ambiente de trabalho, conhecer melhor a realidade do Banco, mas também ficar a conhecer as preocupações e motivações de cada um.

Sou uma pessoa bastante activa, praticando semanalmente várias horas de desporto, incluindo futebol, golfe e umas frequentes idas ao ginásio.

Viajar e conhecer novas culturas são também aspectos aos quais dou bastante importância na minha vida, por permitirem uma aprendizagem constante e obrigarem-nos a habituar-nos a ver tudo por uma perspectiva diferente.

Desde cedo, quando escolhi estudar Economia, que me interessei pelo sector bancário. Com a experiência adquirida, acabei por privilegiar as áreas que envolvessem a implementação de novos projectos, de forma a ter todos os dias um desafio novo, evitando a eventual rotina que uma actividade sedentária pode envolver.

Penso que o sucesso de uma carreira no sector bancário requer, antes de mais, uma clara identificação com a cultura da instituição onde se trabalha. E as pessoas que a constituem são o melhor testemunho em relação aos valores e aos princípios que norteiam a organização. Estando confortável com a instituição e com as pessoas, é necessário ter um gosto especial pela actividade bancária, quer seja na área comercial, na área de investimentos ou nas áreas de suporte.

Sala de Mercados e Tesouraria

Jorge

Sala de Mercados e Tesouraria
Director

Sou responsável pela Sala de Mercados e Tesouraria do Banco Invest, e membro do Comité de Investimentos do Banco. A Sala de Mercados tem como principal função a gestão do risco de liquidez, do risco de mercado e do risco de taxa de juro, bem como o desenvolvimento de análises sobre diversas realidades do mercado financeiro.

O aspecto mais interessante do meu trabalho consiste em procurar, de forma sistemática, oportunidades de investimento que sejam atractivas para o Banco, tendo em conta o binómio risco/rentabilidade.

Tendo em conta a natureza muito dinâmica dos mercados financeiros, a nossa actividade exige uma disponibilidade constante entre colegas, e muita troca de informação. Por outro lado, a liquidação dos negócios, subsequente contabilização e controlo permitem uma relação muito envolvente com outras áreas – e outros colegas – do Banco.

A minha carreira no Banco Invest começou em Maio de 2000. Quando cheguei, fiquei impressionado com a atitude empenhada dos quadros, jovens na altura, cujo comportamento revelava uma grande vontade de impulsionar o projecto. Ainda hoje esta realidade se mantém, o que é deveras agradável de constatar.

A experiência mais interessante que vivi no Banco Invest foi ter acompanhado de perto, como responsável da Sala de Mercados de um Banco, tudo aquilo que aconteceu no mundo, em especial na economia, entre Julho de 2007 e Dezembro de 2008.

Claramente, o meu maior interesse fora do Banco é a minha família. Julgo que deve ser assim com todos nós. Além disso, pratico jogging com regularidade e por vezes jogo ténis e ping-pong. Pratico também alguma natação.

Sempre imaginei a minha carreira ligada ao sector financeiro. A uma pessoa que pense trabalhar neste sector, diria que é necessário gostar desta actividade, e ser perseverante. E saber que existem momentos melhores, que devemos saber apreciar, e momentos menos bons, que devemos saber ultrapassar.

Henrique

Tesouraria
Director

Estou integrado no Departamento Financeiro do Banco, mais especificamente na área de Tesouraria.

O contacto directo com uma vertente importante da realidade económica e financeira, de extrema relevância para a tomada de decisões no desenvolvimento da actividade do Banco, é talvez a vertente mais interessante do meu trabalho. Por outro lado, este contacto permite-me perceber melhor algumas realidades que fazem parte do nosso quotidiano. Mas o aspecto mais exigente da minha função é assegurar que a gestão dos recursos é conduzida de forma adequada, de modo a que estes possam dar uma resposta eficaz às necessidades diárias de liquidez do Banco.

Penso que a responsabilidade, a motivação e um grande interesse pela realidade financeira têm sido as minhas características pessoais mais mobilizadas para o desempenho da minha função.

