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09.07.2020 12:19
Análise Técnica
Update: GBP/USD
GBP/USD @ 1.2656 O início de Julho marcou uma inversão no gráfico horário do par. Enquanto o padrão se mantiver, é expectável uma ida acima dos 1.275. Quando olhamos para os indicadores neste período temporal de análise,  identificamos uma divergência no oscilador depois de um teste do preço a uma linha de tendência ascendente. Uma inversão do MACD horário reforçaria os dois sinais anteriores e permitiria defender um recuo até aos suportes destacados: 1.2583 e 1.2503.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2396 O par está novamente a testar uma resistência de curto prazo que tem parado os avanços do preço desde meados de Junho. O MACD horário inverteu em baixa e pode desenhar uma divergência negativa. Desde que o par não quebre em negociação os 1.2423 sugerimos uma entrada com um “trigger” de venda @ 1.2384 e com um “stop” @ 1.2424. Como objectivo definimos os 1.2184 e continuamos com 1/16 do risco habitual.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2409 O par continua a caminhar no sentido do nosso objectivo, mas após a recuperação de hoje, faz sentido mais um ajuste ao plano. Se o preço quebrar os 1.2381, sugerimos nova alteração do “stop” para os 1.2403 e se vier a quebrar os 1.2335, fará sentido nova alteração, desta feita para os 1.2353. Mantemos o objectivo nos 1.2253.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2503 O par desenhou um divergência negativa no gráfico horário. Os novos máximos relativos fizeram disparar o “stop” da ideia sugerida, mas o indicador não acompanhou o movimento, reforçando o nosso “bias” negativo e a validade técnica do plano apresentado. Sugerimos então uma reentrada nos níveis actuais (1.2503), com um “stop” @ 1.2553 e como objectivo, os 1.2253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Se o preço quebrar os 1.2432 em negociação, fará sentido alterar o “stop” para o “breakeven”.       Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
08.07.2020 09:49
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3145 (Fecho de terça-feira) O índice continua incapaz de invalidar a “bearish Island” desenhada há mais de um mês. Lembramos que essa figura pode representar o 1º grande “falhanço” no gráfico semanal em muitos anos. A juntar a este quadro de indecisão abaixo de várias referências técnicas importantes, o facto das “FAANG” continuarem a marcar máximos. Será que o índice tecnológico vai continuar o movimento parabólico e acabar por arrastar o S&P500, ou estamos já numa outra “fase do ciclo” e como em todos os grandes topos nos últimos 20 anos, o S&P500 já está a “adivinhar” qualquer coisa?   Não vamos nós tentar adivinhar o desfecho, a realidade é que continuamos nos mesmos níveis há mais de um mês e será a saída desta consolidação o primeiro sinal para os próximos tempos. Acima dos 3191 é de esperar que o S&P500 corra atrás do índice tecnológico para novos máximos, por outro lado, a incapacidade para aguentar os 3155 e depois os 3131 vão obrigar a considerar novamente a 2ª hipótese. Fazemos notar novo sinal de inversão no MACD horário, com o S&P500 a fechar novamente abaixo dos 3155. Numa óptica de “trading” estamos a olhar para os 3155 e os 3190 como resistências e depois temos os 3131 e em seguida o intervalo 3075/89, como suportes.       S&P 500 @ 3130 (Fecho de sexta-feira) O S&P500 voltou a reagir mal à 5ª abertura em “gap-up” acima do “golden retracement” (3131) da última queda. Olhando para o valor actual do futuro, prepara a 6ª abertura em “gap” acima desse valor, que com os 3155 definem a zona de resistência que temos monitorizado nas últimas semanas. Numa óptica de “trading”, encontramos logo acima uma outra resistência importante, nos 3190 e depois  o fecho do ano anterior, nos 3231. Ao contrário do índice tecnológico, o quadro técnico continua a suscitar algumas dúvidas pelo que iremos monitorizar a reacção do gráfico horário nas referências destacadas.        S&P 500 @ 3009 (Fecho de sexta-feira) O índice quebrou os 3089 e depois de os tentar reconquistar sem sucesso, terminou a semana claramente abaixo dessa referência. O “bias” negativo ganha força e ganha extrema importância o suporte semanal nos 2955. Continuamos com reservas para o curto prazo, mas enquanto o preço não reconquistar os 3089, sugerimos cautelas redobradas. Definimos como resistência intermédia os 3040.       Análise Anterior: S&P 500 @ 3110 Começa a fazer sentido lembrar que, pela primeira vez em anos, o S&P500 pode desenhar um “Lower high” no gráfico semanal. Temos também de acrescentar o facto de o preço ter rejeitado pela 3ª vez, após um gap forte de abertura, os 3155. Do ponto de vista técnico começa a ser difícil ignorar o quadro que o preço  está a pintar! Reiteramos a nossa total neutralidade no intervalo 3089/3155. Se o preço não conseguir aguentar o “gap” de suporte que destacamos no gráfico diário, teremos de reavaliar o gráfico semanal, mas desta vez tendo presente o primeiro “lower high” desde 2015. Acima dos 3155 em fecho diário é expectável que o S&P500 acabe por acompanhar a performance das tecnológicas para novos máximos de sempre. Se, pelo contrário, não aguentar os 3089, teremos de novamente de considerar a hipótese de o “Bull Market” ter mesmo terminado em Fevereiro deste ano…             Análise Anterior: S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.07.2020 09:49
Análise Técnica
EUR/USD | USD/JPY
EUR/USD @ 1.1287 O par apresenta sinais muito contraditórios no curto prazo. O gráfico diário pode estar a desenhar o 1º sinal de compra acima da exponencial dos 200 dias desde finais de 2017. Requer confirmação.     Por outro lado, não é caso isolado este tipo de movimento forte num curto espaço de tempo, acabando depois por se mostrar incapaz de sustentar cima do intervalo 1.14/5. Acrescentamos o que poderá ser um duplo topo no gráfico horário, também por confirmar. Vamos continuar a monitorizar os gráficos de curto prazo.       USD/JPY @ 107.59 A lateralização dos últimos meses não é muito vulgar neste par. O “alinhamento” do Iene com as outras moedas de referência (Euro e Libra como exemplos maiores), ainda menos. O par pode estar a preparar um movimento forte. Iremos estar com particular atenção aos 107.5 e aos 110.     Nas últimas sessões a lateralização é ainda mais “comprimida” entre a exponencial dos 200 períodos e uma linha de tendência de máximos que ficou definida no último movimento de alta. Neste caso a resistência está na zona dos 107.8. Iremos monitorizar o MACD horário na aproximação a uma destas zonas.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.07.2020 09:21
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3130 (Fecho de sexta-feira) O S&P500 voltou a reagir mal à 5ª abertura em “gap-up” acima do “golden retracement” (3131) da última queda. Olhando para o valor actual do futuro, prepara a 6ª abertura em “gap” acima desse valor, que com os 3155 definem a zona de resistência que temos monitorizado nas últimas semanas. Numa óptica de “trading”, encontramos logo acima uma outra resistência importante, nos 3190 e depois  o fecho do ano anterior, nos 3231. Ao contrário do índice tecnológico, o quadro técnico continua a suscitar algumas dúvidas pelo que iremos monitorizar a reacção do gráfico horário nas referências destacadas.        S&P 500 @ 3009 (Fecho de sexta-feira) O índice quebrou os 3089 e depois de os tentar reconquistar sem sucesso, terminou a semana claramente abaixo dessa referência. O “bias” negativo ganha força e ganha extrema importância o suporte semanal nos 2955. Continuamos com reservas para o curto prazo, mas enquanto o preço não reconquistar os 3089, sugerimos cautelas redobradas. Definimos como resistência intermédia os 3040.       Análise Anterior: S&P 500 @ 3110 Começa a fazer sentido lembrar que, pela primeira vez em anos, o S&P500 pode desenhar um “Lower high” no gráfico semanal. Temos também de acrescentar o facto de o preço ter rejeitado pela 3ª vez, após um gap forte de abertura, os 3155. Do ponto de vista técnico começa a ser difícil ignorar o quadro que o preço  está a pintar! Reiteramos a nossa total neutralidade no intervalo 3089/3155. Se o preço não conseguir aguentar o “gap” de suporte que destacamos no gráfico diário, teremos de reavaliar o gráfico semanal, mas desta vez tendo presente o primeiro “lower high” desde 2015. Acima dos 3155 em fecho diário é expectável que o S&P500 acabe por acompanhar a performance das tecnológicas para novos máximos de sempre. Se, pelo contrário, não aguentar os 3089, teremos de novamente de considerar a hipótese de o “Bull Market” ter mesmo terminado em Fevereiro deste ano…             Análise Anterior: S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.07.2020 09:19
