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20.01.2020 08:46
Análise Técnica
USD/JPY | GBP/JPY
USD/JPY @ 110.14    O par marcou novo máximo relativo, mas novamente com uma divergência negativa e sem capacidade para sair dos níveis das últimas semanas, o que mantém válida a possibilidade que temos defendido. O gráfico horário já inverteu novamente, suportando o plano de reentrada. Sugerimos então nova venda, nos níveis actuais (110.14) com um stop @ 110.44 e como objectivo, os 108.34 (rácio retorno/risco de 6). Continuamos com 1/16 do risco habitual. GBP/JPY - 143.04 Continuamos com um “bias” negativo neste par e defendemos um teste ao objectivo destacado no gráfico diário. Como é habitual, veremos a próxima recuperação como uma oportunidade de entrada (falhámos na última sexta o último sinal de venda). O gráfico horário está novamente a testar a zona que tem servido de suporte no curto prazo, pelo que podemos esperar novo movimento ascendente nas próximas horas. Este movimento seria a nossa oportunidade. Faremos novo “update” com a aproximação de novo sinal de venda no MACD horário.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
16.01.2020 11:25
Análise Técnica
DAX30 | Eurostoxx50
DAX30 @ 13405 O índice Alemão está a testar os máximos de 2018. A reacção nesta zona pode ser determinante para o comportamento do 1.º semestre deste ano. Destacamos a inexistência de força na tendência em toda a recuperação desde os mínimos de 2018. Juntamos a este facto uma divergência negativa no oscilador que utilizamos e a aproximação de um sinal de venda no MACD semanal. Para já mantemos um "bias" neutro, mas cauteloso. A sustentação acima dos 13386/408 é determinante para mantermos a neutralidade. A quebra dos 13320 coloca em cima da mesa a possibilidade de um duplo topo que poderá empurrar o DAX30 para a zona dos 12900 no curto prazo. Quando olhamos para o curto prazo, sai reforçada a importância dos 12400 como referência para as próximas sessões. Como suporte intermédio, identificamos também o intervalo 13150/60. Eurostoxx50 @ 3766 Também o Eurostoxx50 está a testar uma importante resistência de médio/longo prazo. São várias as divergências negativas, mas enquanto o preço sustentar acima dos 3649 mantemos alguma neutralidade. As últimas duas semanas mostram vários sinais de cansaço neste movimento, com o preço a ter dificuldade em aguentar os suportes de curto prazo. Destacamos os 3773 e em seguida os 3757. A sustentação abaixo dos 3757 deve implicar uma correcção até ao intervalo 3676/3701. Olhando para o gráfico horário, constatamos a importância da exponencial das 200 horas como suporte do movimento iniciado em Dezembro último. A quebra em fecho horário dos 3745 confirmaria os sinais de cansaço que estamos a monitorizar. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
16.01.2020 09:24
Como poupar durante o Inverno
7 Dicas
Um Inverno frio pode sair mais caro do que aquilo que pensamos. Certamente gosta de ter a sua casa quente durante esta altura do ano, ao mesmo tempo, não quer que as suas contas de luz e/ou gás dupliquem no final do mês.  Assim, como pode maximizar o calor de sua casa e poupar algum dinheiro ao mesmo tempo? Pequenos gestos que podem fazer a diferença: 1. Dê uso às suas cortinas  Fechar as cortinas à noite pode não parecer ter qualquer impacto nas suas economias domésticas, no entanto verá que na realidade é exactamente o oposto. Ao fazê-lo, não está apenas a manter o calor dentro de sua casa, como também a impedir que correntes de ar frias entrem pelas suas janelas. Desta forma, irá reduzir o uso de aquecedores e consequentemente diminuir a sua conta de luz/gás. Se quiser dar um passo mais à frente, procure comprar cortinas térmicas. Estas são especialmente concebidas para criar o maior isolamento possível e assim tornar a sua casa um local mais