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Outlook Análise Técnica Research Investimento Educação
30.09.2022 11:13
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3640.47 (fecho de quinta-feira)   Esta semana já vimos um aumento considerável da volatilidade, com os investidores a procurarem finalmente alguma protecção. Não estamos em zona de capitulação, mas a zona dos 3600 tem servido de apoio, principalmente após o anúncio de intervenção por parte do Banco de Inglaterra. Obviamente que o adiar da quebra dos mínimos do ano, adiará também a formação de um fundo (capitulação).   Lembramos que abaixo dos 3900 temos dois “targets” técnicos válidos, nos 3508/9 e sem seguida no intervalo 3193/211. A estas zonas acrescentamos a janela deixada na última sessão da semana passada. Para o curto prazo estaremos então a monitorizar os 3758 e no sentido inverso, a zona dos 3637.        Análise Anterior: S&P500 @ 3757.99  19.09.2022 Consulte aqui. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
28.09.2022 12:03
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3266   O índice continua com uma direcção clara. Temos várias projecções técnicas em baixa mas para já vamos focar-nos na mais próxima, nos 3072. O sentimento dos investidores está finalmente a dar sinais de capitulação, mas sabemos que o movimento final, quando a capitulação se dá, pode chegar a mais de um terço de toda a descida. Numa óptica de “trading” é muito cedo para pensar em comprar os índices, por outro lado, devemos continuar a ver os “rallies” como oportunidades de venda. Como resistências de curto prazo, o intervalo 3325/49, depois 3397/428 e em seguida o intervalo 3534/89 (reavaliaríamos com dois fecho diários acima dos 3600).   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3363 (26/09/2022) Consulte aqui.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
27.09.2022 15:45
INVEST OUTLOOK
4º TRIMESTRE 2022
O terceiro trimestre foi mais um período de grande volatilidade nos mercados financeiros. Com efeito, após a forte subida dos mercados accionistas observada entre meados de Junho e Agosto, impulsionada por uma interpretação demasiado optimista sobre o ritmo e dimensão da subida das taxas de juro pela FED, os valores da inflação de Agosto precipitaram novas quedas em Setembro, face à perspectiva de taxas de juro mais altas e por mais tempo do que o inicialmente descontado. Neste contexto, o Outlook para os próximos três meses mantém-se praticamente inalterado relativamente ao trimestre anterior, com excepção para o valor terminal das taxas de juro dos bancos centrais, nomeadamente da FED e do BCE, os quais agora antecipam-se mais altos, à luz da persistência da inflação em valores muito acima do objectivo. Assim, mantemos uma visão cautelosamente construtiva para os próximos meses, após o repricing significativo observado nos mercados tanto de acções como de obrigações, designadamente no segmento de Investment Grade, incluindo dívida pública.       Evolução dos indicadores macroeconómicos A economia mundial continua a registar sinais de abrandamento. Após mais de dois anos de pandemia, a invasão da Ucrânia pela Rússia e os seus efeitos globais nos mercados de matérias-primas, nas cadeias de abastecimento, na taxa de inflação e, consequentemente, nas taxas de juro, têm conduzido a uma desaceleração do crescimento global. Em particular, a guerra na Ucrânia tem provocado subidas acentuadas dos preços e da volatilidade nos mercados de energia, contribuindo para uma inflação mais persistente que o inicialmente esperado. Consequentemente, os principais bancos centrais têm prosseguido com o aumento das taxas de juro e politicas monetárias mais restritivas, adicionando incerteza quanto à evolução da economia mundial. Neste contexto, de acordo com as últimas estimativas do Banco Mundial1 , a economia mundial deverá crescer 2,9% e 2,4% em 2022 e 2023, respectivamente, acelerando para os 3,0% em 2024. As economias avançadas são esperadas crescer, em média, 2,3%, 1,2% e 2,0%, respectivamente. Por sua vez, as economias emergentes deverão fazer relativamente melhor, com crescimentos médios de 3,6%, 4,1% e 4,3%.  A normalização da taxa de inflação é antecipada ser lenta, com o Banco Mundial a estimar uma inflação média de 7,7% este ano, e 4,6% e 3,2% em 2023 e 2024, respectivamente. Excluindo os custos com alimentação e energia, a inflação subjacente (core) é esperada situar-se nos 5,9%, 4,9% e 3,8%, respectivamente.       Economia Mundial Fonte: Banco Mundial, FMI Estados Unidos A economia norte-americana deverá crescer 2,3% e 1,0% em 2022 e 2023, respectivamente, segundo o FMI. A economia norte-americana contraiu 0,6% (taxa anualizada) no segundo trimestre deste ano. Deste modo, a economia entrou em recessão técnica, após a contracção de 1,6% no primeiro trimestre. Apesar dos comportamentos positivos do consumo privado (1,5%) e da procura externa líquida (as exportações cresceram 17,6% e as importações 2,8%), o investimento privado registou uma queda de 13,2%, no trimestre, com destaque para o sector residencial (-16,2%).  Em termos homólogos, a actividade económica desacelerou dos 3,5%, no primeiro trimestre, para os 1,7% no trimestre terminado em Junho.  .   Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego   Fonte: Bloomberg.   A taxa de inflação anual diminuiu pelo segundo mês consecutivo, para os 8,3% em Agosto, o valor mais baixo em quatro meses. O crescimento dos preços da energia desacelerou para os 23,8%, face aos 32,9% observados em Julho, mas os preços da alimentação aumentaram 11,4%, o valor mais elevado desde 1979. Por sua vez, os custos com alojamento aumentaram 6,2%, o valor mais alto desde 1984, e os preços dos automóveis usados aumentaram 7,8%.  Excluindo os custos com a energia e alimentação, a taxa de inflação subjacente situou-se nos 6,3%, o valor mais elevado desde Março deste ano e acima dos 6,1% esperados pelos analistas e dos 5,9% observados em Junho e Julho.       Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação   Fonte: Bloomberg.   Por sua vez, a taxa de desemprego aumentou ligeiramente, para os 3,7% em Agosto, o valor mais alto desde Fevereiro deste ano e 0,2 pontos percentuais (p.p.) acima do esperado pelos analistas. O número de pessoas desempregadas aumentou em 344 mil, para os 6,01 milhões, e o número de pessoas empregadas cresceu em 442 mil, para os 158,7 milhões. Entretanto, a participação no mercado de trabalho aumentou para os 62,4%. Particularmente importante num contexto de pressões inflacionistas, o crescimento homólogo dos salários fixou-se nos 9,99% em Julho, registando uma tendência de desaceleração desde Fevereiro deste ano (11,85%). Zona Euro Segundo o FMI, o PIB da Zona Euro é projectado crescer 2,6% em 2022, e 1,2% em 2023. A economia da Zona Euro expandiu 0,8% no segundo trimestre de 2022, mais 0,2 p.p. que o registado no trimestre anterior. O consumo das famílias foi o principal driver desta expansão (1,3%), impulsionado pela diminuição das restrições relacionadas com a pandemia e aumento do turismo no início do Verão. Adicionalmente, o consumo público aumentou 0,6% e o investimento 0,9%. Por sua vez, o contributo da procura externa foi negativo, tendo as exportações crescido 1,3% e as importações 1,8%. Entre as principais economias do bloco, no trimestre, a Alemanha cresceu apenas 0,1%, a França cresceu 0,5%, e a Espanha e Itália expandiram 1,1%, cada uma. Em termos homólogos, no segundo trimestre, o PIB da Zona Euro cresceu 4,1%, mas desacelerando face aos 5,4% registado no trimestre anterior.   Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego   Fonte: Bloomberg.   Ao contrário do observado no outro lado do Atlântico, na Zona Euro a taxa de inflação não dá sinais de abrandamento. Com efeito, em Agosto a taxa de inflação anual subiu para os 9,1%, mais 0,2 p.p. que no mês anterior (e mais 4,0 p.p. que em Janeiro deste ano). Para este valor (9,1%), a principal contribuição continuou a vir dos custos com energia (38,6%), embora os preços também tenham acelerado, face ao mês anterior, nas componentes de alimentação, álcool e tabaco (10,6% vs 9,8%), de serviços (3,8% vs 3,7%) e de bens industriais (5,1% vs 4,5%). Excluindo os custos com energia e alimentação, álcool e tabaco, a taxa de inflação subjacente atingiu um novo máximo histórico, nos 4,3%, sinal de que as pressões inflacionistas se estão a alastrar a todos os sectores da economia. Deste modo, o Banco Central Europeu subiu a taxa de juro para depósitos junto da instituição, dos -0,5% para os 0,75%, durante o segundo trimestre, sinalizando que novas subidas deverão acontecer nos próximos meses.   Euro: Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação   Fonte: Bloomberg. Por seu turno, a taxa de desemprego manteve a trajectória descendente dos últimos meses, para o mínimo histórico de 6,6%, em Julho. No mesmo mês de 2021, a taxa de desemprego situava-se nos 7,7%. Entre as principais economias da Zona Euro, a taxa de desemprego diminuiu em França (7,5% vs 7,6%, em Junho), Itália (7,9% vs 8,0%), enquanto que na Alemanha permaneceu inalterada, nos 2,9%.   Portugal Segundo as estimativas da Comissão Europeia, a economia nacional é esperada crescer 6,5%, em 2022, e desacelerar para 1,9% em 2023  Em contraste com a média da Zona Euro, a economia nacional estagnou durante o segundo trimestre deste ano, mas, ainda assim, melhor que o esperado pelos analistas (-0,2%). O consumo das famílias recuou 0,3%, principalmente devido à queda de 1,3% no consumo de bens duradouros, e o investimento diminuiu 4,3%, nomeadamente em equipamentos, transportes e construção. Por seu lado, as exportações subiram 4,7% e as importações aumentaram 2,2%, pelo que a contribuição líquida da procura externa se revelou positiva, no trimestre. Em termos homólogos, no segundo trimestre, o PIB, em termos reais, registou uma variação de 7,1%, desacelerando face aos 11,8% observados no período anterior.     Portugal: Crescimento do PIB e Saldo Externo de Bens e Serviços   Fonte: Bloomberg. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 8,9% em Agosto, taxa inferior em 0,2 p.p. à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo alimentação e energia) manteve a tendência de subida dos meses anteriores, registando uma variação de 6,5% (6,2% em Julho). A variação do índice relativo aos produtos energéticos situou-se em 24,0% (7,2 p.p. inferior ao valor do mês precedente), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados apresentou uma variação de 15,4% (13,2% em Julho). Ainda segundo o INE, em Julho, a taxa de desemprego situou-se em 5,9%, valor inferior ao do mês anterior em 0,1 p.p., e inferior em 0,7 p.p. ao de um ano antes.   Portugal: Dívida Directa do Estado   Fonte: INE, IGCP. ‘Dívida Total’ em milhares de euros; ‘Amortizações Anuais’ em milhares de milhão.     De acordo com a Direcção Geral do Orçamento (DGO), no final de Julho, as Administrações Públicas registaram um saldo positivo de 431,8 milhões de euros, que corresponde a uma melhoria de 7,6 mil milhões de euros face ao verificado no mesmo período do ano anterior, resultado do crescimento da receita (+16%) superior ao da despesa (0,3%). O saldo primário situou-se em 4,4 mil milhões de euros, mais 7,3 mil milhões de euros do que em Julho de 2021. Deste modo, a Dívida Directa do Estado (DDE), segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), no final de Junho, situava-se nos 281,2 mil milhões de euros, cerca de 125,9% do PIB.   Países Emergentes De acordo com o FMI, a economia chinesa é esperada crescer 3,3% em 2022, e 4,6% no próximo ano..   A economia chinesa contraiu 2,6% no segundo trimestre deste ano, acima dos -1,5% esperados pelos analistas, e após o crescimento de 1,4% registado no trimestre anterior. Deste modo, esta foi a primeira contração trimestral desde o primeiro trimestre de 2020, aquando do início da pandemia em Wuhan e, em larga medida, provocada pelos lockdowns parciais impostos em várias cidades entre Março e Maio de 2022, incluindo no importante centro financeiro e comercial de Shanghai. Porém, em termos homólogos, a economia chinesa manteve-se em território positivo, com um crescimento de 0,4%, ainda que muito abaixo dos 4,8% registados no primeiro trimestre. Em termos de evolução dos preços, em Agosto, a taxa de inflação anual diminuiu para os 2,5% (2,7% no mês anterior). Na base desta contenção no aumento dos preços estão as referidas restrições relacionadas com a pandemia. No Brasil, a economia cresceu 1,2% no segundo trimestre. Em termos homólogos, o crescimento acelerou dos 1,7%, no primeiro trimestre, para os 3,2% no trimestre terminado em Junho. Deste modo, foi o sexto trimestre consecutivo de expansão económica, impulsionada pelo aumento de 5,3% no consumo das famílias. O investimento cresceu 1,5% no período, suportado pelos gastos em construção e desenvolvimento de software. Pelo contrário, a procura externa líquida contribuiu negativamente para o crescimento, na medida que as exportações caíram 4,8% e as importações caíram 1,1%. Por sua vez, a taxa de inflação anual diminuiu para os 8,7% em Agosto, face aos 10,1% no mês anterior. Este foi o valor mais baixo desde Junho de 2021.        Economias BRIC     Fonte: Bloomberg.   A economia indiana, até à data uma das mais resilientes, registou uma contração de 1,4% durante o segundo trimestre. Ainda assim, o crescimento homólogo fixou-se nos 13,5%, o valor mais alto dos últimos quatro trimestres. Durante o trimestre, o consumo das famílias acelerou, assim como os gastos públicos. Pelo contrário, o investimento abrandou e a procura externa líquida registou uma contribuição negativa. Em termos de preços, em Agosto, a taxa de inflação anual acelerou para os 7%, impulsionada pelo aumento dos preços da alimentação (7,6%), do alojamento (4,1%) e educação (5,5%). Os preços da energia aumentaram 10,8%, em termos homólogos. Por fim, na Rússia a actividade económica caiu 4,1% no segundo trimestre deste ano, em termos homólogos, reflectindo as sanções económicas internacionais associadas com a agressão militar à Ucrânia. A contração foi transversal a todos os sectores da economia, com destaque para o retalho e reparação de veículos, com uma queda na ordem dos 14%, face ao segundo trimestre do ano passado. Por seu turno, a taxa de inflação anual abrandou para os 14,3% em Agosto, face aos 15,1% do mês anterior. Excluindo os custos com a alimentação e energia, a taxa de inflação subjacente situa-se nos 17,7%.       Paulo Monteiro Invest Gestão de Activos - SGOIC, SA Redigido em 21 de Setembro de 2022 Alocação de Activos O terceiro trimestre foi mais um período de grande volatilidade nos mercados financeiros. Com efeito, após a forte subida dos mercados accionistas observada entre meados de Junho e Agosto, impulsionada por uma interpretação demasiado optimista sobre o ritmo e dimensão da subida das taxas de juro pela Reserva Federal, os valores da inflação de Agosto precipitaram novas quedas em Setembro, face à perspectiva de taxas de juro mais altas e por mais tempo do que o inicialmente descontado. Deste modo, o trimestre termina com os mercados accionistas e os spreads de crédito muito perto dos mínimos de Junho, e com as yields da dívida pública em novos máximos de vários anos.     Rendibilidades - desde o início do ano (YTD) Fonte: Bloomberg. Cotações em 21-Set-22   Mercados financeiros no 3º trimestre Entre os mercados accionistas, os índices norte-americanos S&P-500 e Nasdaq-100 terminaram o terceiro trimestre praticamente inalterados face ao trimestre anterior, com variações de 0,1% e 1,2%, respectivamente. Desde o início do ano, acumulam perdas de -20,5% e -28,7%. Por sua vez, na Europa, os índices alemão (DAX) e francês (CAC) variaram -0,1% e 1,8%, no trimestre (-19,6% e -15,7%, desde o início do ano). O índice Europe Stoxx-600 encerrou o trimestre nos 407,05 pontos (0,0%), acumulando uma perda de -16,6% desde o início do ano. Os outliers têm sido os mercados ibéricos, em particular o índice PSI, com uma subida de 3,8% desde o início do ano. Por sua vez, os mercados emergentes, medidos pelo índice MSCI Emerging Markets, perderam -6,9% nos últimos três meses, em USD, aumentando, deste modo, a perda anual para os -24,3%. Desde o início do ano, o mercado chinês (CSI300) perde -28,8%, em USD e, pela positiva, destaca-se o mercado brasileiro (IBOV) com um ganho de 6,8%, em BRL (em EUR, o índice regista um ganho de 31,3%).     Yields das Obrigações (%)   Fonte: Bloomberg. Indices Bloomberg Barclays.   Entre as obrigações, o cenário foi particularmente negativo, penalizado pela persistência da inflação em valores muito altos e pela perspectiva de forte subida das taxas de juro pelos principais Bancos Centrais.  Nos Estados Unidos, a FED subiu a taxa de juro directora em 150 bp no trimestre, para os actuais 3,25% (upper bound). Até ao final deste ano, o mercado desconta mais subidas, até aos 4,25%. A incorporação destas expectativas traduziu-se numa subida das yields ao longo de toda a yield curve dos Treasuries, desde o início do ano: as yields a 2 anos subiram 332 bp, para os 4,05%; as yields a 5 anos subiram 250 bp, para os 3,77%; e, no prazo dos 10 anos, as yields aumentaram 202 bp, para os 3,53%. Por seu turno, na Zona Euro o BCE finalmente subiu as taxas de juro, esperando-se novas subidas até ao final do ano. De acordo com as taxas de juro implícitas no mercado, o BCE é esperado aumentar a taxa directora dos actuais 0,75% para os 2,0% até ao final deste ano e cerca de 2,75%-3,0% até meados de 2023. Deste modo, tal como nos Estados Unidos, também as yields da dívida soberana alemã (Bunds) registaram subidas significativas: 238 bp a 2 anos, para os 1,76%; 229 bp a 5 anos, para os 1,84%; e 207 bp a 10 anos, para os 1,89%.       Spreads de Crédito (bp) Fonte: Bloomberg. A necessidade de subida das taxas de juro de forma a combater a inflação, conjugada com os elevados níveis de endividamento dos países periféricos, mantêm latentes os riscos de fragmentação da Zona Euro, que se têm traduzido num significativo aumento dos prémios de risco da Itália (+89 bp desde o início do ano, para os 224 bp), Portugal (+39 bp, para os 103 bp), Espanha (+39 bp, para os 114 bp) e Grécia (+105 bp, para os 257 bp), medidos pelo diferencial de yields a 10 anos. Apesar da volatilidade das acções, nos mercados de obrigações corporate o trimestre ficou marcado por uma ligeira diminuição dos spreads de crédito.  No segmento de Investment Grade, no segundo trimestre, os spreads terminaram praticamente inalterados, tanto nos Estados Unidos como na Europa. Deste modo, no total do ano, os spreads já aumentaram 51 bp e 75 bp. Em termos de total return, as perdas ascendem a -13,9% e -14,6%, respectivamente, em EUR. Por sua vez, no segmento de High Yield, os spreads caíram, em média, 37 bp e 84 bp nos Estados Unidos e Europa, respectivamente. No total do ano, os spreads já aumentaram 249 bp e 246 bp. Assim, o índice Bloomberg Global High Yield Total Return regista uma perda de -14,7%, desde o início do ano, em EUR. Ao nível das matérias-primas, a invasão da Ucrânia pela Rússia teve, entre muitas outras consequências, um efeito disruptivo nas cadeias de abastecimento de energia e cereais, sobretudo na Europa. Como tal, desde o início do ano, medidos pelos índices da S&P GSCI, em USD, os preços da Energia registam uma subida de 22,0%, e, por exemplo, o preço do Trigo subiu 17,3%, mesmo após a correcção face ao máximo recente. Em média, os produtos agrícolas subiram 9,5%. Pelo contrário, a perspectiva de abrandamento económico global, e em particular na China, traduziu-se numa correcção de -17,2% nos preços dos metais industriais; e, a forte apreciação do USD (+15,6% face ao EUR, desde o início do ano) tem limitado os ganhos na cotação do Ouro (-8,5%, desde o início do ano).         Outlook para o 4º trimestre O Outlook para os próximos três meses do ano mantém-se praticamente inalterado relativamente ao trimestre anterior, com excepção para o valor terminal das taxas de juro dos bancos centrais, nomeadamente da FED e do BCE, os quais agora antecipam-se mais altos, à luz da persistência da inflação em valores muito acima do objectivo. Assim, mantemos uma visão cautelosamente construtiva para os próximos meses, assente em alguns factores que, na nossa opinião, poderão justificar o aumento gradual da exposição aos mercados, após o repricing significativo observado nos mercados tanto de acções como de obrigações, designadamente no segmento de Investment Grade, incluindo dívida pública. Em primeiro lugar, as expectativas quanto à evolução futura da inflação permanecem ancoradas e perto dos objectivos dos bancos centrais. Nos Estados Unidos as taxas a 5 anos forward 5 anos (5y5y), utilizadas como referência para as expectativas de inflação, situam-se nos 2,52%, praticamente sem variação desde o início do ano; na Zona Euro, subiu 29 bp, para os 2,26%. Ou seja, sem dúvida que as expectativas para a inflação aumentaram nos últimos meses e a taxa de inflação não deve voltar rapidamente para os níveis pré-pandemia mas, enquanto os bancos centrais conseguirem manter a credibilidade, a diminuição da procura, induzida pelo abrandamento económico, e a regularização da oferta, induzida pela normalização nas cadeias de abastecimento, deverão permitir a diminuição da inflação para níveis mais próximos do objectivo. Por outro lado, importa não esquecer que o desenvolvimento tecnológico, apesar da incerteza actual, mantém o seu curso, com um impacto positivo na produtividade e, expectavelmente, na eficiência em termos de pricing.     Taxas de juro a 5 anos (forward 5 anos)   Fonte: Bloomberg. Em segundo lugar, os elevados níveis de endividamento, público e privado, a nível global limitam a capacidade dos bancos centrais aumentarem as taxas de juro muito para além do já descontado pelos mercados. Assim, mesmo num cenário de normalização da taxa de inflação para níveis mais alinhados com os objectivos, as taxas de juro reais permanecerão historicamente baixas, não penalizando sobremaneira o investimento e suportando as avaliações dos activos com risco, incluindo o imobiliário, historicamente uma fonte de problemas para os bancos (que actualmente se encontram muito melhor capitalizados do que em 2008). Em terceiro lugar, fruto do referido ‘repricing do risco’ as avaliações, tanto das acções como das obrigações estão agora em níveis muito mais interessantes do que no final do ano passado.  Com efeito, o índice S&P-500 transaciona actualmente com um rácio Price-to-Earnings (PE) de 16,7x os resultados esperados para os próximos 12 meses, o que compara com os 21,4x em Dezembro de 2021, e 18,3x em Dezembro de 2019, quando já existia algum desconforto com as avaliações dos mercados accionistas. Por seu turno, na Europa, o mercado transaciona com um PE de 11,3x, que compara com 15,7x e 14,9x, respectivamente. Claro que esta queda nos múltiplos de avaliação não pode ser dissociada da subida das yields da dívida pública, mas, pelo menos na Europa, o prémio de risco (diferencial entre as earning yields das acções e as yields das obrigações ‘sem risco’) encontra-se bem acima da média dos últimos 15 anos. Na nossa opinião, no curto prazo, o principal risco para o mercado accionista não se encontra na subida das taxas de juro, dado que esse efeito já foi largamente descontado, mas sim numa revisão em baixa do crescimento dos lucros das empresas, que os analistas esperam crescer 8,8%, nos Estados Unidos (S&P-500), e apenas 4,2%, na Europa (Stoxx-600), em 2023. Por sua vez, nos mercados obrigacionistas, os spreads de crédito Investment Grade encontram-se em níveis não observados desde 2013, na Europa. No segmento de High Yield, exceptuando o período coincidente com o início da pandemia, em Março de 2020, os spreads situam-se em valores máximos desde 2012. Não ignorando o risco de uma recessão económica e de aumento das taxas de default, na nossa opinião, os spreads de crédito começam a remunerar apropriadamente o risco, em especial no caso de governos e empresas com boas notações de rating de crédito (Investment Grade). No segmento de dívida pública, o risco de um abrandamento económico superior ao descontado, poderá justificar (finalmente) a reentrada na classe de activos e um aumento da duration das carteiras, agora que as yields já se encontram em níveis mais interessantes. Por último, apesar da incerteza reinante, na nossa opinião, os investimentos públicos, anunciados nas principais economias mundiais, na digitalização da economia e na transição energética, bem como na industrialização e em infraestruturas, deverão permitir evitar uma recessão económica muito severa.       Price-to-Earnings Ratio e Radar Sectorial     Fonte: Bloomberg, Banco Invest. ERP – Equity Risk Premium (prémios de risco).     Concluindo, o Outlook macroeconómico permanece, sem dúvida, incerto e aconselha prudência. Apesar do repricing observado nas várias classes de activos, o potencial para a diminuição dos actuais prémios de risco, tanto das acções como das obrigações, parece limitado, no curto prazo. O que não significa que continuem a subir, mas uma descida sustentada dos prémios de risco passará, na nossa opinião, pelo desanuviar das tensões geopolíticas e diminuição das pressões inflacionárias. Neste sentido, a volatilidade deverá permanecer elevada, mas com a recente subida das yields, as obrigações de dívida pública começam novamente a adicionar alguma diversificação às carteiras. Entre os mercados accionistas, mantemos uma abordagem global e a exposição às grandes tendências dos próximos anos, como transição energética e a digitalização, cujos impactos serão transversais aos vários sectores económicos. Ainda que o potencial de valorização possa permanecer limitado no curto prazo pela incerteza reinante, as avaliações das acções e das obrigações melhoraram de forma expressiva e oferecem agora melhores perspectivas a médio e longo prazo. Paulo Monteiro Invest Gestão de Activos - SGOIC, SA Redigido em 21 de Setembro de 2022 Cotações em 21 de Setembro de 2022 1Setembro de 2022 Disclaimer A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest.  As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.   .