Análise Técnica
Update: Nasdaq 100
Nasdaq 100 @ 10342 (Fecho de sexta-feira) O índice confirmou a inversão há duas sessões, com o fecho acima das referências destacadas na última nota, mas deixou a única zona para a definição de um “stop” a mais de 400 pontos, não permitindo elaborar um plano que respeitasse os nosso rácios habituais de retorno/risco. O padrão continua claro, voltaremos a este índice num próximo recuo. Suportes de curto prazo (para posicionamentos agressivos) nos 10100 e nos 9935. Análise Anterior: Nasdaq 100 @ 9934 O índice tecnológico testou a zona dos máximos de Fevereiro e encetou uma recuperação. A capacidade para sustentar acima das exponenciais no gráfico horário e o apoio de uma inversão em alta no MACD horário (por confirmar) podem suportar uma entrada. Resistências de curto prazo nos 10100 e nos máximos. Análise Anterior: Nasdaq 100 @ 10008.64 O índice tecnológico já fez novos máximos históricos, mantendo um padrão de alta claro. Podíamos voltar a alertar para alguns sinais de alarme, mas o preço dita o nosso “bias” que é positivo acima do intervalo 9447/9624.   Também neste caso desenhámos um canal ascendente que tem suportado o preço desde Abril. Destacamos dois suportes, 9832 e depois os 9688. Acima destas referência o “bias” é positivo. Identificámos também uma resistência de curto prazo que surgiu a semana passada, no intervalo 10094/155.     As divergências negativas no gráfico horário sugerem um recuo esta semana. É fundamental a quebra dos 9934 para podermos defender este recuo. A acontecer o recuo, temos então dois intervalos que podemos monitorizar como zonas de entrada: 9777/832 e em seguida 9638/88.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
01.07.2020 11:23
Análise Técnica
Update: GBP/USD
GBP/USD @ 1.2396 O par está novamente a testar uma resistência de curto prazo que tem parado os avanços do preço desde meados de Junho. O MACD horário inverteu em baixa e pode desenhar uma divergência negativa. Desde que o par não quebre em negociação os 1.2423 sugerimos uma entrada com um “trigger” de venda @ 1.2384 e com um “stop” @ 1.2424. Como objectivo definimos os 1.2184 e continuamos com 1/16 do risco habitual.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2409 O par continua a caminhar no sentido do nosso objectivo, mas após a recuperação de hoje, faz sentido mais um ajuste ao plano. Se o preço quebrar os 1.2381, sugerimos nova alteração do “stop” para os 1.2403 e se vier a quebrar os 1.2335, fará sentido nova alteração, desta feita para os 1.2353. Mantemos o objectivo nos 1.2253.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2503 O par desenhou um divergência negativa no gráfico horário. Os novos máximos relativos fizeram disparar o “stop” da ideia sugerida, mas o indicador não acompanhou o movimento, reforçando o nosso “bias” negativo e a validade técnica do plano apresentado. Sugerimos então uma reentrada nos níveis actuais (1.2503), com um “stop” @ 1.2553 e como objectivo, os 1.2253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Se o preço quebrar os 1.2432 em negociação, fará sentido alterar o “stop” para o “breakeven”.       Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.06.2020 18:34
Análise Técnica
Update: Nasdaq 100
Nasdaq 100 @ 9934 O índice tecnológico testou a zona dos máximos de Fevereiro e encetou uma recuperação. A capacidade para sustentar acima das exponenciais no gráfico horário e o apoio de uma inversão em alta no MACD horário (por confirmar) podem suportar uma entrada. Resistências de curto prazo nos 10100 e nos máximos. Análise Anterior: Nasdaq 100 @ 10008.64 O índice tecnológico já fez novos máximos históricos, mantendo um padrão de alta claro. Podíamos voltar a alertar para alguns sinais de alarme, mas o preço dita o nosso “bias” que é positivo acima do intervalo 9447/9624.   Também neste caso desenhámos um canal ascendente que tem suportado o preço desde Abril. Destacamos dois suportes, 9832 e depois os 9688. Acima destas referência o “bias” é positivo. Identificámos também uma resistência de curto prazo que surgiu a semana passada, no intervalo 10094/155.     As divergências negativas no gráfico horário sugerem um recuo esta semana. É fundamental a quebra dos 9934 para podermos defender este recuo. A acontecer o recuo, temos então dois intervalos que podemos monitorizar como zonas de entrada: 9777/832 e em seguida 9638/88.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.06.2020 10:20
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3009 (Fecho de sexta-feira) O índice quebrou os 3089 e depois de os tentar reconquistar sem sucesso, terminou a semana claramente abaixo dessa referência. O “bias” negativo ganha força e ganha extrema importância o suporte semanal nos 2955. Continuamos com reservas para o curto prazo, mas enquanto o preço não reconquistar os 3089, sugerimos cautelas redobradas. Definimos como resistência intermédia os 3040.       Análise Anterior: S&P 500 @ 3110 Começa a fazer sentido lembrar que, pela primeira vez em anos, o S&P500 pode desenhar um “Lower high” no gráfico semanal. Temos também de acrescentar o facto de o preço ter rejeitado pela 3ª vez, após um gap forte de abertura, os 3155. Do ponto de vista técnico começa a ser difícil ignorar o quadro que o preço  está a pintar! Reiteramos a nossa total neutralidade no intervalo 3089/3155. Se o preço não conseguir aguentar o “gap” de suporte que destacamos no gráfico diário, teremos de reavaliar o gráfico semanal, mas desta vez tendo presente o primeiro “lower high” desde 2015. Acima dos 3155 em fecho diário é expectável que o S&P500 acabe por acompanhar a performance das tecnológicas para novos máximos de sempre. Se, pelo contrário, não aguentar os 3089, teremos de novamente de considerar a hipótese de o “Bull Market” ter mesmo terminado em Fevereiro deste ano…             Análise Anterior: S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
29.06.2020 10:17
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3192 Depois de transformar a zona dos 3154 (antes resistência) em suporte, o índice tentou sem sucesso sustentar acima da referência seguinte, 3245/95. Negociou acima durante várias horas, mas desenhando uma clara divergência negativa. O quadro técnico começa a ficar muito interessante numa óptica de “trading” pelo que iremos monitorizar as reacções nos dois níveis apresentados (3136 e 3294), à procura do apoio do MACD horário para a elaboração de um plano. O preço está em cima da exponencial dos 200 períodos, pelo que é expectável alguma consolidação em torno desta zona nas próximas horas.           Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3067  O EUROSTOXX50 apresenta um padrão bastante mais fraco que os sues pares. O “bias” mantém-se negativo abaixo dos 3400.     O índice rejeitou a exponencial dos 200 dias deixando um “gap” abaixo dessa referência, pelo que podemos definir uma resistência intermédia interessante numa óptica de “trading”, o intervalo 3245/95. O novo “gap” deixado hoje na abertura, permite definir uma outra resistência que termina nos 3154. Como suportes que esperamos ver atingidos em breve, o intervalo 2980/3000 e em seguida os 2800.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
25.06.2020 16:24
Análise Técnica
Update: GBP/USD