quente. Por outro lado, durante o dia mantenha as cortinas abertas. Deixar a luz solar entrar é essencial para promover um aquecimento natural. Tire o máximo partido possível do sol.   2. Utilize o seu aquecedor de forma estratégica Quer estejamos a falar de uma casa pequena ou grande, certamente terá algumas divisões que utiliza mais do que outras. Assim, se tiver um sistema de aquecimento central, desligue-o nas divisões que raramente usa (poderá sempre ligar voltar a ligar caso necessite de passar algum tempo nessa mesma divisão). Pode também, como alternativa, apenas diminuir o aquecimento para o nível mais baixo e fechar a porta. Desta forma a divisão ficará aquecida, mas os seus custos serão reduzidos. Se por outro lado, não tem um sistema de aquecimento central e utiliza aquecedores portáteis, uma boa estratégia será colocar o mesmo em espaços amplos como o hall de entrada ou no centro da sala de estar. Talvez o sítio não seja o mais bonito, mas ao adoptar esta estratégia está a acelerar o processo de aquecimento, pois o ar terá mais facilidade em chegar a toda a casa. Verifique se não tem nenhuma peça de mobília imediatamente à frente do seu aquecedor, de maneira a que a mesma não bloqueie o calor e, consequentemente, dificulte o processo de dissipação do calor.  3. Mude de fornecedor de energia Uma forma fácil de poupar algum dinheiro é trocar de fornecedor de energia, idealmente para um que lhe ofereça energias renováveis. Stephen Murray, especialista em energia, aconselha as pessoas a começarem por verificar qual a sua tarifa actual. “Se tem o mesmo fornecedor de energia há mais de um ano, há uma grande probabilidade de estar neste momento a pagar uma tarifa padrão mais cara” – Stephen Murray. Procure informar-se na concorrência sobre tarifas mais baixas e mude para uma mais baixa do que a que tem actualmente. 4. Baixe a temperatura do seu aquecedor É natural sentir-se tentado a colocar a temperatura do seu aquecedor no máximo quando chega a casa depois de um dia frio. No entanto, talvez não se justifique. A melhor opção é mantê-lo entre os 18-22ºC. De outra forma, a sua casa irá ficar demasiado quente, o que o pode levar a abrir a janela para aliviar o calor, tornando-se um desperdício de dinheiro. Quando sair de casa, desligue todo o aquecimento. Não gaste o seu dinheiro, se não está em casa para o aproveitar. Mesmo que a casa se encontre um pouco mais fria quando regressar, pode sempre voltar a ligá-lo e, em poucos minutos, a casa estará novamente quente. Desta forma, não está a desperdiçar o seu dinheiro quando não está presente para usufruir do calor. Por último, procure desligar todo o aquecimento quando se vai deitar. Quando acordar, volte a ligar.  5. Utilize o seu forno Deixe o seu forno aberto depois de cozinhar (apenas se for seguro). Este pequeno gesto, irá permitir ao ar quente do forno sair e assim aquecer a sua cozinha. Desta forma, será mais uma divisão onde pode desligar o seu aquecimento. 6. Use as suas roupas/cobertores Se estiver com frio, calce umas meias quentes, adicione uma peça de roupa às que tem vestidas e aconchegue-se ao cobertor quando estiver sentado no seu sofá a ver televisão. Sacos de água quente ou um saco térmico poderão também ser uma grande ajuda para estes dias mais frios.  7. Isole janelas e portas  O grande desafio não passa por aquecer a casa, mas sim conservar o calor que está lá dentro. Assim, pondere investir em janelas duplas ou de vidro duplo. Se não o conseguir fazer de momento, uma vez que envolve algum investimento, procure isolá-las da melhor forma possível, de forma a evitar fugas de calor. Fitas de espuma podem ser uma boa alternativa, pois quando posicionadas nos encaixes, impedem a entrada de ar frio, criando assim um ambiente mais acolhedor. Nas portas pode colocar, por exemplo, um chouriço tapa-portas.