26.09.2022 10:01
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3363   O índice acabou mesmo por quebrar a base de curto prazo nos 3400, colando imediatamente aos mínimos do ano. Um reacção positiva a esta zona poderá permitir ao preço um teste aos 3400 ou mesmo às médias móveis de curto prazo no gráfico diário (no intervalo 3474/3568).   Dois fechos consecutivos abaixo dos 3356 (fez um fecho na sexta-feira) abrem caminho aos objectivos em baixa: 3200, depois 3000 e por fim a projecção do “rally” deste Verão, nos 2800.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3452 (21/09/2022) Consulte aqui.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
23.09.2022 11:25
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3757.99   A reunião da FED trouxe o desfecho muito antecipado pelos intervenientes, mas o preço apenas conseguiu um rápido teste às nossas 1as zonas de resistência e apenas permitiu uma entrada para posicionamentos mais agressivos/curto prazo. Faz agora ainda mais sentido relembrar o gráfico semanal e as projecções técnicas que o “Bear Market rally” de Junho/Agosto permitem definir.   O gráfico semanal apresenta dois “targets” claros e válidos enquanto o preço estiver abaixo dos 3900: - A zona dos 3500 (próxima retracção de Fibonacci de todo o “rally” desde os mínimos de 2020) - Em seguida a zona dos 3200 (golden retracement, 61.8% do mesmo “rally). Constatamos também que as duas zonas foram importantes referências na consolidação nos finais de 2020 (seta a amarelo).   Obviamente que os mínimos de Junho (3637) ou a exponencial que suportou o preço nessa altura (200 semanas, hoje nos 3684) podem servir de suporte a novas reacção de curto prazo, mas numa óptica de “trading”, iremos olhar apenas para as resistências/zonas de venda.     Análise Anterior: S&P500 @ 3881.4  19.09.2022 Consulte aqui. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
22.09.2022 15:56
Ventos favoráveis para as Infraestruturas
Nos últimos anos, temos assistido a um sentimento crescente de emergência em termos de infraestruturas.  Nos países com economias mais desenvolvidas, a prioridade é recuperar e renovar as infraestruturas existentes. Nos países emergentes, a prioridade passa por construir as estruturas necessárias para suportar o crescimento, exigido numa economia global.  Há uma necessidade constante de investir em infraestruturas eficazes e modernas, que acompanhem e acelerem o desenvolvimento e o crescimento económico, ao mesmo tempo que estimulam o comércio mundial. No entanto, a recuperação da pandemia da COVID-19 evidenciou vulnerabilidades nas cadeias de abastecimento, e a invasão da Ucrânia tem sido um aviso severo quanto à dependência de fornecedores não fiáveis de combustíveis fósseis. Também um Verão de calor abrasador no Hemisfério Norte trouxe não só à discussão os efeitos das alterações climáticas, como também sobrecarregou os sistemas hídricos dos EUA e da Europa até ao ponto de ruptura.  Face a estas questões, os governos estão finalmente a levar a sério o investimento em infraestruturas.     Recentes Iniciativas governamentais que estimulam projectos em Infraestruturas   - US COVID Relief Bill - US COVID Relief Bill - U.S. Inflation Reduction Act  - EU Recovery and Resilience Plan - EU Climate Law - UK Government Energy White Paper - Australia (NSW) Electricity Infrastructure Roadmap - Japan – Net Zero Carbon 2050 - China – Net Zero Carbon 2060       Infrastructure investment at current trends and need Fonte: World Economic Forum e Global Infrastructure Hub.   Com efeito, o governo norte-americano assinou a Lei de Redução da Inflação dos EUA (U.S. Inflation Reduction Act - USIRA) em 16 de Agosto deste ano. A USIRA aloca quase 350 mil milhões de dólares de despesas à tecnologia de redução de emissões e energia carbono-zero. Segundo os analistas, estima-se que irá permitir reduzir as emissões anuais dos EUA em mil milhões de toneladas métricas até 2030, e dará aos EUA autoridade renovada para liderar as emissões net-zero nas cimeiras do G20 e COP27 deste ano.   Assim, ao acrescentar 950 milhões de painéis solares, 120.000 turbinas eólicas e 2.300 instalações de sistemas de baterias à rede energética da América, representa uma grande oportunidade de investimento em infraestruturas no valor de 1,2 triliões de dólares em energias renováveis até 2035, segundo a consultoria de energia Wood Mackenzie.   Os compromissos de despesa da USIRA são enormes, mas muitos analistas consideram a sua reforma dos Créditos Fiscais de Investimento (ITC) ainda mais significativa.   Actualmente, qualificar-se para os ITC significa poder demonstrar que investe numa tecnologia de uma pequena lista de energias renováveis, ou que o investimento está directamente ligado a um projecto de implementação de uma dessas tecnologias. A partir de 2025, a USIRA introduz ITC neutras do ponto de vista tecnológico - tudo o que é necessário demonstrar é que o projecto gera zero emissões, potenciando assim tornar milhares de milhões de dólares de oportunidades de investimento em infraestruturas renováveis economicamente atractivas pela primeira vez. Os analistas projectam que a USIRA ajudará a aumentar a capacidade de armazenamento de baterias em cinco ou seis vezes durante os próximos cinco anos. Adicionalmente, assistimos a desenvolvimentos semelhantes em todas as partes do mundo.   Recentemente a União Europeia lançou metas mais ambiciosas através da sua iniciativa “Fit for 55”, que visa incentivar uma redução mais rápida dos gases de efeito de estufa, apontando para um corte de 55% de emissões de CO2 até 2030. Para alcançar estes objectivos serão necessários investimentos em massa para desenvolver, financiar, construir e gerir novas infraestruturas. Estes valores atingirão a ordem dos triliões de euros durante a presente década. Só na Europa, o projecto “Fit for 55” tem 700 biliões de euros anuais destinados para novas infraestruturas com o intuito de acelerar esta transição. Na Austrália, o governo trabalhista está a aprovar nova legislação climática que visa uma redução de 43% nas emissões de gases com efeito de estufa até 2030 e incentiva uma mudança nos recursos da indústria extractiva dos combustíveis fósseis para os metais e minerais críticos para a transição com baixo teor de carbono.     Fonte: Council of the European Union   Porquê infraestruturas?   Os activos de infraestruturas fornecem serviços essenciais à sociedade, tais como serviços públicos, aeroportos, estradas com portagem, armazenamento, centros de dados, etc. Investindo em infraestruturas, é possível beneficiar das suas características defensivas: - Grandes barreiras à entrada: as empresas de infraestrutura são tipicamente monopolistas, permitindo um ambiente de mercado duradouro para a empresa a operar; - Procura consistente:  a classe de activos oferece cash-flows resilientes e não-cíclicos e beneficia de tendência secular de aumento de gastos em infraestruturas a nível global; - Fluxo de receitas definido e previsível: cash-flows são apoiados em contratos de longa duração e o crescimento da receita está indexado à inflação, que funciona como cobertura de inflação e aumento de taxas de juro.       Além das características defensivas, a classe de activos tem tido um desempenho historicamente superior durante períodos de inflação acima da média. Desempenho relativo médio anual das Infraestruturas vs Acções Globais durante vários regimes de inflação Fonte: .CBRE Investments Management, U.S. CPI, UBS Global Infrastructure & Utilities linked to FTSE Global al Core Infrastructure 50/50 Index, MSCI World Index as of 30.09.2021. Trailing 20-years based on average monthly total returns during inflation regimes, annualized. Inflation Regimes calculated using the year-on-year change in the U.S. CPIM normalizing its history using a Z-score, and tracking the 3-month moving average of that z-core. The inflation Regime is determined by both the level and the change in the indicator, requiring two months in the same cycle in order to confirm a new regime. Information is the opinion of CBRE Investment Management, which is subject to change and is not intended to be a forecast of future events, a guarantee of future results, or investments advice. Forecasts and any factors discussed are not a guarantee of future results.  Igualmente, as Infraestruturas protegem mais em períodos de queda (downside protection) e têm um desempenho relativo superior quando a volatilidade do mercado de acções aumenta. Economic cycle position in entering a favorable period for infrastructure stocks Global Infrastructure performs best when the Conference Board's Leading Economic Index (LEI) is moderanting Fonte: .Global Infrastructure universe is represented by CBRE Investments Management *The US Economic Cycle Indicator is calculated using the year-on-year change in the Conference Board's Leading Economic Index (LEI), normalizing its history using a z-score, and tracking the 3-month moving average of that z-score. The Economic Cycle is determined by both the level and the change in the indicator, requiring two months in the same cycle in order to confirm a new cycle. Source: CBRE Investments Management, Conference Board Leading Economic Index (LEI), UBS GLOBAL Infrastructure & Utilities linked to FTSE Global Core Infrastructure 50/50 Index, MSCI World Index as of 30.09.2021. Information is the opinion of CBRE Investment Management, which is subject to change and is not intended to be a guarantee of future results or investment advice. Forecasts are not indicative of future investment performance. Beneficie desta ideia, numa altura em que a melhoria das infraestruturas potencia a qualidade de vida de todos e garante um efeito de atracção de novos investimentos para os países, investindo nos produtos:   Invest Trend Infraestruturas Fundo DWS Invest Global Infrastructure Fundo Nordea Global Listed Infrastructure  ETF iShares Global Infrastructure  ETF Amundi Global Infrastructure ETF SPDR S&P Global Infrastructure      Redigido por: Raul Póvoa 19 de Setembro de 2022 
21.09.2022 10:01
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3452   O índice está a testar a zona de referência que temos estado a monitorizar como 1º objectivo para este movimento de baixa, o intervalo 3440/50. Fazemos notar as várias reacções (consecutivamente mais fracas) a esta zona de suporte. Tecnicamente esta é uma figura “bearish” e abaixo dos 3400 teria uma projecção na zona dos 2800. Não descartamos nova reacção positiva, mas o padrão aponta para uma quebra em baixa. Como referência técnicas para o curto prazo: 3455, 3467, 3488, 3500 e por fim o intervalo 3533/42 (zona que define o bias de curto prazo).   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3472   O índice fez apenas uma ténue consolidação e retomou a trajectória descendente, estando já muito próximo da última referência que estamos a monitorizar, o intervalo 3440/50. Podemos assistir a nova recuperação depois de um teste a esta zona, mas a julgar pelo sentimento dos intervenientes, devemos esperar uma quebra para novo teste aos 3359. Como resistências/zonas de venda para o curto prazo, o intervalo 3488/3500, em seguida os 3542 e por fim o intervalo 3580/3600.   Análise Técnica: Eurostoxx50 @ 3588   Bastaram 2 sessões para o índice testar a retracção de 61.8% e rejeitá-la de forma clara. O padrão de baixa volta a ganhar consistência. O oscilador no gráfico horário está a entrar na zona de sobrevenda pelo que podemos assistir a uma recuperação no curto prazo. Níveis a monitorizar numa óptica de “trading”, os 3534, depois os 3588, em seguida os 3632 e por fim os 3677. A quebra dos 3534 deve levar a novo teste aos 3440/50.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3570 (fecho de sexta-feira)   O índice quebrou as resistências de curto prazo que estávamos a monitorizar e está em cima da exponencial de 200 períodos no gráfico horário. Acima dos 3588 é expectável a continuação desta recuperação. Como valores a monitorizar nas próximas horas, os 3542/5, os 3570, os 3588, em seguida os 3632 e por fim os 3677.     Estaremos de qualquer forma a monitorizar o gráfico horário para o caso de o preço não aguentar o “breakout”.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3481   O Eurostoxx50 já quebrou os mínimos das últimas sessões pelo que faz sentido alterar os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven”. Tecnicamente o padrão dos últimos dias aparenta ser de continuação, pelo que é expectável a continuação da correcção até aos “targets” apresentados. O “bias” continua negativo após novo sinal de venda nos indicadores que utilizamos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3490   O índice já quebrou hoje o mínimo da última sessão, reforçando o “bias” negativo. Fazemos notar as várias recuperações intra-diárias que o preço tem feito, o que ao contrário do que vimos em vários meses durante a subida, dá solidez e sustentabilidade à tendência de baixa actual. Tecnicamente o movimento é mais relevante desta forma. Sinais de venda nos indicadores de curto prazo confirmados. Lembramos também que é uma semana cheia no que toca aos bancos centrais, pelo que se o índice fizer novo mínimos hoje, faz sentido alterarmos os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven” (entrada @ 3506). Valores intermédios para monitorizar numa óptica de “trading”: 3500, depois os 3491, em seguida os 3472, o mínimo da sessão de hoje, nos 3463 e por fim os 3446.   Análise Anterior:Eurostoxx50 @ 3506   O índice parece estar já a parar antes do teste esperado a uma das resistências que identificámos na última nota. A reacção do preço na exponencial dos 50 períodos reforça esta ideia. Os investidores esperam uma importante decisão sobre as taxas de juro por parte do BCE e temos várias intervenções esta semana por parte da Reserva Federal Americana, o que deve trazer alguma volatilidade e alguns movimentos mais erráticos. Estaremos por isso preparados para uma reentrada no caso de o “stop loss” ser accionado num falso “breakout”.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506) com um “stop” @ 3526 e como objectivo os 3366 (rácio retorno/risco de 7) – 1/32 do risco máximo   Sugerimos também um 2º plano, com uma entrada nos níveis actuais (3506) e como objectivo os 3006, neste caso o “stop” será nos 3556 (rácio retorno/risco de 10) – 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3465   O padrão de baixa continua forte e as curtas recuperações têm encontrado vendedores rapidamente. O preço já está a testar os 76.4% de retracção da última subida no gráfico diário (3455). Os indicadores no gráfico horário mostram nova inversão em baixa, mas é expectável que o suporte referido permita uma consolidação nesta zona antes de novo ataque aos mínimos. Como zonas de venda: O intervalo 3534/66, em seguida os 3588 e por fim a zona da exponencial dos 200 períodos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
19.09.2022 17:07
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3881.4   Mesmo tendo encetado uma forte recuperação no final da sessão de sexta-feira, o índice fez um fecho semanal e diário abaixo dos 3900. Também ficou confirmada a quebra da linha de tendência ascendente que suportou este “Bear Market rally” iniciado em Junho. Temos nova reunião da FED esta semana, o que pode trazer nova oportunidade junto de uma das seguintes resistências: 3900, 3920/61 e por fim os 3981 (o “bias” é claro abaixo dos 3981 e principalmente abaixo do intervalo 3920/61). Os indicadores apoiam a ideia de uma recuperação no curto prazo, mas a mesma só será possível se o preço conseguir aguentar acima dos 3890/900. S&P500 @ 3901.35 (Fecho de quinta-feira)  O S&P500 fechou ontem em cima da importante referência dos 3900, mas alguns sinais apontam para um quebra clara desta zona. Destacamos obviamente o VIX, que continua a mostrar uns intervenientes muito complacentes, mas podemos também fazer notar a quebra da linha de tendência ascendente que o preço desenhou desde os mínimos de Junho. O padrão continua claro, mas também temos visto fortes recuperações com muita regularidade, principalmente em antecipação de reuniões de bancos centrais ou dados económicos relevantes, pelo que a nossa sugestão é que se aproveitem esses momentos de mais optimismo como oportunidades de venda, principalmente enquanto os investidores continuarem a mostrar uma clara apetência para comprar. O Vix e outros indicadores de sentimento (ignorar os que não representem real posicionamento) serão a nossa referência para identificar uma mudança de sentimento nos participantes.   Análise Anterior: S&P500 @ 3932.69   A sessão de ontem vai funcionar como a grande referência para as próximas sessões/semanas. Os futuros estiveram a negociar a níveis que colocavam o índice na retracção de 61.8% (4158) do movimento descendente iniciado em Agosto. Mais uma vez a elevada complacência dos investidores originou nova reacção muito negativa, acabando o S&P500 por abrir num forte “gap down”, já abaixo da nossa referência como suprote de curto prazo. O padrão de baixa não esteve em causa, mas as duas últimas sessões colocaram algumas dúvidas para o curto prazo. Abaixo dos 4054/67 e principalmente abaixo dos 4018/9, devemos apenas olhar para baixo. Numa óptica de “trading” estaremos a monitorizar os 3900, os 3933, depois o intervalo 3981/91, em seguida os 4019 e por fim o intervalo 4054/67. A quebra em baixa dos 3900 ou a quebra em alta dos 4067 obrigará a uma reavaliação dos gráfico semanais e dos “targets” técnicos para as próximas semanas.   Análise Anterior: S&P500 @ 4067.36 (fecho de sexta-feira)   O índice fez o oposto do que esperávamos, mostrando alguma resiliência. A quebra da resistência que estávamos a monitorizar como zona de venda, o intervalo 3981/91, permitiu ao índice arrancar para a resistência seguinte, onde acabou por fechar (4058/75). Fazemos notar um volume fraco, mas um “gap up” de abertura acima dos 4018/9, sinal de força.     Os 4058 são agora a nossa referência como suporte, valor acima do qual manteremos um “bias” neutro no curto prazo. Podemos também definir já as zonas de resistência para as próximas horas/sessões: os 4106 e em seguida os 4158 (lembramos a importância dos 4229 e dos 4325 no gráfico semanal, como zonas de definição de tendência). Numa óptica de “trading” continuaremos a monitorizar o MACD horário. Em semana de fecho de opções e com dados importantes a sair, podemos novamente ter alguns movimentos bastante pronunciados, pelo que poderá fazer sentido alargar os “stops” nos próximos planos sugeridos.   Análise Anterior: S&P500 @ 3994   O índice S&P500 está a testar a exponencial dos 50 períodos e já está em zona de sobre compra. O histograma do MACD horário sugere nova inversão em baixa em breve. Podemos então sugerir dois planos para uma entrada a favor da tendência dominante:   - Entrada nos níveis actuais (3994) com um “stop” nos 4004 e como objectivo os 3894 – Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   - O 2º plano tem também entrada nos níveis actuais (3994), com um “stop” nos 4044 e como objectivo os 3544 – Rácio retorno/risco de 9 e mais uma vez 1/32 do risco máximo.   A quebra dos 3960 obrigaria a alterar o “stop” do 1º plano para o “breakeven” e a quebra dos 3940 obrigaria a nova alteração, desta vez para os 3956. Um fecho diário abaixo dos 3940 permitiria também alterar o “stop” do 2º plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: S&P500 @ 3908.19 (fecho de terça-feira)    A tendência empurrou o S&P500 novamente para o suporte nos 3900. O índice já marcou novos mínimos relativos neste movimento, mas resistiu para já à quebra dos 3900. A quebra desta referência permitiria a elaboração de um plano com o objectivo avançado na nota de dia 29 de Agosto (3195/3211), por outro lado, se o preço conseguir aguentar esta zona e tentar novo movimento contrário à tendência, podemos ter uma outra oportunidade de entrada, numa das seguintes zonas de resistência/venda: 3920, depois os 3955, em seguida o intervalo 3981/93 por fim o intervalo 4058/75.   Análise Anterior: S&P500 @ 3955 (fecho de quarta-feira)  O índice continua com uma tendência clara mesmo nos períodos temporais de análise mais curtos. Olhando para o gráfico horário e recordando as referências técnicas no gráfico diário estão já bastante acima (4177/4229), podemo identificar duas resistências mais próximas e que poderão servir para uma entrada a favor da tendência. Começamos pelo fecho semanal nos 4058 e em seguida os 4019. Os 3981 que suportaram o índice na queda de terça-feira, são agora resistência. A quebra dos 3900 validaria o “target” no gráfico semanal, nos 3211.   Análise Anterior: S&P500 @ 4057.66 (fecho de sexta-feira) O índice S&P500 confirmou as nossas expectativas, a quebra dos 4177 trouxe um acelerar do movimento de baixa e o padrão do 1º semestre está vivo. Abaixo dos 4325 temos 2 claros “lower highs” que definem agora a linha de tendência de máximos. Em teoria, abaixo dos 4199 devemos esperar 3815 e em seguida 3505. Podemos também definir uma zona de referência para as próximas sessões, que a ser quebrada, aponta para um teste aos 3211. Como resistências neste período temporal de análise, os 4111 e em seguida os 4184. O gráfico diário confirma o nosso “bias”, e acrescenta uma zona importante numa óptica de “trading”, o intervalo 4063/89. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
19.09.2022 10:05
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3472   O índice fez apenas uma ténue consolidação e retomou a trajectória descendente, estando já muito próximo da última referência que estamos a monitorizar, o intervalo 3440/50. Podemos assistir a nova recuperação depois de um teste a esta zona, mas a julgar pelo sentimento dos intervenientes, devemos esperar uma quebra para novo teste aos 3359. Como resistências/zonas de venda para o curto prazo, o intervalo 3488/3500, em seguida os 3542 e por fim o intervalo 3580/3600.   Análise Técnica: Eurostoxx50 @ 3588   Bastaram 2 sessões para o índice testar a retracção de 61.8% e rejeitá-la de forma clara. O padrão de baixa volta a ganhar consistência. O oscilador no gráfico horário está a entrar na zona de sobrevenda pelo que podemos assistir a uma recuperação no curto prazo. Níveis a monitorizar numa óptica de “trading”, os 3534, depois os 3588, em seguida os 3632 e por fim os 3677. A quebra dos 3534 deve levar a novo teste aos 3440/50.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3570 (fecho de sexta-feira)   O índice quebrou as resistências de curto prazo que estávamos a monitorizar e está em cima da exponencial de 200 períodos no gráfico horário. Acima dos 3588 é expectável a continuação desta recuperação. Como valores a monitorizar nas próximas horas, os 3542/5, os 3570, os 3588, em seguida os 3632 e por fim os 3677.     Estaremos de qualquer forma a monitorizar o gráfico horário para o caso de o preço não aguentar o “breakout”.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3481   O Eurostoxx50 já quebrou os mínimos das últimas sessões pelo que faz sentido alterar os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven”. Tecnicamente o padrão dos últimos dias aparenta ser de continuação, pelo que é expectável a continuação da correcção até aos “targets” apresentados. O “bias” continua negativo após novo sinal de venda nos indicadores que utilizamos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3490   O índice já quebrou hoje o mínimo da última sessão, reforçando o “bias” negativo. Fazemos notar as várias recuperações intra-diárias que o preço tem feito, o que ao contrário do que vimos em vários meses durante a subida, dá solidez e sustentabilidade à tendência de baixa actual. Tecnicamente o movimento é mais relevante desta forma. Sinais de venda nos indicadores de curto prazo confirmados. Lembramos também que é uma semana cheia no que toca aos bancos centrais, pelo que se o índice fizer novo mínimos hoje, faz sentido alterarmos os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven” (entrada @ 3506). Valores intermédios para monitorizar numa óptica de “trading”: 3500, depois os 3491, em seguida os 3472, o mínimo da sessão de hoje, nos 3463 e por fim os 3446.   Análise Anterior:Eurostoxx50 @ 3506   O índice parece estar já a parar antes do teste esperado a uma das resistências que identificámos na última nota. A reacção do preço na exponencial dos 50 períodos reforça esta ideia. Os investidores esperam uma importante decisão sobre as taxas de juro por parte do BCE e temos várias intervenções esta semana por parte da Reserva Federal Americana, o que deve trazer alguma volatilidade e alguns movimentos mais erráticos. Estaremos por isso preparados para uma reentrada no caso de o “stop loss” ser accionado num falso “breakout”.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506) com um “stop” @ 3526 e como objectivo os 3366 (rácio retorno/risco de 7) – 1/32 do risco máximo   Sugerimos também um 2º plano, com uma entrada nos níveis actuais (3506) e como objectivo os 3006, neste caso o “stop” será nos 3556 (rácio retorno/risco de 10) – 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3465   O padrão de baixa continua forte e as curtas recuperações têm encontrado vendedores rapidamente. O preço já está a testar os 76.4% de retracção da última subida no gráfico diário (3455). Os indicadores no gráfico horário mostram nova inversão em baixa, mas é expectável que o suporte referido permita uma consolidação nesta zona antes de novo ataque aos mínimos. Como zonas de venda: O intervalo 3534/66, em seguida os 3588 e por fim a zona da exponencial dos 200 períodos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
16.09.2022 09:36
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3901.35 (Fecho de quinta-feira)    O S&P500 fechou ontem em cima da importante referência dos 3900, mas alguns sinais apontam para um quebra clara desta zona. Destacamos obviamente o VIX, que continua a mostrar uns intervenientes muito complacentes, mas podemos também fazer notar a quebra da linha de tendência ascendente que o preço desenhou desde os mínimos de Junho. O padrão continua claro, mas também temos visto fortes recuperações com muita regularidade, principalmente em antecipação de reuniões de bancos centrais ou dados económicos relevantes, pelo que a nossa sugestão é que se aproveitem esses momentos de mais optimismo como oportunidades de venda, principalmente enquanto os investidores continuarem a mostrar uma clara apetência para comprar. O Vix e outros indicadores de sentimento (ignorar os que não representem real posicionamento) serão a nossa referência para identificar uma mudança de sentimento nos participantes.   Análise Anterior: S&P500 @ 3932.69   A sessão de ontem vai funcionar como a grande referência para as próximas sessões/semanas. Os futuros estiveram a negociar a níveis que colocavam o índice na retracção de 61.8% (4158) do movimento descendente iniciado em Agosto. Mais uma vez a elevada complacência dos investidores originou nova reacção muito negativa, acabando o S&P500 por abrir num forte “gap down”, já abaixo da nossa referência como suprote de curto prazo. O padrão de baixa não esteve em causa, mas as duas últimas sessões colocaram algumas dúvidas para o curto prazo. Abaixo dos 4054/67 e principalmente abaixo dos 4018/9, devemos apenas olhar para baixo. Numa óptica de “trading” estaremos a monitorizar os 3900, os 3933, depois o intervalo 3981/91, em seguida os 4019 e por fim o intervalo 4054/67. A quebra em baixa dos 3900 ou a quebra em alta dos 4067 obrigará a uma reavaliação dos gráfico semanais e dos “targets” técnicos para as próximas semanas.   Análise Anterior: S&P500 @ 4067.36 (fecho de sexta-feira)   O índice fez o oposto do que esperávamos, mostrando alguma resiliência. A quebra da resistência que estávamos a monitorizar como zona de venda, o intervalo 3981/91, permitiu ao índice arrancar para a resistência seguinte, onde acabou por fechar (4058/75). Fazemos notar um volume fraco, mas um “gap up” de abertura acima dos 4018/9, sinal de força.     Os 4058 são agora a nossa referência como suporte, valor acima do qual manteremos um “bias” neutro no curto prazo. Podemos também definir já as zonas de resistência para as próximas horas/sessões: os 4106 e em seguida os 4158 (lembramos a importância dos 4229 e dos 4325 no gráfico semanal, como zonas de definição de tendência). Numa óptica de “trading” continuaremos a monitorizar o MACD horário. Em semana de fecho de opções e com dados importantes a sair, podemos novamente ter alguns movimentos bastante pronunciados, pelo que poderá fazer sentido alargar os “stops” nos próximos planos sugeridos.   Análise Anterior: S&P500 @ 3994   O índice S&P500 está a testar a exponencial dos 50 períodos e já está em zona de sobre compra. O histograma do MACD horário sugere nova inversão em baixa em breve. Podemos então sugerir dois planos para uma entrada a favor da tendência dominante:   - Entrada nos níveis actuais (3994) com um “stop” nos 4004 e como objectivo os 3894 – Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   - O 2º plano tem também entrada nos níveis actuais (3994), com um “stop” nos 4044 e como objectivo os 3544 – Rácio retorno/risco de 9 e mais uma vez 1/32 do risco máximo.   A quebra dos 3960 obrigaria a alterar o “stop” do 1º plano para o “breakeven” e a quebra dos 3940 obrigaria a nova alteração, desta vez para os 3956. Um fecho diário abaixo dos 3940 permitiria também alterar o “stop” do 2º plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: S&P500 @ 3908.19 (fecho de terça-feira)    A tendência empurrou o S&P500 novamente para o suporte nos 3900. O índice já marcou novos mínimos relativos neste movimento, mas resistiu para já à quebra dos 3900. A quebra desta referência permitiria a elaboração de um plano com o objectivo avançado na nota de dia 29 de Agosto (3195/3211), por outro lado, se o preço conseguir aguentar esta zona e tentar novo movimento contrário à tendência, podemos ter uma outra oportunidade de entrada, numa das seguintes zonas de resistência/venda: 3920, depois os 3955, em seguida o intervalo 3981/93 por fim o intervalo 4058/75.   Análise Anterior: S&P500 @ 3955 (fecho de quarta-feira)  O índice continua com uma tendência clara mesmo nos períodos temporais de análise mais curtos. Olhando para o gráfico horário e recordando as referências técnicas no gráfico diário estão já bastante acima (4177/4229), podemo identificar duas resistências mais próximas e que poderão servir para uma entrada a favor da tendência. Começamos pelo fecho semanal nos 4058 e em seguida os 4019. Os 3981 que suportaram o índice na queda de terça-feira, são agora resistência. A quebra dos 3900 validaria o “target” no gráfico semanal, nos 3211.   Análise Anterior: S&P500 @ 4057.66 (fecho de sexta-feira) O índice S&P500 confirmou as nossas expectativas, a quebra dos 4177 trouxe um acelerar do movimento de baixa e o padrão do 1º semestre está vivo. Abaixo dos 4325 temos 2 claros “lower highs” que definem agora a linha de tendência de máximos. Em teoria, abaixo dos 4199 devemos esperar 3815 e em seguida 3505. Podemos também definir uma zona de referência para as próximas sessões, que a ser quebrada, aponta para um teste aos 3211. Como resistências neste período temporal de análise, os 4111 e em seguida os 4184. O gráfico diário confirma o nosso “bias”, e acrescenta uma zona importante numa óptica de “trading”, o intervalo 4063/89. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
15.09.2022 11:37
Cibersegurança
Tendência de Investimento