Iniciei a minha actividade no Banco em Novembro de 2006. A minha primeira impressão, e a mais marcante que tive quando cheguei, foi da Sala de Mercados do Banco, onde se encontra o meu posto de trabalho. Este local é um dos locais mais interessantes em que eu já estive. Há uma grande quantidade de informação económica e de mercado a circular, e tem-se uma perspectiva bastante ampla do Banco.

Ao longo do meu percurso no Banco Invest, a experiência que considero mais interessante tem sido a oportunidade de trabalhar com pessoas extremamente competentes, e com mais de 25 anos de carreira no sector financeiro.

Gosto muito de ouvir música, e toco guitarra clássica. Também gosto de cinema e leitura, em especial biografias e romances. Vou com frequência ao ginásio: a actividade física depois de um dia de trabalho ajuda-me a relaxar e a atenuar os níveis de stress.

Procuro viajar sempre que tenho oportunidade. A minha cidade preferida, onde vou regularmente, é Paris. A viajem mais interessante que fiz foi um passeio ao sudoeste asiático, onde visitei a China, Hong Kong, Macau e a Tailândia.

No decorrer da minha formação universitária, as cadeiras relacionadas com a área financeira foram aquelas que mais me interessaram. Já nesse tempo tinha intenção de desenvolver a minha profissão no sector bancário.

Que conselhos daria a uma pessoa que queira seguir carreira neste sector? Que comece por pensar se é uma pessoa com muita força de vontade, esforçada, dedicada, e disposta a investir continuamente em formação. São aspectos fundamentais para se ser bem sucedido nesta área.

Auditoria e Compliance

Rita

Auditoria
Director

Sou responsável pelo Departamento de Auditoria Interna do Banco Invest.

O aspecto mais interessante do meu trabalho é sem dúvida a interacção com todos os departamentos do Banco, que me permite obter conhecimentos de diversas naturezas, relacionados com todas a áreas de actividade do Banco. Na identificação e definição de estratégias, na tomada de decisão, na abordagem dos elementos a analisar e na coerência da informação a prestar, o trabalho em equipa revela-se muitas vezes fundamental. Tem sido muito importante a criação de sinergias com outros departamentos para a implementação das medidas propostas.

O meu maior desafio prende-se com a necessidade de estar em constante aprendizagem de forma a prestar o apoio e acompanhamento devido às diversas áreas do Banco. É de extrema importância manter a actualização das melhores práticas do mercado e da legislação em vigor, por forma a ter capacidade de resposta perante as necessidades do Banco, e as entidades de Supervisão. A capacidade de organização, a auto-motivação e a vontade constante de aprender têm sido muito importantes para o desemprenho da minha função.

Cheguei ao processo de selecção e recrutamento do Banco em Fevereiro de 2008, por recomendação de um amigo que já trabalhava no Banco.

Quando iniciei as minhas funções, encontrei uma organização onde os colaboradores têm fácil acesso às chefias, e onde se pratica o diálogo. A simpatia das pessoas e sua iniciativa para me integrarem na estrutura foram a nota dominante das minhas primeiras impressões.

Ao longo do meu percurso no Banco Invest, as experiências que considero mais interessantes têm sido o contacto com as pessoas, os conhecimentos que me transmitem e a confiança que depositam em mim para a realização das minhas tarefas.

Para além da minha actividade profissional, as minhas áreas de interesse são as viagens e a leitura. Além disso, elejo o Ski como prática desportiva mais interessante.

Considero-me uma pessoa de desafios e, por isso, nunca projectei ao pormenor a minha carreira profissional. No entanto, pensava seguir o curso de Revisor Oficial de Contas. A uma pessoa que esteja a equacionar a hipótese de fazer carreira no sector bancário, diria deve procurar sempre novos conhecimentos e novas experiências, ser pro-activo e tentar marcar a diferença.

Francisco

Compliance
Director

Estou inserido no Departamento Jurídico do Banco Invest.

Considero que o contributo que dou na correcção jurídica dos contratos/documentos emitidos pelo Banco, aliado à análise e divulgação das alterações legislativas que a cada momento acontecem serão os elementos que, actualmente, entendo como mais interessantes no meu trabalho.