GBP/USD @ 1.2409 O par continua a caminhar no sentido do nosso objectivo, mas após a recuperação de hoje, faz sentido mais um ajuste ao plano. Se o preço quebrar os 1.2381, sugerimos nova alteração do “stop” para os 1.2403 e se vier a quebrar os 1.2335, fará sentido nova alteração, desta feita para os 1.2353. Mantemos o objectivo nos 1.2253.         Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2503 O par desenhou um divergência negativa no gráfico horário. Os novos máximos relativos fizeram disparar o “stop” da ideia sugerida, mas o indicador não acompanhou o movimento, reforçando o nosso “bias” negativo e a validade técnica do plano apresentado. Sugerimos então uma reentrada nos níveis actuais (1.2503), com um “stop” @ 1.2553 e como objectivo, os 1.2253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Se o preço quebrar os 1.2432 em negociação, fará sentido alterar o “stop” para o “breakeven”.       Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
24.06.2020 15:12
Invest Outlook
3º Trimestre 2020
Os mercados financeiros, em particular os accionistas e os de crédito, registaram ganhos assinaláveis, no segundo trimestre do ano, impulsionados pela perspectiva optimista de uma recuperação económica rápida (recuperação em V) e pela acção dos governos e dos bancos centrais, com o anúncio de estímulos fiscais e monetários massivos. Apesar da recuperação das fortes perdas de Março ser esperada, a dimensão e rapidez das subidas dos últimos meses acabou por surpreender muitos investidores, considerando as mais recentes estimativas macroeconómicas e a deterioração dos resultados esperados pelas empresas. Após a subida de cerca 40% dos índices accionistas e da queda para metade dos spreads de crédito das obrigações High Yield, desde os mínimos de Março, as avaliações destes activos estão agora mais elevadas, aconselhando alguma prudência. Outlook Evolução dos indicadores macroeconómicos  A pandemia da Covid-19 despoletou a pior recessão económica dos últimos quase 100 anos, na sequência de uma crise de saúde pública global que afectou já mais de 8,5 milhões de pessoas e cerca de 450 mil mortes. As medidas de contenção da pandemia, necessárias para atrasar a propagação do vírus e limitar o número de fatalidades, conduziram à abrupta interrupção de vários sectores económicos, com destaque para o Turismo e actividades relacionadas. Assim, de acordo com as últimas estimativas da OCDE (Jun-20), a economia mundial deverá contrair 6,0% este ano, após um segundo trimestre particularmente negativo, e recuperar 5,2% em 2021. Evolução do PIB Mundial (var. trimestral) Fonte: OCDE (Jun-20). Com efeito, à medida que as principais economias diminuem os lockdowns, os índices de actividade começam a evidenciar sinais de recuperação, sustentando a expectativa de uma retoma gradual ao longo dos próximos trimestres. Porém, em 2020, o desemprego é esperado aumentar de forma significativa nas principais economias mundiais, assim como os níveis de dívida pública para fazer face à crise e potenciar a recuperação. Índices PMI Services Fonte: OCDE (Jun-20).    Estados Unidos "Nos Estados Unidos, o PIB é esperado cair cerca de 40% (anualizado), no segundo trimestre deste ano." A economia norte-americana contraiu 5% (taxa anualizada) no primeiro trimestre deste ano, mais 0,2 pontos percentuais (pp) que o inicialmente previsto pelos analistas, interrompendo, deste modo, o mais longo período de expansão da história do país. Este foi o pior registo desde o último trimestre de 2008, reflectindo as medidas de confinamento impostas na generalidade dos Estados, com vista a conter a pandemia da Covid-19. O segundo trimestre é esperado ser ainda pior, com uma queda (anualizada) na ordem dos 40%, considerando que o lockdown, iniciado em Março, se estendeu ao longo do presente trimestre. A taxa de desemprego, de forma surpreendente, caiu para os 13,3% em Maio, bem abaixo dos 19,8% esperados pelos analistas. Em Abril, a taxa de desemprego tinha subido para os 14,7% (4,4%, em Março), o valor mais elevado desde 1939. Desde Fevereiro último, existem mais 15,2 milhões de pessoas desempregadas, um número que poderá não reflectir fielmente a realidade, considerando possíveis erros de classificação.   - Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego  Fonte: Bloomberg. Consequência da paragem abrupta da actividade económica, nomeadamente do consumo e das viagens, a taxa de inflação caiu dos 1,5%, em Março, para os 0,1%, em Maio, o valor mais baixo desde Setembro de 2015. Para esta queda contribuiu largamente a forte queda do preço dos combustíveis. Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação situa-se nos 1,2% (2,1%, em Março). Sem surpresa, considerando o brutal aumento da taxa de desemprego, o índice de confiança dos consumidores caiu para os 78,9 pontos, em Junho (101 pontos, em Fevereiro). Para fazer face à crise, suportar o emprego e potenciar a recuperação, o défice público norte-americano, em percentagem do PIB, deve agravar-se dos -5,8%, em 2019, para os -15,4% em 2020, de acordo com o FMI (Abril-20). Desta forma, a dívida pública líquida, deverá aumentar dos 84,1% para os 107% do PIB, no mesmo período. Em 2021, com a esperada recuperação da economia, o défice é esperado melhorar para os -8,6% do PIB. De acordo com as últimas previsões da OCDE, a economia norte-americana deverá cair 7,3%, em 2020, e recuperar 4,1% em 2021. Porém, num cenário de uma segunda vaga da pandemia, a economia poderá cair 8,5% este ano, recuperando apenas 1,9% em 2021. A probabilidade atribuída pela OCDE aos dois cenários é igual.   - Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Zona Euro "Na Zona Euro, as estimativas dos analistas apontam para uma contracção de 9,1% no PIB, em 2020."   Na Zona Euro, a economia contraiu 3,6%, em cadeia, no primeiro trimestre de 2020, o pior registo trimestral de sempre. Em termos homólogos, a perda ascende a 3,1%, devendo piorar considerando que os lockdowns se prolongaram durante o segundo trimestre. Tal como nos Estados-Unidos, a principal consequência da pandemia será o aumento da taxa de desemprego, que em Abril ainda se situava nos 7,3%. Entre os países membros, a situação é particularmente gravosa em Espanha, onde a taxa de desemprego subiu para 14,8%, e em França, com 8,7%. - Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg.   Por sua vez, a taxa de inflação caiu para os 0,1% em Maio (1,4%, no início do ano), o valor mais baixo desde Junho de 2016. Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação situa-se nos 0,9% (1,1%, no início do ano). Consequência dos lockdowns e deterioração do mercado de trabalho, o índice de confiança dos consumidores diminuiu para os -18,8 pontos, em Maio, ligeiramente melhor que no mês anterior (-22 pontos) mas muito abaixo do valor observado no início deste ano (-8,1 pontos). Para enfrentar a crise, também na Zona Euro os países membros têm adoptado políticas fiscais fortemente expansionistas, anunciando importantes pacotes de apoios às empresas e ao emprego. Desta forma, o défice público médio da Zona Euro deverá atingir este ano os -7,5% do PIB (-0,7%, em 2019), fazendo a dívida pública líquida aumentar para os 81,3% do PIB (69,1%, em 2019), de acordo com o FMI (Abril-20). Ainda assim, apesar de todos os estímulos fiscais anunciados, a economia da Zona Euro, segundo as últimas estimativas da OCDE, deverá cair 9,1% em 2020. Os países mais afectados serão a França, Itália e Espanha, com quedas do produto superiores a 11%. Em 2021, é esperada uma recuperação de 6,5% no total da Zona Euro, ainda assim insuficiente para chegar aos níveis do início da pandemia. - Euro: Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Portugal "De acordo com a OCDE, a economia nacional deverá cair 9.4%, em 2020." No primeiro trimestre deste ano, o PIB nacional perdeu 3,8% em cadeia, e 2,3% em termos homólogos. No final do mesmo período, a taxa de desemprego fixou-se nos 6,7%, sem variação relativamente ao trimestre anterior. Contudo, este valor é esperado aumentar nos próximos meses em consequência da crise económica provocada pela pandemia da Covid-19. Por sua vez, a taxa de inflação manteve a trajectória descendente verificada desde o início deste ano, terminando o mês de Maio em -0,7% (0,8%, em Janeiro). Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação situa-se em -0,1% (0,4%, em Janeiro). Esta tendência foi, aliás, acelerada no segundo trimestre, com o confinamento geral da população imposto como medida de combate à pandemia, com vários sectores de actividade suspensos, com destaque para o sector do Turismo, responsável por cerca de 10% do PIB nacional. - Portugal: Crescimento do PIB e Saldo Externo de Bens e Serviços Fonte: Bloomberg e INE.   Tal como verificado em muitos outros países, o governo nacional anunciou igualmente vários pacotes de apoio às empresas e defesa do emprego. De acordo com o FMI (Abril-20), o défice público deverá este ano disparar para os -7,1% do PIB, após saldo positivo de 0,2%, em 2019. Como consequência, a divida pública líquida é antecipada aumentar dos 112,2%, em 2019, para os 129,1%, este ano. De acordo com as últimas estimativas da OCDE, a economia portuguesa deverá contrair 9,4%, em 2020, e crescer 6,3% no próximo ano, no caso de apenas uma vaga da pandemia. Se, pelo contrário, ocorrer uma segunda vaga, estes valores são esperados piorar para os -11,3% e 4,8%, respectivamente. Países Emergentes "A economia chinesa deverá registar o pior desempenho trimestral desde que existe registo, no primeiro trimestre deste ano." O impacto da pandemia será igualmente severo nas economias emergentes. Países como o Brasil, Rússia e África do Sul enfrentam desafios acrescidos devido aos sistemas de saúde mais frágeis, queda dos preços das matérias-primas e outflows de capitais. Na China, o PIB deverá cair 2,6% em 2020, recuperando 6,8% no próximo ano, segundo a OCDE. Atingida pela pandemia mais cedo do que a Europa e os Estados-Unidos, a economia chinesa perdeu 6,8% no primeiro trimestre do ano, em termos homólogos, após um crescimento de 6,0%, no trimestre anterior. Este valor (-6,8%) é o pior desde que existe registo (1992) e reflecte o severo impacto que do lockdown imposto pelas autoridades durante cerca de dois meses, como meio de combate à pandemia. Neste contexto de menor actividade e consumo, a taxa de inflação diminuiu para os 2,4%, em Maio (4,3%, em Março). A taxa de desemprego, contudo, manteve-se estável na ordem dos 6%. Na Índia, a OCDE espera uma queda de 3,7% no PIB em 2020, e uma recuperação de 7,9%, em 2021. No primeiro trimestre deste ano a economia cresceu 3,1%, em termos homólogos, mas deverá contrair no segundo trimestre em consequência da pandemia. Com efeito, a taxa desemprego, que em Março se situava nos 8,7%, subiu para os 23,5% em Maio, antecipando uma travagem brusca no nível de actividade económica durante o segundo trimestre. Na Rússia, o PIB cresceu 1,6% durante o primeiro trimestre deste ano, em termos homólogos, menos 0,5 pp que no trimestre anterior. Porém, também aqui o forte aumento da taxa de desemprego – dos 4,7% em Março, para os 5,8%, em Abril – deixa antever uma forte desaceleração na actividade económica durante o segundo trimestre, ao qual não será alheia a igualmente forte queda do preço do barril do petróleo. De acordo com a OCDE, a economia russa deverá cair 8,0% em 2020, e recuperar 6,0% no próximo ano, num cenário de apenas uma vaga da pandemia. Por fim, no Brasil a pandemia deverá provocar uma contracção de 7,4% no PIB, em 2020. No próximo ano, num cenário de apenas uma vaga, a economia é esperada crescer 4,2%, antecipando-se, pois, uma recuperação muito lenta. A taxa de desemprego, em Abril, situava-se nos 12,2%, mais 1,2 pp relativamente ao início do ano. - Economias BRIC Fonte: Bloomberg. Paulo Monteiro Redigido em 19 de Junho de 2020 Todos os valors em 22 de Junho de 2020 Evolução dos mercados financeiros Os mercados financeiros, em particular os accionistas e os de crédito, registaram ganhos assinaláveis, no segundo trimestre do ano, impulsionados pela perspectiva optimista de uma recuperação económica rápida (recuperação em V) e pela acção dos governos e dos bancos centrais, com o anúncio de estímulos fiscais e monetários massivos. Apesar que a recuperação das fortes perdas de Março fosse esperada, a dimensão e rapidez das subidas dos últimos meses acabou por surpreender muitos investidores, considerando as mais recentes estimativas macroeconómicas e a deterioração dos resultados esperados pelas empresas. Após a subida de cerca 40% dos índices accionistas e da queda para metade dos spreads de crédito das obrigações High Yield, desde os mínimos de Março, as avaliações destes activos estão agora mais elevadas, aconselhando alguma prudência. Mercados Accionistas "Os índices S&P-500 e Nasdaq-100 subiram 20,6% e 29,7% no segundo trimestre, respectivamente." Os mercados accionistas registaram ganhos assinaláveis durante o segundo trimestre do ano. À data do presente documento, o índice S&P-500 regista uma subida de 41% desde o mínimo de 23 de Março último, e encontra-se a perder apenas 3,5%, desde o início do ano. Na Europa, a recuperação foi igualmente forte, com ganhos de 40,8% e 48,5% nos índices EuroStoxx-50 e DAX-30, desde os mínimos de Março. Ainda neste continente, os underperformers foram os mercados ibéricos, com ganhos de 26,3% e 26,5% nos índices IBEX-35 e PSI-20, respectivamente, no segundo trimestre. Reflectindo o optimismo vivido nos mercados, a volatilidade implícita nos contratos de opções sobre os principais índices (medida, por exemplo, pelo índice VIX, nos Estados-Unidos, caiu para menos de metade da observada em meados de Março. - Mercados Accionistas versus Volatilidade Fonte: Bloomberg. Entre os mercados emergentes os ganhos foram igualmente significativos. O índice MSCI Emerging subiu 14,8% (em Euros), no trimestre, com destaque para a recuperação dos mercados brasileiro (IBOV, +26,5%, em Euros), turco (BIST-30, +17,5%, em Euros) e russo (MOEX, +21,4%, em Euros). Na Ásia, os ganhos foram mais modestos, com a China (SHCOMP) e a Índia (SENSEX) a subiram 5,2% e 14,9%, respectivamente (ambos em Euros).   - Evolução dos Mercados Accionistas Mundiais Fonte: Bloomberg. Valores em 22-Jun-20 Em Portugal (PSI-20, +8,5%), os ganhos trimestrais foram liderados pelas acções da Pharol SGPS (+59,8%), Sonae Capital (+34,7%), NOS SGPS (+26,2%), Corticeira Amorim SA (+22,6%) e Ibersol SGPS (+21,0%). Pela negativa destacaram-se as acções dos CTT-Correios de Portugal (-8,1%) e Jerónimo Martins (-4,0%). Os pesos pesados EDP-Energias de Portugal e BCP valorizaram 14,4% e 9,2%, respectivamente. - Maiores e menores subidas do PSI-20 Fonte: Bloomberg. Valores em 22-Jun-20 Sectorialmente, as subidas foram lideradas, a nível global medidas pelos índices MSCI World, pelos sectores Tecnológico (+26,7%) e outros mais cíclicos como o Consumo Discricionário (+26,6%) e Materials (+21,5%), no trimestre, em Euros. O sector Petrolífero acompanhou a recuperação do preço do barril do petróleo, com uma valorização de +16,4%, em Euros. Destaque ainda para a recuperação, durante o mês de Junho, dos sectores classificados como Value, como o Financeiro, Industrial e Materials, com subidas superiores aos sectores Growth, como o Tecnológico e Farmacêutico. - Evolução Sectorial (Global) Fonte: Bloomberg, Índices MSCI World. Moeda: EUR. Mercados Cambiais "O índice US Dollar Spot (DXY) subiu 2,0%, no segundo trimestre." A proposta da Comissão Europeia de um Plano de Recuperação, com uma dotação de 2.400 mil milhões de euros, incluindo o reforço do orçamento plurianual de 1.100 mil milhões de euros, em mais 750 mil milhões, financiados nos mercados financeiros com a emissão de obrigações ‘europeias’ e distribuídos pelos Estados-Membros, na sua maioria, sob a forma de transferências comunitárias, terá contribuído para o reforço da confiança dos investidores no projecto europeu, ao sinalizar um reforço da solidariedade entre os Estados-Membros. Neste cenário de maior coesão, a moeda única ganhou terreno face às principais divisas, com ganhos de 2,1% face ao USD, 1,7% face à GBP e 1,5% face ao JPY. Destaque ainda para a recuperação da Coroa Norueguesa (NOK) que, acompanhando a subida do preço do barril do petróleo, apreciou 6,2% face ao EUR. Por sua vez, o USD, medido pelo índice US Dollar Spot, perdeu 2,0%, no segundo trimestre, penalizado, entre outros, pela perspectiva do aumento massivo do défice público na sequência dos estímulos fiscais anunciados, na ordem dos 15% do PIB, e da diminuição do diferencial de taxas de juro, após o corte realizado pela