A Cibersegurança é a utilização de tecnologias, processos e controlos para proteger sistemas, redes, programas, dispositivos e dados contra ataques cibernéticos. O principal objectivo traduz-se em reduzir estes ataques e proteger, indivíduos e organizações, contra a exploração e/ou destruição não autorizada de sistemas, redes, tecnologia ou informação privilegiada.   Qual a importância da Cibersegurança? É inegável que a tecnologia está a mudar a forma como as empresas gerem os seus negócios. A integração das tecnologias digitais, tecnologias de informação, tecnologias operacionais e equipamentos é cada vez mais uma prioridade das organizações que vêem na cibersegurança um argumento chave para o sucesso. À medida que a tecnologia vai ficando cada vez mais avançada, os criminosos cibernéticos exploram as vulnerabilidades dos sistemas informáticos. Segundo o Centro Nacional de Cibersegurança, os ataques cibernéticos aumentaram 23% no primeiro semestre de 2021. A utilização de um antivírus ou uma firewall já não são suficientes para parar um ataque cibernético. O risco destes ataques é cada vez maior e para as empresas e organizações já não se trata apenas da possibilidade de acontecer, mas sim quando.   "Os ataques cibernéticos afectam tanto indivíduos como empresas. O custo de resolver os danos causados por estes ataques é muito elevado para as organizações custando aproximadamente 2,5 milhões de dólares por ataque sendo que ainda demora, em média, 50 dias." Fonte: Accenture   As Ameaças Online Considera-se um ciberataque qualquer conjunto de acções que sejam tomadas contra sistemas de informação ou rede, com o intuito de prejudicar pessoas, instituições ou empresas. O online é um mundo cheio de perigos, e estes ciberataques podem vir de diversas formas e com diferentes objectivos. Estas ameaças podem ser altamente perigosas para a saúde do negócio e das operações, independentemente do seu tipo. Malware Software informático com intenção maliciosa: causar danos a um computador, servidor, cliente ou até uma rede de computadores. Ransomware Tipo de malware que impede os utilizadores de aceder ao seu sistema ou ficheiros pessoais. Usualmente utilizado para cobrar um resgate à vítima em troca destes arquivos. Phishing Técnica utilizada para obter informações confidenciais como nome de utilizador, passwords, dados do cartão de crédito, etc. Pode ser feito através de e-mail, SMS ou até mesmo redes sociais. Ataques de Negação (DDos) Tentativa de tornar os recursos de um sistema indisponíveis aos seus utilizadores. Ameaça persistente avançada (APT) Ataque com base em técnicas de invasão contínuas e sofisticadas para obter acesso a um sistema e permanecer dentro do mesmo por um período prolongado. Ataque Man-in-the-Middle Forma de ataque onde os dados trocados entre as duas partes são intercetados, registados, ou até mesmo alterados, pelo atacante, sem que as vítimas se apercebam. As grandes 5 camadas da Cibersegurança Diferentes sistemas de cibersegurança têm diferentes camadas de protecção:   1. SEGURANÇA DE PERÍMETRO Trata-se da segurança de todos os equipamentos físicos da empresa, como o sistema de câmaras, alarmes, sensores, etc. 2. SEGURANÇA DE REDE Protege as redes internas da empresa, utilizando ferramentas de gestão de acesso remotas a redes internas contra acessos não autorizados como o VPN's (Virtual Private Network) e /ou autenticação de dois factores (2FA). 3. SEGURANÇA DE DISPOSITIVOS Segurança de todos os dispositivos físicos conectados à intranet da empresa (laptops, servidores, smartphones, tatblets, etc). Entre as soluções possíveis para o combate a estes ataques, destaca-se as firewalls, actualizações sistemáticas, softwares contra arquivos nocivos e ainda a utilização de VPN's ou sofwares de protecção. 4. SEGURANÇA DE APLICAÇÕES Evita que os dados e códigos dos softwares críticos para as empresas (tanto em uso, como em desenvolvimento) sejam roubados ou danificados. Nesta fase são aplicados recursos como o penetration testing e a criptografia. 5. SEGURANÇA DE DADOS Protege o armazenamento e transferência de dados. Reforçar os sistemas e acessos através de autenticação com múltiplos factores: passwords mais fortes, gestão de acessos por parte dos funcionários da empresa, etc. "Tal como tranca a porta de casa quando sai, deve proteger a sua rede e computador através da cibersegurança."   Como se proteger de um ciberataque?   Para o Indivíduo: 1. Use palavras-passe fortes; 2. Actualize regularmente o software dos seus equipamentos; 3. Gira as definições de privacidade e segurança das suas redes sociais; 4. Utilize VPN quando trabalha a partir de casa; 5. Faça backups regulares; 6. Eduque os seus filhos sobre o uso seguro da internet. Para as Organizações: 1. Instale um software de cibersegurança robusto em todos os dispositivos da organização; 2. Dê formação aos seus colaboradores sobre os diferentes perigos e técnicas de ciberataque existentes. Explique o que fazer e não fazer nestas situações; 3. Mantenha os seus softwares e sistemas actualizados; 4. Faça backups regulares dos seus dados e ficheiros; 5. Controle os sistemas de acesso e gira um sistema de permissões; 6. Considere um seguro que cubra ciberataques. A importância do Blockchain: O Blockchain é uma das tecnologias mais utilizadas para combater os ataques cibernéticos, aumentando os níveis de confiança entre os dispositivos que existem numa determinada rede ou reduzir os riscos de adulteração de dados. Fonte:Deloitte A Estratégia da União Europeia Segundo a Comissão Europeia, a transformação digital da sociedade, fortemente acelerada durante a crise do coronavírus, multiplicou e diversificou as ameaças e está na origem de novos desafios, que exigem respostas adaptadas e inovadoras. Neste sentido, a Comissão Europeia desenvolveu uma nova estratégia. A nova estratégia de cibersegurança tem por objectivo preservar uma internet global e aberta, mediante a utilização e o reforço de todos os instrumentos e recursos disponíveis, a fim de garantir a segurança e proteger os valores europeus e os direitos fundamentais de cada um de nós. Assim, a estratégia de cibersegurança da União Europeia tem em vista: - Criação de um ciberescudo à escala da UE, composto por centros de operações de segurança que utilizam a IA e a aprendizagem automática para detectar indícios precoces de ciberataques iminentes e permitem adoptar medidas antes que sejam causados quaisquer danos; - Uma ciberunidade conjunta que reunirá todas as comunidades de cibersegurança a fim de lhes permitir partilhar as respectivas percepções das ameaças e reagir colectivamente; - Soluções europeias com vista a reforçar a segurança da Internet à escala mundial, incluindo um serviço público europeu de resolução de nomes de domínios; - Um conjunto mais sólido de instrumentos de ciberdiplomacia a nível da UE para prevenir, dissuadir e dar resposta aos ciberataques; - Uma cooperação reforçada em matéria de cibersegurança, nomeadamente graças à revisão do Quadro Estratégico da UE para a Ciberdefesa; - Um programa de acção das Nações Unidas para gerir a segurança internacional do ciberespaço; - Ciberdiálogos mais numerosos e mais robustos com os países terceiros e as organizações regionais e internacionais, incluindo a NATO; - Um programa de reforço das cibercapacidades externas da UE e um comité interinstitucional da UE para o reforço das cibercapacidades, a fim de aumentar a eficácia e a eficiência do processo de reforço das cibercapacidades, a fim de reforço das cibercapacidades externas da UE. Fonte: European Commission     Factores que tornam o mercado da Cibersegurança interessantes aos investidores: 1) Até 2050, prevê-se que o número de pessoas que vivem nas cidades duplique e impulsione os gastos com serviços de segurança.1 2) A segurança está a afectar todos os aspectos da vida quotidiana desde a protecção contra os ciber ataques, à protecção de infraestruturas vitais para a segurança alimentar e a segurança pessoal. 3) Sentir-se seguro é uma necessidade humana fundamental. Prevê-se que o mercado global de segurança valha 500 mil milhões de dólares.2 1UN World Urbanization, 2014 2BoAML, «Safer world - global safety and security» Special ESG report, 2012 | Fonte: Pictet Como investir?   No Banco Invest poderá ganhar exposição à cibersegurança através dos fundos de investimento:   INVEST TREND SEGURANÇA ALLIANZ CYBER SECURITY EUR ACC PICTET SECURITY R EUR   ou dos ETF’s: FIRST TRUST NASDAQ CYBERSECURITY ISHARES CYBERSECURITY AND TECH ETF INVESCO AEROSPACE & DEFENSE ETF
14.09.2022 11:45
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3901.35 (Fecho de quinta-feira)    O S&P500 fechou ontem em cima da importante referência dos 3900, mas alguns sinais apontam para um quebra clara desta zona. Destacamos obviamente o VIX, que continua a mostrar uns intervenientes muito complacentes, mas podemos também fazer notar a quebra da linha de tendência ascendente que o preço desenhou desde os mínimos de Junho. O padrão continua claro, mas também temos visto fortes recuperações com muita regularidade, principalmente em antecipação de reuniões de bancos centrais ou dados económicos relevantes, pelo que a nossa sugestão é que se aproveitem esses momentos de mais optimismo como oportunidades de venda, principalmente enquanto os investidores continuarem a mostrar uma clara apetência para comprar. O Vix e outros indicadores de sentimento (ignorar os que não representem real posicionamento) serão a nossa referência para identificar uma mudança de sentimento nos participantes.   Análise Anterior: S&P500 @ 3932.69   A sessão de ontem vai funcionar como a grande referência para as próximas sessões/semanas. Os futuros estiveram a negociar a níveis que colocavam o índice na retracção de 61.8% (4158) do movimento descendente iniciado em Agosto. Mais uma vez a elevada complacência dos investidores originou nova reacção muito negativa, acabando o S&P500 por abrir num forte “gap down”, já abaixo da nossa referência como suprote de curto prazo. O padrão de baixa não esteve em causa, mas as duas últimas sessões colocaram algumas dúvidas para o curto prazo. Abaixo dos 4054/67 e principalmente abaixo dos 4018/9, devemos apenas olhar para baixo. Numa óptica de “trading” estaremos a monitorizar os 3900, os 3933, depois o intervalo 3981/91, em seguida os 4019 e por fim o intervalo 4054/67. A quebra em baixa dos 3900 ou a quebra em alta dos 4067 obrigará a uma reavaliação dos gráfico semanais e dos “targets” técnicos para as próximas semanas.   Análise Anterior: S&P500 @ 4067.36 (fecho de sexta-feira)   O índice fez o oposto do que esperávamos, mostrando alguma resiliência. A quebra da resistência que estávamos a monitorizar como zona de venda, o intervalo 3981/91, permitiu ao índice arrancar para a resistência seguinte, onde acabou por fechar (4058/75). Fazemos notar um volume fraco, mas um “gap up” de abertura acima dos 4018/9, sinal de força.     Os 4058 são agora a nossa referência como suporte, valor acima do qual manteremos um “bias” neutro no curto prazo. Podemos também definir já as zonas de resistência para as próximas horas/sessões: os 4106 e em seguida os 4158 (lembramos a importância dos 4229 e dos 4325 no gráfico semanal, como zonas de definição de tendência). Numa óptica de “trading” continuaremos a monitorizar o MACD horário. Em semana de fecho de opções e com dados importantes a sair, podemos novamente ter alguns movimentos bastante pronunciados, pelo que poderá fazer sentido alargar os “stops” nos próximos planos sugeridos.   Análise Anterior: S&P500 @ 3994   O índice S&P500 está a testar a exponencial dos 50 períodos e já está em zona de sobre compra. O histograma do MACD horário sugere nova inversão em baixa em breve. Podemos então sugerir dois planos para uma entrada a favor da tendência dominante:   - Entrada nos níveis actuais (3994) com um “stop” nos 4004 e como objectivo os 3894 – Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   - O 2º plano tem também entrada nos níveis actuais (3994), com um “stop” nos 4044 e como objectivo os 3544 – Rácio retorno/risco de 9 e mais uma vez 1/32 do risco máximo.   A quebra dos 3960 obrigaria a alterar o “stop” do 1º plano para o “breakeven” e a quebra dos 3940 obrigaria a nova alteração, desta vez para os 3956. Um fecho diário abaixo dos 3940 permitiria também alterar o “stop” do 2º plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: S&P500 @ 3908.19 (fecho de terça-feira)    A tendência empurrou o S&P500 novamente para o suporte nos 3900. O índice já marcou novos mínimos relativos neste movimento, mas resistiu para já à quebra dos 3900. A quebra desta referência permitiria a elaboração de um plano com o objectivo avançado na nota de dia 29 de Agosto (3195/3211), por outro lado, se o preço conseguir aguentar esta zona e tentar novo movimento contrário à tendência, podemos ter uma outra oportunidade de entrada, numa das seguintes zonas de resistência/venda: 3920, depois os 3955, em seguida o intervalo 3981/93 por fim o intervalo 4058/75.   Análise Anterior: S&P500 @ 3955 (fecho de quarta-feira)  O índice continua com uma tendência clara mesmo nos períodos temporais de análise mais curtos. Olhando para o gráfico horário e recordando as referências técnicas no gráfico diário estão já bastante acima (4177/4229), podemo identificar duas resistências mais próximas e que poderão servir para uma entrada a favor da tendência. Começamos pelo fecho semanal nos 4058 e em seguida os 4019. Os 3981 que suportaram o índice na queda de terça-feira, são agora resistência. A quebra dos 3900 validaria o “target” no gráfico semanal, nos 3211.   Análise Anterior: S&P500 @ 4057.66 (fecho de sexta-feira) O índice S&P500 confirmou as nossas expectativas, a quebra dos 4177 trouxe um acelerar do movimento de baixa e o padrão do 1º semestre está vivo. Abaixo dos 4325 temos 2 claros “lower highs” que definem agora a linha de tendência de máximos. Em teoria, abaixo dos 4199 devemos esperar 3815 e em seguida 3505. Podemos também definir uma zona de referência para as próximas sessões, que a ser quebrada, aponta para um teste aos 3211. Como resistências neste período temporal de análise, os 4111 e em seguida os 4184. O gráfico diário confirma o nosso “bias”, e acrescenta uma zona importante numa óptica de “trading”, o intervalo 4063/89. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
14.09.2022 11:06
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3588   Bastaram 2 sessões para o índice testar a retracção de 61.8% e rejeitá-la de forma clara. O padrão de baixa volta a ganhar consistência. O oscilador no gráfico horário está a entrar na zona de sobrevenda pelo que podemos assistir a uma recuperação no curto prazo. Níveis a monitorizar numa óptica de “trading”, os 3534, depois os 3588, em seguida os 3632 e por fim os 3677. A quebra dos 3534 deve levar a novo teste aos 3440/50.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3570 (fecho de sexta-feira)   O índice quebrou as resistências de curto prazo que estávamos a monitorizar e está em cima da exponencial de 200 períodos no gráfico horário. Acima dos 3588 é expectável a continuação desta recuperação. Como valores a monitorizar nas próximas horas, os 3542/5, os 3570, os 3588, em seguida os 3632 e por fim os 3677.     Estaremos de qualquer forma a monitorizar o gráfico horário para o caso de o preço não aguentar o “breakout”.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3481   O Eurostoxx50 já quebrou os mínimos das últimas sessões pelo que faz sentido alterar os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven”. Tecnicamente o padrão dos últimos dias aparenta ser de continuação, pelo que é expectável a continuação da correcção até aos “targets” apresentados. O “bias” continua negativo após novo sinal de venda nos indicadores que utilizamos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3490   O índice já quebrou hoje o mínimo da última sessão, reforçando o “bias” negativo. Fazemos notar as várias recuperações intra-diárias que o preço tem feito, o que ao contrário do que vimos em vários meses durante a subida, dá solidez e sustentabilidade à tendência de baixa actual. Tecnicamente o movimento é mais relevante desta forma. Sinais de venda nos indicadores de curto prazo confirmados. Lembramos também que é uma semana cheia no que toca aos bancos centrais, pelo que se o índice fizer novo mínimos hoje, faz sentido alterarmos os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven” (entrada @ 3506). Valores intermédios para monitorizar numa óptica de “trading”: 3500, depois os 3491, em seguida os 3472, o mínimo da sessão de hoje, nos 3463 e por fim os 3446.   Análise Anterior:Eurostoxx50 @ 3506   O índice parece estar já a parar antes do teste esperado a uma das resistências que identificámos na última nota. A reacção do preço na exponencial dos 50 períodos reforça esta ideia. Os investidores esperam uma importante decisão sobre as taxas de juro por parte do BCE e temos várias intervenções esta semana por parte da Reserva Federal Americana, o que deve trazer alguma volatilidade e alguns movimentos mais erráticos. Estaremos por isso preparados para uma reentrada no caso de o “stop loss” ser accionado num falso “breakout”.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506) com um “stop” @ 3526 e como objectivo os 3366 (rácio retorno/risco de 7) – 1/32 do risco máximo   Sugerimos também um 2º plano, com uma entrada nos níveis actuais (3506) e como objectivo os 3006, neste caso o “stop” será nos 3556 (rácio retorno/risco de 10) – 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3465   O padrão de baixa continua forte e as curtas recuperações têm encontrado vendedores rapidamente. O preço já está a testar os 76.4% de retracção da última subida no gráfico diário (3455). Os indicadores no gráfico horário mostram nova inversão em baixa, mas é expectável que o suporte referido permita uma consolidação nesta zona antes de novo ataque aos mínimos. Como zonas de venda: O intervalo 3534/66, em seguida os 3588 e por fim a zona da exponencial dos 200 períodos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.09.2022 09:04
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 4067.36 (fecho de sexta-feira)   O índice fez o oposto do que esperávamos, mostrando alguma resiliência. A quebra da resistência que estávamos a monitorizar como zona de venda, o intervalo 3981/91, permitiu ao índice arrancar para a resistência seguinte, onde acabou por fechar (4058/75). Fazemos notar um volume fraco, mas um “gap up” de abertura acima dos 4018/9, sinal de força.     Os 4058 são agora a nossa referência como suporte, valor acima do qual manteremos um “bias” neutro no curto prazo. Podemos também definir já as zonas de resistência para as próximas horas/sessões: os 4106 e em seguida os 4158 (lembramos a importância dos 4229 e dos 4325 no gráfico semanal, como zonas de definição de tendência). Numa óptica de “trading” continuaremos a monitorizar o MACD horário. Em semana de fecho de opções e com dados importantes a sair, podemos novamente ter alguns movimentos bastante pronunciados, pelo que poderá fazer sentido alargar os “stops” nos próximos planos sugeridos.   Análise Anterior: S&P500 @ 3994   O índice S&P500 está a testar a exponencial dos 50 períodos e já está em zona de sobre compra. O histograma do MACD horário sugere nova inversão em baixa em breve. Podemos então sugerir dois planos para uma entrada a favor da tendência dominante:   - Entrada nos níveis actuais (3994) com um “stop” nos 4004 e como objectivo os 3894 – Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   - O 2º plano tem também entrada nos níveis actuais (3994), com um “stop” nos 4044 e como objectivo os 3544 – Rácio retorno/risco de 9 e mais uma vez 1/32 do risco máximo.   A quebra dos 3960 obrigaria a alterar o “stop” do 1º plano para o “breakeven” e a quebra dos 3940 obrigaria a nova alteração, desta vez para os 3956. Um fecho diário abaixo dos 3940 permitiria também alterar o “stop” do 2º plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: S&P500 @ 3908.19 (fecho de terça-feira)    A tendência empurrou o S&P500 novamente para o suporte nos 3900. O índice já marcou novos mínimos relativos neste movimento, mas resistiu para já à quebra dos 3900. A quebra desta referência permitiria a elaboração de um plano com o objectivo avançado na nota de dia 29 de Agosto (3195/3211), por outro lado, se o preço conseguir aguentar esta zona e tentar novo movimento contrário à tendência, podemos ter uma outra oportunidade de entrada, numa das seguintes zonas de resistência/venda: 3920, depois os 3955, em seguida o intervalo 3981/93 por fim o intervalo 4058/75.   Análise Anterior: S&P500 @ 3955 (fecho de quarta-feira)  O índice continua com uma tendência clara mesmo nos períodos temporais de análise mais curtos. Olhando para o gráfico horário e recordando as referências técnicas no gráfico diário estão já bastante acima (4177/4229), podemo identificar duas resistências mais próximas e que poderão servir para uma entrada a favor da tendência. Começamos pelo fecho semanal nos 4058 e em seguida os 4019. Os 3981 que suportaram o índice na queda de terça-feira, são agora resistência. A quebra dos 3900 validaria o “target” no gráfico semanal, nos 3211.   Análise Anterior: S&P500 @ 4057.66 (fecho de sexta-feira) O índice S&P500 confirmou as nossas expectativas, a quebra dos 4177 trouxe um acelerar do movimento de baixa e o padrão do 1º semestre está vivo. Abaixo dos 4325 temos 2 claros “lower highs” que definem agora a linha de tendência de máximos. Em teoria, abaixo dos 4199 devemos esperar 3815 e em seguida 3505. Podemos também definir uma zona de referência para as próximas sessões, que a ser quebrada, aponta para um teste aos 3211. Como resistências neste período temporal de análise, os 4111 e em seguida os 4184. O gráfico diário confirma o nosso “bias”, e acrescenta uma zona importante numa óptica de “trading”, o intervalo 4063/89. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.09.2022 08:26
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3570 (fecho de sexta-feira)   O índice quebrou as resistências de curto prazo que estávamos a monitorizar e está em cima da exponencial de 200 períodos no gráfico horário. Acima dos 3588 é expectável a continuação desta recuperação. Como valores a monitorizar nas próximas horas, os 3542/5, os 3570, os 3588, em seguida os 3632 e por fim os 3677.     Estaremos de qualquer forma a monitorizar o gráfico horário para o caso de o preço não aguentar o “breakout”.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3481   O Eurostoxx50 já quebrou os mínimos das últimas sessões pelo que faz sentido alterar os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven”. Tecnicamente o padrão dos últimos dias aparenta ser de continuação, pelo que é expectável a continuação da correcção até aos “targets” apresentados. O “bias” continua negativo após novo sinal de venda nos indicadores que utilizamos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3490   O índice já quebrou hoje o mínimo da última sessão, reforçando o “bias” negativo. Fazemos notar as várias recuperações intra-diárias que o preço tem feito, o que ao contrário do que vimos em vários meses durante a subida, dá solidez e sustentabilidade à tendência de baixa actual. Tecnicamente o movimento é mais relevante desta forma. Sinais de venda nos indicadores de curto prazo confirmados. Lembramos também que é uma semana cheia no que toca aos bancos centrais, pelo que se o índice fizer novo mínimos hoje, faz sentido alterarmos os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven” (entrada @ 3506). Valores intermédios para monitorizar numa óptica de “trading”: 3500, depois os 3491, em seguida os 3472, o mínimo da sessão de hoje, nos 3463 e por fim os 3446.   Análise Anterior:Eurostoxx50 @ 3506   O índice parece estar já a parar antes do teste esperado a uma das resistências que identificámos na última nota. A reacção do preço na exponencial dos 50 períodos reforça esta ideia. Os investidores esperam uma importante decisão sobre as taxas de juro por parte do BCE e temos várias intervenções esta semana por parte da Reserva Federal Americana, o que deve trazer alguma volatilidade e alguns movimentos mais erráticos. Estaremos por isso preparados para uma reentrada no caso de o “stop loss” ser accionado num falso “breakout”.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506) com um “stop” @ 3526 e como objectivo os 3366 (rácio retorno/risco de 7) – 1/32 do risco máximo   Sugerimos também um 2º plano, com uma entrada nos níveis actuais (3506) e como objectivo os 3006, neste caso o “stop” será nos 3556 (rácio retorno/risco de 10) – 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3465   O padrão de baixa continua forte e as curtas recuperações têm encontrado vendedores rapidamente. O preço já está a testar os 76.4% de retracção da última subida no gráfico diário (3455). Os indicadores no gráfico horário mostram nova inversão em baixa, mas é expectável que o suporte referido permita uma consolidação nesta zona antes de novo ataque aos mínimos. Como zonas de venda: O intervalo 3534/66, em seguida os 3588 e por fim a zona da exponencial dos 200 períodos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
08.09.2022 16:39
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3994   O índice S&P500 está a testar a exponencial dos 50 períodos e já está em zona de sobre compra. O histograma do MACD horário sugere nova inversão em baixa em breve. Podemos então sugerir dois planos para uma entrada a favor da tendência dominante:   - Entrada nos níveis actuais (3994) com um “stop” nos 4004 e como objectivo os 3894 – Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   - O 2º plano tem também entrada nos níveis actuais (3994), com um “stop” nos 4044 e como objectivo os 3544 – Rácio retorno/risco de 9 e mais uma vez 1/32 do risco máximo.   A quebra dos 3960 obrigaria a alterar o “stop” do 1º plano para o “breakeven” e a quebra dos 3940 obrigaria a nova alteração, desta vez para os 3956. Um fecho diário abaixo dos 3940 permitiria também alterar o “stop” do 2º plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: S&P500 @ 3908.19 (fecho de terça-feira)    A tendência empurrou o S&P500 novamente para o suporte nos 3900. O índice já marcou novos mínimos relativos neste movimento, mas resistiu para já à quebra dos 3900. A quebra desta referência permitiria a elaboração de um plano com o objectivo avançado na nota de dia 29 de Agosto (3195/3211), por outro lado, se o preço conseguir aguentar esta zona e tentar novo movimento contrário à tendência, podemos ter uma outra oportunidade de entrada, numa das seguintes zonas de resistência/venda: 3920, depois os 3955, em seguida o intervalo 3981/93 por fim o intervalo 4058/75.   Análise Anterior: S&P500 @ 3955 (fecho de quarta-feira)  O índice continua com uma tendência clara mesmo nos períodos temporais de análise mais curtos. Olhando para o gráfico horário e recordando as referências técnicas no gráfico diário estão já bastante acima (4177/4229), podemo identificar duas resistências mais próximas e que poderão servir para uma entrada a favor da tendência. Começamos pelo fecho semanal nos 4058 e em seguida os 4019. Os 3981 que suportaram o índice na queda de terça-feira, são agora resistência. A quebra dos 3900 validaria o “target” no gráfico semanal, nos 3211.   Análise Anterior: S&P500 @ 4057.66 (fecho de sexta-feira) O índice S&P500 confirmou as nossas expectativas, a quebra dos 4177 trouxe um acelerar do movimento de baixa e o padrão do 1º semestre está vivo. Abaixo dos 4325 temos 2 claros “lower highs” que definem agora a linha de tendência de máximos. Em teoria, abaixo dos 4199 devemos esperar 3815 e em seguida 3505. Podemos também definir uma zona de referência para as próximas sessões, que a ser quebrada, aponta para um teste aos 3211. Como resistências neste período temporal de análise, os 4111 e em seguida os 4184. O gráfico diário confirma o nosso “bias”, e acrescenta uma zona importante numa óptica de “trading”, o intervalo 4063/89. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
08.09.2022 15:26
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3481   O Eurostoxx50 já quebrou os mínimos das últimas sessões pelo que faz sentido alterar os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven”. Tecnicamente o padrão dos últimos dias aparenta ser de continuação, pelo que é expectável a continuação da correcção até aos “targets” apresentados. O “bias” continua negativo após novo sinal de venda nos indicadores que utilizamos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3490   O índice já quebrou hoje o mínimo da última sessão, reforçando o “bias” negativo. Fazemos notar as várias recuperações intra-diárias que o preço tem feito, o que ao contrário do que vimos em vários meses durante a subida, dá solidez e sustentabilidade à tendência de baixa actual. Tecnicamente o movimento é mais relevante desta forma. Sinais de venda nos indicadores de curto prazo confirmados. Lembramos também que é uma semana cheia no que toca aos bancos centrais, pelo que se o índice fizer novo mínimos hoje, faz sentido alterarmos os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven” (entrada @ 3506). Valores intermédios para monitorizar numa óptica de “trading”: 3500, depois os 3491, em seguida os 3472, o mínimo da sessão de hoje, nos 3463 e por fim os 3446.   Análise Anterior:Eurostoxx50 @ 3506   O índice parece estar já a parar antes do teste esperado a uma das resistências que identificámos na última nota. A reacção do preço na exponencial dos 50 períodos reforça esta ideia. Os investidores esperam uma importante decisão sobre as taxas de juro por parte do BCE e temos várias intervenções esta semana por parte da Reserva Federal Americana, o que deve trazer alguma volatilidade e alguns movimentos mais erráticos. Estaremos por isso preparados para uma reentrada no caso de o “stop loss” ser accionado num falso “breakout”.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506) com um “stop” @ 3526 e como objectivo os 3366 (rácio retorno/risco de 7) – 1/32 do risco máximo   Sugerimos também um 2º plano, com uma entrada nos níveis actuais (3506) e como objectivo os 3006, neste caso o “stop” será nos 3556 (rácio retorno/risco de 10) – 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3465   O padrão de baixa continua forte e as curtas recuperações têm encontrado vendedores rapidamente. O preço já está a testar os 76.4% de retracção da última subida no gráfico diário (3455). Os indicadores no gráfico horário mostram nova inversão em baixa, mas é expectável que o suporte referido permita uma consolidação nesta zona antes de novo ataque aos mínimos. Como zonas de venda: O intervalo 3534/66, em seguida os 3588 e por fim a zona da exponencial dos 200 períodos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
07.09.2022 09:55
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3908.19 (fecho de terça-feira)    A tendência empurrou o S&P500 novamente para o suporte nos 3900. O índice já marcou novos mínimos relativos neste movimento, mas resistiu para já à quebra dos 3900. A quebra desta referência permitiria a elaboração de um plano com o objectivo avançado na nota de dia 29 de Agosto (3195/3211), por outro lado, se o preço conseguir aguentar esta zona e tentar novo movimento contrário à tendência, podemos ter uma outra oportunidade de entrada, numa das seguintes zonas de resistência/venda: 3920, depois os 3955, em seguida o intervalo 3981/93 por fim o intervalo 4058/75.   Análise Anterior: S&P500 @ 3955 (fecho de quarta-feira)  O índice continua com uma tendência clara mesmo nos períodos temporais de análise mais curtos. Olhando para o gráfico horário e recordando as referências técnicas no gráfico diário estão já bastante acima (4177/4229), podemo identificar duas resistências mais próximas e que poderão servir para uma entrada a favor da tendência. Começamos pelo fecho semanal nos 4058 e em seguida os 4019. Os 3981 que suportaram o índice na queda de terça-feira, são agora resistência. A quebra dos 3900 validaria o “target” no gráfico semanal, nos 3211.   Análise Anterior: S&P500 @ 4057.66 (fecho de sexta-feira) O índice S&P500 confirmou as nossas expectativas, a quebra dos 4177 trouxe um acelerar do movimento de baixa e o padrão do 1º semestre está vivo. Abaixo dos 4325 temos 2 claros “lower highs” que definem agora a linha de tendência de máximos. Em teoria, abaixo dos 4199 devemos esperar 3815 e em seguida 3505. Podemos também definir uma zona de referência para as próximas sessões, que a ser quebrada, aponta para um teste aos 3211. Como resistências neste período temporal de análise, os 4111 e em seguida os 4184. O gráfico diário confirma o nosso “bias”, e acrescenta uma zona importante numa óptica de “trading”, o intervalo 4063/89. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
07.09.2022 09:40
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3490   O índice já quebrou hoje o mínimo da última sessão, reforçando o “bias” negativo. Fazemos notar as várias recuperações intra-diárias que o preço tem feito, o que ao contrário do que vimos em vários meses durante a subida, dá solidez e sustentabilidade à tendência de baixa actual. Tecnicamente o movimento é mais relevante desta forma. Sinais de venda nos indicadores de curto prazo confirmados. Lembramos também que é uma semana cheia no que toca aos bancos centrais, pelo que se o índice fizer novo mínimos hoje, faz sentido alterarmos os “stops” dos planos sugeridos para o “breakeven” (entrada @ 3506). Valores intermédios para monitorizar numa óptica de “trading”: 3500, depois os 3491, em seguida os 3472, o mínimo da sessão de hoje, nos 3463 e por fim os 3446.   Análise Anterior:Eurostoxx50 @ 3506   O índice parece estar já a parar antes do teste esperado a uma das resistências que identificámos na última nota. A reacção do preço na exponencial dos 50 períodos reforça esta ideia. Os investidores esperam uma importante decisão sobre as taxas de juro por parte do BCE e temos várias intervenções esta semana por parte da Reserva Federal Americana, o que deve trazer alguma volatilidade e alguns movimentos mais erráticos. Estaremos por isso preparados para uma reentrada no caso de o “stop loss” ser accionado num falso “breakout”.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506) com um “stop” @ 3526 e como objectivo os 3366 (rácio retorno/risco de 7) – 1/32 do risco máximo   Sugerimos também um 2º plano, com uma entrada nos níveis actuais (3506) e como objectivo os 3006, neste caso o “stop” será nos 3556 (rácio retorno/risco de 10) – 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3465   O padrão de baixa continua forte e as curtas recuperações têm encontrado vendedores rapidamente. O preço já está a testar os 76.4% de retracção da última subida no gráfico diário (3455). Os indicadores no gráfico horário mostram nova inversão em baixa, mas é expectável que o suporte referido permita uma consolidação nesta zona antes de novo ataque aos mínimos. Como zonas de venda: O intervalo 3534/66, em seguida os 3588 e por fim a zona da exponencial dos 200 períodos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.09.2022 14:59
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3506   O índice parece estar já a parar antes do teste esperado a uma das resistências que identificámos na última nota. A reacção do preço na exponencial dos 50 períodos reforça esta ideia. Os investidores esperam uma importante decisão sobre as taxas de juro por parte do BCE e temos várias intervenções esta semana por parte da Reserva Federal Americana, o que deve trazer alguma volatilidade e alguns movimentos mais erráticos. Estaremos por isso preparados para uma reentrada no caso de o “stop loss” ser accionado num falso “breakout”.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506) com um “stop” @ 3526 e como objectivo os 3366 (rácio retorno/risco de 7) – 1/32 do risco máximo   Sugerimos também um 2º plano, com uma entrada nos níveis actuais (3506) e como objectivo os 3006, neste caso o “stop” será nos 3556 (rácio retorno/risco de 10) – 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3465   O padrão de baixa continua forte e as curtas recuperações têm encontrado vendedores rapidamente. O preço já está a testar os 76.4% de retracção da última subida no gráfico diário (3455). Os indicadores no gráfico horário mostram nova inversão em baixa, mas é expectável que o suporte referido permita uma consolidação nesta zona antes de novo ataque aos mínimos. Como zonas de venda: O intervalo 3534/66, em seguida os 3588 e por fim a zona da exponencial dos 200 períodos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
05.09.2022 11:25
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3465   O padrão de baixa continua forte e as curtas recuperações têm encontrado vendedores rapidamente. O preço já está a testar os 76.4% de retracção da última subida no gráfico diário (3455). Os indicadores no gráfico horário mostram nova inversão em baixa, mas é expectável que o suporte referido permita uma consolidação nesta zona antes de novo ataque aos mínimos. Como zonas de venda: O intervalo 3534/66, em seguida os 3588 e por fim a zona da exponencial dos 200 períodos.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
01.09.2022 14:43
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3955 (fecho de quarta-feira)    O índice continua com uma tendência clara mesmo nos períodos temporais de análise mais curtos. Olhando para o gráfico horário e recordando as referências técnicas no gráfico diário estão já bastante acima (4177/4229), podemo identificar duas resistências mais próximas e que poderão servir para uma entrada a favor da tendência. Começamos pelo fecho semanal nos 4058 e em seguida os 4019. Os 3981 que suportaram o índice na queda de terça-feira, são agora resistência. A quebra dos 3900 validaria o “target” no gráfico semanal, nos 3211.   Análise Anterior: S&P500 @ 4057.66 (fecho de sexta-feira) O índice S&P500 confirmou as nossas expectativas, a quebra dos 4177 trouxe um acelerar do movimento de baixa e o padrão do 1º semestre está vivo. Abaixo dos 4325 temos 2 claros “lower highs” que definem agora a linha de tendência de máximos. Em teoria, abaixo dos 4199 devemos esperar 3815 e em seguida 3505. Podemos também definir uma zona de referência para as próximas sessões, que a ser quebrada, aponta para um teste aos 3211. Como resistências neste período temporal de análise, os 4111 e em seguida os 4184. O gráfico diário confirma o nosso “bias”, e acrescenta uma zona importante numa óptica de “trading”, o intervalo 4063/89. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
30.08.2022 10:06
A evolução da incerteza percepcionada pelo mercado