Desde logo pelo característica de “Unidade de Apoio” que o meu departamento integra, o trabalho em equipa está muitas vezes presente no meu dia a dia.

Por outro lado, creio que o maior desafio da minha função se prende com a necessidade de me manter a todo o tempo actualizado sobre as alterações legislativas.

Finalmente, penso que a minha personalidade extrovertida e o meu sentido de organização são duas das características pessoais que mais se revelam no desempenho da minha função.

A minha mulher, que já conhecia uma colaboradora do Banco, soube que estava em curso um processo de recrutamento para o Departamento Jurídico. Tomei a decisão de enviar o meu curriculum, e fui seleccionado para participar naquele processo. Iniciei as minhas funções no Banco Invest em Outubro de 2005.

As minhas impressões iniciais do Banco foram muito boas. O escritório de advogados onde trabalhava não era muito grande pelo que fiquei agradavelmente surpreendido com a dimensão do Banco. Pareceu-me bem organizado e com pessoas competentes. Os colaboradores do Banco acolheram-me bem, tendo esse facto, aliado à minha personalidade extrovertida, ajudado em muito a uma fácil integração no ambiente de trabalho.

Creio que a tomada de consciência do que é, realmente, o sector bancário foi uma das experiências mais enriquecedoras que tive ao longo do meu percurso no Banco Invest. Até à entrada no Banco tinha uma ideia pouco nítida sobre o que era o sector financeiro e da sua importância no quotidiano das pessoas.

Também relevante foi a aprendizagem de métodos de trabalho novos, tanto pela assimilação dos métodos já implementados como pela criação de novos métodos de trabalho mais eficazes.

Gosto de praticar desporto, principalmente futebol, assim como ir ao cinema e sair com os amigos.

Desde muito novo que tive como objectivo ser advogado, pelo que me imaginava integrado num Escritório de Advogados com nome estabelecido no mercado.

A alguém que ponha a hipótese de desenvolver a sua carreira no sector bancário, Tentaria passar a ideia que o sector bancário é exigente e que será necessária uma boa preparação para enfrentar os desafios que se irão colocar, bem como uma disponibilidade constante para aprender e aperfeiçoar métodos de trabalho para assim conseguir responder às exigências que o sector coloca.

Contabilidade e Controlo

Hugo

Contabilidade e Controlo
Director

Trabalho no Departamento de Contabilidade e Controlo do Banco, onde sou responsável pela área de Middle-Office.

A possibilidade de estar inserido no mundo bolsista é provavelmente o aspecto mais interessante do meu trabalho. Toda a pressão envolvente torna um dia de trabalho muito compensador.

O espírito de equipa e a capacidade para “compensar” o colega são essenciais na nossa área. De facto, o Middle Office está dividido em quatro grupos, e todos têm capacidade para trabalhar em qualquer um dos grupos.

O maior desafio da minha função consiste na necessidade constante de inovar, e de melhorar a qualidade do trabalho desenvolvido, com o objectivo de tornar o resultado final mais fiável, mais seguro, e ao mesmo tempo mais pratico e de fácil compreensão. O meu interesse pela informática na optica do utilizador tem me permitido contribuir para a optimização de muitos processos no meu Departamento.

Cheguei ao processo de recrutamento do Banco Invest através de um colega, que já trabalhava no Banco. Iniciei as minhas funções em Março de 2000. Encontrei um banco familiar, onde podia demonstrar a minha capacidade de trabalho e crescer numa área que aprecio bastante. Excelentes pessoas, que desde o primeiro dia me mostraram qual o caminho que devia tomar.

Todo o meu percurso no Banco Invest tem sido de aprendizagem. Trabalho numa area muito abrangente, onde a possibilidade de aprender é enorme. O mais interessante é o mercado bolsista, o movimento constante, a pressão que provoca, e que faz emergir o melhor de cada um de nós.

A primeira sugestão que faço aos meus novos colegas de trabalho.....é que façam uma operação de bolsa. Só assim podem sentir e perceber o mercado.