FED, em Março último. - Evolução do Euro e do Dollar Index Spot Fonte: Bloomberg, Taxas de Juro "Os bancos centrais anunciaram pacotes de estímulos massivos, visando potenciar a recuperação económica, mantendo os custos de financiamento baixos." Tal como os governos, também os bancos centrais têm sido proactivos com o anúncio de estímulos, neste caso monetários, de apoio à liquidez dos mercados e empresas e com o objectivo último de apoio à recuperação económica. Nos Estados-Unidos, a Reserva Federal (FED) manteve as taxas de juro inalteradas nas reuniões de Abril e Junho, no intervalo de 0,00%-0,25%, mas reiterou os planos de expansão do respectivo balanço, através de compra de títulos no mercado secundário, incluindo de dívida privada (corporate). Com efeito, em meados de Junho, o total de activos da FED ascendia a cerca de 7.000 mil milhões de USD, mais 2.800 mil milhões (cerca de 13% do PIB) que em finais de Fevereiro-20. Com estas compras, a FED sinaliza a intenção de manter as taxas de juro e os custos de financiamento do governo e empresas em níveis extremamente baixos, potenciando as condições para uma recuperação da economia. No final do trimestre, as taxas de juro a 6 meses e a 10 anos (taxas swap) situavam-se nos 0,41% e 0,71%, respectivamente.  - Evolução das Taxas de Juro - USD Fonte: Bloomberg. Por sua vez na Zona Euro, o total de activos do Banco Central Europeu (BCE) aumentou dos cerca 4.700 mil milhões EUR, no final de 2019, para os actuais 5.600 mil milhões de euros, igualmente por via da compra de títulos em mercado secundário. Para além da expansão do seu balanço, o BCE anunciou ainda a flexibilização e a melhoria das condições de acesso dos bancos às operações de refinanciamento a longo-prazo (TLTRO III), num esforço de fazer chegar a liquidez às empresas e às famílias. No final do trimestre, as taxas de juro a 6 meses e a 10 anos (taxas swap) situavam-se nos -0,26% e -0,16%, respectivamente. - Evolução das Taxas de Juro - EUR Fonte: Bloomberg.  Dívida Pública "As yields da dívida pública core terminaram o segundo trimestre com variações residuais. Nos países europeus periféricos o trimestre foi de ganhos." Nos Estados-Unidos, as yields dos Treasuries a 10 anos encerraram o trimestre nos 0,71%, praticamente inalteradas face ao final de Março último. No prazo dos 2 anos, as yields diminuíram cerca de 5 bp, pelo que a ‘inclinação da curva’ aumentou dos 42 bp para os 52 bp, após um mínimo de 12 bp em meados de Fevereiro. Desta forma, também o mercado obrigacionista parece descontar uma saída de recessão relativamente rápida. Na Zona Euro, as yields dos Bunds alemães (10 anos) subiram cerca de 3 bp no trimestre, para os -0,44%. O diferencial das yields a 10 anos e 2 anos subiu 3 bps, para os 25 bps. Em ambos os blocos económicos, as yields reais permanecem em valores historicamente baixos, ainda que tenham subido recentemente, por via da diminuição da taxa de inflação. - Dívida Pública core - yields a 10 anos Fonte: Bloomberg. Por sua vez, entre os países europeus periféricos, o segundo trimestre foi positivo na sequência das medidas anunciadas pelo BCE. Com efeito, os prémios de risco (diferencial de yields face à Alemanha), no prazo dos 10 anos, diminuíram cerca de 25 bp nos casos de Espanha e Itália, e cerca de 40 bp no caso de Portugal. Assim, no final do trimestre as yields de Portugal e Espanha estavam praticamente iguais, nos 0,49%, e em Itália as yields caíram para os 1,29% (-24 bp, no trimestre). - Zona Euro Fonte: Bloomberg. Dívida Privada "Nos Estados Unidos, os spreads de crédito Investment Grade e High Yield diminuíram para os 76 bp e 499 bp, respectivamente." Tal como nos mercados accionistas, também nos mercados de crédito o trimestre ficou marcado pela forte recuperação, com ganhos na ordem dos 11%, tanto nos Estados-Unidos como na Zona Euro. Nos Estados-Unidos, os spreads de crédito de obrigações com rating Investment Grade diminuíram 37 bp, para os 76 bp. No segmento de High Yield, os spreads terminaram o trimestre nos 499 bp, menos 158 bp que no final de Março. Na Zona Euro o cenário foi semelhante: o índice Itraxx Europe Crossover diminuiu 179 bp, para os 392 bp, e o índice Itraxx Europe Main (Investment Grade) caiu para os 67 bp (96 bp no final do primeiro trimestre). - Evolução dos spreads de crédito (bp) Fonte: Bloomberg. Matérias-Primas "Entre as matérias-primas, destaque para a recuperação do preço do barril de petróleo, com uma subida de 97,6% (WTI), no segundo trimestre" Os preços das matérias-primas subiram, em média, 29,4%, em Euros, durante o segundo trimestre deste ano. Para esta subida, o principal contribuidor foi o segmento de Energia, e em particular o preço do barril do Petróleo, que terminou o trimestre nos 40,46 USD, no caso do WTI, e nos 43,08 USD, no caso do Brent. Destaque ainda para a cotação do Ouro, com uma subida de 11,2%, em EUR, no segundo trimestre, impulsionado pelos massivos estímulos monetários anunciados pelos principais bancos centrais mundiais e pela perspectiva de taxas de juro reais muito baixas (ou negativas) nos próximos anos. Com efeito, mesmo num cenário de recuperação económica no segundo semestre deste ano e no próximo, os governos deverão ‘pressionar’ os bancos centrais para manter as taxas de juro em níveis muito baixos, ajudando, dessa forma, a digerir o brutal aumento do stock de dívida pública decorrente do combate à actual crise.   Por fim, os metais industriais registaram uma subida média de 11,4%, em EUR, no trimestre, descontando a esperada gradual recuperação da economia mundial. - Evolução das Commodities Fonte: Bloomberg. Base 100, em USD. Paulo Monteiro Redigido em 22 de Junho de 2020 Todos os valores em 22 de Junho de 2020 Alocação de Activos Os mercados financeiros registaram uma forte recuperação no segundo trimestre. Apesar da incerteza reinante e da deterioração dos indicadores macroeconómicos, nos Estados-Unidos os índices accionistas S&P-500 e Nasdaq-100 subiram 17,6% e 26,3% (em Euros), respectivamente, e, na Europa, por exemplo, os mercados alemão e inglês recuperaram 20,9% e 7,8% (em Euros). Por sua vez, nos mercados obrigacionistas, os segmentos High Yield global e Dívida Subordinada europeia valorizaram 12,5% e 7,4%, respectivamente. Desta forma, no segundo trimestre, as principais classes de risco recuperaram grande parte das perdas registadas em Março aquando da declaração da pandemia pela Organização Mundial de Saúde. Aqui chegados, dada a dimensão da queda da actividade e o brutal aumento do desemprego nas principais economias mundiais, poderá causar alguma perplexidade a rapidez da recente recuperação dos mercados, em particular, dos accionistas. Quem tivesse despertado agora, após três meses de hibernação, poderia estranhar que o índice Nasdaq-100 registe um ganho desde o início do ano (+12,1%, à data deste texto). Porém, importa ter presente que os mercados financeiros são ‘factores de desconto’, ou seja, refletem a cada momento o valor esperado dos cash-flows esperados pelos diferentes activos. Neste sentido, os mercados parecem descontar uma rápida recuperação económica, com início ainda no decorrer deste ano. Será? Não sabemos. Com certeza que as economias irão recuperar, mas o grau de destruição permanente que persistir torna, na nossa opinião, os mercados vulneráveis a uma possível nova correcção no caso de uma retoma económica mais lenta do que a esperada. No mínimo, a volatilidade deverá manter-se elevada, reflectindo a incerteza existente. Desta forma, numa perspectiva de investimento a médio-longo prazo, é fundamental posicionar correctamente as Carteiras para fazer face à referida volatilidade e para poder beneficiar com o cenário pós-coronavírus. Na nossa opinião, as Acções, apesar das avaliações historicamente elevadas, continuam a oferecer melhores perspectivas de rendibilidade futura do que a Dívida Pública, ainda que, muito provavelmente, com rendibilidades inferiores às observadas nos últimos anos. Com efeito, se por um lado os actuais múltiplos de resultados (Price-to-Earnings) estão historicamente elevados, por outro, podem ser justificados pelas yields extremamente baixas (ou negativas) da dívida soberana (sem risco). Ou seja, os prémios de risco das Acções (diferencial entre as earnings yields das Acções e as yields da Dívida Pública) permanecem elevados, favorecendo o investimento nas primeiras. No segmento de Obrigações, identificamos mais valor na Dívida Privada, em especial no segmento de High Yield, onde os spreads de crédito ainda não se encontram totalmente alinhados com os actuais prémios de risco accionistas.   - Price-to-Earnings Ratio e Equities Risk Premiums (ERP) Fonte: Bloomberg. Banco Invest. Sectorialmente, na nossa opinião, três principais tendências, não sendo exactamente novas, irão muito provavelmente acelerar no futuro próximo. Em primeiro lugar, o mundo será menos global. Nos últimos anos, as guerras comerciais marcaram as agendas políticas e económicas dos Estados-Unidos e da China, com a Europa pelo meio. Num futuro próximo, dado o impacto que a presente crise de saúde pública teve nas cadeias de abastecimento globais, muitos países e empresas poderão optar por começar a produzir mais localmente. Neste contexto, uma possível implicação em termos económicos poderá ser o aumento da taxa de inflação, pelo que, durante o trimestre agora findo, adicionámos Ouro às carteiras sob gestão. Por outro lado, tal movimento poderá traduzir-se num crescente investimento em Robótica, como forma de diminuir os custos de produção. Em segundo lugar, o mundo será mais digital. A quarentena global, como forma de combate à propagação do Covid-19, veio acelerar o recurso às tecnologias digitais para trabalhar e estudar, e potenciou ainda mais o consumo online, incluindo de entretenimento e de produtos financeiros. Desta forma, os sectores de Tecnologia, e Serviços de Comunicações deverão manter o bom desempenho relativo dos últimos anos. Por outro lado, a maior utilização da internet, incluindo para trabalhar, deverá também beneficiar o sector da Segurança.   - Radar Sectorial Fonte: Bloomberg. Banco Invest. ERP – Equity Risk Premium (prémios de risco).  Por fim, no final desta crise de saúde pública, o mundo estará certamente mais endividado. Uma das poucas certezas que se podem ter neste momento, é que os países sairão desta crise com um stock de dívida ainda maior, após os estímulos fiscais massivos realizados para salvar as respectivas economias e sistemas nacionais de saúde (positivo, entre outros, para o sector da Saúde). A situação, contudo, não é tão grave como em 2011, na medida em que os bancos centrais têm mantido as yields das dívidas públicas artificialmente baixas, mesmo para países com contas mais frágeis, como é o caso dos países do sul da europa. Assim, nas Carteiras reduzimos a exposição a dívida pública, optando por sobre-ponderar a dívida privada, onde os spreads de crédito aumentaram significativamente no decurso da presente crise. - Yields e Volatibilidade Fonte: Bloomberg. Banco Invest.   Concluindo, a incerteza macroeconómica, em virtude da evolução da pandemia da Covid-19, permanece elevada pelo que a diversificação e uma perspectiva de médio-longo prazo são fundamentais. Apesar dos vários riscos que persistem, desde a possibilidade de uma segunda vaga da pandemia até às guerras comerciais e tensões geopolíticas, passando pelo resultado das eleições presidenciais nos Estados-Unidos, existem sectores e empresas que certamente irão sair da actual crise ainda mais robustas, apesar do impacto na sua actividade no curto-prazo. Neste sentido, aproveitar as recentes quedas das cotações para reposicionar as Carteiras de investimento poderá revelar-se crucial para a obtenção de rendibilidades superiores no futuro. - Investir a médio-longo prazo Fonte:Bloomberg. Banco Invest. Rendibilidades anualizadas, total return. Valores até 31-Maio-20.   As rendibilidades das carteiras nos próximos anos dependerão, em larga medida, das decisões tomadas no presente. A história mostra-nos que períodos como o actual tendem a proporcionar rendibilidades acima da média nos anos seguintes. Porém, enquanto continuar a aumentar o número de vítimas mortais do Covid-19, poderão ocorrer novas correcções e testes aos mínimos do mês de Março, mas os mercados incorporam já prémios de risco elevados que, historicamente, tendem a ser remunerados a prazo. Como sempre, é fundamental a diversificação das carteiras e uma perspectiva de médio-longo prazo.   Paulo Monteiro Redigido em 22 de Junho de 2020 Todos os valores em 22 de Junho de 2020 Disclaimer   A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest. As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
24.06.2020 15:08
Análise Técnica
Update: S&P 500
S&P 500 @ 3110 Começa a fazer sentido lembrar que, pela primeira vez em anos, o S&P500 pode desenhar um “Lower high” no gráfico semanal. Temos também de acrescentar o facto de o preço ter rejeitado pela 3ª vez, após um gap forte de abertura, os 3155. Do ponto de vista técnico começa a ser difícil ignorar o quadro que o preço  está a pintar! Reiteramos a nossa total neutralidade no intervalo 3089/3155. Se o preço não conseguir aguentar o “gap” de suporte que destacamos no gráfico diário, teremos de reavaliar o gráfico semanal, mas desta vez tendo presente o primeiro “lower high” desde 2015. Acima dos 3155 em fecho diário é expectável que o S&P500 acabe por acompanhar a performance das tecnológicas para novos máximos de sempre. Se, pelo contrário, não aguentar os 3089, teremos de novamente de considerar a hipótese de o “Bull Market” ter mesmo terminado em Fevereiro deste ano…             Análise Anterior: S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
24.06.2020 08:37
Análise Técnica
Update: GBP/USD
GBP/USD @ 1.2503 O par desenhou um divergência negativa no gráfico horário. Os novos máximos relativos fizeram disparar o “stop” da ideia sugerida, mas o indicador não acompanhou o movimento, reforçando o nosso “bias” negativo e a validade técnica do plano apresentado. Sugerimos então uma reentrada nos níveis actuais (1.2503), com um “stop” @ 1.2553 e como objectivo, os 1.2253. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Se o preço quebrar os 1.2432 em negociação, fará sentido alterar o “stop” para o “breakeven”.       Análise Anterior: GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
23.06.2020 10:27
Análise Técnica
GBP/USD
GBP/USD @ 1.2483 A inversão do MACD diário depois de nova rejeição da exponencial dos 200 dias, sugere novo movimento de baixa. Podemos defender valores abaixo dos 1.225.     Numa óptica de “trading”, constatamos também uma inversão do MACD horário, que sugere o alinhar dos dois períodos temporais de análise. Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (1.2483) com um “stop” @ 1.2523. Como objectivo definimos os 1.2283 e continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
22.06.2020 08:53
Análise Técnica
S&P 500 | Nasdaq 100
S&P 500 @ 3097.74 (Fecho de sexta-feira) O gráfico semanal voltou a desenhar uma inversão clara, na zona da linha de tendência superior do megafone que temos monitorizado nos últimos 2 anos. O padrão de inversão é claro, mas para já o preço sustentou nas exponenciais que utilizamos neste período temporal de análise, pelo que mantemos ainda um “bias” neutro.     No gráfico diário é visível um canal ascendente que suporta o preço desde os mínimos de Março. Ampliámos a imagem para uma melhor visualização dos níveis técnicos que iremos monitorizar. O destaque está para já no valor de fecho de sexta-feira, nos 3097.74.     Terminamos com o gráfico horário, onde identificamos um duplo topo com uma divergência, válido com um fecho horário abaixo dos 3089 (o que colocaria o preço novamente na banda que monitorizámos na 1ª metade do mês de Junho. A capacidade para sustentar acima dos 3089/92 será um sinal de força. A resistência mais importante continua a ser a zona dos 3191, mas os máximos da semana passada (3155) funcionarão como uma resistência intermédia.     Nasdaq 100 @ 10008.64 O índice tecnológico já fez novos máximos históricos, mantendo um padrão de alta claro. Podíamos voltar a alertar para alguns sinais de alarme, mas o preço dita o nosso “bias” que é positivo acima do intervalo 9447/9624.     Também neste caso desenhámos um canal ascendente que tem suportado o preço desde Abril. Destacamos dois suportes, 9832 e depois os 9688. Acima destas referência o “bias” é positivo. Identificámos também uma resistência de curto prazo que surgiu a semana passada, no intervalo 10094/155.     As divergências negativas no gráfico horário sugerem um recuo esta semana. É fundamental a quebra dos 9934 para podermos defender este recuo. A acontecer o recuo, temos então dois intervalos que podemos monitorizar como zonas de entrada: 9777/832 e em seguida 9638/88.     Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