Depois das quedas desde o início do ano, desde Julho observou-se uma recuperação vigorosa das principais classes de activos, nomeadamente das acções e das obrigações.  No mercado norte-americano, o índice S&P-500, depois dos mínimos do ano observados à data de 16 de Junho (-23,1% YTD), recuperou 12,9%. Durante este período também se assistiu a um decréscimo contínuo e linear da volatilidade. Existem várias maneiras de medir a volatilidade no mercado. Uma das formas de capturar a volatilidade a tempo real é através do indicador “Cboe Volatility Index” (VIX). O VIX é um índice a tempo real que mede a volatilidade esperada. Por ser baseado em opções, o VIX consegue captar a volatilidade implícita no mercado e desta maneira fornecer a volatilidade esperada pelo mercado nos próximos 30 dias. Desta maneira, o VIX é um indicador forward-looking e dinâmico, derivado das expectativas futuras do mercado e captura a volatilidade esperada. Desde a sua criação, a média do VIX é 19,4, e nesse período oscilou 9,1 e 79,9, atingindo o valor máximo durante a crise do Subprime (Figura 1). Figura 1: Representação histórica do VIX 2000-2022 Fonte: Banco Invest, Bloomberg. Dados até 19/08/2022. As zonas sombreadas representam os períodos de recessão da economia Norte-Americana de acordo com o National Bureau of Economic Research (NBER)   Figura 2: VIX em 2022 Fonte: Banco Invest, Bloomberg. Dados até 19/08/2022.   Como se pode observar na Figura 2, a volatilidade tem vindo a cair nos últimos 2 meses. Uma questão que se coloca é quais os motivos por trás desta descida, encontrando-se aos níveis do início do ano, mesmo com os riscos macroeconómicos actuais. Para poder responder a esta questão é importante ter em atenção a definição de volatilidade. A volatilidade é uma medida de risco de um determinado activo ou conjunto de activos. A definição de risco implica incerteza futura sobre o desvio entre o resultado esperado e os resultados obtidos. No mundo das finanças, o risco é quantificado através do desvio-padrão. Desta maneira, a volatilidade é medida através do desvio-padrão e esse, por definição, quantifica a variação ou dispersão de um conjunto de números. No contexto financeiro, traduz-se como uma medida de dispersão dos retornos de um activo subjacente. De forma geral, quanto maior for a volatilidade de um activo, maior é o risco que lhe é associado. Arnold et al. (2008) enfatiza a conexão entre volatilidade e incerteza macroeconómica revelando evidência empírica que quanto maior a incerteza macroeconómica maior é a volatilidade observada no mercado. Um dos motivos que levou à redução da volatilidade foi o facto das empresas, na Earnings Season, apresentarem resultados acima do esperado mostrando solidez nos seus balanços. Na mesma linha, alguns indicadores económicos revelaram solidez na economia como é o caso do mercado de trabalho nos Estados Unidos onde a taxa de desemprego se situa nos 3,5% e, só no mês de Julho foram criados cerca de meio milhão de novos postos de trabalho quando era esperado metade disso. Por outro lado, outros indicadores como o PMI (Figura 3), têm revelado um abrandamento da economia. No mês de Julho o PMI industrial foi de 52,8, o valor mais baixo desde o início do ano.   Figura 3: PMI Industrial nos Estados Unidos Fonte: Banco Invest, Bloomberg. Dados até Jul/2022.   Enquanto que os resultados das empresas saíram acima do esperado e o mercado de trabalho contínua robusto, algumas incertezas estruturais verificadas no início do ano permanecem. A Guerra na Ucrânia continua a gerar incertezas quanto ao seu culminar. Um dos impactos verificados nesta guerra foi o aumento generalizado do preço das commodities, nomeadamente da energia e da alimentação. Enquanto isso, o Inverno aproxima-se e a Europa enfrenta uma crise energética com a diminuição do fluxo de gás natural Russo para a Europa que levou a um aumento substancial do preço da energia. A economia da Europa Central, nomeadamente a Alemã, é bastante dependente de gás natural e, no caso de haver necessidade de racionamento durante o Inverno, isso pode levar ao fecho de alguns sectores durante um certo período e naturalmente causar uma contracção económica. Na China depois do aliviar dos lockdowns, devido à Covid-19, o mercado imobiliário continua frágil, afectado mais recentemente pelo boicote dos proprietários com casas em construção que se recusam a pagar os seus empréstimos. Em causa está o incumprimento das construtoras e desconfiança dos investidores com o sector. Para além disso, ao redor do globo, de forma a combater o aumento generalizado dos preços, os principais Bancos Centrais continuam a adoptar políticas monetárias mais restritivas com sucessivos aumentos da taxa de juro de referência. Assim, sabendo que a volatilidade está directa e proporcionalmente correlacionada com a incerteza, os investidores questionam-se se faz sentido a volatilidade encontrar-se neste momento na tangente da média histórica. Até à data, a média do VIX foi 25,4 em 2022. Resultado dos riscos estruturais existentes no momento presente, seria de esperar que a volatilidade voltasse a subir pelo menos para esses níveis. Logo, os investidores deverão preparar-se para a subida da volatilidade no curto prazo. Nas obrigações, subindo a volatilidade, será expectável uma subida dos spreads de crédito Corporate, em particular no segmento High Yield, enquanto que na componente acciononista isso traduz-se num aumento de probabilidade de correção dos mercados.   Referências: Ivo J. M. Arnold & Evert B. Vrugt (2008) Fundamental uncertainty and stock market volatility, Applied Financial Economics, 18:17, 1425-1440, DOI: 10.1080/09603100701857922   Daniel Vicente 24/08/2022
29.08.2022 11:31
Análise Técnica
S&P500
O índice S&P500 confirmou as nossas expectativas, a quebra dos 4177 trouxe um acelerar do movimento de baixa e o padrão do 1º semestre está vivo. Abaixo dos 4325 temos 2 claros “lower highs” que definem agora a linha de tendência de máximos. Em teoria, abaixo dos 4199 devemos esperar 3815 e em seguida 3505. Podemos também definir uma zona de referência para as próximas sessões, que a ser quebrada, aponta para um teste aos 3211. Como resistências neste período temporal de análise, os 4111 e em seguida os 4184. O gráfico diário confirma o nosso “bias”, e acrescenta uma zona importante numa óptica de “trading”, o intervalo 4063/89. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.08.2022 10:10
Análise Técnica
EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3603.68 (Fecho de sexta-feira)  O índice testou e fechou em cima do suporte que referimos nos 3600. Tudo aponta para novo teste aos 3359 ou mesmo uma ida ao intervalo 2993/3110.   Olhando para o gráfico diário, definimos duas referências para “trading” (venda) no curto prazo, o intervalo 3631/50, depois 3596/608 e em seguida os 3534. Reavaliamos o “bias negativo” apenas acima dos 3706 (2 fechos diários consecutivos).   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
23.08.2022 10:02
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @4137.99 (Fecho de segunda-feira)   Desde a nossa última nota (S&P500 @ 4229) vimos o índice estender o movimento de alta, mas sem atingir para já o “golden retracement” nos 4367, tendo sido esse o primeiro sinal de fraqueza no “rally” (de “bear market”?) iniciado em Junho. O segundo sinal de fraqueza veio com o sinal de venda no MACD horário, nos 4284, ainda antes do índice marcar os máximos relativos nos 4326. Por último, a quebra dos 4177 na sessão de ontem, coloca novamente o S&P500 dentro do padrão “bearish” do primeiro semestre.   Olhemos novamente para o gráfico diário, o “gap down” deixado ontem define o nosso “bias”: Abaixo dessa referência devemos apenas vender os “rallies” Reavaliaremos este “bias” com dois fechos diários consecutivos acima dos 4229. Numa óptica de “trading”, encontramos algumas zonas de referência para o curto prazo, o intervalo 4177/90, depois o intervalo 4163/7, em seguida os 4156 e por fim os 4122. Abaixo deste último nível é expectável um acelerar do movimento descendente até ao intervalo 4062/80.     Análise Anterior: S&P500 @ 4229    O índice quebrou ontem a zona que estávamos a monitorizar e negoceia agora na retracção de 50% de toda a queda. A capacidade para aguentar os 4177 ditará o comportamento nas próximas semanas. O próximo objectivo em alta será obviamente o “golden retracement” nos 61.8% (4367) desde que o preço não volte para baixo dos 4177. A quebra dos 4177 voltaria a colocar em cima da mesa a tendência da primeira metade do ano. Análise Anterior: S&P500 @ 4145.19 (fecho de sexta-feira) As últimas semanas tiveram uma direcção clara, com o índice a aproximar-se da zona dos últimos máximos no gráfico semanal. A referência dos 4200 será determinante para a definição do nosso bias.     Olhando para o gráfico diário, constatamos novamente a importância desta zona e também uma semelhança com o final do 1.º trimestre. Os indicadores já estão em zona de sobre compra, mas sem qualquer sinal de inversão, o que suporta a possibilidade de um movimento semelhante ao de finais de Março deste ano (quando o preço ainda marcou novos máximos relativos antes da inversão dos indicadores). Numa óptica de “trading” mantemos para já alguma neutralidade e estaremos atentos ao gráfico horário nas próximas sessões.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
22.08.2022 10:03
Análise Técnica
Update: Nasdaq100
Nasdaq100 @ 13242.9 (fecho de sexta-feira)   O índice ainda negociou algumas sessões acima dos 15510 no início da última semana, mas não sustentou acima dessa referência e já quebrou inclusive a exponencial dos 200 dias. A confirmação da retoma da tendência “bear” dominante virá com a quebra dos 12948 e devemos esperar, pelo menos, um teste aos mínimos ano. Como zonas de venda numa óptica de “trading”, definimos o intervalo 13200/250 e em seguida os 13400.   Análise Anterior: Nasdaq100 @ 13159.16 (fecho de segunda-feira)   O índice tecnológico desenhou mais um “bear market rally” nas últimas semanas, estando agora a testar a anterior zona de suporte, agora resistência, no gráfico semanal. Abaixo dos 14407 o “bias” ainda é negativo.     Quando encurtamos o período temporal de análise, constatamos a importância da zona onde está o preço. Para um “bias” mais neutro (ou menos negativo), será necessário que o índice consiga sustentar acima dos intervalo 13047/510, onde também está a exponencial dos 200 dias. Os indicadores do gráfico diário já estão em zona de sobre compra e iremos monitorizar, como habitualmente, o gráfico horário à procura de uma confirmação do fim deste “rally”.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
11.08.2022 16:26
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 4229    O índice quebrou ontem a zona que estávamos a monitorizar e negoceia agora na retracção de 50% de toda a queda. A capacidade para aguentar os 4177 ditará o comportamento nas próximas semanas. O próximo objectivo em alta será obviamente o “golden retracement” nos 61.8% (4367) desde que o preço não volte para baixo dos 4177. A quebra dos 4177 voltaria a colocar em cima da mesa a tendência da primeira metade do ano. Análise Anterior: S&P500 @ 4145.19 (fecho de sexta-feira) As últimas semanas tiveram uma direcção clara, com o índice a aproximar-se da zona dos últimos máximos no gráfico semanal. A referência dos 4200 será determinante para a definição do nosso bias.     Olhando para o gráfico diário, constatamos novamente a importância desta zona e também uma semelhança com o final do 1.º trimestre. Os indicadores já estão em zona de sobre compra, mas sem qualquer sinal de inversão, o que suporta a possibilidade de um movimento semelhante ao de finais de Março deste ano (quando o preço ainda marcou novos máximos relativos antes da inversão dos indicadores). Numa óptica de “trading” mantemos para já alguma neutralidade e estaremos atentos ao gráfico horário nas próximas sessões.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
09.08.2022 08:29
Análise Técnica
Nasdaq100
Nasdaq100 @ 13159.16 (fecho de segunda-feira)   O índice tecnológico desenhou mais um “bear market rally” nas últimas semanas, estando agora a testar a anterior zona de suporte, agora resistência, no gráfico semanal. Abaixo dos 14407 o “bias” ainda é negativo.     Quando encurtamos o período temporal de análise, constatamos a importância da zona onde está o preço. Para um “bias” mais neutro (ou menos negativo), será necessário que o índice consiga sustentar acima dos intervalo 13047/510, onde também está a exponencial dos 200 dias. Os indicadores do gráfico diário já estão em zona de sobre compra e iremos monitorizar, como habitualmente, o gráfico horário à procura de uma confirmação do fim deste “rally”.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
08.08.2022 10:30
Análise Técnica
EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3745 O índice Europeu continua a negociar nas imediações da exponencial das 200 semanas desde finais do 1º trimestre. A última recuperação, pelo menos para já, continua a ficar aquém dos máximos anteriores.     Olhando para o gráfico diário fica mais clara a ideia dos “lower highs” desde o 1º trimestre do ano. Como referências para o curto prazo, identificamos os 3803 (exponencial dos 200 dias) e acima os 3919. No sentido inverso, a zona dos 3600. Os indicadores diários apresentam sinais de cansaço, o gráfico horário algumas divergências negativas, mas para já mantemos um bias neutro. Suporte de curto prazo no intervalo 3621/52.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
08.08.2022 09:57
Análise Técnica
S&P500
S&P500 @ 4145.19 (fecho de sexta-feira)   As últimas semanas tiveram uma direcção clara, com o índice a aproximar-se da zona dos últimos máximos no gráfico semanal. A referência dos 4200 será determinante para a definição do nosso bias.     Olhando para o gráfico diário, constatamos novamente a importância desta zona e também uma semelhança com o final do 1.º trimestre. Os indicadores já estão em zona de sobre compra, mas sem qualquer sinal de inversão, o que suporta a possibilidade de um movimento semelhante ao de finais de Março deste ano (quando o preço ainda marcou novos máximos relativos antes da inversão dos indicadores). Numa óptica de “trading” mantemos para já alguma neutralidade e estaremos atentos ao gráfico horário nas próximas sessões.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
21.07.2022 15:22
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3953   O índice quebrou os máximos da consolidação dos últimos meses com uma forte queda de volume e da volatilidade, denotando uma complacência forte. Obviamente que a sustentação acima dos 3950/60 deve fazer estender o movimento de alta para valores acima dos 4000 ou até muito próximo dos 4200, mas não o conseguindo, os objectivos em baixa são bastante atractivos.   O MACD horário está a inverter em baixa e identificamos uma divergência negativa no oscilador que utilizamos, pelo que é possível que o índice quebre já hoje em fecho diário os 3920, o que seria um sinal de fraqueza importante. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3953) com um “stop” nos 3983 e como objectivo os 3653 (rácio Retorno/risco ~10 e continuamos com 1/32 do risco máximo). Análise Anterior: S&P500 @ 3801.78 Segundo fecho diário consecutivo abaixo dos 3843, a hipotecar a possibilidade de novo movimento de alta, principalmente se o preço sustentar abaixo dos 3815. O intervalo 3736/65 é a última referência antes de um ataque a novos mínimos. Numa óptica de “trading”, o intervalo 3802/15 é a 1ª zona de venda. A quebra dos 3736 deve permitir utilizar o intervalo 3736/65 como a 2ª zona de venda. Relembramos que o padrão aponta para um teste ao intervalo 3200/500. Análise Anterior: S&P500 @ 3858 O índice aguentou a zona dos  3765 e encetou novo movimento de alta que parou na zona dos 3900. Desde que o preço não saida do intervalo 3843/3907 é natural que a quebra deste “range” seja em baixa. Reavaliamos acima dos 3907 ou abaixo dos 3843 (dois fechos diários consecutivos). Análise Anterior: S&P500 @ 3759   O índice conseguiu durante a noite de hoje testar a nossa zona de referência (3853/60). Infelizmente, continuamos sem ter um sinal de venda claro (para posicionamentos menos agressivos), conforme destacamos no MACD horário, mas o bias mantém-se, os intervenientes continuam a comprar as quedas e o sentimento está muito longe de mostrar sinais semelhantes a todos os fundos vistos até hoje em tendências de queda (como referência, VIX a 29, nunca tivemos um fundo de “bear market”, mesmo de curto prazo, sem fazer acima dos 40). Voltemos ao preço, A quebra dos 3815 deve trazer de volta a tendência com os objectivos de curto prazo no intervalo 3200/500, mas temos de reforçar a ideia dos últimos meses, enquanto o sentimento não se alterar, os objectivos deverão continuar a ser ultrapassados com facilidade.   Análise Anterior: S&P500 @ 3809   O “sell-off” de ontem depois do fecho Europeu é o 1º sinal da retoma da tendência “bearish” dos últimos meses. Abaixo dos 3853/60 o “bias é fortemente negativo e só a reconquista dos 3907 poderá adiar a remota da direcção dominante.  Por outro lado, a incapacidade para aguentar os 3815, deve levar o índice para novos mínimos em breve (no intervalo 3200/500). Fazemos notar o reduzido pessimismo para a situação técnica actual do mercado. Repetimos, mau sinal, os “rallies” são oportunidades de venda. Reavaliaríamos com dois fechos diários consecutivos acima dos 3907.   Análise Anterior: S&P500 @ 3911.74 (fecho de sexta-feira) A recuperação já permitiu ao índice fechar acima da zona dos 3900. É esta a nossa referência para o curto prazo como suporte. A quebra desta zona deve trazer de volta a tendência dos últimos meses. Por outro lado, enquanto este suporte aguentar, podemos defender um teste ao intervalo 3971/4017 nas próximas sessões. Resistência intermédia no intervalo 3942/58.   Análise Anterior: S&P500 @ 3761   O índice parou no suporte intermédio que referimos, na zona da exponencial das 200 semanas (3639), desenhou uma divergência positiva no gráfico horário e está a encetar uma recuperação. Estes movimento tornam muito mais sólida esta descida que os “rallies” a que assistimos nos últimos anos, com várias semanas de movimentos parabólicos “a direito”. O sentimento continua muito longe de poder sinalizar um mínimo e é clara a apetência por risco ao menor sinal de recuperação: Mau sinal. Os movimento de subida em “Bear market” são historicamente dos mais violentos, pelo que não iremos antecipar o fim destas recuperações, mas sim entrar após confirmação que terminaram. Como referências em alta, os intervalo 3761/90 e em seguida 3815/40 ou mesmo o “gap” na zona dos 3900. Iremos monitorizar o MACD horário para uma entrada a favor da tendência. Se o índice não aguentar os 3750 e principalmente os 3710/20, este “rally” estará terminado rapidamente.   Análise Anterior: S&P500 @ 3749.63 (fecho de segunda-feira)   Desde a última nota, tivemos de facto uma última puxada dos 4070, para a posterior quebra desta importante referência. Quando olhamos para o gráfico semanal, constatamos que depois de uma consolidação prolongada o preço se mostrou incapaz de recuperar a 1ª retracção de Fibonacci. A energia acumulada nessa consolidação e a frustação dos investidores, levou a uma colagem rápida à seguinte retracção quando os compradores foram vencidos. Em teoria, abaixo dos 4198 e principalmente abaixo dos 3814, devemos esperar 3505 e depois um teste aos 3196 (“golden retracement”). É também essa a nossa expectativa. Como suporte intermédio antes de um teste à zona dos 3500, a exponencial das 200 semanas, nesta altura nos 3639.   . O mercado continua muito técnico, mas os fortes “gaps” de abertura têm dificultado o “trading” de curto prazo. Destacámos no gráfico diário os últimos dois “gaps”, que são agora resistências e referências para “trading” (3901 e 4018). Sinais de venda no MACD horário, aberturas em forte alta ou “news flow” positivo, devem ser vistos como oportunidades de venda. Nestes períodos de maior volatilidade, faz sentido assumir riscos menores, “stops” mais largos e objectivos mais ambiciosos.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
21.07.2022 11:43
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3572 O índice invalidou claramente a nossa ideia e colou ao topo da consolidação iniciada em Junho. Se conseguir quebrar o intervalo 3608/51 poderá estender o movimento contra a tendência até à exponencial dos 200 dias, hoje nos 3819 com inclinação negativa. Nova falha nesta zona e a frustação dos investidores deverá trazer o índice para a zona dos 3359 ou mesmo a retoma das quedas, com o preço a atingir novos mínimos. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3506 O índice aguentou na zona dos mínimos anteriores e encetou nova recuperação invalidando a nossa ideia (“stop” no “breakeven”), no entanto, aparenta estar a desenhar uma “Bearish island reversal” e já temos nova inversão dos indicadores (destaque para o MACD horário). Continuamos a ver um padrão que sugere novos mínimos, com uma ida à retracção seguinte de Fibonacci no gráfico diário, nos 3110 – Será o nosso objectivo. Relembramos que estes “rallies” contra a tendência não são fáceis de identificar e ainda menos de perceber onde acabam, pelo que continuaremos a reagir apenas aos sinais de venda do MACD horário e continuaremos a assumir um risco muito reduzido. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506), com um “stop” @ 3556 e como objectivo, os 3106. Mais uma vez com 1/32 do risco máximo. Se o índice fizer um fecho horário abaixo dos 3465, fará sentido nova alteração de “stop” para o “breakeven”. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3431 O índice mantém alguma resiliência mas continua a apontar para baixo, sugerimos por isso uma alteração do “stop” para o “breakeven” (entrada @ 3486). Mantemos o objectivo defendido. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3486 O índice testou já a zona dos 50% de Fibonacci e encetou uma recuperação que estamos novamente a ver como uma oportunidade de venda. Este recuperação poderá ainda atingir valores na zona dos 3600, ou mesmo 3900/4000, mas não é essa para já a nossa expectativa: Os indicadores de sentimento que utilizamos ainda estão longe de uma zona de capitulação, pelo que esperamos novos mínimos.   O gráfico horário já inverteu com novas divergências negativas pelo que sugerimos uma entrada nos níveis actuais, 3486, com um “stop” nos 3516 e como objectivo, os 3186. Rácio retorno/risco ~10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3502 O índice testou os 3592/9 e reagiu negativamente, com os indicadores a mostrarem uma fraqueza muito grande. O gráfico horário acabou por confirmar um sinal de venda nos 3528 (reforçado com o “gap down” de hoje na mesma zona). É uma semana forte em eventos, os máximos ficaram bem acima da zona onde os indicadores confirmaram novo sinal de venda, pelo que devemos esperar por uma puxada para uma entrada. Os objectivos mantêm-se, os 3400 e em seguida os 3200. Teremos de reavaliar apenas com dois fechos diários consecutivos acima dos 3608.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3493 O índice Europeu acompanhou a consolidação do índice S&P500 e acelerou claramente no sentido descendente no final da última semana. O “bias” continua negativo pelo que, numa óptica de “trading” estamos apenas a olhar para as resistências. Destacamos os 3527 e em seguida o intervalo 3592/9. Referências técnicas para usar como objectivo, os 3400 e em seguida a zona dos 3200.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3881 O índice atingiu mesmo e ultrapassou os 3830. A partir desta zona, qualquer inversão pode trazer a tendência dominante de volta. O preço desenhou ontem um sinal de venda no MACD horário, mas com o preço acima dos 3830 o que suscita dúvidas no curto prazo. Vamos monitorizar os 3772 e os 3832 como referências para as próximas sessões. A sustentação acima dos 3830 pode levar o índice a testar a retracção de Fibonacci seguinte (3918), já na zona da exponencial dos 200 dias (hoje nos 3945). Ao contrário de meses e meses de subidas sem recuos (sustentabilidade), este padrão de baixa apresenta para já sinais de muita consistência, pelo que a quebra dos 3775 poe trazer um acelerar do movimento descendente.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3774 A abertura de hoje acima dos 3750 abre a possibilidade de esta recuperação poder levar o preço acima dos 3830, pelo caminho uma resistência intermédia nos 3772. Por outro lado, a incapacidade de sustentar acima da abertura de hoje (3758) e principalmente se quebrar os 3750 novamente em baixa, seria um sinal de cansaço claro e voltaríamos rapidamente às quedas.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3742  O índice está pela primeira vez em semanas a negociar acima das exponenciais de curto prazo (13 e 22 dias). Se aguentaresta zona, podemos defender a continuação da recuperação técnica até aos 3802/35 ou mesmo até à exponencial dos 200 dias, hoje nos 3968 com inclinação negativa. A incapacidade para aguentar os 3697 deve sinalizar o fim da recuperação e a retoma da tendência dominante. Numa óptica de “trading” estamos a ver esta subida como uma oportunidade de venda.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3636  O índice não conseguiu mesmo reconquistar os 3800, tendo inclusive reagido muito negativamente à abertura eufórica de ontem. Como resultado temos o preço a testar o 2º suporte que destacamos na última nota (3630). O “bias” continua claramente negativo e devemos assistir a um aumento da volatilidade e das amplitudes médias diárias. Como resistências/pontos de venda: 3706/21, depois os 3803 e por fim os 3840. Próximos níveis a ser testados em baixa, os 3524 e em seguida os mínimos de Março, já abaixo dos 3400.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3784  O índice Europeu negociou claramente acima dos 3875 desenhando uma “trap” muito “bearish” do ponto de vista técnico. Em 2 sessões colou novamente à base da consolidação das últimas semanas, mostrando muita fraqueza. O MACD horário suporta uma recuperação de curto prazo, mas sem a reconquista rápida dos 3800 sugerimos redobradas cautelas.  A incapacidade para se manter dentro do “range” das últimas semanas deverá implicar uma aceleração do movimento descendente. Como suportes de curto prazo, os 3707 e em seguida os 3630.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3854  O índice reagiu bem ao “gap down” abaixo dos 3800 e continua a consolidar nos mesmo níveis desde o início de Abril. Mantemos um bias negativo e alargamos um pouco o “range” que estamos a monitorizar para o intervalo definido entre as retracções de 38.2% (3782) e os 23.6% (3875). Os gráficos de prazo mais alargado apontam para uma quebra em baixa, mas vamos aguardar por uma confirmação do preço.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3781  A consolidação esperada parece ter acabado hoje com uma abertura em “gap down” abaixo da zona de suporte 3825/50. Este intervalo é agora a nossa referência como resistência e manteremos um “bias” negativo enquanto o preço não reconquistar o anterior suporte. Destacamos algumas zona técnicas importantes para as próximas sessões. 3782 e em seguida 3707.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3852  O índice não aguentou os suportes de curto prazo e está novamente a suportar no “gap up” que colocou o preço acima da exponencial dos 200 períodos. O gráfico horário sugere pelo menos uma consolidação nesta zona, mas a sustentação abaixo dos 3825 seria um sinal de fraqueza importante. Destacamos ainda o intervalo 3920/40, anterior suporte, como resistência de curto prazo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3954  A nossa expectativa não se concretizou e a possibilidade do índice reentrar no canal descendente materializou-se.Vamos manter um “bias” neutro no intervalo 3900/4000, e destacamos duas resistências importantes neste período temporal de análise: Desde logo a exponecial dos 200 dias e em seguida o topo do canal descendente representado.     Fazemos notar a “bear trap” no último sinal de venda do MACD horário, pelo que com o preço acima do intervalo 3920/40 vamos para já ignorar novo sinal de venda. O final do mês/trimsestre deve trazer alguns movimentos mais pronunciados, pelo que reforçamos a importância do intervalo 3920/40 como suporte de curto prazo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3865  O sinal de venda no oscilador, não trouxe, conforme esperado, a inversão do MACD horário e o preço acabou por invalidar o que esperávamos. A inversão do MACD horário está agora confirmada pelo que vamos insistir na ideia defendida ontem com dois planos que passamos a sugerir com entrada nos níveis actuais (3865):   - Como objectivo os 3565 e como “stop” definimos os 3895 – Continuamos com 1/32 do risco máximo (rácio retorno risco de 10)   - Neste caso definimos um “stop” acima dos máximos de ontem nos 3935 e como objectivo os 3165 - Continuamos com 1/32 do risco máximo (rácio retorno risco de 10)   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3683  A nossa expectativa mantém-se, mas surge novamente a possibilidade de uma reentrada no canal descendente que acompanhamos há algumas semanas e até um teste à referência na zona dos 4100. Por outro lado, o gráfico horário mostra novamente a possibilidade de mais um movimento de baixa. A ideia defendida nas últimas notas foi invalidada ontem (“stop” no “breakeven”), pelo que podemos sugerir nova entrada nos níveis actuais (3863) com um “stop” @ 3893 e como objectivo, continuamos a olhar para o intervalo 3200/3300 - escolhemos os 3263 como alvo. Mantemos 1/32 do risco máximo e temos neste caso um rácio retorno/risco de 20.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3673  O movimento de baixa sinalizado pelo gráfico horário parece estar em marcha, o fecho de ontem nos 3741 é primeira referência como resistência para o curto prazo. Sugerimos para já a eliminação do risco assumido ontem (entrada @ 3750) com a alteração do “stop” para o “breakeven”. Próximo suporte de curto prazo na zona dos 3600. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3750  O índice ficou claramente aquém das nossas zonas de venda, continuando a mostrar um padrão de baixa muito claro. O gráfico horário sinaliza novo movimento descendente e a forma como o índice galgou o intervalo 3200/400 sugere que os mínimos neste movimento serão próximo dessa zona.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3750) com um “stop” nos 3800 e como objectivo os 3250. Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4027  O índice quebrou de forma clara a zona dos 4000 e acabou a desenhar uma vela de inversão. O canal descendente só deve ser negociado no topo, mas a zona dos 4000 é relevante numa óptica de “trading”.     Tendo presente os dois fechos diários anteriores abaixo dos 4000, constatamos um sinal de compra de curto prazo com o fecho horário nos 4012. Os indicadores estão em zona neutra e a abertura de hoje sugere cautelas, pelo que vamos esperar por um recuo nos indicadores horários (e idealmente no preço até à zona dos 3980/4000) para tentar elaborar um plano de entrada. Se a reacção do preço nesta zona for positiva, podemos defender tecnicamente um ida ao intervalo 4110/70.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4098  O índice continua na direcção esperada e o gráfico horário começa a chegar a uma zona onde pode ter uma reacção. Sugerimos então uma alteração do “stop” para os 4123 (garantindo 2X o risco inicial). Aproveitamos para deixar mais 3 possíveis alterações:   - A quebra em negociação dos 4080 permitiria alterar novamente o “stop”, agora para os 4103 - A quebra em negociação dos 4060 levaria a nova alteração, desta vez para os 4083   - Por fim, a quebra em negociação dos 4040 obrigaria a nova alteração para os 4063 Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4163 O índice continua dentro do canal descendente desde o início do ano. Ainda é possível, obviamente, novo teste ao topo do canal, com o preço a voltar acima da exponencial dos 200 períodos, mas o MACD horário já está a dar os primeiros sinais de alarme, assim como o oscilador que utilizamos. O quadro técnico aponta para nova rejeição da zona dos 4120, pelo que podemos então sugerir uma entrada nos níveis actuais (4163) com um “stop” nos 4183 e como objectivo, os 4003 (rácio retorno/risco de 8). Continuamos com 1/32 do risco máximo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4138  Estão confirmados os sinais de venda de curto prazo, a quebra da zona do “gap up” reforça o nosso “bias” mas faz sentido alterar o “stop” para o “breakeven”. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4163 O índice continua dentro do canal descendente desde o início do ano. Ainda é possível, obviamente, novo teste ao topo do canal, com o preço a voltar acima da exponencial dos 200 períodos, mas o MACD horário já está a dar os primeiros sinais de alarme, assim como o oscilador que utilizamos. O quadro técnico aponta para nova rejeição da zona dos 4120, pelo que podemos então sugerir uma entrada nos níveis actuais (4163) com um “stop” nos 4183 e como objectivo, os 4003 (rácio retorno/risco de 8). Continuamos com 1/32 do risco máximo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4028  A quebra da Bandeira de baixa trouxe o teste esperado aos 4000. Identificamos facilmente várias consolidações semelhantes “em cima” da exponencial dos 200 dias. A abertura de hoje, com novo “gap down” deixado na zona da exponencial, é um importante sinal de alarme. A reconquista dos 4100/20 é fundamental para invalidar um inversão de tendência. No sentido inverso, o próximo patamar está no intervalo 3850/900.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4132  O índice ainda conseguiu um abertura em “gap up” acima dos 4230 (e algumas horas acima da exponencial dos 200 períodos – o que impediu um plano de entrada) mas acabou por rejeitar essa zona e quebrar a bandeira de baixa que destacamos (canal ascendente sombreado). O “bias” continua negativo e ganha especial importância a zona dos 4000 como suporte! Ainda é possível novo movimento de alta no curto prazo até aos 4195 (zona da eponencial referida), mas o expectável é um novo teste aos 4000.     Análise Técnica: Eurostoxx50 @ 4146  A quebra dos 4230 trouxe o esperado teste à exponencial dos 200 dias. Iremos manter alguma neutralidade nesta zona, sendo que a retoma dos 4230 seria um sinal de força e, por outro lado, a quebra dos 4000 seria um sinal muito forte.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4227  Depois do fecho de ontem novamente junto aos 4300, a abertura de hoje coloca o índice no extremo oposto da consolidação das últimas sessões. A sustentação abaixo dos 4230/66 sugere um teste à exponencial dos 200 dias (na zona dos 4100). A confirmar-se esta possibildade, também o Eurostoxx passa a estar com um claro bias negativo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4252  A índice aguentou apenas uma semana cima dos 4300 e a quebra dessa zona trouxe o esperado teste ao suporte de curto prazo (4230/66). A sustentação acima desta zona pode trazer novamente um bias mais positivo, mas se tal não acontecer, a exponencial dos 200 dias será o próximo patamar a ser testado (hoje nos 4103). Fazemos notar a existência de um suporte intermédio no intervalo 4165/75.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4343  O índice começou o ano com um “gap up” que nos define já uma primeira referência para as próximas semanas. Manteremos um bias positivo enquanto o preço se mantiver acima desta zona. A abordagem continuará componente a componente, até uma quebra desta referência (definimos para simplicar os 4300 como essa referência). A quebra deste nível poderá trazer um recuo e um teste aos suportes: 4230/66 como suporte de curto prazo e em seguida a exponencial dos 200 dias nos 4080.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. 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19.07.2022 13:55
Outlook 2022
3º TRIMESTRE