Pratico Agility com os meus dois cães, um Cocker Spaniel com oito anos e um Border Collie com dois anos. Fui vice-campeão de Portugal, e Vencedor da Taça de Portugal. Representei Portugal em três campeonatos da Europa e dois campeonatos do Mundo. No campeonato do mundo de Setembro 2009, na Austria, fiquei no 25º lugar entre os 80 melhores do mundo.

Rui

Contabilidade e Controlo
Director

Estou integrado no Departamento de Contabilidade e Controlo do Banco Invest. A minha função permite-me ter um contacto muito abrangente com todos os aspectos do funcionamento do Banco, e da própria actividade bancária em geral.

Dada a crescente complexidade e especificidade do vasto conjunto de informação prudencial que é periodicamente reportada às entidades de supervisão, a interacção com os colegas, materializada através de um trabalho de equipa, revela-se fundamental para podermos responder de forma completa e exemplar a todos os requisitos legais.

Nesse sentido, a tarefa mais exigente da minha função é a necessidade de me manter permanentemente actualizado relativamente aos normativos e requisitos das entidades de supervisão.

Entre as minhas características pessoais que mais têm contribuído para o desempenho da minha função, destaco a capacidade para trabalhar em equipa, e um espírito empreendedor.

Ainda durante o período de estágio que realizei depois da minha licenciatura, enviei o meu Curriculum Vitae, de forma espontânea, a diversos bancos de investimento, pois era a minha principal área de interesse dentro da actividade bancária. Fui então contactado pelo Banco para integrar um processo de selecção.

Cheguei ao Banco em Dezembro de 1999. Encontrei um ambiente descontraído, quase familiar, mas ao mesmo tempo uma grande ambição e vontade de fazer crescer o banco dentro do sector.

O meu percurso no Banco Invest tem-me proporcionado um conjunto de conhecimentos teóricos e práticos essenciais, e indispensáveis, à minha projecção e sucesso profissional.

Para além da minha actividade profissional, os meus interesses são bastante diversos. Gosto de assistir a espectáculos desportivos, em especial futebol. Tenho grande interesse por história contemporânea do século XX, e aprecio leitura, documentários e cinema. Gosto também de tocar guitarra clássica, e de realizar actividades ao ar livre com os meus filhos.

Sempre me vi a trabalhar na área financeira. Percorrida que está esta etapa da minha carreira profissional, vejo que tomei a decisão certa ao escolher a actividade bancária.

A quem pense fazer carreira neste sector, sugiro que esteja sempre pronto para abraçar novos desafios e trabalhar em equipa, e que se esforce por desenvolver um espírito empreendedor e dinâmico.

Operações e Títulos

Fernanda

Títulos
Director

Estou integrada na área de Títulos do Banco.

O aspecto mais interessante do meu trabalho é o facto de saber que o novo dia nunca vai ser igual ao anterior, e que novos desafios surgem com muita frequência. Tendo em conta a complexidade – e naturalmente a sensibilidade – da informação tratada no nosso Departamento, e uma vez que a nossa função se traduz apenas numa parte do serviço prestado ao Cliente pelo Banco, a capacidade para trabalharmos em equipa revela-se fundamental para assegurarmos a qualidade da nossa prestação.

A necessidade de garantir a actualidade, a fiabilidade e o rigor da informação prestada aos Clientes é, claramente, o aspecto mais exigente da minha função.

Penso que o gosto pelos desafios difíceis, o facto de não desistir com facilidade, e um espírito exigente, rigoroso e prestável são as minhas características pessoais que mais me ajudam a desempenhar a minha função.

Cheguei ao processo de recrutamento do Banco Invest em 2007, após o envio do meu curriculum. Contei com a recomendação do meu actual Director, com quem já tinha trabalhado no passado. Na mesma altura, fui desafiada por outra instituição bancária, de maior dimensão. Mas a transparência e o grau de solidez do Banco Invest fizeram-me lutar para não perder esta oportunidade.

As primeiras impressões em relação às pessoas? Profissionais.