16.12.2019 11:16
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16.12.2019 11:12
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13.12.2019 09:39
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Índices Americanos encerram em terreno negativo: SPX -0,56% , Dow Jones -1.39% , no entanto , o índice do sector tecnológico Nasdaq100 encerra em máximos históricos 10.547.75 (+ 0.53%) Ásia após vários dias em terreno positivo, encerra negativa com os índices  Nikkei - 0.85% - Hang Seng -2.19%, Shanghai -1.88% Europa negoceia futuros negativos,  EuroStoxx 50 -0.5%  , Dax -0.50%. Crude quebra a barreira dos $40,00 , está a negociar $38.80 .     Dados Macroeconómicos:  07h45: Produção Industrial (Mai)  09h00: Produção Industrial (Mai)  11h00: Inflação (Jun) e Balança Comercial (Mai)  13h30: Índice de Preços ao Produtor (Jun) Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  ADSE propõe aumento do preço das consultas   Banco de Portugal teme "paradoxo da poupança"  Valor das casas estava a acelarar no interior do  país  Cobselho das  Obras Públicas quer apressar ligaçãp Lisboa-Porto  PS e  PSD recusam cortar apoio  do Estado aos partidos  Turistas problemáticos. As forças de segurança só  podem correr atrás do prejuízo  Câmaras já ajudam a pagar rendas a milhares de famílias   IHolanda é o principal paraíso fical dos ricos portugueses  Bares da Guarda "nunca fecharam"  Costa Pinto: "Tenho sérias dúvidassobre a solução para a TAP"
Independentemente das consequências que a disseminação do coronavírus trará à procura/desejo de risco, os indicadores de mercado sugerem que o euro aumentará. A moeda comum aproxima-se de um valor superior à sua média nas últimas 200 semanas pela primeira vez num ano. Pela primeira vez em mais de dois anos - o euro está a crescer. Por trás deste crescimento está o otimismo perante a estratégia adotada pela União Europeia para fazer frente ao coronavírus, incluindo negociações de um fundo conjunto de recuperação e implementações relativamente rápidas de bloqueios pelos governos. Esta é uma estratégia que, em muitos sentidos, tem vindo a contrastar com a resposta dada do outro lado do Atlântico.
A reabertura gradual de Nova Iorque após o maior surto de coronavírus do país paralisou esta semana, pois a cidade adiou um plano para reintroduzir refeições em restaurantes. A procura por transportes público na semana passada ficou 53% abaixo dos níveis pré-coronavírus, correspondendo ao declínio de 53% registado na semana anterior, de acordo com dados do Moovit App Global Ltd. O número de clientes sentados ao ar livre nos restaurantes de Nova Iorque foi 95% inferior ao resgitado um ano atrás, segundo a OpenTable Inc.. Em comparação com a semana anterior, regista-se um declínio de 94%. A cidade atrasou o retorno de refeições em ambientes fechados para se proteger contra um aumento de casos de vírus que tem atormentado estados como a Flórida, o Texas e a Califórnia. O estado de Nova Iorque registrou quase 400.000 testes positivos para o coronavírus, embora as taxas de infecção tenham caído para cerca de 1% de testes diários, abaixo do grand pico no final de março (50%).
A pandemia efectivamente tirou o tapete a muitos jovens europeus que começavam a procurar o primeiro emprego, situação que os economistas dizem ter o potencial de prejudicar não só as suas perspectivas de emprego como de renda, a curto e longo prazo. O desemprego jovem tem atormentado a Europa há muitos anos, após a crise financeira de 2008/2009 atingir fortemente países, especialmente do sul, como Espanha e Grécia. No entanto, os primeiros sinais mostram que as coisas estão prestes a piorar. Enquanto a taxa geral de desemprego na União Europeia subiu apenas 0,1% em Maio - um aumento modesto graças aos esquemas de licença e de trabalho de curta duração - o desemprego entre os menores de 25 anos aumentou três vezes mais rápido em 0,3%, atingindo os valores de 15,7%. Um grande desafio é o fato de o desemprego jovem estar altamente relacionado com o crescimento económico: quanto maior o impacto económico geral agora, mas ele recai sobre os jovens trabalhadores.
As ações europeias subiram novamente depois de dois dias de oscilação, enquanto os mercados da China continuavam a cobrar, e algo entre o medo e a ganância elevou o ouro a uma alta de nove anos. Apesar da crescente tensão sobre Hong Kong e da incerteza económica causada pelo COVID-19, as ações chinesas alcançaram a sua maior série de vitórias em dois anos. Foi o oitavo dia consecutivo de ganhos do índice blue-chip de Shenzhen, adicionando outros 1,5% aos seus 16% de aumento este mês, e empurrou a Europa na direção certa, depois de alguma hesitação causada por dados alemães pouco inspiradores.
Índices Americanos positivos graças ao sector tecnológico. Ásia encerra em terreno positivo Europa negoceia futuros positivos, EURO STOXX 50 +0.62%, DAX ganha 1.10% e fraca liquidez .     Dados Macroeconómicos:  02h30: Inflação (Jun)  07h00: Balança Comercial (Mai)  13h30: Pedidos Semanais de Subsídio de Desemprego  15h30: Inventários dos Grossistas (Mai) Eventos:  Ministros da Finanças da Zona Euro escolham o novo presidente o Eurogrupo Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  PProteção no desemprego vai variar por freguesia   Ronaldo das Finanças brilhou mais cá do que na Europa  Economistas da  católica avisam para risco de crise financeira  BdP: Nomeados por Centeno para conselho consultivo querem sais Covid-10: Marcelo quis acabar com reuniões com peritos para  descolar de Costa  Há explicadores pagos para fazer exames no lugar dos alunos   Entrega de  armas à Polícia triplica com mudança na lei   Imigrantes de Lisboa e Porto são agors as principais vítimas da pandemia  Sem privatização, "TAP teria acabado" em 2015  Do Novo Banco à pandemia, os 7 trabalhos de Centeno no BdP
A Lansdowne Partners, fechou esta semana o longo e curto fundo de ações que o tornou famoso, levantando temores sobre o futuro dos colegas que ganham dinheiro através de apostas em ações vencedoras e vencendo vencedores. "A crise existencial é real", disse Andrew Beer, fundador dos investimentos Dynamic Beta, com sede em Nova York. “Este não é um fenómeno novo, mas piorou com o tempo. Quando os mercados caem, as ações dos fundos de cobertura caem mais. ”
A Huawei Technologies Co. passou de um componente crucial das redes móveis no Reino Unido e França para ser potencialmente posto de lado, depois de uma campanha implacável por parte da Casa Branca. Ambos os países afirmaram esta semana que estão a tomar medidas para reduzir a sua dependência da empresa chinesa. O Reino Unido pondera ainda avançar com uma eliminação gradual da Huawei, que deve começar ainda este ano. Ademais, a agência francesa de segurança cibernética, Anssi, considera avançar com um sistema de renúncia para tentar limitar severamente o seu uso. Em Janeiro deste ano, Boris Johnson, primeiro-ministro do Reino Unido, tentou chegar a um meio termo permitindo que as operadoras utilizassem equipamentos da marca Huawei para construir sistemas 5G, desde que limitassem em 35% e concordassem em não usá-lo em núcleos de rede sensíveis. No entanto, a pressão dos EUA só aumentou e os governos e transportadoras europeus acabaram numa situação complicada: escolher lados entre duas potências mundiais. A administração do presidente Donald Trump empenhou-se em sanções, tornando cada vez mais difícil o acesso a produtos Huawei para as operadoras europeias  O vice-presidente da Huawei, Victor Zhang, pediu ao Reino Unido que avalie o impacto a longo prazo das sanções dos EUA antes de decidir excluir os produtos da empresa.