No segundo trimestre do ano, a volatilidade dos mercados financeiros permaneceu elevada, alimentada pela subida da inflação e das taxas de juro e diminuição das expectativas de crescimento económico global. Para além da guerra na Ucrânia, também a política de Covid-zero na China contribuiu para a deterioração do sentimento dos investidores, num contexto de elevada incerteza e aumento das correlações entre classes de activos, em particular, entre as acções e obrigações.   Deste modo, o outlook macroeconómico permanece, sem dúvida, incerto e aconselha prudência. Apesar do repricing observado nas várias classes de activos, o potencial para a diminuição dos actuais prémios de risco, tanto das acções como das obrigações, parece limitado, no curto prazo. O que não significa que continuem a subir, mas uma descida sustentada dos prémios de risco passará, na nossa opinião, pelo desanuviar das tensões geopolíticas e diminuição das pressões inflacionárias.     Evolução dos indicadores macroeconómicos Decorridos apenas dois anos desde a pior a recessão global após a Segunda Guerra Mundial, provocada pela Covid-19, a economia mundial volta a estar ameaçada. Mesmo conseguindo evitar uma nova recessão, a economia mundial encontra-se ensombrada pelo cenário de estagflação no futuro mais próximo.  Com efeito, derivado da guerra na Ucrânia, da subida da taxa de inflação e das políticas monetárias mais restritivas dos principais bancos centrais, as estimativas de crescimento da economia mundial, em 2022, têm sido sucessivamente revistas em baixa. De acordo com as últimas previsões da OCDE, a economia mundial deverá crescer 3,0%, menos 1,5 pontos percentuais (p.p.) que na projecção de Dezembro de 2021. O cenário macroeconómico caracteriza-se, pois, por uma elevada incerteza e por vários riscos: os efeitos da guerra na Ucrânia podem ser maiores do que o previsto, por exemplo, devido a uma interrupção abruta do abastecimento de gás à Europa; as matérias-primas poderão continuar a subir; as interrupções das cadeias de abastecimento poderão persistir; e, as pressões inflacionárias poderão obrigar os bancos centrais a subir as taxas de juro mais do que o actualmente descontado nos mercados. Porém, pela positiva, os índices PMI, apesar da desaceleração, permanecem em território positivo, e as taxas de juro, nominais e, sobretudo, as reais, continuam historicamente baixas. A subida da inflação foi induzida, em larga medida, pelo aumento da procura e pelas elevadas taxas de poupança. Ambos os efeitos deverão começar a esbater-se com o abrandamento da economia, tal como a subida da inflação. Por outro lado, os bancos encontram-se hoje melhor capitalizados do que em crises anteriores, e a actividade económica deverá continuar suportada pelos fortes investimentos associados com a transição energética, infraestruturas e a digitalização.     Índices Global PMI   Fonte: Bloomberg. Estados Unidos A economia norte-americana deverá crescer 2,5% e 1,2% em 2022 e 2023, respectivamente, segundo a OCDE. A economia norte-americana contraiu 1,5% (taxa anualizada) nos primeiros três meses de 2022, penalizada, sobretudo, pela procura externa. Com efeito, as importações aumentaram mais do que o antecipado (18,3% vs 17,7%) e as exportações caíram ligeiramente menos (-5,4% vs -5,9%). Os inventários subtraíram 1 p.p. ao crescimento e o investimento cresceu menos que o esperado (0,4% vs 2,1%). Por sua vez, o consumo aumentou 3,1% (vs 2,7% esperado). Em termos homólogos, a actividade económica subiu 3,5% no primeiro trimestre, o que compara com os 5,5% registados no último trimestre do ano passado.   Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego    Fonte: Bloomberg.   Após uma ligeira desaceleração em Abril, a taxa de inflação voltou a subir, fixando-se nos 8,6% em Maio, o valor mais elevado desde Dezembro de 1981. Os preços com a energia aumentaram 34,6%, o valor mais alto desde Setembro de 2005, devido aos preços da gasolina (48,7%), do fuel oil (106,7%, a maior subida de que existe registo), da electricidade (12%, a maior subida homóloga desde Agosto de 2006) e do gás natural (30,2%, a maior subida desde Julho de 2008). Os custos com a alimentação aumentaram 10,1%, o valor mais elevado desde Março de 1981, e os custos com alojamento e veículos usados aumentaram 5,5% e 16,1%, respectivamente. Descontando os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação subjacente abrandou pelo segundo mês consecutivo, para os 6,0% (6,5% em Março de 2022). Apesar do baixo nível de desemprego (3,6% em Maio) e em sentido inverso ao dos preços, a confiança dos consumidores continuou em trajectória descendente, em linha com a diminuição da taxa de poupança para os 4,4% em Abril, face aos 6,2% registados no mês anterior.     Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação    Fonte: Bloomberg.   De acordo com as últimas estimativas da OCDE (Junho de 2022), a economia norte-americana deverá crescer 2,5% em 2022, e apenas 1,2% no próximo ano, em claro contraste com os 5,7% registados em 2021. As disrupções nas cadeias de abastecimento, agravadas com a guerra na Ucrânia e os lockdowns na China, conjugadas com o aumento dos preços e das taxas de juro estão na base da revisão em baixa das projecções de crescimento, mesmo num contexto de manutenção de uma taxa de desemprego historicamente muito baixa (3,6% e 3,8% em 2022 e 2023, respectivamente). A taxa de inflação, no período considerado, deverá continuar acima do objectivo de 2% da Reserva Federal (FED), ainda que diminuindo para os 3,5% em 2023. Zona Euro Segundo a OCDE, após a forte recuperação registada em 2021, o PIB da Zona Euro é projectado crescer 2,6% em 2022, e 1,6% em 2023. A taxa de inflação é esperada subir, dos 2,6% em 2021, para os 7,0% em 2022 e 4,6% em 2023. A economia da Zona Euro cresceu 0,6% durante o primeiro trimestre de 2022. Os inventários e o comércio externo foram os principais drivers desta evolução trimestral. Comparando com o primeiro trimestre de 2021, a economia expandiu 5,4%, acima dos 5,1% esperados pelos analistas, e dos 4,7% registados no último trimestre do ano passado. O consumo das famílias acelerou (7,5% vs 5,8% no trimestre anterior) e as importações abrandaram (9,1% vs 10,8%). Por sua vez, o consumo público manteve-se robusto (2,3% vs 2,5%), assim como o investimento (3,7%) e as exportações (8,4%).   A taxa de desemprego manteve-se estável nos 6,8% em Abril, sem variação face aos meses anteriores e ligeiramente abaixo dos 7,0% observados no final do ano passado.    Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg.   Tal como no outro lado do Atlântico, também na Zona Euro todas as atenções continuam concentradas na evolução da taxa de inflação. Em Maio, os preços foram confirmados terem subido 8,1%, em termos homólogos, mais 0,7 p.p. do que o registado nos dois meses anteriores e quatro vezes mais do que o valor observado há um ano atrás. A subida dos preços tem sido generalizada, mas liderada pela energia (39,1%) e alimentação, álcool e tabaco (7,5%). Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação subjacente situa-se nos 3,8%, ainda assim muito superior ao objectivo do Banco Central Europeu (BCE). Deste modo, face à abrupta subida da taxa de inflação, o BCE é antecipado iniciar a normalização das taxas de juro em Julho, com o mercado a esperar uma subida dos actuais -0,5% para os 1,0% no final deste ano. Euro: Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação    Fonte: Bloomberg. Segundo a OCDE, após a forte recuperação registada em 2021, o PIB da Zona Euro é projectado crescer 2,6% em 2022, e 1,6% em 2023. A taxa de inflação é esperada subir, dos 2,6% em 2021, para os 7,0% em 2022 e 4,6% em 2023.   Face às estimativas anteriores, o crescimento foi revisto significativamente em baixa, em consequência dos esperados impactos negativos da guerra na Ucrânia e dos lockdowns na China, devido à Covid-19. A incerteza permanece elevada e os riscos enviesados para baixo: eventuais disrupções severas no abastecimento de energia, nomeadamente de gás natural, não só penalizariam o crescimento como pressionariam ainda mais a subida dos preços. Neste sentido, o foco vira-se para o Mecanismo de Recuperação e Resiliência da Comissão Europeia, no total de 723,8 mil milhões de euros e um dos principais instrumentos no âmbito do NextGenerationEU, no sentido de acelerar a industrialização e a transição energética na Zona Euro e, em última análise, atenuar o impacto económico causado, primeiro pela pandemia e agora pela guerra na Ucrânia.   Portugal A economia nacional é antecipada crescer 5,4% este ano, desacelerando para os 1,7% em 2023, segundo a OCDE. A taxa de inflação é esperada situar-se nos 6,3% e 4,0%, respectivamente   O PIB nacional, em termos reais, registou uma variação homóloga de 11,9% no 1º trimestre de 2022 (5,9% no trimestre anterior), de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE). Esta evolução reflecte um efeito base, uma vez que, em Janeiro e Fevereiro de 2021, estiveram em vigor várias medidas de combate à pandemia que condicionaram fortemente a actividade económica. O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB aumentou significativamente no 1º trimestre, destacando-se o crescimento acentuado do consumo privado. O contributo positivo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB também aumentou, verificando-se um ligeiro abrandamento das importações e uma aceleração das exportações, reflectindo a forte recuperação da actividade turística. No 1º trimestre de 2022, a perda nos termos de troca, em termos homólogos, foi mais intensa, contribuindo para a deterioração do Saldo Externo de Bens e Serviços, que se situou em -3,5% do PIB (-2,7% do PIB no 1º trimestre de 2021). Comparando com o 4º trimestre de 2021, o PIB aumentou 2,6% em volume (crescimento em cadeia de 1,7% no trimestre anterior). A aceleração em cadeia do PIB foi determinada pelo contributo mais positivo da procura interna, reflectindo a aceleração do consumo privado, devido sobretudo ao crescimento da despesa em diversas actividades de serviços, após o levantamento da generalidade das restrições à actividade económica impostas no contexto da pandemia. O contributo da procura externa líquida manteve se ligeiramente positivo.   Portugal: Crescimento do PIB e Saldo Externo de Bens e Serviços Fonte: Bloomberg. Em termos de preços, a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 8,0% em Maio de 2022, taxa superior em 0,8 p.p. à observada no mês anterior e a mais elevada desde Fevereiro de 1993. O indicador de inflação subjacente também acelerou, registando uma variação de 5,6% (5,0% em Abril). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 27,3% (26,7% no mês precedente), valor mais elevado desde Fevereiro de 1985, enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados apresentou uma variação de 11,6% (9,4% em Abril).   A variação mensal do IPC foi 1,0% (2,2% no mês precedente e 0,2% em Maio de 2021). A variação média dos últimos doze meses foi 3,4% (2,8% em Abril). Portugal: Dívida Directa do Estado    Fonte: INE, IGCP. Valores em milhares de milhão.     De acordo com a Direcção Geral do Orçamento (DGO), no final de Abril de 2022, as Administrações Públicas registaram um défice de 782 milhões de euros, que corresponde a uma melhoria de 4,3 mil milhões de euros face ao verificado no mesmo período do ano anterior, resultado do efeito conjugado do crescimento da receita (15%) com a redução da despesa (1,8%). O saldo primário situou-se em 2,0 mil milhões de euros, mais 3,9 mil milhões de euros do que em Abril de 2021.   Desta forma, a Dívida Directa do Estado (DDE), segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), no final de Abril, situa-se nos 279,1 mil milhões de euros, cerca de 127% do PIB do primeiro trimestre deste ano. Países Emergentes Segundo a OCDE, a China deverá crescer 4,4% em 2022, voltando a acelerar no próximo ano, para os 4,9%, suportado pelos investimentos em infraestruturas e na transição energética.   A economia chinesa registou um crescimento homólogo de 4,8% no 1º trimestre de 2022 (4,0% no trimestre anterior). Apesar da melhoria, o risco de abrandamento acentuado nos próximos meses aumentou devido aos lockdowns impostos em várias cidades no sentido de controlar o alastramento dos novos surtos de Covid-19, e à incerteza provocada pela guerra na Ucrânia. Segundo a OCDE, a China deverá crescer 4,4% em 2022, voltando a acelerar no próximo ano, para os 4,9%, suportado pelos investimentos em infraestruturas e na transição energética. O investimento em imobiliário, pelo contrário, é esperado manter-se relativamente fraco em consequência das dificuldades em que muitos promotores se encontram e devido à expectativa de queda dos preços. A política monetária deverá continuar favorável após os vários cortes das taxas de juro e das reservas mínimas dos bancos. A taxa de inflação é antecipada situar-se nos 2,0% e 3,0% em 2022 e 2023, respectivamente.   Após a forte recuperação verificada em 2021 (5,0%), a economia brasileira é esperada crescer apenas 0,6% em 2022. Na base do fraco desempenho antecipado estão a subida da inflação, a incerteza provocada pela guerra na Ucrânia e a subida das taxas de juro (para os 13,25%), que condicionaram a procura interna na primeira metade do ano. Adicionalmente, as eleições presidenciais de 2022 estão a adicionar ainda mais incerteza e a atrasar a recuperação do investimento. Segundo a OCDE, a inflação deverá permanecer perto dos 10% durante este ano, diminuindo para os 5,3% em 2023.   A India é esperada manter-se entre os países com maior crescimento económico em 2022 e 2023, com taxas de 6,9% e 6,2%, respectivamente, segundo a OCDE. Ainda assim, estes valores reflectem um abrandamento face aos 8,7% registados em 2021, consequência, sobretudo, da subida dos preços da alimentação e da energia, e deterioração geral da actividade económica internacional. Com efeito, o aumento dos preços da energia tem contribuído para aumento do défice da balança de transacções correntes, o qual é esperado diminuir dos -1,2% do PIB em 2021, para os -2,2% este ano.   Por sua vez, a economia russa cresceu 3,5% no primeiro trimestre deste ano, em termos homólogos. Entretanto, na sequência da invasão da Ucrânia e das sanções económicas a que está sujeita, de acordo como Institute of International Finance (IIF), o PIB da Rússia deverá contrair 15% este ano, e mais 2,3% em 2023. Desta forma, o acumular das sanções económicas com o êxodo de empresas estrangeiras e o colapso das exportações fará a economia russa recuar cerca de quinze anos.      Economias BRIC     Fonte: Bloomberg.   Na Índia, o PIB expandiu 5,4% no último trimestre do ano passado, em termos homólogos, menos 3,1 p.p. do que no trimestre anterior. Em termos sectoriais, o crescimento no trimestre foi suportado pelos aumentos da actividade no comércio, hotelaria, transportes e comunicações (6,1%); serviços financeiros, imobiliário e serviços profissionais (4,6%); e, administração pública, defesa e outros serviços (16,8%). A taxa de inflação acelerou, pelo quinto mês consecutivo, para os 6,1%, em Fevereiro, o valor mais alto desde Junho de 2021. Deste modo, a inflação situa-se junto ao limite superior do intervalo 2%-6% estabelecido como referência pelo banco central.   No Brasil, a economia avançou 1,6% no quarto trimestre de 2021, em termos homólogos. Apesar de ser o quarto trimestre consecutivo de crescimento, este valor representou uma desaceleração face aos 4% registados no trimestre anterior. Considerando o total do ano, a economia brasileira cresceu 4,6% em 2021, o registo mais elevado desde 2010. Por sua vez, a taxa de inflação anual subiu para os 10,5%, em Fevereiro, reflectindo o aumento dos preços com combustíveis (33,3%) e electricidade residencial (28,1%), entre outros. Este valor mensal da inflação foi o sexto consecutivo acima dos 10%.   Por fim, de acordo com o consensus de vários analistas, apurado pela Bloomberg, a economia russa deverá contrair 9,5% em 2022, e 1,5% em 2023, em consequência das sanções económicas impostas após a invasão da Ucrânia. Por seu turno, a taxa de inflação, que em Fevereiro se situou nos 9,2%, é antecipada subir para os 20%, o valor mais elevado em cerca de duas décadas. Deste modo, o banco central deverá manter a taxa de juro nos 20%, após a subida de 10,5 p.p. em Fevereiro.     Paulo Monteiro Invest Gestão de Activos - SGOIC, SA Redigido em 27 de Junho de 2022 Alocação de Activos No segundo trimestre do ano, a volatilidade dos mercados financeiros permaneceu elevada, alimentada pela subida da inflação e das taxas de juro e diminuição das expectativas de crescimento económico global. Para além da guerra na Ucrânia, também a política de Covid-zero na China contribuiu para a deterioração do sentimento dos investidores, num contexto de elevada incerteza e aumento das correlações entre classes de activos, em particular, entre as acções e obrigações.   A subida das correlações traduziu-se, até à data, em perdas significativas mesmo nas carteiras diversificadas, sem muitas alternativas de refúgio, com excepção das matérias-primas, nomeadamente o petróleo.   Rendibilidades - desde o início do ano (YTD) Fonte: Bloomberg.   Mercados financeiros no 1º trimestre Entre os mercados accionistas, os índices norte-americanos S&P-500 e Nasdaq-100 perderam 13,9% e 19,1%, respectivamente, no segundo trimestre. Desde o início do ano, acumulam perdas de 18,2% e 26,4%. Por sua vez, na Europa, os índices alemão (DAX) e francês (CAC) perderam 8,5% e 9,2%, no trimestre. O índice Europe Stoxx-600 desvalorizou 8,9% no trimestre, acumulando uma perda de 14,9% desde o início do ano. Os outliers têm sido os mercados ibéricos, com o índice PSI a subir 8,7% e o índice IBEX a perder ‘apenas’ 5,4%, no ano.   Por sua vez, os mercados emergentes, medidos pelo índice MSCI Emerging Markets, perderam 5,9% nos últimos três meses, em USD, aumentando, deste modo, a perda anual para os 10,4%. Desde o início do ano, o mercado chinês (CSI300) perde 10,0%, em USD e, pela positiva, destaca-se o mercado brasileiro (IBOV) com uma perda de 3,9%, em BRL (em EUR, o índice regista um ganho de 9,5%).   Yields das Obrigações (%)    Fonte: Bloomberg. Indices Bloomberg Barclays.   Entre as obrigações, o cenário foi igualmente negativo, penalizado pela forte subida da inflação e perspectiva de subida das taxas de juro pelos principais Bancos Centrais.  Nos Estados Unidos, a FED subiu a taxa de juro directora em 125 bp no trimestre, para os actuais 1,75%. Até ao final deste ano, o mercado desconta mais subidas, até aos 3,5%. A incorporação destas expectativas traduziu-se numa subida das yields ao longo de toda a yield curve dos Treasuries, desde o início do ano: as yields a 2 anos subiram 239 bp, para os 3,12%; as yields a 5 anos subiram 199 bp, para os 3,25%; e, no prazo dos 10 anos, as yields aumentaram 169 bp, para os 3,20%. Por seu turno, na Zona Euro o BCE prepara-se para (finalmente) iniciar o ciclo de subida das taxas de juro, o qual deverá acontecer em Julho. De acordo com as taxas de juro implícitas no mercado, o BCE é esperado aumentar a taxa directora dos actuais -0,5% para os 1,0% até ao final deste ano e 1,50%-1,75% até meados de 2023. Deste modo, tal como nos Estados Unidos, também as yields da dívida soberana alemã (Bunds) registaram subidas significativas: 153 bp a 2 anos, para os 0,91%; 174 bp a 5 anos, para os 1,29%; e 172 bp a 10 anos, para os 1,55%. Entretanto, a necessidade de subida das taxas de juro de forma a combater a inflação conjugado com os elevados níveis de endividamento dos países periféricos colocou novamente na ordem-do-dia os riscos de fragmentação da Zona Euro, que se traduziram num significativo aumento dos prémios de risco, a 10 anos, da Itália (+62 bp desde o início do ano, para os 197 bp), Portugal (+45 bp, para os 109 bp), Espanha (+37 bp, para os 111 bp) e Grécia (+79 bp, para os 231 bp). Em linha com as fortes desvalorizações das acções, nos mercados de obrigações corporate o trimestre ficou marcado pelo aumento igualmente expressivo dos spreads de crédito.  No segmento de Investment Grade, no segundo trimestre, os spreads subiram, em média, 28 bp e 36 bp nos Estados Unidos e Europa, respectivamente. Deste modo, no total do ano, os spreads já aumentaram 46 bp e 61 bp. Deste modo, em termos de total return, as perdas ascendem a 12,1% e 13,9%, respectivamente, em EUR. Por sua vez, no segmento de High Yield, os spreads subiram, em média, 156 bp e 189 bp nos Estados Unidos e Europa, respectivamente. Deste modo, no total do ano, os spreads já aumentaram 239 bp e 266 bp. Assim, o índice Bloomberg Global High Yield Total Return regista uma perda de 14,5%, desde o início do ano, em EUR.     Spreads de Crédito (bp) Fonte: Bloomberg. Tal como referido, em 2022, a excepção ao mar de perdas descrito atrás têm sido as matérias-primas. Com efeito, a invasão da Ucrânia pela Rússia teve, entre muitas outras consequências, um efeito disruptivo nas cadeias de abastecimento de energia e cereais, sobretudo na Europa. Como tal, desde o início do ano, medidos pelos índices da S&P GSCI, em USD, os preços da Energia registam uma subida de 53,9%, e, por exemplo, o preço do Trigo subiu 17,3%. Em média, os produtos agrícolas subiram 8,4%. Pelo contrário, a perspectiva de abrandamento económico global, e em particular na China, traduziu-se numa correcção de 10,2% nos preços dos metais industriais; e, a forte apreciação do USD (+7,5% face ao EUR, desde o início do ano) tem limitado os ganhos na cotação do Ouro (-0,3%, desde o início do ano).       Outlook para o 3º trimestre O contexto actual pauta-se, portanto, por uma elevada incerteza e ensombrado por vários factores de risco, como a subida da inflação e das taxas de juro e a possibilidade de uma recessão económica global. Contudo, importa sublinhar alguns aspectos que, na nossa opinião, sustentam uma visão cautelosamente mais construtiva nos próximos trimestres e que poderão justificar o aumento gradual da exposição aos mercados, após o repricing significativo observado nos mercados tanto de acções como de obrigações. Em primeiro lugar, as expectativas quanto à evolução futura da inflação permanecem relativamente ancoradas e perto dos objectivos dos bancos centrais. Nos Estados Unidos as taxas a 5 anos forward 5 anos (5y5y), utilizadas como referência para as expectativas de inflação, situam-se nos 2,57%, praticamente sem variação desde o início do ano; na Zona Euro, subiu 23 bp, para os 2,20%. Ou seja, sem dúvida que as expectativas para a inflação aumentaram nos últimos meses e a taxa de inflação não deve voltar rapidamente para os níveis pré-pandemia mas, enquanto os bancos centrais conseguirem manter a credibilidade, a diminuição da procura, induzida pelo abrandamento económico, e a regularização da oferta, induzida pela melhoria nas cadeias de abastecimento, deverão permitir a normalização da inflação para níveis mais próximos do objectivo. Por outro lado, importa não esquecer que o desenvolvimento tecnológico, apesar da incerteza actual, mantém o seu curso, com um impacto positivo na produtividade e, expectavelmente, na eficiência em termos de pricing.   Taxas de juro a 5 anos (forward 5 anos) Fonte: Bloomberg. Em segundo lugar, os elevados níveis de endividamento, público e privado, a nível global limitam a capacidade dos bancos centrais aumentarem as taxas de juro muito para além do já descontado pelos mercados. Assim, mesmo num cenário de normalização da taxa de inflação para níveis mais alinhados com os objectivos, as taxas de juro reais permanecerão historicamente baixas, não limitando sobremaneira o investimento e suportando as avaliações dos activos com risco, incluindo o imobiliário, historicamente uma fonte de problemas para os bancos (que actualmente se encontram muito melhor capitalizados do que em 2008). Em terceiro lugar, fruto do referido ‘repricing do risco’ as avaliações, tanto das acções como das obrigações estão agora em níveis muito mais interessantes do que no final do ano passado.  Com efeito, o índice S&P-500 transaciona actualmente com um rácio Price-to-Earnings (PE) de 16,5x os resultados esperados para os próximos 12 meses, o que compara com os 21,4x em Dezembro de 2021, e 18,3x em Dezembro de 2019, quando já existia algum desconforto com as avaliações dos mercados accionistas. Por seu turno, na Europa, o mercado transaciona com um PE de 11,9x, que compara com 15,7x e 14,9x, respectivamente. Claro que esta queda nos múltiplos de avaliação não pode ser dissociada da subida das yields da dívida pública, mas, pelo menos na Europa, o prémio de risco (diferencial entre as earning yields das acções e as yields das obrigações ‘sem risco’) encontra-se bem acima da média dos últimos 15 anos. Nos Estados Unidos, no curto prazo, o upside do mercado parece mais limitado e vulnerável à diminuição do crescimento esperado para os resultados das empresas. Neste sentido, a divulgação dos resultados relativos ao 2º trimestre, durante o mês de Julho, permitirão aferir melhor o outlook das empresas, nomeadamente o impacto da recente subida da inflação nas respectivas margens. Por sua vez, nos mercados obrigacionistas, os spreads de crédito Investment Grade encontram-se em níveis não observados desde 2013, na Europa. No segmento de High Yield, exceptuando o período coincidente com o início da pandemia, em Março de 2020, os spreads situam-se em valores máximos desde 2012. Não ignorando o risco de abrandamento económico e de aumento das taxas de default, na nossa opinião, estes spreads começam a remunerar apropriadamente o risco, em especial no caso de empresas com boas notações de rating de crédito.  Por último, apesar da incerteza reinante, na nossa opinião, os investimentos públicos, anunciados nas principais economias mundiais, na digitalização da economia e na transição energética, bem como na industrialização e em infraestruturas, deverão permitir evitar uma recessão económica severa.     Price-to-Earnings Ratio e Radar Sectorial Fonte: Bloomberg, Banco Invest. ERP – Equity Risk Premium (prémios de risco).     Concluindo, o outlook macroeconómico permanece, sem dúvida, incerto e aconselha prudência. Apesar do repricing observado nas várias classes de activos, o potencial para a diminuição dos actuais prémios de risco, tanto das acções como das obrigações, parece limitado, no curto prazo. O que não significa que continuem a subir, mas uma descida sustentada dos prémios de risco passará, na nossa opinião, pelo desanuviar das tensões geopolíticas e diminuição das pressões inflacionárias. Neste sentido, a volatilidade deverá permanecer elevada, mas com a recente subida das yields, as obrigações de dívida pública começam novamente a adicionar alguma diversificação às carteiras. Entre os mercados accionistas, mantemos uma abordagem global e a exposição às grandes tendências dos próximos anos, como transição energética e a digitalização, cujos impactos serão transversais aos vários sectores económicos. Ainda que o potencial de valorização possa permanecer limitado no curto prazo pela incerteza reinante, as avaliações das acções melhoraram de forma expressiva e oferecem agora melhores perspectivas a médio e longo prazo. Paulo Monteiro Invest Gestão de Activos - SGOIC, SA Redigido em 28 de Junho de 2022 Cotações em 27 de Junho de 2022 Disclaimer A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest.  As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
19.07.2022 11:37
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3506 O índice aguentou na zona dos mínimos anteriores e encetou nova recuperação invalidando a nossa ideia (“stop” no “breakeven”), no entanto, aparenta estar a desenhar uma “Bearish island reversal” e já temos nova inversão dos indicadores (destaque para o MACD horário). Continuamos a ver um padrão que sugere novos mínimos, com uma ida à retracção seguinte de Fibonacci no gráfico diário, nos 3110 – Será o nosso objectivo. Relembramos que estes “rallies” contra a tendência não são fáceis de identificar e ainda menos de perceber onde acabam, pelo que continuaremos a reagir apenas aos sinais de venda do MACD horário e continuaremos a assumir um risco muito reduzido. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3506), com um “stop” @ 3556 e como objectivo, os 3106. Mais uma vez com 1/32 do risco máximo. Se o índice fizer um fecho horário abaixo dos 3465, fará sentido nova alteração de “stop” para o “breakeven”. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3431 O índice mantém alguma resiliência mas continua a apontar para baixo, sugerimos por isso uma alteração do “stop” para o “breakeven” (entrada @ 3486). Mantemos o objectivo defendido. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3486 O índice testou já a zona dos 50% de Fibonacci e encetou uma recuperação que estamos novamente a ver como uma oportunidade de venda. Este recuperação poderá ainda atingir valores na zona dos 3600, ou mesmo 3900/4000, mas não é essa para já a nossa expectativa: Os indicadores de sentimento que utilizamos ainda estão longe de uma zona de capitulação, pelo que esperamos novos mínimos.   O gráfico horário já inverteu com novas divergências negativas pelo que sugerimos uma entrada nos níveis actuais, 3486, com um “stop” nos 3516 e como objectivo, os 3186. Rácio retorno/risco ~10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3502 O índice testou os 3592/9 e reagiu negativamente, com os indicadores a mostrarem uma fraqueza muito grande. O gráfico horário acabou por confirmar um sinal de venda nos 3528 (reforçado com o “gap down” de hoje na mesma zona). É uma semana forte em eventos, os máximos ficaram bem acima da zona onde os indicadores confirmaram novo sinal de venda, pelo que devemos esperar por uma puxada para uma entrada. Os objectivos mantêm-se, os 3400 e em seguida os 3200. Teremos de reavaliar apenas com dois fechos diários consecutivos acima dos 3608.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3493 O índice Europeu acompanhou a consolidação do índice S&P500 e acelerou claramente no sentido descendente no final da última semana. O “bias” continua negativo pelo que, numa óptica de “trading” estamos apenas a olhar para as resistências. Destacamos os 3527 e em seguida o intervalo 3592/9. Referências técnicas para usar como objectivo, os 3400 e em seguida a zona dos 3200.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3881 O índice atingiu mesmo e ultrapassou os 3830. A partir desta zona, qualquer inversão pode trazer a tendência dominante de volta. O preço desenhou ontem um sinal de venda no MACD horário, mas com o preço acima dos 3830 o que suscita dúvidas no curto prazo. Vamos monitorizar os 3772 e os 3832 como referências para as próximas sessões. A sustentação acima dos 3830 pode levar o índice a testar a retracção de Fibonacci seguinte (3918), já na zona da exponencial dos 200 dias (hoje nos 3945). Ao contrário de meses e meses de subidas sem recuos (sustentabilidade), este padrão de baixa apresenta para já sinais de muita consistência, pelo que a quebra dos 3775 poe trazer um acelerar do movimento descendente.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3774 A abertura de hoje acima dos 3750 abre a possibilidade de esta recuperação poder levar o preço acima dos 3830, pelo caminho uma resistência intermédia nos 3772. Por outro lado, a incapacidade de sustentar acima da abertura de hoje (3758) e principalmente se quebrar os 3750 novamente em baixa, seria um sinal de cansaço claro e voltaríamos rapidamente às quedas.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3742  O índice está pela primeira vez em semanas a negociar acima das exponenciais de curto prazo (13 e 22 dias). Se aguentaresta zona, podemos defender a continuação da recuperação técnica até aos 3802/35 ou mesmo até à exponencial dos 200 dias, hoje nos 3968 com inclinação negativa. A incapacidade para aguentar os 3697 deve sinalizar o fim da recuperação e a retoma da tendência dominante. Numa óptica de “trading” estamos a ver esta subida como uma oportunidade de venda.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3636  O índice não conseguiu mesmo reconquistar os 3800, tendo inclusive reagido muito negativamente à abertura eufórica de ontem. Como resultado temos o preço a testar o 2º suporte que destacamos na última nota (3630). O “bias” continua claramente negativo e devemos assistir a um aumento da volatilidade e das amplitudes médias diárias. Como resistências/pontos de venda: 3706/21, depois os 3803 e por fim os 3840. Próximos níveis a ser testados em baixa, os 3524 e em seguida os mínimos de Março, já abaixo dos 3400.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3784  O índice Europeu negociou claramente acima dos 3875 desenhando uma “trap” muito “bearish” do ponto de vista técnico. Em 2 sessões colou novamente à base da consolidação das últimas semanas, mostrando muita fraqueza. O MACD horário suporta uma recuperação de curto prazo, mas sem a reconquista rápida dos 3800 sugerimos redobradas cautelas.  A incapacidade para se manter dentro do “range” das últimas semanas deverá implicar uma aceleração do movimento descendente. Como suportes de curto prazo, os 3707 e em seguida os 3630.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3854  O índice reagiu bem ao “gap down” abaixo dos 3800 e continua a consolidar nos mesmo níveis desde o início de Abril. Mantemos um bias negativo e alargamos um pouco o “range” que estamos a monitorizar para o intervalo definido entre as retracções de 38.2% (3782) e os 23.6% (3875). Os gráficos de prazo mais alargado apontam para uma quebra em baixa, mas vamos aguardar por uma confirmação do preço.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3781  A consolidação esperada parece ter acabado hoje com uma abertura em “gap down” abaixo da zona de suporte 3825/50. Este intervalo é agora a nossa referência como resistência e manteremos um “bias” negativo enquanto o preço não reconquistar o anterior suporte. Destacamos algumas zona técnicas importantes para as próximas sessões. 3782 e em seguida 3707.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3852  O índice não aguentou os suportes de curto prazo e está novamente a suportar no “gap up” que colocou o preço acima da exponencial dos 200 períodos. O gráfico horário sugere pelo menos uma consolidação nesta zona, mas a sustentação abaixo dos 3825 seria um sinal de fraqueza importante. Destacamos ainda o intervalo 3920/40, anterior suporte, como resistência de curto prazo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3954  A nossa expectativa não se concretizou e a possibilidade do índice reentrar no canal descendente materializou-se.Vamos manter um “bias” neutro no intervalo 3900/4000, e destacamos duas resistências importantes neste período temporal de análise: Desde logo a exponecial dos 200 dias e em seguida o topo do canal descendente representado.     Fazemos notar a “bear trap” no último sinal de venda do MACD horário, pelo que com o preço acima do intervalo 3920/40 vamos para já ignorar novo sinal de venda. O final do mês/trimsestre deve trazer alguns movimentos mais pronunciados, pelo que reforçamos a importância do intervalo 3920/40 como suporte de curto prazo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3865  O sinal de venda no oscilador, não trouxe, conforme esperado, a inversão do MACD horário e o preço acabou por invalidar o que esperávamos. A inversão do MACD horário está agora confirmada pelo que vamos insistir na ideia defendida ontem com dois planos que passamos a sugerir com entrada nos níveis actuais (3865):   - Como objectivo os 3565 e como “stop” definimos os 3895 – Continuamos com 1/32 do risco máximo (rácio retorno risco de 10)   - Neste caso definimos um “stop” acima dos máximos de ontem nos 3935 e como objectivo os 3165 - Continuamos com 1/32 do risco máximo (rácio retorno risco de 10)   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3683  A nossa expectativa mantém-se, mas surge novamente a possibilidade de uma reentrada no canal descendente que acompanhamos há algumas semanas e até um teste à referência na zona dos 4100. Por outro lado, o gráfico horário mostra novamente a possibilidade de mais um movimento de baixa. A ideia defendida nas últimas notas foi invalidada ontem (“stop” no “breakeven”), pelo que podemos sugerir nova entrada nos níveis actuais (3863) com um “stop” @ 3893 e como objectivo, continuamos a olhar para o intervalo 3200/3300 - escolhemos os 3263 como alvo. Mantemos 1/32 do risco máximo e temos neste caso um rácio retorno/risco de 20.