Os meus filhos ocupam grande parte do meu tempo, e são de facto o meu grande interesse, o meu grande desafio. Educamos, aprendemos, jogamos, brincamos, lemos, etc.

Como considero muito importante termos um tempo só para nós, pratico ginástica, Cardio e Fitness. Faz-me sentir bem, muito bem! Por vezes testo-me: consigo subir até aos escritórios do Banco, no 11º andar, em 4 minutos!

Sempre fui fã de puzzles. Cheguei a fazer apostas com os amigos relativamente ao prazo de construção de puzzles de 2.000 peças. Por incrível que pareça, é um passatempo que me acalma muito. Já comecei a incutir o gosto por esta actividade nos meus filhos. E o mais velho já começa a gostar.

Por outro lado, colecciono selos de todo o mundo: este interesse vem desde os tempos de criança, quando descobri os selos nas cartas que os meus pais trocavam quando eram namorados. Também gosto muito de ballet. Tento nunca perder a oportunidade de ver as peças que me parecem interessantes.

Para desenvolver uma carreira no sector bancário, penso que é necessário o gosto pelos desafios, um espírito empreendedor, e capacidade para saber lidar com o stress.

Eunice

Operações
Director

Estou integrada na área de Operações Gerais do Banco.

O maior desafio do meu percurso no Banco Invest foi ter tido a responsabilidade de lidar, do ponto de vista operacional, com o relacionamento bancário internacional, para o qual não tinha formação específica na altura, nomeadamente o complexo mundo SWIFT: fui responsável, junto das entidades reguladoras e dos diversos intervenientes, pela adesão e implementação deste sistema no Banco Invest.

Penso que a determinação tem sido a característica pessoal que mais tem contribuído para o desempenho das minhas funções.

Cheguei ao processo de recrutamento do Banco Invest em Março de 1999, por sugestão de um colaborador do Banco. Encontrei um ambiente profissional, mas também jovial entre os colegas. A simpatia abundava entre todos, assim como o espírito de entreajuda. O local de trabalho em si era, e continua a ser, idílico em termos de paisagem e localização geográfica.

Pratico Aikido e Ginástica há 19 anos. Tive oportunidade de treinar em várias Escolas em Portugal, desde Lamego a Faro, e no Japão, Inglaterra, Estados Unidos e Brasil, divulgando a prática do Aikido e representando Portugal, através da Dai Nippon Botukai – organização internacional de cintos pretos de diversas artes marciais japonesas – em aulas, palestras e demonstrações.

Por outro lado, tenho particular interesse em viajar, e conhecer culturas diferentes.

Embora tenha equacionado a hipótese de seguir uma carreira na área da auditoria, o sector bancário foi uma ideia que esteve sempre presente. Penso que uma carreira de sucesso neste sector requer disponibilidade para aprender diariamente, e um espírito rigoroso e isento.

Sistemas de Informação e Tecnologia

Manuel

Sistemas de Informação
Director

Como responsável pelo Departamento de Sistemas de Informação e Tecnologia do Banco Invest, a minha principal tarefa é a de garantir a operacionalidade dos sistemas de telecomunicações e processamento de informação que suportam a actividade do Banco. Tenho também a responsabilidade de gerir os processos de selecção do software e hardware necessários ao crescimento do Banco.

Um dos aspectos mais interessantes – e ao mesmo tempo mais difíceis - do meu trabalho é a necessidade de aprendizagem contínua que a função requer. O espectro de conhecimentos necessários ao desempenho da minha função, numa instituição com as características do Banco Invest, é muito amplo: vai desde o conhecimento de produtos financeiros até à regulamentação de instalações eléctricas de baixa tensão, passando obviamente pelo vasto mundo das tecnologias de informação.

Por outro lado, a resolução, em tempo útil, dos problemas que afectam o negócio é talvez a tarefa mais exigente da minha função. Temos de saber detectar e corrigir problemas de natureza por vezes complexa em tempo record. Lidar com este stress, para quem sente os problemas do Banco como seus é desgastante e difícil. Felizmente aprendemos a prevenir e minimizar as falhas pelo que, embora o risco exista sempre, a probabilidade de ocorrência tende para zero.