Boris Johnson alertou Angela Merkel, chanceler alemã, que o Reino Unido está pronto para prescindir de um acordo comercial se a União Europeia não estiver preparada para se comprometer. O primeiro-ministro falou com a chanceler na terça-feira, enquanto os negociadores do Brexit mantinham conversas informais durante um jantar privado. As negociações estão paralisadas sobre questões como direitos de pesca, a influência futura dos tribunais da UE nas leis do Reino Unido e até que ponto a Grã-Bretanha poderá ter acesso ao mercado único. O primeiro-ministro destacou o compromisso do Reino Unido em trabaljar arduamente para alcançar um acordo antecipado com o processo de negociações intensificadas Acrescentou ainda que o Reino Unido estaria igualmente pronto para deixar o período de transição nos termos da Austrália se não fosse possível chegar a um acordo final".
O surto de coronavírus nos EUA cruzou um marco sombrio na passada terça-feira. O país ultrapassou os 3 milhões de casos confirmados, com mais estados a registar números recordes de novas infecções. As autoridades relataram aumentos alarmantes do número diário de casos em cerca de duas dúzias de estados nas últimas duas semanas, um sinal de que os esforços para controlar a transmissão do novo coronavírus falharam em grandes áreas do país. Califórnia, Havaí, Idaho, Missouri, Montana, Oklahoma e Texas foram alguns dos Estados que quebraram os seus recordes diários na passada terça-feira. Os maiores saltos ocorreram no Texas e na Califórnia, os dois maiores estados dos EUA, com mais de 10.000 cada. Cerca de 24 estados relataram taxas de infecção perturbadoramente altas.
Índices Asiáticos em terreno misto com Nikkei em queda (-0.78%) e Shangai com subida de 1.74% As bolsas norte-americanas encerraram negativas pressionadas pelo aumento Mundial dos casos de Covid-19 Europa negoceia em futuros negativos. EuroStoxx 50 -1,02% , Dax perde 0.92% e fraca liquidez . Dados Macroeconómicos:  00h50: Balança Comercial (Mai)  15h30: Reservas Semanais de Energia Eventos:  Pagamento do dividendo da Merlin Properties (€0,147417/acção)  15h00: Discurso de Guindos, Vice-presidente do BCE  17h00: Discurso de Bostic, membro da Fed Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  PCP beneficia bancos  com suspensão de rendas   Escolha de Stilwell deixa EDP no pódio do setor na Europa  Despedimentos - Fundo só cobre pequena parte das indemnizações  Jair Bolsonaro infectado pelo vírus que tanto subestimou Novo Banco perde 329 milhões em venda a fundo ao qual o seu chairman esteve ligado  Recessão em Portugal este ano será pior do que a depressão de 1928   Fiscalização apertada tenta travar sobrelotação  Utentes deseperam para marcar consulta nos centros de saúde  Reguengos. Médicos recusam reforçar equipa em lar  Centeno enfrenta hoje primeiro teste para governador do BdP
A Europa deve apresentar uma estratégia para aumentar a produção de hidrogénio e reduzir os custos para revigorar um setor que ajudará a região a alcançar a neutralidade climática até 2050. O mercado da tecnologia tem potencial para crescer para um setor de 140 mil milhões de euros (157 mil milhões de dólares) até 2030, criar milhares de empregos e quase eliminar as emissões da indústria e dos transportes. A Comissão Europeia publicará o plano na próxima quarta-feira. "A Europa precisa de investimentos para recuperar da pandemia de coronavírus e precisa de investimentos para se tornar neutra em termos de clima", disse Kadri Simson, Comissário da Energia da UE. "O hidrogénio limpo é um assunto onde essas duas necessidades se sobrepõem." Atualmente, o hidrogênio é responsável por menos de 1% do consumo de energia da Europa e é utilizado principalmente como matéria-prima no setor químico. A expansão da tecnologia não só ajudaria grandes utilizadores de energia, aviação, transporte ou camiões a reduzir sua poluição, como também pode oferecer uma solução para armazenar energia gerada a partir de fontes de energia renováveis intermitentes. Para a UE, o hidrogénio verde é a prioridade. Foi criado através de energia renovável, mas está longe de estar na escala necessária para a indústria. O hidrogénio azul, feito de gás natural com as emissões de carbono enterradas no solo, é um passo à frente em termos de desenvolvimento e terá um papel de transição na estratégia.
O Conselho da Cidade de Seattle aprovou um novo imposto para as maiores empresas da cidade e os seus maiores acionistas, como a Amazon. Denominado "JumpStart Seattle", o projeto foi aprovado esta segunda-feira com uma votação de 7 a 2 e deve entrar em vigor em 2021. O dinheiro do imposto será inicialmente utilizado para financiar o alívio dos coronavírus, mas acabará por ser direcionado para o tratamento de moradias, ou a falta das mesmas em Seattle. Segundo a medida, as empresas com despesas superiores a US $ 7 milhões serão tributadas de 0,7% a 2,4% sobre o valor pago aos funcionários, com base em salários individuais acima de US $ 150.000. O escalão mais alto tem como alvo empresas como a Amazon, com despesas anuais superiores US $ 1 mil milhão. Essas empresas serão tributadas em 2,4% pelos funcionários, que ganham mais de US $ 400.000. A decisão é um golpe para a Amazon, que lutou, ao lado de outras empresas, contra a passagem do chamado imposto sobre vendas em 2018 por meio de uma campanha de referendo bem financiada. Após a revogação do imposto de renda, a conselheira Kshama Sawant incentivou as discussões em torno de um imposto sobre as grandes empresas coma campanha "Tax Amazon". O imposto JumpStart é mais agressivo do que a legislação “Tax Amazon”, que procurava aplicar um imposto fixo sobre a folha de pagamento de 0,7% nas grandes empresas.
O BPI retirou a EDP da lista de ações favoritas mas o Berenberg subiu a recomendação para "comprar" Com a suspensão de António Mexia e João Manso Neto, as acções da EDP e da EDP Renováveis regressam à negociação no vermelho.Contudo, o desempenho negativo foi de curta duração com os títulos a negociarem em alta. Miguel Stilwell é a "escolha positiva" para substituir António Mexia na EDP, passando de CFO a CEO interino da EDP. Ações valorizam mais de 2%
O mercado accionista da China está agora no centro das atenções depois de um comício quase sem precedentes que ajudou a elevar as ações globais . A rápida evolução dos ganhos da China, verificados na semana passada, não é vista desde a bolha das ações que estourou há cinco anos. Só o aumento de segunda-feira adicionou mais de US $ 460 mil milhões aos valores das ações chinesas,ficando apenas atrás de um dia em julho em 2015 desde a crise financeira global. O avanço continuou esta terça-feira, embora em ritmo mais lento. O Índice CSI 300 subiu 0,6% no fecho, sendo que o  yuan offshore aumentou 7 por dólar pela primeira vez desde Março.  
Invest Trends
Saúde
04.06.2020
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    [us]13h30: Índice de Preços ao Produtor (Jun)
     
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    [eu]07h30: Bloomberg July Eurozone Economic Survey
    [uk][us]16h30: Conferência sobre a Libor com Williams, membro da Fed, e com Bailey, governador do BOE
    [us]19h00: Monthly Budget Statement
    [us]Resultados Empresariais: PepsiCo Inc (11h00)
     
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Influência dos Bancos Centrais nos Mercados   Opinião
08.07.2020 Análise Técnica

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