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3673  O movimento de baixa sinalizado pelo gráfico horário parece estar em marcha, o fecho de ontem nos 3741 é primeira referência como resistência para o curto prazo. Sugerimos para já a eliminação do risco assumido ontem (entrada @ 3750) com a alteração do “stop” para o “breakeven”. Próximo suporte de curto prazo na zona dos 3600. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3750  O índice ficou claramente aquém das nossas zonas de venda, continuando a mostrar um padrão de baixa muito claro. O gráfico horário sinaliza novo movimento descendente e a forma como o índice galgou o intervalo 3200/400 sugere que os mínimos neste movimento serão próximo dessa zona.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3750) com um “stop” nos 3800 e como objectivo os 3250. Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4027  O índice quebrou de forma clara a zona dos 4000 e acabou a desenhar uma vela de inversão. O canal descendente só deve ser negociado no topo, mas a zona dos 4000 é relevante numa óptica de “trading”.     Tendo presente os dois fechos diários anteriores abaixo dos 4000, constatamos um sinal de compra de curto prazo com o fecho horário nos 4012. Os indicadores estão em zona neutra e a abertura de hoje sugere cautelas, pelo que vamos esperar por um recuo nos indicadores horários (e idealmente no preço até à zona dos 3980/4000) para tentar elaborar um plano de entrada. Se a reacção do preço nesta zona for positiva, podemos defender tecnicamente um ida ao intervalo 4110/70.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4098  O índice continua na direcção esperada e o gráfico horário começa a chegar a uma zona onde pode ter uma reacção. Sugerimos então uma alteração do “stop” para os 4123 (garantindo 2X o risco inicial). Aproveitamos para deixar mais 3 possíveis alterações:   - A quebra em negociação dos 4080 permitiria alterar novamente o “stop”, agora para os 4103 - A quebra em negociação dos 4060 levaria a nova alteração, desta vez para os 4083   - Por fim, a quebra em negociação dos 4040 obrigaria a nova alteração para os 4063 Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4163 O índice continua dentro do canal descendente desde o início do ano. Ainda é possível, obviamente, novo teste ao topo do canal, com o preço a voltar acima da exponencial dos 200 períodos, mas o MACD horário já está a dar os primeiros sinais de alarme, assim como o oscilador que utilizamos. O quadro técnico aponta para nova rejeição da zona dos 4120, pelo que podemos então sugerir uma entrada nos níveis actuais (4163) com um “stop” nos 4183 e como objectivo, os 4003 (rácio retorno/risco de 8). Continuamos com 1/32 do risco máximo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4138  Estão confirmados os sinais de venda de curto prazo, a quebra da zona do “gap up” reforça o nosso “bias” mas faz sentido alterar o “stop” para o “breakeven”. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4163 O índice continua dentro do canal descendente desde o início do ano. Ainda é possível, obviamente, novo teste ao topo do canal, com o preço a voltar acima da exponencial dos 200 períodos, mas o MACD horário já está a dar os primeiros sinais de alarme, assim como o oscilador que utilizamos. O quadro técnico aponta para nova rejeição da zona dos 4120, pelo que podemos então sugerir uma entrada nos níveis actuais (4163) com um “stop” nos 4183 e como objectivo, os 4003 (rácio retorno/risco de 8). Continuamos com 1/32 do risco máximo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4028  A quebra da Bandeira de baixa trouxe o teste esperado aos 4000. Identificamos facilmente várias consolidações semelhantes “em cima” da exponencial dos 200 dias. A abertura de hoje, com novo “gap down” deixado na zona da exponencial, é um importante sinal de alarme. A reconquista dos 4100/20 é fundamental para invalidar um inversão de tendência. No sentido inverso, o próximo patamar está no intervalo 3850/900.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4132  O índice ainda conseguiu um abertura em “gap up” acima dos 4230 (e algumas horas acima da exponencial dos 200 períodos – o que impediu um plano de entrada) mas acabou por rejeitar essa zona e quebrar a bandeira de baixa que destacamos (canal ascendente sombreado). O “bias” continua negativo e ganha especial importância a zona dos 4000 como suporte! Ainda é possível novo movimento de alta no curto prazo até aos 4195 (zona da eponencial referida), mas o expectável é um novo teste aos 4000.     Análise Técnica: Eurostoxx50 @ 4146  A quebra dos 4230 trouxe o esperado teste à exponencial dos 200 dias. Iremos manter alguma neutralidade nesta zona, sendo que a retoma dos 4230 seria um sinal de força e, por outro lado, a quebra dos 4000 seria um sinal muito forte.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4227  Depois do fecho de ontem novamente junto aos 4300, a abertura de hoje coloca o índice no extremo oposto da consolidação das últimas sessões. A sustentação abaixo dos 4230/66 sugere um teste à exponencial dos 200 dias (na zona dos 4100). A confirmar-se esta possibildade, também o Eurostoxx passa a estar com um claro bias negativo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4252  A índice aguentou apenas uma semana cima dos 4300 e a quebra dessa zona trouxe o esperado teste ao suporte de curto prazo (4230/66). A sustentação acima desta zona pode trazer novamente um bias mais positivo, mas se tal não acontecer, a exponencial dos 200 dias será o próximo patamar a ser testado (hoje nos 4103). Fazemos notar a existência de um suporte intermédio no intervalo 4165/75.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4343  O índice começou o ano com um “gap up” que nos define já uma primeira referência para as próximas semanas. Manteremos um bias positivo enquanto o preço se mantiver acima desta zona. A abordagem continuará componente a componente, até uma quebra desta referência (definimos para simplicar os 4300 como essa referência). A quebra deste nível poderá trazer um recuo e um teste aos suportes: 4230/66 como suporte de curto prazo e em seguida a exponencial dos 200 dias nos 4080.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
14.07.2022 10:48
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3801.78 Segundo fecho diário consecutivo abaixo dos 3843, a hipotecar a possibilidade de novo movimento de alta, principalmente se o preço sustentar abaixo dos 3815. O intervalo 3736/65 é a última referência antes de um ataque a novos mínimos. Numa óptica de “trading”, o intervalo 3802/15 é a 1ª zona de venda. A quebra dos 3736 deve permitir utilizar o intervalo 3736/65 como a 2ª zona de venda. Relembramos que o padrão aponta para um teste ao intervalo 3200/500. Análise Anterior: S&P500 @ 3858 O índice aguentou a zona dos  3765 e encetou novo movimento de alta que parou na zona dos 3900. Desde que o preço não saida do intervalo 3843/3907 é natural que a quebra deste “range” seja em baixa. Reavaliamos acima dos 3907 ou abaixo dos 3843 (dois fechos diários consecutivos). Análise Anterior: S&P500 @ 3759   O índice conseguiu durante a noite de hoje testar a nossa zona de referência (3853/60). Infelizmente, continuamos sem ter um sinal de venda claro (para posicionamentos menos agressivos), conforme destacamos no MACD horário, mas o bias mantém-se, os intervenientes continuam a comprar as quedas e o sentimento está muito longe de mostrar sinais semelhantes a todos os fundos vistos até hoje em tendências de queda (como referência, VIX a 29, nunca tivemos um fundo de “bear market”, mesmo de curto prazo, sem fazer acima dos 40). Voltemos ao preço, A quebra dos 3815 deve trazer de volta a tendência com os objectivos de curto prazo no intervalo 3200/500, mas temos de reforçar a ideia dos últimos meses, enquanto o sentimento não se alterar, os objectivos deverão continuar a ser ultrapassados com facilidade.   Análise Anterior: S&P500 @ 3809   O “sell-off” de ontem depois do fecho Europeu é o 1º sinal da retoma da tendência “bearish” dos últimos meses. Abaixo dos 3853/60 o “bias é fortemente negativo e só a reconquista dos 3907 poderá adiar a remota da direcção dominante.  Por outro lado, a incapacidade para aguentar os 3815, deve levar o índice para novos mínimos em breve (no intervalo 3200/500). Fazemos notar o reduzido pessimismo para a situação técnica actual do mercado. Repetimos, mau sinal, os “rallies” são oportunidades de venda. Reavaliaríamos com dois fechos diários consecutivos acima dos 3907.   Análise Anterior: S&P500 @ 3911.74 (fecho de sexta-feira) A recuperação já permitiu ao índice fechar acima da zona dos 3900. É esta a nossa referência para o curto prazo como suporte. A quebra desta zona deve trazer de volta a tendência dos últimos meses. Por outro lado, enquanto este suporte aguentar, podemos defender um teste ao intervalo 3971/4017 nas próximas sessões. Resistência intermédia no intervalo 3942/58.   Análise Anterior: S&P500 @ 3761   O índice parou no suporte intermédio que referimos, na zona da exponencial das 200 semanas (3639), desenhou uma divergência positiva no gráfico horário e está a encetar uma recuperação. Estes movimento tornam muito mais sólida esta descida que os “rallies” a que assistimos nos últimos anos, com várias semanas de movimentos parabólicos “a direito”. O sentimento continua muito longe de poder sinalizar um mínimo e é clara a apetência por risco ao menor sinal de recuperação: Mau sinal. Os movimento de subida em “Bear market” são historicamente dos mais violentos, pelo que não iremos antecipar o fim destas recuperações, mas sim entrar após confirmação que terminaram. Como referências em alta, os intervalo 3761/90 e em seguida 3815/40 ou mesmo o “gap” na zona dos 3900. Iremos monitorizar o MACD horário para uma entrada a favor da tendência. Se o índice não aguentar os 3750 e principalmente os 3710/20, este “rally” estará terminado rapidamente.   Análise Anterior: S&P500 @ 3749.63 (fecho de segunda-feira)   Desde a última nota, tivemos de facto uma última puxada dos 4070, para a posterior quebra desta importante referência. Quando olhamos para o gráfico semanal, constatamos que depois de uma consolidação prolongada o preço se mostrou incapaz de recuperar a 1ª retracção de Fibonacci. A energia acumulada nessa consolidação e a frustação dos investidores, levou a uma colagem rápida à seguinte retracção quando os compradores foram vencidos. Em teoria, abaixo dos 4198 e principalmente abaixo dos 3814, devemos esperar 3505 e depois um teste aos 3196 (“golden retracement”). É também essa a nossa expectativa. Como suporte intermédio antes de um teste à zona dos 3500, a exponencial das 200 semanas, nesta altura nos 3639.   . O mercado continua muito técnico, mas os fortes “gaps” de abertura têm dificultado o “trading” de curto prazo. Destacámos no gráfico diário os últimos dois “gaps”, que são agora resistências e referências para “trading” (3901 e 4018). Sinais de venda no MACD horário, aberturas em forte alta ou “news flow” positivo, devem ser vistos como oportunidades de venda. Nestes períodos de maior volatilidade, faz sentido assumir riscos menores, “stops” mais largos e objectivos mais ambiciosos.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
13.07.2022 15:43
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @3431 O índice mantém alguma resiliência mas continua a apontar para baixo, sugerimos por isso uma alteração do “stop” para o “breakeven” (entrada @ 3486). Mantemos o objectivo defendido. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3486 O índice testou já a zona dos 50% de Fibonacci e encetou uma recuperação que estamos novamente a ver como uma oportunidade de venda. Este recuperação poderá ainda atingir valores na zona dos 3600, ou mesmo 3900/4000, mas não é essa para já a nossa expectativa: Os indicadores de sentimento que utilizamos ainda estão longe de uma zona de capitulação, pelo que esperamos novos mínimos.   O gráfico horário já inverteu com novas divergências negativas pelo que sugerimos uma entrada nos níveis actuais, 3486, com um “stop” nos 3516 e como objectivo, os 3186. Rácio retorno/risco ~10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3502 O índice testou os 3592/9 e reagiu negativamente, com os indicadores a mostrarem uma fraqueza muito grande. O gráfico horário acabou por confirmar um sinal de venda nos 3528 (reforçado com o “gap down” de hoje na mesma zona). É uma semana forte em eventos, os máximos ficaram bem acima da zona onde os indicadores confirmaram novo sinal de venda, pelo que devemos esperar por uma puxada para uma entrada. Os objectivos mantêm-se, os 3400 e em seguida os 3200. Teremos de reavaliar apenas com dois fechos diários consecutivos acima dos 3608.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3493 O índice Europeu acompanhou a consolidação do índice S&P500 e acelerou claramente no sentido descendente no final da última semana. O “bias” continua negativo pelo que, numa óptica de “trading” estamos apenas a olhar para as resistências. Destacamos os 3527 e em seguida o intervalo 3592/9. Referências técnicas para usar como objectivo, os 3400 e em seguida a zona dos 3200.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3881 O índice atingiu mesmo e ultrapassou os 3830. A partir desta zona, qualquer inversão pode trazer a tendência dominante de volta. O preço desenhou ontem um sinal de venda no MACD horário, mas com o preço acima dos 3830 o que suscita dúvidas no curto prazo. Vamos monitorizar os 3772 e os 3832 como referências para as próximas sessões. A sustentação acima dos 3830 pode levar o índice a testar a retracção de Fibonacci seguinte (3918), já na zona da exponencial dos 200 dias (hoje nos 3945). Ao contrário de meses e meses de subidas sem recuos (sustentabilidade), este padrão de baixa apresenta para já sinais de muita consistência, pelo que a quebra dos 3775 poe trazer um acelerar do movimento descendente.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3774 A abertura de hoje acima dos 3750 abre a possibilidade de esta recuperação poder levar o preço acima dos 3830, pelo caminho uma resistência intermédia nos 3772. Por outro lado, a incapacidade de sustentar acima da abertura de hoje (3758) e principalmente se quebrar os 3750 novamente em baixa, seria um sinal de cansaço claro e voltaríamos rapidamente às quedas.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3742  O índice está pela primeira vez em semanas a negociar acima das exponenciais de curto prazo (13 e 22 dias). Se aguentaresta zona, podemos defender a continuação da recuperação técnica até aos 3802/35 ou mesmo até à exponencial dos 200 dias, hoje nos 3968 com inclinação negativa. A incapacidade para aguentar os 3697 deve sinalizar o fim da recuperação e a retoma da tendência dominante. Numa óptica de “trading” estamos a ver esta subida como uma oportunidade de venda.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3636  O índice não conseguiu mesmo reconquistar os 3800, tendo inclusive reagido muito negativamente à abertura eufórica de ontem. Como resultado temos o preço a testar o 2º suporte que destacamos na última nota (3630). O “bias” continua claramente negativo e devemos assistir a um aumento da volatilidade e das amplitudes médias diárias. Como resistências/pontos de venda: 3706/21, depois os 3803 e por fim os 3840. Próximos níveis a ser testados em baixa, os 3524 e em seguida os mínimos de Março, já abaixo dos 3400.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3784  O índice Europeu negociou claramente acima dos 3875 desenhando uma “trap” muito “bearish” do ponto de vista técnico. Em 2 sessões colou novamente à base da consolidação das últimas semanas, mostrando muita fraqueza. O MACD horário suporta uma recuperação de curto prazo, mas sem a reconquista rápida dos 3800 sugerimos redobradas cautelas.  A incapacidade para se manter dentro do “range” das últimas semanas deverá implicar uma aceleração do movimento descendente. Como suportes de curto prazo, os 3707 e em seguida os 3630.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3854  O índice reagiu bem ao “gap down” abaixo dos 3800 e continua a consolidar nos mesmo níveis desde o início de Abril. Mantemos um bias negativo e alargamos um pouco o “range” que estamos a monitorizar para o intervalo definido entre as retracções de 38.2% (3782) e os 23.6% (3875). Os gráficos de prazo mais alargado apontam para uma quebra em baixa, mas vamos aguardar por uma confirmação do preço.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3781  A consolidação esperada parece ter acabado hoje com uma abertura em “gap down” abaixo da zona de suporte 3825/50. Este intervalo é agora a nossa referência como resistência e manteremos um “bias” negativo enquanto o preço não reconquistar o anterior suporte. Destacamos algumas zona técnicas importantes para as próximas sessões. 3782 e em seguida 3707.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3852  O índice não aguentou os suportes de curto prazo e está novamente a suportar no “gap up” que colocou o preço acima da exponencial dos 200 períodos. O gráfico horário sugere pelo menos uma consolidação nesta zona, mas a sustentação abaixo dos 3825 seria um sinal de fraqueza importante. Destacamos ainda o intervalo 3920/40, anterior suporte, como resistência de curto prazo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3954  A nossa expectativa não se concretizou e a possibilidade do índice reentrar no canal descendente materializou-se.Vamos manter um “bias” neutro no intervalo 3900/4000, e destacamos duas resistências importantes neste período temporal de análise: Desde logo a exponecial dos 200 dias e em seguida o topo do canal descendente representado.     Fazemos notar a “bear trap” no último sinal de venda do MACD horário, pelo que com o preço acima do intervalo 3920/40 vamos para já ignorar novo sinal de venda. O final do mês/trimsestre deve trazer alguns movimentos mais pronunciados, pelo que reforçamos a importância do intervalo 3920/40 como suporte de curto prazo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3865  O sinal de venda no oscilador, não trouxe, conforme esperado, a inversão do MACD horário e o preço acabou por invalidar o que esperávamos. A inversão do MACD horário está agora confirmada pelo que vamos insistir na ideia defendida ontem com dois planos que passamos a sugerir com entrada nos níveis actuais (3865):   - Como objectivo os 3565 e como “stop” definimos os 3895 – Continuamos com 1/32 do risco máximo (rácio retorno risco de 10)   - Neste caso definimos um “stop” acima dos máximos de ontem nos 3935 e como objectivo os 3165 - Continuamos com 1/32 do risco máximo (rácio retorno risco de 10)   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3683  A nossa expectativa mantém-se, mas surge novamente a possibilidade de uma reentrada no canal descendente que acompanhamos há algumas semanas e até um teste à referência na zona dos 4100. Por outro lado, o gráfico horário mostra novamente a possibilidade de mais um movimento de baixa. A ideia defendida nas últimas notas foi invalidada ontem (“stop” no “breakeven”), pelo que podemos sugerir nova entrada nos níveis actuais (3863) com um “stop” @ 3893 e como objectivo, continuamos a olhar para o intervalo 3200/3300 - escolhemos os 3263 como alvo. Mantemos 1/32 do risco máximo e temos neste caso um rácio retorno/risco de 20.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3673  O movimento de baixa sinalizado pelo gráfico horário parece estar em marcha, o fecho de ontem nos 3741 é primeira referência como resistência para o curto prazo. Sugerimos para já a eliminação do risco assumido ontem (entrada @ 3750) com a alteração do “stop” para o “breakeven”. Próximo suporte de curto prazo na zona dos 3600. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3750  O índice ficou claramente aquém das nossas zonas de venda, continuando a mostrar um padrão de baixa muito claro. O gráfico horário sinaliza novo movimento descendente e a forma como o índice galgou o intervalo 3200/400 sugere que os mínimos neste movimento serão próximo dessa zona.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3750) com um “stop” nos 3800 e como objectivo os 3250. Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4027  O índice quebrou de forma clara a zona dos 4000 e acabou a desenhar uma vela de inversão. O canal descendente só deve ser negociado no topo, mas a zona dos 4000 é relevante numa óptica de “trading”.     Tendo presente os dois fechos diários anteriores abaixo dos 4000, constatamos um sinal de compra de curto prazo com o fecho horário nos 4012. Os indicadores estão em zona neutra e a abertura de hoje sugere cautelas, pelo que vamos esperar por um recuo nos indicadores horários (e idealmente no preço até à zona dos 3980/4000) para tentar elaborar um plano de entrada. Se a reacção do preço nesta zona for positiva, podemos defender tecnicamente um ida ao intervalo 4110/70.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4098  O índice continua na direcção esperada e o gráfico horário começa a chegar a uma zona onde pode ter uma reacção. Sugerimos então uma alteração do “stop” para os 4123 (garantindo 2X o risco inicial). Aproveitamos para deixar mais 3 possíveis alterações:   - A quebra em negociação dos 4080 permitiria alterar novamente o “stop”, agora para os 4103 - A quebra em negociação dos 4060 levaria a nova alteração, desta vez para os 4083   - Por fim, a quebra em negociação dos 4040 obrigaria a nova alteração para os 4063 Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4163 O índice continua dentro do canal descendente desde o início do ano. Ainda é possível, obviamente, novo teste ao topo do canal, com o preço a voltar acima da exponencial dos 200 períodos, mas o MACD horário já está a dar os primeiros sinais de alarme, assim como o oscilador que utilizamos. O quadro técnico aponta para nova rejeição da zona dos 4120, pelo que podemos então sugerir uma entrada nos níveis actuais (4163) com um “stop” nos 4183 e como objectivo, os 4003 (rácio retorno/risco de 8). Continuamos com 1/32 do risco máximo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4138  Estão confirmados os sinais de venda de curto prazo, a quebra da zona do “gap up” reforça o nosso “bias” mas faz sentido alterar o “stop” para o “breakeven”. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4163 O índice continua dentro do canal descendente desde o início do ano. Ainda é possível, obviamente, novo teste ao topo do canal, com o preço a voltar acima da exponencial dos 200 períodos, mas o MACD horário já está a dar os primeiros sinais de alarme, assim como o oscilador que utilizamos. O quadro técnico aponta para nova rejeição da zona dos 4120, pelo que podemos então sugerir uma entrada nos níveis actuais (4163) com um “stop” nos 4183 e como objectivo, os 4003 (rácio retorno/risco de 8). Continuamos com 1/32 do risco máximo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4028  A quebra da Bandeira de baixa trouxe o teste esperado aos 4000. Identificamos facilmente várias consolidações semelhantes “em cima” da exponencial dos 200 dias. A abertura de hoje, com novo “gap down” deixado na zona da exponencial, é um importante sinal de alarme. A reconquista dos 4100/20 é fundamental para invalidar um inversão de tendência. No sentido inverso, o próximo patamar está no intervalo 3850/900.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4132  O índice ainda conseguiu um abertura em “gap up” acima dos 4230 (e algumas horas acima da exponencial dos 200 períodos – o que impediu um plano de entrada) mas acabou por rejeitar essa zona e quebrar a bandeira de baixa que destacamos (canal ascendente sombreado). O “bias” continua negativo e ganha especial importância a zona dos 4000 como suporte! Ainda é possível novo movimento de alta no curto prazo até aos 4195 (zona da eponencial referida), mas o expectável é um novo teste aos 4000.     Análise Técnica: Eurostoxx50 @ 4146  A quebra dos 4230 trouxe o esperado teste à exponencial dos 200 dias. Iremos manter alguma neutralidade nesta zona, sendo que a retoma dos 4230 seria um sinal de força e, por outro lado, a quebra dos 4000 seria um sinal muito forte.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4227  Depois do fecho de ontem novamente junto aos 4300, a abertura de hoje coloca o índice no extremo oposto da consolidação das últimas sessões. A sustentação abaixo dos 4230/66 sugere um teste à exponencial dos 200 dias (na zona dos 4100). A confirmar-se esta possibildade, também o Eurostoxx passa a estar com um claro bias negativo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4252  A índice aguentou apenas uma semana cima dos 4300 e a quebra dessa zona trouxe o esperado teste ao suporte de curto prazo (4230/66). A sustentação acima desta zona pode trazer novamente um bias mais positivo, mas se tal não acontecer, a exponencial dos 200 dias será o próximo patamar a ser testado (hoje nos 4103). Fazemos notar a existência de um suporte intermédio no intervalo 4165/75.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4343  O índice começou o ano com um “gap up” que nos define já uma primeira referência para as próximas semanas. Manteremos um bias positivo enquanto o preço se mantiver acima desta zona. A abordagem continuará componente a componente, até uma quebra desta referência (definimos para simplicar os 4300 como essa referência). A quebra deste nível poderá trazer um recuo e um teste aos suportes: 4230/66 como suporte de curto prazo e em seguida a exponencial dos 200 dias nos 4080.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.07.2022 10:08
Análise Técnica
Nasdaq-100
Nasdaq-100 @ 11860.28 (fecho de segunda-feira)  O padrão do índice tecnológico continua evidente, mesmo após a consolidação das últimas duas semanas. Abaixo dos 12270 o “bias” é claro – “bearish”. A quebra dos 11768 deve empurrar o Nasdaq-100 para a retracção seguinte, nos 61.8% (10589). Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
11.07.2022 16:01
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3858   O índice aguentou a zona dos  3765 e encetou novo movimento de alta que parou na zona dos 3900. Desde que o preço não saida do intervalo 3843/3907 é natural que a quebra deste “range” seja em baixa. Reavaliamos acima dos 3907 ou abaixo dos 3843 (dois fechos diários consecutivos). Análise Anterior: S&P500 @ 3759   O índice conseguiu durante a noite de hoje testar a nossa zona de referência (3853/60). Infelizmente, continuamos sem ter um sinal de venda claro (para posicionamentos menos agressivos), conforme destacamos no MACD horário, mas o bias mantém-se, os intervenientes continuam a comprar as quedas e o sentimento está muito longe de mostrar sinais semelhantes a todos os fundos vistos até hoje em tendências de queda (como referência, VIX a 29, nunca tivemos um fundo de “bear market”, mesmo de curto prazo, sem fazer acima dos 40). Voltemos ao preço, A quebra dos 3815 deve trazer de volta a tendência com os objectivos de curto prazo no intervalo 3200/500, mas temos de reforçar a ideia dos últimos meses, enquanto o sentimento não se alterar, os objectivos deverão continuar a ser ultrapassados com facilidade.   Análise Anterior: S&P500 @ 3809   O “sell-off” de ontem depois do fecho Europeu é o 1º sinal da retoma da tendência “bearish” dos últimos meses. Abaixo dos 3853/60 o “bias é fortemente negativo e só a reconquista dos 3907 poderá adiar a remota da direcção dominante.  Por outro lado, a incapacidade para aguentar os 3815, deve levar o índice para novos mínimos em breve (no intervalo 3200/500). Fazemos notar o reduzido pessimismo para a situação técnica actual do mercado. Repetimos, mau sinal, os “rallies” são oportunidades de venda. Reavaliaríamos com dois fechos diários consecutivos acima dos 3907.   Análise Anterior: S&P500 @ 3911.74 (fecho de sexta-feira) A recuperação já permitiu ao índice fechar acima da zona dos 3900. É esta a nossa referência para o curto prazo como suporte. A quebra desta zona deve trazer de volta a tendência dos últimos meses. Por outro lado, enquanto este suporte aguentar, podemos defender um teste ao intervalo 3971/4017 nas próximas sessões. Resistência intermédia no intervalo 3942/58.   Análise Anterior: S&P500 @ 3761   O índice parou no suporte intermédio que referimos, na zona da exponencial das 200 semanas (3639), desenhou uma divergência positiva no gráfico horário e está a encetar uma recuperação. Estes movimento tornam muito mais sólida esta descida que os “rallies” a que assistimos nos últimos anos, com várias semanas de movimentos parabólicos “a direito”. O sentimento continua muito longe de poder sinalizar um mínimo e é clara a apetência por risco ao menor sinal de recuperação: Mau sinal. Os movimento de subida em “Bear market” são historicamente dos mais violentos, pelo que não iremos antecipar o fim destas recuperações, mas sim entrar após confirmação que terminaram. Como referências em alta, os intervalo 3761/90 e em seguida 3815/40 ou mesmo o “gap” na zona dos 3900. Iremos monitorizar o MACD horário para uma entrada a favor da tendência. Se o índice não aguentar os 3750 e principalmente os 3710/20, este “rally” estará terminado rapidamente.   Análise Anterior: S&P500 @ 3749.63 (fecho de segunda-feira)   Desde a última nota, tivemos de facto uma última puxada dos 4070, para a posterior quebra desta importante referência. Quando olhamos para o gráfico semanal, constatamos que depois de uma consolidação prolongada o preço se mostrou incapaz de recuperar a 1ª retracção de Fibonacci. A energia acumulada nessa consolidação e a frustação dos investidores, levou a uma colagem rápida à seguinte retracção quando os compradores foram vencidos. Em teoria, abaixo dos 4198 e principalmente abaixo dos 3814, devemos esperar 3505 e depois um teste aos 3196 (“golden retracement”). É também essa a nossa expectativa. Como suporte intermédio antes de um teste à zona dos 3500, a exponencial das 200 semanas, nesta altura nos 3639.   . O mercado continua muito técnico, mas os fortes “gaps” de abertura têm dificultado o “trading” de curto prazo. Destacámos no gráfico diário os últimos dois “gaps”, que são agora resistências e referências para “trading” (3901 e 4018). Sinais de venda no MACD horário, aberturas em forte alta ou “news flow” positivo, devem ser vistos como oportunidades de venda. Nestes períodos de maior volatilidade, faz sentido assumir riscos menores, “stops” mais largos e objectivos mais ambiciosos.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
08.07.2022 14:19
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