Embora a minha função seja eminentemente tecnológica, sou um humanista. Acredito que o ser humano é insubstituível. Por mais automatismos que se implementem chegará a altura em que é preciso lidar com o inesperado e é aí que uma pessoa faz a diferença. A minha formação pessoal e profissional ensinou-me a valorizar o trabalho e a respeitar as pessoas que o executam. Nada é tão simples como parece.

O bom desempenho da minha função requer a existência de duas características que me parecem fundamentais, e que procuro manter e desenvolver: o interesse pelo resultado do trabalho e o empenho na realização do mesmo.

O meu processo de recrutamento no Banco Invest foi atípico. Na minha adolescência convivi, como vizinho e amigo, com vários membros da família Alves Ribeiro, detentora do capital do Banco Invest. Em meados de 1997 fui contactado pelo Dr. Afonso Pereira de Sousa, hoje presidente do Banco, que sabendo-me no sector bancário me convidou para colaborar no projecto do Banco. Confesso que hesitei pois a minha carreira estava em desenvolvimento. Todavia, conhecendo as qualidades empresariais da família e as tradições de responsabilidade e empenho do grupo nos projectos que inicia, considerei que se tratava de uma aposta que valia a pena fazer.

Encontrei um ambiente muito estimulante, até porque estava quase tudo por fazer. Éramos poucos, pelo que tínhamos de “tocar em muitos pianos”. Havia discussões, por vezes acaloradas sobre a forma de fazer as coisas. Existia um grande espírito de entreajuda.

Gosto de me manter informado no âmbito das ciências, particularmente da física e biologia, pelo que dedico algum tempo à leitura de revistas de divulgação científica.

Há cerca de dez anos inicie-me na vela de cruzeiro de forma quase acidental e fiquei completamente "agarrado". Descobri que o mar é talvez o único espaço de liberdade que resta ao homem urbano desta época. A prática da vela de cruzeiro é um antídoto ideal para o stress urbano que nos assola. Tenho, em conjunto com dois sócios, um veleiro com (algumas) condições para aventuras oceânicas.

Depois de uma fase inicial mais costeira, com alguns percalços e asneiras que nos obrigaram inclusive a ser resgatados por uma lancha salva-vidas, em 2008 aventurámo-nos na primeira travessia de "alto mar" até à Madeira. Foi uma experiência inesquecível que entre outros aspectos me fez ver que o mundo "ainda" é grande, já que navegamos dias sem ver vivalma. Têm uma componente quase mística a solidão e o azul do mar, tão intenso que parece tinta.

Uma viagem oceânica é também uma lição de humildade face à natureza, lição que na minha opinião é cada vez mais necessária nos dias que correm. Ao mesmo tempo o chegar a bom porto dá uma sensação de realização pessoal, pois apesar de ser um "feito" banal existe sempre a "glória" de ter ultrapassado o medo natural de quem sabe que depende essencialmente de si próprio durante a travessia, e que não há um reboque ao virar da esquina nem telemóvel para o chamar.

No início de minha carreira, pensava seguir um percurso mais "industrial" no ramo da engenharia. Embora considere que nunca se é suficientemente sensato para dar bons conselhos, a alguém que queira singrar no sector bancário recomendaria que se "equipe" com a formação teórica e pratica necessária para poder acompanhar a evolução do sector. As tarefas rotineiras tendem a ser automatizadas pelo que a criatividade e capacidade de resolução de problemas serão cada vez mais valorizadas.

António

Sistemas de Informação
Director

Trabalho no Departamento de Sistemas de Informação e Tecnologia do Banco Invest. A nossa primeira responsabilidade consiste em garantir o bom funcionamento de todas as aplicações instaladas no sistema central do banco, bem como auxiliar os utilizadores e resolver qualquer problema que surja. Por outro lado, somos responsáveis pelo desenvolvimento de novas aplicações que se revelem necessárias para que o Banco Invest se mantenha competitivo em termos de Sistemas de Informação.