Eurostoxx50 @ 3486 O índice testou já a zona dos 50% de Fibonacci e encetou uma recuperação que estamos novamente a ver como uma oportunidade de venda. Este recuperação poderá ainda atingir valores na zona dos 3600, ou mesmo 3900/4000, mas não é essa para já a nossa expectativa: Os indicadores de sentimento que utilizamos ainda estão longe de uma zona de capitulação, pelo que esperamos novos mínimos.   O gráfico horário já inverteu com novas divergências negativas pelo que sugerimos uma entrada nos níveis actuais, 3486, com um “stop” nos 3516 e como objectivo, os 3186. Rácio retorno/risco ~10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3502 O índice testou os 3592/9 e reagiu negativamente, com os indicadores a mostrarem uma fraqueza muito grande. O gráfico horário acabou por confirmar um sinal de venda nos 3528 (reforçado com o “gap down” de hoje na mesma zona). É uma semana forte em eventos, os máximos ficaram bem acima da zona onde os indicadores confirmaram novo sinal de venda, pelo que devemos esperar por uma puxada para uma entrada. Os objectivos mantêm-se, os 3400 e em seguida os 3200. Teremos de reavaliar apenas com dois fechos diários consecutivos acima dos 3608.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3493 O índice Europeu acompanhou a consolidação do índice S&P500 e acelerou claramente no sentido descendente no final da última semana. O “bias” continua negativo pelo que, numa óptica de “trading” estamos apenas a olhar para as resistências. Destacamos os 3527 e em seguida o intervalo 3592/9. Referências técnicas para usar como objectivo, os 3400 e em seguida a zona dos 3200.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3881 O índice atingiu mesmo e ultrapassou os 3830. A partir desta zona, qualquer inversão pode trazer a tendência dominante de volta. O preço desenhou ontem um sinal de venda no MACD horário, mas com o preço acima dos 3830 o que suscita dúvidas no curto prazo. Vamos monitorizar os 3772 e os 3832 como referências para as próximas sessões. A sustentação acima dos 3830 pode levar o índice a testar a retracção de Fibonacci seguinte (3918), já na zona da exponencial dos 200 dias (hoje nos 3945). Ao contrário de meses e meses de subidas sem recuos (sustentabilidade), este padrão de baixa apresenta para já sinais de muita consistência, pelo que a quebra dos 3775 poe trazer um acelerar do movimento descendente.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3774 A abertura de hoje acima dos 3750 abre a possibilidade de esta recuperação poder levar o preço acima dos 3830, pelo caminho uma resistência intermédia nos 3772. Por outro lado, a incapacidade de sustentar acima da abertura de hoje (3758) e principalmente se quebrar os 3750 novamente em baixa, seria um sinal de cansaço claro e voltaríamos rapidamente às quedas.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3742  O índice está pela primeira vez em semanas a negociar acima das exponenciais de curto prazo (13 e 22 dias). Se aguentaresta zona, podemos defender a continuação da recuperação técnica até aos 3802/35 ou mesmo até à exponencial dos 200 dias, hoje nos 3968 com inclinação negativa. A incapacidade para aguentar os 3697 deve sinalizar o fim da recuperação e a retoma da tendência dominante. Numa óptica de “trading” estamos a ver esta subida como uma oportunidade de venda.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3636  O índice não conseguiu mesmo reconquistar os 3800, tendo inclusive reagido muito negativamente à abertura eufórica de ontem. Como resultado temos o preço a testar o 2º suporte que destacamos na última nota (3630). O “bias” continua claramente negativo e devemos assistir a um aumento da volatilidade e das amplitudes médias diárias. Como resistências/pontos de venda: 3706/21, depois os 3803 e por fim os 3840. Próximos níveis a ser testados em baixa, os 3524 e em seguida os mínimos de Março, já abaixo dos 3400.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3784  O índice Europeu negociou claramente acima dos 3875 desenhando uma “trap” muito “bearish” do ponto de vista técnico. Em 2 sessões colou novamente à base da consolidação das últimas semanas, mostrando muita fraqueza. O MACD horário suporta uma recuperação de curto prazo, mas sem a reconquista rápida dos 3800 sugerimos redobradas cautelas.  A incapacidade para se manter dentro do “range” das últimas semanas deverá implicar uma aceleração do movimento descendente. Como suportes de curto prazo, os 3707 e em seguida os 3630.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3854  O índice reagiu bem ao “gap down” abaixo dos 3800 e continua a consolidar nos mesmo níveis desde o início de Abril. Mantemos um bias negativo e alargamos um pouco o “range” que estamos a monitorizar para o intervalo definido entre as retracções de 38.2% (3782) e os 23.6% (3875). Os gráficos de prazo mais alargado apontam para uma quebra em baixa, mas vamos aguardar por uma confirmação do preço.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3781  A consolidação esperada parece ter acabado hoje com uma abertura em “gap down” abaixo da zona de suporte 3825/50. Este intervalo é agora a nossa referência como resistência e manteremos um “bias” negativo enquanto o preço não reconquistar o anterior suporte. Destacamos algumas zona técnicas importantes para as próximas sessões. 3782 e em seguida 3707.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3852  O índice não aguentou os suportes de curto prazo e está novamente a suportar no “gap up” que colocou o preço acima da exponencial dos 200 períodos. O gráfico horário sugere pelo menos uma consolidação nesta zona, mas a sustentação abaixo dos 3825 seria um sinal de fraqueza importante. Destacamos ainda o intervalo 3920/40, anterior suporte, como resistência de curto prazo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3954  A nossa expectativa não se concretizou e a possibilidade do índice reentrar no canal descendente materializou-se.Vamos manter um “bias” neutro no intervalo 3900/4000, e destacamos duas resistências importantes neste período temporal de análise: Desde logo a exponecial dos 200 dias e em seguida o topo do canal descendente representado.     Fazemos notar a “bear trap” no último sinal de venda do MACD horário, pelo que com o preço acima do intervalo 3920/40 vamos para já ignorar novo sinal de venda. O final do mês/trimsestre deve trazer alguns movimentos mais pronunciados, pelo que reforçamos a importância do intervalo 3920/40 como suporte de curto prazo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3865  O sinal de venda no oscilador, não trouxe, conforme esperado, a inversão do MACD horário e o preço acabou por invalidar o que esperávamos. A inversão do MACD horário está agora confirmada pelo que vamos insistir na ideia defendida ontem com dois planos que passamos a sugerir com entrada nos níveis actuais (3865):   - Como objectivo os 3565 e como “stop” definimos os 3895 – Continuamos com 1/32 do risco máximo (rácio retorno risco de 10)   - Neste caso definimos um “stop” acima dos máximos de ontem nos 3935 e como objectivo os 3165 - Continuamos com 1/32 do risco máximo (rácio retorno risco de 10)   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3683  A nossa expectativa mantém-se, mas surge novamente a possibilidade de uma reentrada no canal descendente que acompanhamos há algumas semanas e até um teste à referência na zona dos 4100. Por outro lado, o gráfico horário mostra novamente a possibilidade de mais um movimento de baixa. A ideia defendida nas últimas notas foi invalidada ontem (“stop” no “breakeven”), pelo que podemos sugerir nova entrada nos níveis actuais (3863) com um “stop” @ 3893 e como objectivo, continuamos a olhar para o intervalo 3200/3300 - escolhemos os 3263 como alvo. Mantemos 1/32 do risco máximo e temos neste caso um rácio retorno/risco de 20.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3673  O movimento de baixa sinalizado pelo gráfico horário parece estar em marcha, o fecho de ontem nos 3741 é primeira referência como resistência para o curto prazo. Sugerimos para já a eliminação do risco assumido ontem (entrada @ 3750) com a alteração do “stop” para o “breakeven”. Próximo suporte de curto prazo na zona dos 3600. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 3750  O índice ficou claramente aquém das nossas zonas de venda, continuando a mostrar um padrão de baixa muito claro. O gráfico horário sinaliza novo movimento descendente e a forma como o índice galgou o intervalo 3200/400 sugere que os mínimos neste movimento serão próximo dessa zona.   Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (3750) com um “stop” nos 3800 e como objectivo os 3250. Rácio retorno/risco de 10 e continuamos com 1/32 do risco máximo.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4027  O índice quebrou de forma clara a zona dos 4000 e acabou a desenhar uma vela de inversão. O canal descendente só deve ser negociado no topo, mas a zona dos 4000 é relevante numa óptica de “trading”.     Tendo presente os dois fechos diários anteriores abaixo dos 4000, constatamos um sinal de compra de curto prazo com o fecho horário nos 4012. Os indicadores estão em zona neutra e a abertura de hoje sugere cautelas, pelo que vamos esperar por um recuo nos indicadores horários (e idealmente no preço até à zona dos 3980/4000) para tentar elaborar um plano de entrada. Se a reacção do preço nesta zona for positiva, podemos defender tecnicamente um ida ao intervalo 4110/70.   Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4098  O índice continua na direcção esperada e o gráfico horário começa a chegar a uma zona onde pode ter uma reacção. Sugerimos então uma alteração do “stop” para os 4123 (garantindo 2X o risco inicial). Aproveitamos para deixar mais 3 possíveis alterações:   - A quebra em negociação dos 4080 permitiria alterar novamente o “stop”, agora para os 4103 - A quebra em negociação dos 4060 levaria a nova alteração, desta vez para os 4083   - Por fim, a quebra em negociação dos 4040 obrigaria a nova alteração para os 4063 Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4163 O índice continua dentro do canal descendente desde o início do ano. Ainda é possível, obviamente, novo teste ao topo do canal, com o preço a voltar acima da exponencial dos 200 períodos, mas o MACD horário já está a dar os primeiros sinais de alarme, assim como o oscilador que utilizamos. O quadro técnico aponta para nova rejeição da zona dos 4120, pelo que podemos então sugerir uma entrada nos níveis actuais (4163) com um “stop” nos 4183 e como objectivo, os 4003 (rácio retorno/risco de 8). Continuamos com 1/32 do risco máximo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4138  Estão confirmados os sinais de venda de curto prazo, a quebra da zona do “gap up” reforça o nosso “bias” mas faz sentido alterar o “stop” para o “breakeven”. Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4163 O índice continua dentro do canal descendente desde o início do ano. Ainda é possível, obviamente, novo teste ao topo do canal, com o preço a voltar acima da exponencial dos 200 períodos, mas o MACD horário já está a dar os primeiros sinais de alarme, assim como o oscilador que utilizamos. O quadro técnico aponta para nova rejeição da zona dos 4120, pelo que podemos então sugerir uma entrada nos níveis actuais (4163) com um “stop” nos 4183 e como objectivo, os 4003 (rácio retorno/risco de 8). Continuamos com 1/32 do risco máximo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4028  A quebra da Bandeira de baixa trouxe o teste esperado aos 4000. Identificamos facilmente várias consolidações semelhantes “em cima” da exponencial dos 200 dias. A abertura de hoje, com novo “gap down” deixado na zona da exponencial, é um importante sinal de alarme. A reconquista dos 4100/20 é fundamental para invalidar um inversão de tendência. No sentido inverso, o próximo patamar está no intervalo 3850/900.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4132  O índice ainda conseguiu um abertura em “gap up” acima dos 4230 (e algumas horas acima da exponencial dos 200 períodos – o que impediu um plano de entrada) mas acabou por rejeitar essa zona e quebrar a bandeira de baixa que destacamos (canal ascendente sombreado). O “bias” continua negativo e ganha especial importância a zona dos 4000 como suporte! Ainda é possível novo movimento de alta no curto prazo até aos 4195 (zona da eponencial referida), mas o expectável é um novo teste aos 4000.     Análise Técnica: Eurostoxx50 @ 4146  A quebra dos 4230 trouxe o esperado teste à exponencial dos 200 dias. Iremos manter alguma neutralidade nesta zona, sendo que a retoma dos 4230 seria um sinal de força e, por outro lado, a quebra dos 4000 seria um sinal muito forte.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4227  Depois do fecho de ontem novamente junto aos 4300, a abertura de hoje coloca o índice no extremo oposto da consolidação das últimas sessões. A sustentação abaixo dos 4230/66 sugere um teste à exponencial dos 200 dias (na zona dos 4100). A confirmar-se esta possibildade, também o Eurostoxx passa a estar com um claro bias negativo.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4252  A índice aguentou apenas uma semana cima dos 4300 e a quebra dessa zona trouxe o esperado teste ao suporte de curto prazo (4230/66). A sustentação acima desta zona pode trazer novamente um bias mais positivo, mas se tal não acontecer, a exponencial dos 200 dias será o próximo patamar a ser testado (hoje nos 4103). Fazemos notar a existência de um suporte intermédio no intervalo 4165/75.     Análise Anterior: Eurostoxx50 @ 4343  O índice começou o ano com um “gap up” que nos define já uma primeira referência para as próximas semanas. Manteremos um bias positivo enquanto o preço se mantiver acima desta zona. A abordagem continuará componente a componente, até uma quebra desta referência (definimos para simplicar os 4300 como essa referência). A quebra deste nível poderá trazer um recuo e um teste aos suportes: 4230/66 como suporte de curto prazo e em seguida a exponencial dos 200 dias nos 4080.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.07.2022 11:58
Hidrogénio
Tendência de Investimento
Com os combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo, a enfrentar um futuro incerto e os preços do gás natural a atingir valores recordes, as atenções voltam-se para o hidrogénio que desempenha um papel fundamental na transição energética.   O que é o hidrogénio verde? O hidrogénio é dos elementos mais abundantes do Planeta Terra. Apesar da sua abundância, raramente se encontra no seu estado isolado. Normalmente ele encontra-se combinado com outros elementos como no caso da molécula da água (H2O) que contém 2 átomos de hidrogénio. Deste modo, para produzir hidrogénio é necessário separá-lo de outra molécula. O hidrogénio verde é o nome que se dá ao hidrogénio obtido pela eletrólise da água. Ou seja, por efeito da passagem de uma corrente elétrica pela água, essa energia permite separar os átomos de oxigénio e de hidrogénio. Por este processo não necessitar de combustíveis fósseis para a sua produção é que se lhe dá o nome de verde. É o método “mais limpo” de obter hidrogénio e aquele em que a União Europeia pretende investir no longo prazo. Por ser necessário utilizar energia para obter hidrogénio ficamos com um dilema pois, é preciso “gastar” energia no processo de produção de hidrogénio enquanto que essa poderia ser armazenada diretamente numa bateria. A título de exemplo, uma central hidroelétrica produziria eletricidade e essa seria utilizada para a eletrólise da água. O maior problema desta estratégia é que é ainda uma maneira cara de obter hidrogénio. Neste momento, o processo de obtenção de hidrogénio mais utilizado (por ser mais barato) é a reforma a vapor catalítica do gás natural que, como o nome indica, combina gás natural e vapor de água e, quando combinados em condições de pressão e temperatura ideais, produzem hidrogénio. Contudo, um dos subprodutos desta reação é o dióxido de carbono. Isto representa um problema pois atualmente a maneira mais barata de obter um “combustível verde” liberta CO2 na sua produção, que é aquilo que se está a tentar evitar. Por isso o processo mais promissor, e aquele onde se estão a fazer mais investimentos tecnológicos, é na eletrólise da água.   Vantagens do Hidrogénio - Evita a emissão de gases poluentes ou gases efeito estufa - Processo de conversão de energia leva à produção de água e não de resíduos tóxicos - Elevada densidade energética - Um grande volume de hidrogénio pode ser armazenado facilmente - Grande potencial no sector dos transportes "Estima-se que a transição para o hidrogénio limpo conduziria a investimentos em infraestruturas no valor de 11 biliões de dólares e criaria mais de 30 milhões de empregos em todo o mundo até 2050" Fonte: Amundi A importância do Hidrogénio Uma mudança para um mundo mais sustentável demora tempo e não vai ser feita de um dia para o outro. Assim, o que podemos afirmar é que a tendência de longo prazo será um aumento da percentagem do consumo total de energia por parte das renováveis e uma diminuição progressiva da percentagem atribuída a energias fósseis. NET ZERO A emergência das alterações climáticas exige compromissos globais para emissões zero de CO2 até 2050. As energias renováveis por si só não são suficientes para atingir este objetivo. O hidrogénio, como uma molécula de combustão limpa é um portador de energia versátil e uma solução eficiente de armazenamento de energia.     O caminho para a implementação do hidrogénio limpo está a ser beneficiado por: - A descarbonização global e a procura pela sustentabilidade - Inovações e avanços impressionantes nas tecnologias do hidrogénio - Forte apoio financeiro por parte dos sectores público e privado   O hidrogénio produzido de forma limpa e os seus derivados podem actuar como portador de energia verde e descarbonizar- sectores difíceis ou impossíveis de eletrificar, bem como impulsionar as energias renováveis, servindo como meio de armazenamento de energia excedentária.   O combustível do futuro? Num mundo cada vez menos dependente de combustíveis fósseis, o hidrogénio tem um papel fundamental na aceleração dessa mudança a fim de se atingir a neutralidade carbónica. É praticamente uma certeza que o futuro será das energias alternativas no longo prazo. A grande questão que se pode colocar neste momento é, qual será o próximo vetor da energia alternativa. Por exemplo, iremos ter carros alimentados a bateria, como no caso da Tesla, ou a células de hidrogénio como no caso do Hyundai NEXO? Custo dos diferentes combustíveis: Para comparar os custos entre as diversas opções de Energia, a Deloitte publicou um artigo onde compara o custo total de posse (TCO: estimativa do custo de um bem durante todo o seu tempo de vida útil) entre veículos alimentados com células de hidrogénio, baterias e gasolina. É de realçar que esta comparação não toma em consideração nenhum subsídio dado às energias renováveis. Fonte: Delloite, Purchase Cost – Custo do veículo, Operation costs – Gasto operacional do veículo (inclui manutenção, combustível, etc..), FCEV- Fuel Cell Electric Vehicle (alimentados a hidrogénio), BEV - Battery Electric Vehicle (alimentados com bateria), ICEV - Internal Combustion Engine Vehicle (alimentados por derivados do petróleo)   Como se pode ver na figura 1, o custo total de posse de um veículo alimentado a hidrogénio é de cerca de duas vezes mais caro que a gasolina, em 2019. Contudo, se forem feitos investimentos em hidrogénio este pode cair imenso. Outro artigo da Hydrogen Council sugere que o principal motivo para os altos custos do hidrogénio é derivado principalmente da falta de economias de escala, tanto na produção como na distribuição. Os autores acreditam economias de escala irá diminuir drasticamente os custos associados ao hidrogénio e que em 2030 os veículos comerciais e de transporte para longas distâncias vão ser uma alternativa limpa competitiva. As projeções da Deloitte também parecem concordar com essa afirmação e, como podemos ver na figura 2, o custo total da posse de veículos de hidrogénio irá igualar os veículos de gasolina em 2026 se investimentos forem feitos. Fonte: Delloite, FCEV- Fuel Cell Electric Vehicle (alimentados a hidrogénio), BEV - Battery Electric Vehicle (alimentados com bateria), ICEV - Internal Combustion Engine Vehicle (alimentados por derivados do petróleo) Carros alimentados a bateria ou hidrogénio? É praticamente uma certeza que o futuro será das energias alternativas no longo prazo. A grande questão que se pode colocar neste momento é, qual será o próximo vetor da energia alternativa. Por exemplo, iremos ter carros alimentados a bateria, como no caso da Tesla, ou a células de hidrogénio como no caso do Hyundai NEXO? Para tentar responder a esta questão vamos analisar as diferenças entre elas:   Assumindo que no futuro serão feitos investimentos em infraestruturas para ambos, a principal diferença será o preço de abastecimento (será menor no caso das baterias dado o seu alto aproveitamento energético), o tempo de carregamento e a possibilidade ou não de ser adotado para transportes de longa distância. Por o hidrogénio ser inflamável também há o risco que, em caso de acidente, possa haver mais danos em veículos de hidrogénio. Relembramos o caso do dirigível Hindenburg que sofreu um trágico acidente em 1937 por causa de uma fuga de hidrogénio. No entanto, nos dias de hoje, os tanques de armazenamento de hidrogénio são milhares de vezes mais resistentes e já foram feitos inúmeros testes de segurança e os novos veículos sempre passaram com êxito.   Fonte: Volkswagen     Concluindo, tanto as células de hidrogénio como as baterias têm as suas vantagens e desvantagens e podemos dizer que o futuro do fornecimento de energia será uma mistura dos dois. As características das baterias fazem com que elas sejam mais eficientes e possam ser facilmente adotadas para transportes de curta distância sendo, por isso, expectável que a maioria dos carros nas grandes metropolitanas sejam alimentados por baterias, enquanto que as células de hidrogénio são mais práticas para alimentar veículos de transporte para média/longa distância.      A União Europeia e a Transição Climática A Comissão Europeia pretende investir na transição climática de modo com o objetivo de atingir zero emissões em 2050. Para esta transição acontecer, terá de haver uma mudança substancial no sector energético, na medida que este é um grande contribuidor para a poluição, dada a sua dependência atual por combustíveis fósseis.   A França, por exemplo, anunciou que pretende tornar-se líder em hidrogénio verde até 2030. Mas em todo o mundo, da Europa à Ásia, da América do Sul ao Oriente Médio, o hidrogénio está a tornar-se rapidamente uma importante questão estratégica. Como investir? Muitas empresas já se estão a posicionar para tomar a vanguarda enquanto líderes no mercado do hidrogénio. Contudo, cada uma delas têm riscos idiossincráticos associados e mesmo com uma análise detalhada é impossível ter a certeza de quais se tornaram líderes do mercado. Por isso, a melhor maneira de investir no hidrogénio é em Fundos ou ETF’s especializados na transição climática dado que, por serem constituídos por muitas empresas, o risco está diversificado. No Banco Invest poderá ganhar exposição ao hidrogénio através do fundo de investimento: CPR INVEST HYDROGEN ou dos ETF’s: GLOBAL X HYDROGEN ETF DIREXION HYDROGEN ETF Dentro da temática sustentabilidade e transição energética, pode ainda encontrar alternativas de investimento nos Invest Trends – Sustentabilidade:
05.07.2022 15:14
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3759   O índice conseguiu durante a noite de hoje testar a nossa zona de referência (3853/60). Infelizmente, continuamos sem ter um sinal de venda claro (para posicionamentos menos agressivos), conforme destacamos no MACD horário, mas o bias mantém-se, os intervenientes continuam a comprar as quedas e o sentimento está muito longe de mostrar sinais semelhantes a todos os fundos vistos até hoje em tendências de queda (como referência, VIX a 29, nunca tivemos um fundo de “bear market”, mesmo de curto prazo, sem fazer acima dos 40). Voltemos ao preço, A quebra dos 3815 deve trazer de volta a tendência com os objectivos de curto prazo no intervalo 3200/500, mas temos de reforçar a ideia dos últimos meses, enquanto o sentimento não se alterar, os objectivos deverão continuar a ser ultrapassados com facilidade.   Análise Anterior: S&P500 @ 3809   O “sell-off” de ontem depois do fecho Europeu é o 1º sinal da retoma da tendência “bearish” dos últimos meses. Abaixo dos 3853/60 o “bias é fortemente negativo e só a reconquista dos 3907 poderá adiar a remota da direcção dominante.  Por outro lado, a incapacidade para aguentar os 3815, deve levar o índice para novos mínimos em breve (no intervalo 3200/500). Fazemos notar o reduzido pessimismo para a situação técnica actual do mercado. Repetimos, mau sinal, os “rallies” são oportunidades de venda. Reavaliaríamos com dois fechos diários consecutivos acima dos 3907.   Análise Anterior: S&P500 @ 3911.74 (fecho de sexta-feira) A recuperação já permitiu ao índice fechar acima da zona dos 3900. É esta a nossa referência para o curto prazo como suporte. A quebra desta zona deve trazer de volta a tendência dos últimos meses. Por outro lado, enquanto este suporte aguentar, podemos defender um teste ao intervalo 3971/4017 nas próximas sessões. Resistência intermédia no intervalo 3942/58.   Análise Anterior: S&P500 @ 3761   O índice parou no suporte intermédio que referimos, na zona da exponencial das 200 semanas (3639), desenhou uma divergência positiva no gráfico horário e está a encetar uma recuperação. Estes movimento tornam muito mais sólida esta descida que os “rallies” a que assistimos nos últimos anos, com várias semanas de movimentos parabólicos “a direito”. O sentimento continua muito longe de poder sinalizar um mínimo e é clara a apetência por risco ao menor sinal de recuperação: Mau sinal. Os movimento de subida em “Bear market” são historicamente dos mais violentos, pelo que não iremos antecipar o fim destas recuperações, mas sim entrar após confirmação que terminaram. Como referências em alta, os intervalo 3761/90 e em seguida 3815/40 ou mesmo o “gap” na zona dos 3900. Iremos monitorizar o MACD horário para uma entrada a favor da tendência. Se o índice não aguentar os 3750 e principalmente os 3710/20, este “rally” estará terminado rapidamente.   Análise Anterior: S&P500 @ 3749.63 (fecho de segunda-feira)   Desde a última nota, tivemos de facto uma última puxada dos 4070, para a posterior quebra desta importante referência. Quando olhamos para o gráfico semanal, constatamos que depois de uma consolidação prolongada o preço se mostrou incapaz de recuperar a 1ª retracção de Fibonacci. A energia acumulada nessa consolidação e a frustação dos investidores, levou a uma colagem rápida à seguinte retracção quando os compradores foram vencidos. Em teoria, abaixo dos 4198 e principalmente abaixo dos 3814, devemos esperar 3505 e depois um teste aos 3196 (“golden retracement”). É também essa a nossa expectativa. Como suporte intermédio antes de um teste à zona dos 3500, a exponencial das 200 semanas, nesta altura nos 3639.   . O mercado continua muito técnico, mas os fortes “gaps” de abertura têm dificultado o “trading” de curto prazo. Destacámos no gráfico diário os últimos dois “gaps”, que são agora resistências e referências para “trading” (3901 e 4018). Sinais de venda no MACD horário, aberturas em forte alta ou “news flow” positivo, devem ser vistos como oportunidades de venda. Nestes períodos de maior volatilidade, faz sentido assumir riscos menores, “stops” mais largos e objectivos mais ambiciosos.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
05.07.2022 10:14
Análise Técnica
Update: EUR/USD
EUR/USD @1.0311 Na última nota considerámos duas possibildades muito claras, destacando em 1º lugar a possibilidade que o par não conseguir suplantar a exponencial dos 50 dias. Esse cenário acabou mesmo por implicar novos mínimos relativos. Fazemos notar a importância destes novos mínimos uma vez que representam a quebra de uma horizontal de suporte com vários anos. As próximas horas poderão ser determinantes para o futuro do par.         Análise Anterior: EUR/USD @ 1.0708 O par já testou os mínimos da consolidação de 2015/17. Esse 1º teste foi feito  com várias divergências negativas que ajudaram a empurrar o preço para uma recuperação. O Eur/Usd já foi tocar a exponencial dos 50 dias e agora está em zona de decisão:   - Se os gráficos de curto prazo inverterem em baixa, devemos assistir a novo movimento de baixa e novo teste aos mínimos (ou mesmo novos mínimos relativos). - A sustentação acima da exponencial dos 50 dias, pode empurrar o par para o intervalo 1.1143/88 (exponencial dos 200 dias, com inclinação negativa). Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.06.2022 15:08
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3809   O “sell-off” de ontem depois do fecho Europeu é o 1º sinal da retoma da tendência “bearish” dos últimos meses. Abaixo dos 3853/60 o “bias é fortemente negativo e só a reconquista dos 3907 poderá adiar a remota da direcção dominante.  Por outro lado, a incapacidade para aguentar os 3815, deve levar o índice para novos mínimos em breve (no intervalo 3200/500). Fazemos notar o reduzido pessimismo para a situação técnica actual do mercado. Repetimos, mau sinal, os “rallies” são oportunidades de venda. Reavaliaríamos com dois fechos diários consecutivos acima dos 3907.   Análise Anterior: S&P500 @ 3911.74 (fecho de sexta-feira) A recuperação já permitiu ao índice fechar acima da zona dos 3900. É esta a nossa referência para o curto prazo como suporte. A quebra desta zona deve trazer de volta a tendência dos últimos meses. Por outro lado, enquanto este suporte aguentar, podemos defender um teste ao intervalo 3971/4017 nas próximas sessões. Resistência intermédia no intervalo 3942/58.   Análise Anterior: S&P500 @ 3761   O índice parou no suporte intermédio que referimos, na zona da exponencial das 200 semanas (3639), desenhou uma divergência positiva no gráfico horário e está a encetar uma recuperação. Estes movimento tornam muito mais sólida esta descida que os “rallies” a que assistimos nos últimos anos, com várias semanas de movimentos parabólicos “a direito”. O sentimento continua muito longe de poder sinalizar um mínimo e é clara a apetência por risco ao menor sinal de recuperação: Mau sinal. Os movimento de subida em “Bear market” são historicamente dos mais violentos, pelo que não iremos antecipar o fim destas recuperações, mas sim entrar após confirmação que terminaram. Como referências em alta, os intervalo 3761/90 e em seguida 3815/40 ou mesmo o “gap” na zona dos 3900. Iremos monitorizar o MACD horário para uma entrada a favor da tendência. Se o índice não aguentar os 3750 e principalmente os 3710/20, este “rally” estará terminado rapidamente.   Análise Anterior: S&P500 @ 3749.63 (fecho de segunda-feira)   Desde a última nota, tivemos de facto uma última puxada dos 4070, para a posterior quebra desta importante referência. Quando olhamos para o gráfico semanal, constatamos que depois de uma consolidação prolongada o preço se mostrou incapaz de recuperar a 1ª retracção de Fibonacci. A energia acumulada nessa consolidação e a frustação dos investidores, levou a uma colagem rápida à seguinte retracção quando os compradores foram vencidos. Em teoria, abaixo dos 4198 e principalmente abaixo dos 3814, devemos esperar 3505 e depois um teste aos 3196 (“golden retracement”). É também essa a nossa expectativa. Como suporte intermédio antes de um teste à zona dos 3500, a exponencial das 200 semanas, nesta altura nos 3639.   . O mercado continua muito técnico, mas os fortes “gaps” de abertura têm dificultado o “trading” de curto prazo. Destacámos no gráfico diário os últimos dois “gaps”, que são agora resistências e referências para “trading” (3901 e 4018). Sinais de venda no MACD horário, aberturas em forte alta ou “news flow” positivo, devem ser vistos como oportunidades de venda. Nestes períodos de maior volatilidade, faz sentido assumir riscos menores, “stops” mais largos e objectivos mais ambiciosos.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.06.2022 14:39
INVEST OUTLOOK
3º TRIMESTRE 2022
No segundo trimestre do ano, a volatilidade dos mercados financeiros permaneceu elevada, alimentada pela subida da inflação e das taxas de juro e diminuição das expectativas de crescimento económico global. Para além da guerra na Ucrânia, também a política de Covid-zero na China contribuiu para a deterioração do sentimento dos investidores, num contexto de elevada incerteza e aumento das correlações entre classes de activos, em particular, entre as acções e obrigações.   Deste modo, o outlook macroeconómico permanece, sem dúvida, incerto e aconselha prudência. Apesar do repricing observado nas várias classes de activos, o potencial para a diminuição dos actuais prémios de risco, tanto das acções como das obrigações, parece limitado, no curto prazo. O que não significa que continuem a subir, mas uma descida sustentada dos prémios de risco passará, na nossa opinião, pelo desanuviar das tensões geopolíticas e diminuição das pressões inflacionárias.     Evolução dos indicadores macroeconómicos Decorridos apenas dois anos desde a pior a recessão global após a Segunda Guerra Mundial, provocada pela Covid-19, a economia mundial volta a estar ameaçada. Mesmo conseguindo evitar uma nova recessão, a economia mundial encontra-se ensombrada pelo cenário de estagflação no futuro mais próximo.  Com efeito, derivado da guerra na Ucrânia, da subida da taxa de inflação e das políticas monetárias mais restritivas dos principais bancos centrais, as estimativas de crescimento da economia mundial, em 2022, têm sido sucessivamente revistas em baixa. De acordo com as últimas previsões da OCDE, a economia mundial deverá crescer 3,0%, menos 1,5 pontos percentuais (p.p.) que na projecção de Dezembro de 2021. O cenário macroeconómico caracteriza-se, pois, por uma elevada incerteza e por vários riscos: os efeitos da guerra na Ucrânia podem ser maiores do que o previsto, por exemplo, devido a uma interrupção abruta do abastecimento de gás à Europa; as matérias-primas poderão continuar a subir; as interrupções das cadeias de abastecimento poderão persistir; e, as pressões inflacionárias poderão obrigar os bancos centrais a subir as taxas de juro mais do que o actualmente descontado nos mercados. Porém, pela positiva, os índices PMI, apesar da desaceleração, permanecem em território positivo, e as taxas de juro, nominais e, sobretudo, as reais, continuam historicamente baixas. A subida da inflação foi induzida, em larga medida, pelo aumento da procura e pelas elevadas taxas de poupança. Ambos os efeitos deverão começar a esbater-se com o abrandamento da economia, tal como a subida da inflação. Por outro lado, os bancos encontram-se hoje melhor capitalizados do que em crises anteriores, e a actividade económica deverá continuar suportada pelos fortes investimentos associados com a transição energética, infraestruturas e a digitalização.     Índices Global PMI   Fonte: Bloomberg. Estados Unidos A economia norte-americana deverá crescer 2,5% e 1,2% em 2022 e 2023, respectivamente, segundo a OCDE. A economia norte-americana contraiu 1,5% (taxa anualizada) nos primeiros três meses de 2022, penalizada, sobretudo, pela procura externa. Com efeito, as importações aumentaram mais do que o antecipado (18,3% vs 17,7%) e as exportações caíram ligeiramente menos (-5,4% vs -5,9%). Os inventários subtraíram 1 p.p. ao crescimento e o investimento cresceu menos que o esperado (0,4% vs 2,1%). Por sua vez, o consumo aumentou 3,1% (vs 2,7% esperado). Em termos homólogos, a actividade económica subiu 3,5% no primeiro trimestre, o que compara com os 5,5% registados no último trimestre do ano passado.   Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego    Fonte: Bloomberg.   Após uma ligeira desaceleração em Abril, a taxa de inflação voltou a subir, fixando-se nos 8,6% em Maio, o valor mais elevado desde Dezembro de 1981. Os preços com a energia aumentaram 34,6%, o valor mais alto desde Setembro de 2005, devido aos preços da gasolina (48,7%), do fuel oil (106,7%, a maior subida de que existe registo), da electricidade (12%, a maior subida homóloga desde Agosto de 2006) e do gás natural (30,2%, a maior subida desde Julho de 2008). Os custos com a alimentação aumentaram 10,1%, o valor mais elevado desde Março de 1981, e os custos com alojamento e veículos usados aumentaram 5,5% e 16,1%, respectivamente. Descontando os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação subjacente abrandou pelo segundo mês consecutivo, para os 6,0% (6,5% em Março de 2022). Apesar do baixo nível de desemprego (3,6% em Maio) e em sentido inverso ao dos preços, a confiança dos consumidores continuou em trajectória descendente, em linha com a diminuição da taxa de poupança para os 4,4% em Abril, face aos 6,2% registados no mês anterior.     Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação    Fonte: Bloomberg.   De acordo com as últimas estimativas da OCDE (Junho de 2022), a economia norte-americana deverá crescer 2,5% em 2022, e apenas 1,2% no próximo ano, em claro contraste com os 5,7% registados em 2021. As disrupções nas cadeias de abastecimento, agravadas com a guerra na Ucrânia e os lockdowns na China, conjugadas com o aumento dos preços e das taxas de juro estão na base da revisão em baixa das projecções de crescimento, mesmo num contexto de manutenção de uma taxa de desemprego historicamente muito baixa (3,6% e 3,8% em 2022 e 2023, respectivamente). A taxa de inflação, no período considerado, deverá continuar acima do objectivo de 2% da Reserva Federal (FED), ainda que diminuindo para os 3,5% em 2023. Zona Euro Segundo a OCDE, após a forte recuperação registada em 2021, o PIB da Zona Euro é projectado crescer 2,6% em 2022, e 1,6% em 2023. A taxa de inflação é esperada subir, dos 2,6% em 2021, para os 7,0% em 2022 e 4,6% em 2023. A economia da Zona Euro cresceu 0,6% durante o primeiro trimestre de 2022. Os inventários e o comércio externo foram os principais drivers desta evolução trimestral. Comparando com o primeiro trimestre de 2021, a economia expandiu 5,4%, acima dos 5,1% esperados pelos analistas, e dos 4,7% registados no último trimestre do ano passado. O consumo das famílias acelerou (7,5% vs 5,8% no trimestre anterior) e as importações abrandaram (9,1% vs 10,8%). Por sua vez, o consumo público manteve-se robusto (2,3% vs 2,5%), assim como o investimento (3,7%) e as exportações (8,4%).   A taxa de desemprego manteve-se estável nos 6,8% em Abril, sem variação face aos meses anteriores e ligeiramente abaixo dos 7,0% observados no final do ano passado.    Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg.   Tal como no outro lado do Atlântico, também na Zona Euro todas as atenções continuam concentradas na evolução da taxa de inflação. Em Maio, os preços foram confirmados terem subido 8,1%, em termos homólogos, mais 0,7 p.p. do que o registado nos dois meses anteriores e quatro vezes mais do que o valor observado há um ano atrás. A subida dos preços tem sido generalizada, mas liderada pela energia (39,1%) e alimentação, álcool e tabaco (7,5%). Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação subjacente situa-se nos 3,8%, ainda assim muito superior ao objectivo do Banco Central Europeu (BCE). Deste modo, face à abrupta subida da taxa de inflação, o BCE é antecipado iniciar a normalização das taxas de juro em Julho, com o mercado a esperar uma subida dos actuais -0,5% para os 1,0% no final deste ano. Euro: Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação    Fonte: Bloomberg. Segundo a OCDE, após a forte recuperação registada em 2021, o PIB da Zona Euro é projectado crescer 2,6% em 2022, e 1,6% em 2023. A taxa de inflação é esperada subir, dos 2,6% em 2021, para os 7,0% em 2022 e 4,6% em 2023.   Face às estimativas anteriores, o crescimento foi revisto significativamente em baixa, em consequência dos esperados impactos negativos da guerra na Ucrânia e dos lockdowns na China, devido à Covid-19. A incerteza permanece elevada e os riscos enviesados para baixo: eventuais disrupções severas no abastecimento de energia, nomeadamente de gás natural, não só penalizariam o crescimento como pressionariam ainda mais a subida dos preços. Neste sentido, o foco vira-se para o Mecanismo de Recuperação e Resiliência da Comissão Europeia, no total de 723,8 mil milhões de euros e um dos principais instrumentos no âmbito do NextGenerationEU, no sentido de acelerar a industrialização e a transição energética na Zona Euro e, em última análise, atenuar o impacto económico causado, primeiro pela pandemia e agora pela guerra na Ucrânia.   