O aspecto mais interessante do meu trabalho é, sem dúvida, o desenvolvimento de novas aplicações. Exige uma constante procura de soluções inovadoras e tecnologicamente evoluídas, de forma a manter o Banco Invest perfeitamente actualizado em matéria de aplicações informáticas. Na fase de análise e levantamento de necessidades para uma nova aplicação, o trabalho em equipa revela-se particularmente importante. Sem a colaboração dos meus colegas, não conseguiria atingir o patamar de excelência que se exige quando trabalhamos neste Banco.

O maior desafio da minha função consiste em garantir que tudo corre bem com todos os processamentos diários por mim geridos. Trabalhar na área de sistemas de um banco é uma tarefa de grande responsabilidade, que requer uma capacidade de trabalho elevada, um bom raciocínio lógico, e uma mente criativa.

A oportunidade de ingressar no Banco Invest surgiu em Agosto de 1999, quando o actual Director do meu Departamento, que já tinha trabalhado comigo no passado, me recomendou à Administração. As minhas primeiras impressões do Banco e das pessoas foram as melhores. Toda a gente me recebeu cordialmente, e a minha integração decorreu da melhor maneira.

Ao longo do meu percurso no Banco, uma das experiências que considerei mais interessantes foi o concurso de ideias lançado aquando do décimo aniversário do Banco Invest. Como sou bastante criativo apresentei várias ideias, sendo que uma delas, um Blogue de Bolsa, acabou por vencer, o que me valeu como prémio uma viagem a Londres, cidade que há muito queria conhecer.

Como técnico de sistemas de informação, penso que poderia trabalhar em qualquer sector de actividade, e equacionei a possibilidade de ingressar numa Software House. No entanto, o sector bancário sempre me interessou. Quando surgiu a oportunidade de entrar nesta área, não hesitei.

Para além da minha carreira profissional, gosto muito de escrever. Já publiquei um romance, já terminei o segundo, e estou actualmente a escrever o terceiro. Tenho também um espírito inventor: já patenteei dois inventos, para os quais estou em busca de apoios.

José

Sistemas de Informação
Director

Estou integrado no Departamento de Sistemas de Informação e Tecnologia, onde sou responsável pela área de infra-estrutura e comunicações do Banco. Considerando a grande sofisticação do negócio bancário e o impacto das soluções informáticas na eficiência e qualidade dos serviços prestados pelo Banco, a nossa primeira responsabilidade consiste em garantir a operacionalidade e performance da infra-estrutura tecnológica. Trabalhamos num ambiente de actualização tecnológica permanente, procurando a todo o momento contribuir para o aumento da competitividade do Banco.

A principal fonte de inspiração do meu trabalho é ter a oportunidade de adequar sistemas e processos novos aos processos internos e externos relacionados com a actividade do Banco. Tendo em conta a realidade e dimensão do nosso negócio, estou sempre a ser desafiado para desenvolver a minha imaginação e criatividade na procura das melhores soluções para os problemas, o que me permite tirar partido do que mais gosto na minha profissão.

Os sistemas e processos distribuídos são uma parte importante de uma solução informática. Consequentemente, para que os processos possam ocorrer de forma integrada, é necessário reunir - e sincronizar - os diversos intervenientes. Logo, as equipas com que trabalhamos vão muito além dos colaboradores com quem partilhamos as instalações, mas muitas vezes também para fora das portas do Banco, quer junto dos nossos Cientes, quer junto dos fornecedores.

A preocupação em zelar pela qualidade dos processos e o rigor que asseguro na sua manutenção têm sido as características mais mobilizadas para o desempenho da minha função.

Tomei conhecimento das necessidades de recrutamento do Banco Invest através de um anúncio. Completado o processo de selecção, ingressei no Banco em Agosto de 2009. Encontrei um local simpático, com potencial de crescimento, e pessoas que impressionam com humildade e boa disposição.

Para além da minha carreira no sector bancário, interesso-me por fotografia digital, e estou a aprender a tocar guitarra, mas mal. Muito mal.