Portugal A economia nacional é antecipada crescer 5,4% este ano, desacelerando para os 1,7% em 2023, segundo a OCDE. A taxa de inflação é esperada situar-se nos 6,3% e 4,0%, respectivamente   O PIB nacional, em termos reais, registou uma variação homóloga de 11,9% no 1º trimestre de 2022 (5,9% no trimestre anterior), de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE). Esta evolução reflecte um efeito base, uma vez que, em Janeiro e Fevereiro de 2021, estiveram em vigor várias medidas de combate à pandemia que condicionaram fortemente a actividade económica. O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB aumentou significativamente no 1º trimestre, destacando-se o crescimento acentuado do consumo privado. O contributo positivo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB também aumentou, verificando-se um ligeiro abrandamento das importações e uma aceleração das exportações, reflectindo a forte recuperação da actividade turística. No 1º trimestre de 2022, a perda nos termos de troca, em termos homólogos, foi mais intensa, contribuindo para a deterioração do Saldo Externo de Bens e Serviços, que se situou em -3,5% do PIB (-2,7% do PIB no 1º trimestre de 2021). Comparando com o 4º trimestre de 2021, o PIB aumentou 2,6% em volume (crescimento em cadeia de 1,7% no trimestre anterior). A aceleração em cadeia do PIB foi determinada pelo contributo mais positivo da procura interna, reflectindo a aceleração do consumo privado, devido sobretudo ao crescimento da despesa em diversas actividades de serviços, após o levantamento da generalidade das restrições à actividade económica impostas no contexto da pandemia. O contributo da procura externa líquida manteve se ligeiramente positivo.   Portugal: Crescimento do PIB e Saldo Externo de Bens e Serviços Fonte: Bloomberg. Em termos de preços, a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 8,0% em Maio de 2022, taxa superior em 0,8 p.p. à observada no mês anterior e a mais elevada desde Fevereiro de 1993. O indicador de inflação subjacente também acelerou, registando uma variação de 5,6% (5,0% em Abril). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 27,3% (26,7% no mês precedente), valor mais elevado desde Fevereiro de 1985, enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados apresentou uma variação de 11,6% (9,4% em Abril).   A variação mensal do IPC foi 1,0% (2,2% no mês precedente e 0,2% em Maio de 2021). A variação média dos últimos doze meses foi 3,4% (2,8% em Abril). Portugal: Dívida Directa do Estado    Fonte: INE, IGCP. Valores em milhares de milhão.     De acordo com a Direcção Geral do Orçamento (DGO), no final de Abril de 2022, as Administrações Públicas registaram um défice de 782 milhões de euros, que corresponde a uma melhoria de 4,3 mil milhões de euros face ao verificado no mesmo período do ano anterior, resultado do efeito conjugado do crescimento da receita (15%) com a redução da despesa (1,8%). O saldo primário situou-se em 2,0 mil milhões de euros, mais 3,9 mil milhões de euros do que em Abril de 2021.   Desta forma, a Dívida Directa do Estado (DDE), segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), no final de Abril, situa-se nos 279,1 mil milhões de euros, cerca de 127% do PIB do primeiro trimestre deste ano. Países Emergentes Segundo a OCDE, a China deverá crescer 4,4% em 2022, voltando a acelerar no próximo ano, para os 4,9%, suportado pelos investimentos em infraestruturas e na transição energética.   A economia chinesa registou um crescimento homólogo de 4,8% no 1º trimestre de 2022 (4,0% no trimestre anterior). Apesar da melhoria, o risco de abrandamento acentuado nos próximos meses aumentou devido aos lockdowns impostos em várias cidades no sentido de controlar o alastramento dos novos surtos de Covid-19, e à incerteza provocada pela guerra na Ucrânia. Segundo a OCDE, a China deverá crescer 4,4% em 2022, voltando a acelerar no próximo ano, para os 4,9%, suportado pelos investimentos em infraestruturas e na transição energética. O investimento em imobiliário, pelo contrário, é esperado manter-se relativamente fraco em consequência das dificuldades em que muitos promotores se encontram e devido à expectativa de queda dos preços. A política monetária deverá continuar favorável após os vários cortes das taxas de juro e das reservas mínimas dos bancos. A taxa de inflação é antecipada situar-se nos 2,0% e 3,0% em 2022 e 2023, respectivamente.   Após a forte recuperação verificada em 2021 (5,0%), a economia brasileira é esperada crescer apenas 0,6% em 2022. Na base do fraco desempenho antecipado estão a subida da inflação, a incerteza provocada pela guerra na Ucrânia e a subida das taxas de juro (para os 13,25%), que condicionaram a procura interna na primeira metade do ano. Adicionalmente, as eleições presidenciais de 2022 estão a adicionar ainda mais incerteza e a atrasar a recuperação do investimento. Segundo a OCDE, a inflação deverá permanecer perto dos 10% durante este ano, diminuindo para os 5,3% em 2023.   A India é esperada manter-se entre os países com maior crescimento económico em 2022 e 2023, com taxas de 6,9% e 6,2%, respectivamente, segundo a OCDE. Ainda assim, estes valores reflectem um abrandamento face aos 8,7% registados em 2021, consequência, sobretudo, da subida dos preços da alimentação e da energia, e deterioração geral da actividade económica internacional. Com efeito, o aumento dos preços da energia tem contribuído para aumento do défice da balança de transacções correntes, o qual é esperado diminuir dos -1,2% do PIB em 2021, para os -2,2% este ano.   Por sua vez, a economia russa cresceu 3,5% no primeiro trimestre deste ano, em termos homólogos. Entretanto, na sequência da invasão da Ucrânia e das sanções económicas a que está sujeita, de acordo como Institute of International Finance (IIF), o PIB da Rússia deverá contrair 15% este ano, e mais 2,3% em 2023. Desta forma, o acumular das sanções económicas com o êxodo de empresas estrangeiras e o colapso das exportações fará a economia russa recuar cerca de quinze anos.      Economias BRIC     Fonte: Bloomberg.   Na Índia, o PIB expandiu 5,4% no último trimestre do ano passado, em termos homólogos, menos 3,1 p.p. do que no trimestre anterior. Em termos sectoriais, o crescimento no trimestre foi suportado pelos aumentos da actividade no comércio, hotelaria, transportes e comunicações (6,1%); serviços financeiros, imobiliário e serviços profissionais (4,6%); e, administração pública, defesa e outros serviços (16,8%). A taxa de inflação acelerou, pelo quinto mês consecutivo, para os 6,1%, em Fevereiro, o valor mais alto desde Junho de 2021. Deste modo, a inflação situa-se junto ao limite superior do intervalo 2%-6% estabelecido como referência pelo banco central.   No Brasil, a economia avançou 1,6% no quarto trimestre de 2021, em termos homólogos. Apesar de ser o quarto trimestre consecutivo de crescimento, este valor representou uma desaceleração face aos 4% registados no trimestre anterior. Considerando o total do ano, a economia brasileira cresceu 4,6% em 2021, o registo mais elevado desde 2010. Por sua vez, a taxa de inflação anual subiu para os 10,5%, em Fevereiro, reflectindo o aumento dos preços com combustíveis (33,3%) e electricidade residencial (28,1%), entre outros. Este valor mensal da inflação foi o sexto consecutivo acima dos 10%.   Por fim, de acordo com o consensus de vários analistas, apurado pela Bloomberg, a economia russa deverá contrair 9,5% em 2022, e 1,5% em 2023, em consequência das sanções económicas impostas após a invasão da Ucrânia. Por seu turno, a taxa de inflação, que em Fevereiro se situou nos 9,2%, é antecipada subir para os 20%, o valor mais elevado em cerca de duas décadas. Deste modo, o banco central deverá manter a taxa de juro nos 20%, após a subida de 10,5 p.p. em Fevereiro.     Paulo Monteiro Invest Gestão de Activos - SGOIC, SA Redigido em 27 de Junho de 2022 Alocação de Activos No segundo trimestre do ano, a volatilidade dos mercados financeiros permaneceu elevada, alimentada pela subida da inflação e das taxas de juro e diminuição das expectativas de crescimento económico global. Para além da guerra na Ucrânia, também a política de Covid-zero na China contribuiu para a deterioração do sentimento dos investidores, num contexto de elevada incerteza e aumento das correlações entre classes de activos, em particular, entre as acções e obrigações.   A subida das correlações traduziu-se, até à data, em perdas significativas mesmo nas carteiras diversificadas, sem muitas alternativas de refúgio, com excepção das matérias-primas, nomeadamente o petróleo.   Rendibilidades - desde o início do ano (YTD) Fonte: Bloomberg.   Mercados financeiros no 1º trimestre Entre os mercados accionistas, os índices norte-americanos S&P-500 e Nasdaq-100 perderam 13,9% e 19,1%, respectivamente, no segundo trimestre. Desde o início do ano, acumulam perdas de 18,2% e 26,4%. Por sua vez, na Europa, os índices alemão (DAX) e francês (CAC) perderam 8,5% e 9,2%, no trimestre. O índice Europe Stoxx-600 desvalorizou 8,9% no trimestre, acumulando uma perda de 14,9% desde o início do ano. Os outliers têm sido os mercados ibéricos, com o índice PSI a subir 8,7% e o índice IBEX a perder ‘apenas’ 5,4%, no ano.   Por sua vez, os mercados emergentes, medidos pelo índice MSCI Emerging Markets, perderam 5,9% nos últimos três meses, em USD, aumentando, deste modo, a perda anual para os 10,4%. Desde o início do ano, o mercado chinês (CSI300) perde 10,0%, em USD e, pela positiva, destaca-se o mercado brasileiro (IBOV) com uma perda de 3,9%, em BRL (em EUR, o índice regista um ganho de 9,5%).   Yields das Obrigações (%)    Fonte: Bloomberg. Indices Bloomberg Barclays.   Entre as obrigações, o cenário foi igualmente negativo, penalizado pela forte subida da inflação e perspectiva de subida das taxas de juro pelos principais Bancos Centrais.  Nos Estados Unidos, a FED subiu a taxa de juro directora em 125 bp no trimestre, para os actuais 1,75%. Até ao final deste ano, o mercado desconta mais subidas, até aos 3,5%. A incorporação destas expectativas traduziu-se numa subida das yields ao longo de toda a yield curve dos Treasuries, desde o início do ano: as yields a 2 anos subiram 239 bp, para os 3,12%; as yields a 5 anos subiram 199 bp, para os 3,25%; e, no prazo dos 10 anos, as yields aumentaram 169 bp, para os 3,20%. Por seu turno, na Zona Euro o BCE prepara-se para (finalmente) iniciar o ciclo de subida das taxas de juro, o qual deverá acontecer em Julho. De acordo com as taxas de juro implícitas no mercado, o BCE é esperado aumentar a taxa directora dos actuais -0,5% para os 1,0% até ao final deste ano e 1,50%-1,75% até meados de 2023. Deste modo, tal como nos Estados Unidos, também as yields da dívida soberana alemã (Bunds) registaram subidas significativas: 153 bp a 2 anos, para os 0,91%; 174 bp a 5 anos, para os 1,29%; e 172 bp a 10 anos, para os 1,55%. Entretanto, a necessidade de subida das taxas de juro de forma a combater a inflação conjugado com os elevados níveis de endividamento dos países periféricos colocou novamente na ordem-do-dia os riscos de fragmentação da Zona Euro, que se traduziram num significativo aumento dos prémios de risco, a 10 anos, da Itália (+62 bp desde o início do ano, para os 197 bp), Portugal (+45 bp, para os 109 bp), Espanha (+37 bp, para os 111 bp) e Grécia (+79 bp, para os 231 bp). Em linha com as fortes desvalorizações das acções, nos mercados de obrigações corporate o trimestre ficou marcado pelo aumento igualmente expressivo dos spreads de crédito.  No segmento de Investment Grade, no segundo trimestre, os spreads subiram, em média, 28 bp e 36 bp nos Estados Unidos e Europa, respectivamente. Deste modo, no total do ano, os spreads já aumentaram 46 bp e 61 bp. Deste modo, em termos de total return, as perdas ascendem a 12,1% e 13,9%, respectivamente, em EUR. Por sua vez, no segmento de High Yield, os spreads subiram, em média, 156 bp e 189 bp nos Estados Unidos e Europa, respectivamente. Deste modo, no total do ano, os spreads já aumentaram 239 bp e 266 bp. Assim, o índice Bloomberg Global High Yield Total Return regista uma perda de 14,5%, desde o início do ano, em EUR.     Spreads de Crédito (bp) Fonte: Bloomberg. Tal como referido, em 2022, a excepção ao mar de perdas descrito atrás têm sido as matérias-primas. Com efeito, a invasão da Ucrânia pela Rússia teve, entre muitas outras consequências, um efeito disruptivo nas cadeias de abastecimento de energia e cereais, sobretudo na Europa. Como tal, desde o início do ano, medidos pelos índices da S&P GSCI, em USD, os preços da Energia registam uma subida de 53,9%, e, por exemplo, o preço do Trigo subiu 17,3%. Em média, os produtos agrícolas subiram 8,4%. Pelo contrário, a perspectiva de abrandamento económico global, e em particular na China, traduziu-se numa correcção de 10,2% nos preços dos metais industriais; e, a forte apreciação do USD (+7,5% face ao EUR, desde o início do ano) tem limitado os ganhos na cotação do Ouro (-0,3%, desde o início do ano).       Outlook para o 3º trimestre O contexto actual pauta-se, portanto, por uma elevada incerteza e ensombrado por vários factores de risco, como a subida da inflação e das taxas de juro e a possibilidade de uma recessão económica global. Contudo, importa sublinhar alguns aspectos que, na nossa opinião, sustentam uma visão cautelosamente mais construtiva nos próximos trimestres e que poderão justificar o aumento gradual da exposição aos mercados, após o repricing significativo observado nos mercados tanto de acções como de obrigações. Em primeiro lugar, as expectativas quanto à evolução futura da inflação permanecem relativamente ancoradas e perto dos objectivos dos bancos centrais. Nos Estados Unidos as taxas a 5 anos forward 5 anos (5y5y), utilizadas como referência para as expectativas de inflação, situam-se nos 2,57%, praticamente sem variação desde o início do ano; na Zona Euro, subiu 23 bp, para os 2,20%. Ou seja, sem dúvida que as expectativas para a inflação aumentaram nos últimos meses e a taxa de inflação não deve voltar rapidamente para os níveis pré-pandemia mas, enquanto os bancos centrais conseguirem manter a credibilidade, a diminuição da procura, induzida pelo abrandamento económico, e a regularização da oferta, induzida pela melhoria nas cadeias de abastecimento, deverão permitir a normalização da inflação para níveis mais próximos do objectivo. Por outro lado, importa não esquecer que o desenvolvimento tecnológico, apesar da incerteza actual, mantém o seu curso, com um impacto positivo na produtividade e, expectavelmente, na eficiência em termos de pricing.   Taxas de juro a 5 anos (forward 5 anos) Fonte: Bloomberg. Em segundo lugar, os elevados níveis de endividamento, público e privado, a nível global limitam a capacidade dos bancos centrais aumentarem as taxas de juro muito para além do já descontado pelos mercados. Assim, mesmo num cenário de normalização da taxa de inflação para níveis mais alinhados com os objectivos, as taxas de juro reais permanecerão historicamente baixas, não limitando sobremaneira o investimento e suportando as avaliações dos activos com risco, incluindo o imobiliário, historicamente uma fonte de problemas para os bancos (que actualmente se encontram muito melhor capitalizados do que em 2008). Em terceiro lugar, fruto do referido ‘repricing do risco’ as avaliações, tanto das acções como das obrigações estão agora em níveis muito mais interessantes do que no final do ano passado.  Com efeito, o índice S&P-500 transaciona actualmente com um rácio Price-to-Earnings (PE) de 16,5x os resultados esperados para os próximos 12 meses, o que compara com os 21,4x em Dezembro de 2021, e 18,3x em Dezembro de 2019, quando já existia algum desconforto com as avaliações dos mercados accionistas. Por seu turno, na Europa, o mercado transaciona com um PE de 11,9x, que compara com 15,7x e 14,9x, respectivamente. Claro que esta queda nos múltiplos de avaliação não pode ser dissociada da subida das yields da dívida pública, mas, pelo menos na Europa, o prémio de risco (diferencial entre as earning yields das acções e as yields das obrigações ‘sem risco’) encontra-se bem acima da média dos últimos 15 anos. Nos Estados Unidos, no curto prazo, o upside do mercado parece mais limitado e vulnerável à diminuição do crescimento esperado para os resultados das empresas. Neste sentido, a divulgação dos resultados relativos ao 2º trimestre, durante o mês de Julho, permitirão aferir melhor o outlook das empresas, nomeadamente o impacto da recente subida da inflação nas respectivas margens. Por sua vez, nos mercados obrigacionistas, os spreads de crédito Investment Grade encontram-se em níveis não observados desde 2013, na Europa. No segmento de High Yield, exceptuando o período coincidente com o início da pandemia, em Março de 2020, os spreads situam-se em valores máximos desde 2012. Não ignorando o risco de abrandamento económico e de aumento das taxas de default, na nossa opinião, estes spreads começam a remunerar apropriadamente o risco, em especial no caso de empresas com boas notações de rating de crédito.  Por último, apesar da incerteza reinante, na nossa opinião, os investimentos públicos, anunciados nas principais economias mundiais, na digitalização da economia e na transição energética, bem como na industrialização e em infraestruturas, deverão permitir evitar uma recessão económica severa.     Price-to-Earnings Ratio e Radar Sectorial Fonte: Bloomberg, Banco Invest. ERP – Equity Risk Premium (prémios de risco).     Concluindo, o outlook macroeconómico permanece, sem dúvida, incerto e aconselha prudência. Apesar do repricing observado nas várias classes de activos, o potencial para a diminuição dos actuais prémios de risco, tanto das acções como das obrigações, parece limitado, no curto prazo. O que não significa que continuem a subir, mas uma descida sustentada dos prémios de risco passará, na nossa opinião, pelo desanuviar das tensões geopolíticas e diminuição das pressões inflacionárias. Neste sentido, a volatilidade deverá permanecer elevada, mas com a recente subida das yields, as obrigações de dívida pública começam novamente a adicionar alguma diversificação às carteiras. Entre os mercados accionistas, mantemos uma abordagem global e a exposição às grandes tendências dos próximos anos, como transição energética e a digitalização, cujos impactos serão transversais aos vários sectores económicos. Ainda que o potencial de valorização possa permanecer limitado no curto prazo pela incerteza reinante, as avaliações das acções melhoraram de forma expressiva e oferecem agora melhores perspectivas a médio e longo prazo. Paulo Monteiro Invest Gestão de Activos - SGOIC, SA Redigido em 28 de Junho de 2022 Cotações em 27 de Junho de 2022 Disclaimer A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest.  As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
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Na próxima semana, as bolsas chinesas encontram-se encerradas durante 5 dias devido ao Dia Nacional da China que é celebrado anualmente a 1 de Outubro. Este feriado foi introduzido em 1949 para celebrar a criação da República Popular da China e o dia é marcado pelas paradas militares e comícios políticos. A próxima reunião do Conselho do Banco Central Europeu é no dia 27 de Outubro e Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu já confirmou que vai aumentar novamente as taxas de juro para combater a inflação. Aguarda-se esta semana a divulgação das minutas da reunião do Banco Central Europeu realizada no dia 8 de Setembro. Nessa reunião foi anunciada uma subida de 0,75 pontos percentuais, de modo que a taxa de juro de referência se situa agora em 1,25%. A próxima reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus parceiras (OPEP+) está agendada para dia 5 de Outubro onde é esperado que seja revelado um corte significativo da oferta para delinear o nível de produção de Novembro. Estes são os principais eventos: Segunda-feira, 03 de Outubro 2022 • Bolsas chinesas encerradas até Sexta-feira, dia 7 • Acções da Mota-Engil negoceiam ex-dividendo no valor ilíquido de 0,01725 por acção • Índice PMI Industrial (Set): Japão (01h30), Espanha (08h15), Itália (08h45), França (08h50), Alemanha (08h55), Zona Euro (09h00), Reino Unido (09h30) e EUA (14h45) • 06h00: Vendas de Automóveis Japão (Set) • 07h45: Saldo Orçamental França (Ago) • 11h00: Produção Industrial Portugal (Ago) • 15h00: Gastos de Construção EUA (Ago) • 15h00: Índice ISM EUA (Ago) • Discursos de vários membros da Fed: Bostic (14h05) e Williams (20h10) Terça-feira, 04 de Outubro 2022 • Decisão da taxa de juro pelo Banco Central da Austrália • 00h30: Inflação Japão (Set) • 08h00: Desemprego Espanha (Set) • 10h00: Índice de Preços ao Produtor Zona Euro (Ago) • 13h30: Discurso de Centeno, membro do BCE • 15h00: Encomendas às Fábricas EUA (Ago) • 15h00: Encomendas de Bens Duradouros EUA (Ago) • 15h00: Criação de Emprego JOLTS EUA (Ago) • Discursos de vários membros da Fed: Logan (14h00), Williams (14h00), Mester (14h15), Jefferson (16h45) e Daly (18h00) Quarta-feira, 05 de Outubro 2022 • Decisão da taxa de juro pelo Banco Central da Nova Zelândia e Polónia • Pagamento do dividendo ilíquido de 0,01725 por cada acção da Mota-Engil • Reunião da OPEP • Índice PMI Industrial (Set): Japão (01h30), Espanha (08h15), Itália (08h45), França (08h50), Alemanha (08h55), Zona Euro (09h00), Reino Unido (09h30) e EUA (14h45) • 07h00: Balança Comercial Alemanha (Ago) • 07h45: Produção Industrial França (Ago) • 13h15: Emprego ADP EUA (Set) • 13h30: Balança Comercial EUA (Ago) • 15h00: Índice ISM Serviços EUA (Set) • 15h30: Inventários Semanais de Energia EUA • 21h00: Discurso de Bostic, membro da Fed Quinta-feira, 06 de Outubro 2022 • 07h00: Encomendas às Fábricas Alemanha (Ago) • 08h00: Output Industrial Espanha (Ago) • 08h30: Produção Industrial Espanha (Ago) • 08h30: Índice PMI da Construção Alemanha (Set) • 09h30: Índice PMI da Construção Reino Unido (Set) • 10h00: Vendas a Retalho Zona Euro (Ago) • 12h30: Publicação das Minutas da reunião do Banco Central Europeu relizada no dia 8 de Setembro • 13h30: Pedidos Semanais de Subsídio de Desemprego EUA • Discursos de vários membros da Fed: Evans (18h00), Cook (18h00), Waller (22h00) e Mester (23h30) Sexta-feira, 07 de Outubro 2022 • 06h00: Coincident e Leading Index Japão (Ago) • 07h00: Índice de Preços de Importação Alemanha (Ago) • 07h00: Vendas a Retalho Alemanha (Ago) • 07h00: Produção Industrial Alemanha (Ago) • 07h45: Balança Comercial França (Ago) • 09h00: Vendas a Retalho Itália (Ago) • 13h30: Criação de Emprego Não-Agrícola EUA (Set) • 13h30: Taxa de Desemprego EUA (Set) • 15h00: Discurso de Williams, membro da Fed • 15h00: Stocks dos Grossistas EUA (Ago) • 15h00: Vendas dos Grossistas EUA (Ago) • 20h00: Crédito do Consumidor EUA (Ago) Para consultar a agenda semanal, aceda ao link abaixo:  Agenda Semanal - 03 a 07 de Outubro 2022
As expectativas de inflação da Universidade de Michigan a 5-10 anos foi 2,7% aquém dos 2,8% estimados, atingindo mínimos de Julho 2021. As expectativas de inflação a 1 anos foi de 4,7% acima dos 4,6% previstos mas a leitura mais baixa desde Setembro 2021. O índice de confiança do consumidor dos Estados Unidos, medido pela Universidade de Michigan desceu para 58,6 pontos em Setembro aquém dos 59,5 pontos previstos pelos economistas.  O indicador das condições económicas actuais foi de 59,7 pontos acima dos 58,9 pontos esperados.
A Nike divulgou os seus resultados trimestrais ontem após o fecho do mercado. O lucro e receitas foram acima do esperado mas as suas margens foram aquém das previsões.   - EPS: $0,93 vs $0,92 Est. - Receitas: $12,69 mil mn vs $12,31 mil mn Est. - Margem Bruta: 44,3% vs 45,4% A margem bruta do grupo desceu devido às elevadas despesas de logística, operações promocionais destinadas a reduzir os seus stocks e taxas de câmbio geralmente desfavoráveis. Efectivamente, os stocks da Nike aumentaram 44% em relação ao mesmo período de 2021. Segundo a Nike, a procura pelos seus produtos continua sólida mas as remessas demoram a chegar devido a contínuas dificuldades na cadeia de aprovisionamento.
O euro deprecia hoje em relação ao dólar para 0,975 após a inflação na Zona Euro ter atingido um novo recorde. Contudo, caminha para um ganho semanal com as expectativas dos investidores de outro aumento da taxa de juro de grandes dimensões no próximo mês por parte do Banco Central Europeu.
Na semana que terminou a 28 de Setembro, os fundos de obrigações registaram as maiores saídas desde 22 de Junho no valor de $9,08 mil mn.
O índice de Preços das Despesas de Consumo Privado (PCE) cresceu 6,2% em Agosto quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, acima dos 6,0% esperado pelos economistas. Se excluirmos os componentes voláteis de alimentos e energia, o índice PCE subiu 4,9% em termos homólogos, de 4,7% no mês anterior acima dos 4,7% estimados.
Segundo as sondagens, o ex-Presidente Lula da Silva lidera as intenções de voto nas eleições brasileiras este Domingo com 50% enquanto o Presidente incumbente, Jair Bolsonaro, tem 36%. O Banco Central do Brasil foi dos primeiros a subir a sua taxa de juro de referência em resposta ao ressurgimento da inflação. A taxa SELIC passou de 2% em Fevereiro de 2021 para um máximo de 13,75% em Agosto deste ano. Os juros multiplicaram-se por seis, mas o crescimento da economia surpreendeu pela positiva no segundo trimestre. Só que as projecções apontam para forte abrandamento no conjunto de 2022 e quase estagnação em 2023. A inflação continua elevada apesar de alguma moderação em Julho e Agosto.
A taxa de inflação homóloga na Zona Euro terá atingido 10,0% em Setembro, segundo os dados provisórios divulgados hoje pelo Eurostat. Trata-se de uma aceleração face aos 9,1% registados no mês passado e superou as estimativas dos economistas de 9,7%. O encarecimento dos preços dos produtos energéticos (+40,8%  comparado com 38,6% em Agosto) foi o factor que mais contribuiu para a aceleração da taxa de inflação na Zona Euro, seguido pela alimentação, álcool e tabaco (11,8% comparado com 10,6% em Agosto), os bens industriais não energéticos (5,6% comparado com 5,1% em Agosto) e os serviços (4,3% comparado com 3,8% em Agosto). Quanto à inflação "core", que exclui os produtos alimentares não transformados e energéticos, terá registado uma variação de 4,8% em Setembro (4,3% no mês anterior), acima dos 4,7% previstos pelos economistas.
Vladimir Putin formalizará hoje, durante uma cerimónia solene no Kremlin, a anexação dos quatro territórios ucranianos com a assinatura dos tratados correspondentes. Durante a cerimónia, os decretos de entrada dos novos territórios na Federação Russa serão assinados e o presidente russo, Vladimir Putin, fará um discurso. Na próxima semana, ambas as câmaras do Parlamento russo aprovarão esta adesão, após a qual Putin a promulgará, como aconteceu em 2014 com a anexação da península da Crimeia.
Hoje termina mais um trimestre que será o terceiro trimestre consecutivo de quedas. Só o dólar é que conseguiu valorizar com um ganho de 7,6%. O crude foi o maior perdedor este trimestre com uma queda superior a 20%. O índice Stoxx 600 perdeu 5,9% este trimestre e caiu 7,8% em Setembro.
Hoje na Zona Euro, serão divulgados os dados preliminares da inflação de Setembro e o desemprego em Agosto. França, Itália e Portugal também revelam o índice de preços no consumidor relativo a Setembro. Nos Estados Unidos, será publicado o índice de preços no consumidor associado às despesas das famílias que é o indicador de preços predileto da Reserva Federal dos Estados Unidos. Aguarda-se também o discurso de Lael Brainard, Vice-Presidente da FED pelas 14h00. Os ministros da Energia da União Europeia reúnem-se em Bruxelas para debater a actual crise no sector. Orientações para poupar energia, taxar os lucros excessivos e limitar as receitas dos produtores que beneficiam da actual distorção do mercado são as medidas que deverão ser aprovadas hoje. O índice Nikkei 225 fechou a cair 1,83% apesar da produção industrial no Japão ter aumentado 5,1% em Agosto acima dos 1,8% previstos pelos economistas. A taxa de desemprego desceu de 2,6% em Julho, para 2,5% em Agosto, em linha com o esperado pelos economistas. As praças chinesas encerraram mistas após o índice PMI relativo ao sector dos serviços na China ter descido para 50,6 pontos, abaixo dos 52,4 pontos estimados pelos economistas. Por outro lado, o índice PMI do sector industrial aumentou para 50,1 pontos em Setembro, face a 49,4 pontos no mês anterior, acima dos 49,7 pontos previstos.   Wall Street encerrou ontem bastante pressionado com o índice Dow Jones a descer 1,54%, o S&P 500 caiu 2,11% e o Nasdaq Composite afundou 2,84% com as acções da Meta a descerem 3,67% devido ao anúncio do congelamento de novas contratações e reestruturação de equipas e as acções da Apple que desvalorizaram quase 5%. Dados Macroeconómicos:   00h30: Taxa de Desemprego (Ago)  00h50: Vendas a Retalho (Ago)  00h50: Produção Industrial (Ago)  02h30: Índice PMI (Set)  06h00: Confiança do Consumidor (Set)  07h00: PIB (2.º Tri)   07h45: Inflação (Set)  08h00: Vendas a Retalho (Ago)  08h55: Taxa de Desemprego (Set)  09h00: Taxa de Desemprego (Set)  10h00: Taxa de Desemprego (Ago)  10h00: Inflação (Set)  10h00: Inflação (Set)  11h00: Inflação (Set)  11h00: Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho (Ago)  11h00: Vendas a Retalho (Ago)  13h30: Rendimento Pessoal (Ago)  13h30: Despesa Pessoal (Ago)  13h30: PCE Deflator (Ago)  14h45: Índice PMI Chicago MNI (Set)  15h00: Índice de Confiança da Universidade de Michigan (Set) Eventos:  Reunião dos Ministros da Energia da União Europeia  Discursos de vários membros do BCE: Elderson (12h00), Visco (16h15) e Schnabel (16h30)  Discursos de vários membros da Fed: Barkin (13h30/17h30), Brainard (14h00), Bowman (16h00) e Williams (21h15)  Moody’s pronuncia-se sobre dívida italiana Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  Piloto, consultor e dois gestores criaram o projecto de Santarém  Preço da luz baixou 67 euros no mês de Setembro  Titãs populistas disputam voto em país de olho na economia  António costa aponta para "valorização" de 4,8% na Função Pública  Rendas de casa aumentaram mais de 40% em apenas cinco anos  Rússia continua a mobilizar tropas e anexa territórios da Ucrânia   Centeno atira para 2023 medidas de alívio dos juros altos  Easyjet regista melhor ano de sempre em Portugal, batendo recorde pré-pandemia  Portugueses chumbam pacote de apoio às famílias e acreditam que pensões serão penalizadas  Costa admite perder dinheiro na privatização da TAP   Dados clínicos de portugueses expostos ilegalmente nos EUA  Dois terços preferiam redução no IRS aos 125 euros concedidos por António Costa  Rússia acusa Guterres de ter dois pesos e duas medidas  Martifer perde licença para desmantelar navios em Aveiro
A Berkshire Hathaway comprou mais 5.99 milhões de acções da Occidental Petroleum esta semana, de acordo com um documento da SEC. Esta posição aumenta a participação da Berkshire no Occidental Petroleum para 20,90%. As compras ocorreram depois das acções do produtor de energia terem perdido cerca de 20% do seu valor em menos de um mês.
Há tanto pessimismo em relação ao desempenho do mercado accionista que um indicador desenvolvido pelo Sanford C. Bernstein já está a dar um sinal de "compra" de acções mundiais. O indicador Bernstein atingiu os -1,23 ontem. Os níveis abaixo de -1 indicam negatividade "extrema". Nos últimos 22 anos, os sinais de compra do indicador foram seguidos por retornos positivos nas quatro semanas seguintes em mais de 70% das vezes.
Os pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos desceram 16 mil, na semana que terminou a 24 de Setembro, para 193 mil abaixo do esperado pelos economistas de 215 mil. Estavam assim, a 17 de Setembro, o pagamento de 1,347 milhões de subsídios de desemprego, abaixo dos 1,385 milhões estimados.
A taxa de inflação anual na Alemanha subiu para 10% em Setembro face a 7,9% em Julho, superando os 9,5% devido ao fim as medidas temporárias do Governo que tinham contribuído para limitar os aumentos de preços. A taxa de inflação mensal subiu para 1,9% em Setembro face aos 0,3% registados em Agosto acima dos 1,5% esperados. A taxa de inflação harmonizada aumentou para 10,90% em Setembro, de 8,8% em Agosto, superando as previsões dos analistas de 10,2%.
Tendência de Investimento
Cibersegurança
15.09.2022
Hoje Feriados 2022
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    [cn]Bolsas chinesas encerradas até Sexta-feira, dia 7
    [pt]Acções da Mota-Engil negoceiam ex-dividendo no valor ilíquido de 0,01725 por acção
    [jp]01h30: Índice PMI Industrial (Set)
    [jp]06h00: Vendas de Automóveis (Set)
    [fr]07h45: Saldo Orçamental (Ago)
    [es]08h15: Índice PMI Industrial (Set)
    [it]08h45: Índice PMI Industrial (Set)
    [fr]08h50: Índice PMI Industrial (Set)
    [de]08h55: Índice PMI Industrial (Set)
    [eu]09h00: Índice PMI Industrial (Set)
    [uk]09h30: Índice PMI Industrial (Set)
    [pt]11h00: Produção Industrial (Ago)
    [us]15h00: Gastos de Construção (Ago)
    [us]15h00: Índice ISM (Ago)
    [us]Discursos de vários membros da Fed: Bostic (14h05) e Williams (20h10)
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    [au]Decisão da taxa de juro pelo Banco Central da Austrália
    [jp]00h30: Inflação (Set)
    [es]08h00: Desempreg (Set)
    [eu]10h00: Índice de Preços ao Produtor (Ago)
    [eu]13h30: Discurso de Centeno, membro do BCE
    [us]15h00: Encomendas às Fábricas (Ago)
    [us]15h00: Encomendas de Bens Duradouros (Ago)
    [us]15h00: Criação de Emprego JOLTS (Ago)
    [us]Discursos de vários membros da Fed: Logan (14h00), Williams (14h00), Mester (14h15), Jefferson (16h45) e Daly (18h00)
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    [pt]Pagamento do dividendo ilíquido de 0,01725 por cada acção da Mota-Engil
    [opep]Reunião da OPEP
    [jp]01h30: Índice PMI (Set)
    [de]07h00: Balança Comercial (Ago)
    [fr]07h45: Produção Industrial (Ago)
    [es]08h15: Índice PMI  (Set)
    [it]08h45: Índice PMI  (Set)
    [fr]08h50: Índice PMI  (Set)
    [de]08h55: Índice PMI  (Set)
    [eu]09h00: Índice PMI  (Set)
    [uk]09h30: Índice PMI  (Set)
    [us]13h15: Emprego ADP (Set)
    [us]13h30: Balança Comercial (Ago)
    [us]15h00: Índice ISM Serviços (Set)
    [us]15h30: Inventários Semanais de Energia 
    [us]21h00: Discurso de Bostic, membro da Fed

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    [de]07h00: Encomendas às Fábricas (Ago)
    [es]08h00: Output Industrial (Ago)
    [es]08h30: Produção Industrial (Ago)
    [de]08h30: Índice PMI da Construção (Set)
    [uk]09h30: Índice PMI da Construção (Set)
    [eu]10h00: Vendas a Retalho (Ago)
    [eu]12h30: Publicação das Minutas da reunião do BCE
    [us]13h30: Pedidos Semanais de Subsídio de Desemprego 
    [us]Discursos de vários membros da Fed: Evans (18h00), Cook (18h00), Waller (22h00) e Mester (23h30)
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    [jp]06h00: Coincident e Leading Index (Ago)
    [de]07h00: Índice de Preços de Importação (Ago)
    [de]07h00: Vendas a Retalho (Ago)
    [de]07h00: Produção Industrial (Ago)
    [fr]07h45: Balança Comercial (Ago)
    [it]09h00: Vendas a Retalho (Ago)
    [us]13h30: Criação de Emprego Não-Agrícola (Set)
    [us]13h30: Taxa de Desemprego (Set)
    [us]15h00: Discurso de Williams, membro da Fed
    [us]15h00: Stocks dos Grossistas (Ago)
    [us]15h00: Vendas dos Grossistas (Ago)
    [us]20h00: Crédito do Consumidor (Ago)
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Ventos favoráveis para as Infraestruturas   
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