15.01.2020 14:59
Mudanças Climáticas
Invest Trends
Talvez até seja das pessoas que faz reciclagem em casa. Ou até compra fruta biológica e está a pensar comprar um carro eléctrico. E relativamente aos seus investimentos? Qual o grau de poluição dos seus investimentos? As mudanças climáticas são um dos maiores desafios do presente e um catalisador chave da economia para os próximos anos. A transição para uma geração de energia limpa, entre outros factores, mudará a nossa maneira de produzir, consumir e investir em empresas. As inúmeras oportunidades de investimento deste tema devem-se às significativas despesas com a sustentabilidade e à adopção de medidas governamentais para atenuar os efeitos das mudanças climáticas, em especial o preço das emissões de carbono. Os incentivos governamentais têm impacto na economia e no seu ecossistema empresarial o que leva a que as empresas encontrem novas maneiras de se desenvolverem. Impacto e Oportunidades Acomodar ou limitar o impacto das alterações climáticas pode gerar boas oportunidades de investimento. Até há pouco tempo, era relativamente barato "contaminar" o meio ambiente. Novas reformas governamentais pretendem reduzir progressivamente a oferta de licanças de emissão de maneira a que em 2025 haja défice e os preços subam. Sectores mais afectados pelas alterações climáticas nos próximos 35 anos: Níveis de Oportunidade de Investimento É possível investir com consciência climática sem comprometer o objectivo de maximizar a rendibilidade da sua carteira. As mudanças climáticas criam riscos e oportunidades nas carteiras em 4 níveis: 1. Nível Físico Os riscos climáticos estão a aumentar, principalmente devido à actividade humana, sendo visíveis através de uma maior regularidade de eventos meteorológicos severos, como tempestades, inundações, secas e aumento, tanto da temperatura do planeta, como do nível da água. De acordo com o National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), nos EUA, a frequência de condições meteorológicas extremas que provocam prejuízos superiores a 1 bilião de USD aumentaram significativamente na última década. O aumento da temperatura tem claros efeitos económicos, mesmo nos países desenvolvidos com tecnologias que permitem adaptar-se a situações mais adversas. De acordo com o estudo de 2014 de Tatyana Deryugina e Solomon Hsiang, a produtividade diária diminui 1,7% por cada aumento de 1ºC de temperatura média acima dos 15ºC. 2. Nível Tecnológico Os avanços tecnológicos e a redução dos custos com fontes renováveis apresentam uma ameaça para as actuais indústrias e para a procura de energias fósseis. Por exemplo, supondo que em 2025 se encontravam 25 milhões de automóveis eléctricos nas estradas, o equivalente a 10% dos passageiros de automóveis nos EUA, poderíamos verificar uma poupança de quase um milhão de barris de petróleo por dia, de acordo com a UK Consultant Trusted Sources. Os avanços significativos nos automóveis eléctricos, associados aos carros auto-conduzidos e às viagens partilhadas, podem desencadear uma queda na procura por automóveis tradicionais, de uma forma mais rápida do que os mercados podem esperar. A maior penetração de automóveis eléctricos pode ter um grande impacto no preço do petróleo. A energia renovável dobrou a sua participação no total global para 16% desde 2007, representando mais de metade das novas instalações. A disrupção tecnológica, impulsionada pelos esforços para reduzir as emissões de carbono está a ocorrer em todos os sectores: A disrupção tecnológica, impulsionada pelos esforços para reduzir as emissões de carbono está a ocorrer em todos os sectores: • No período entre 2013-2030, de acordo com as estimativas do Departamento de Energia dos EUA, o aumento do uso de LED’s irá reduzir o consumo de energia de iluminação em cerca de 40%. • Entre 2015-2020, de acordo com as avaliações da Goldman Sachs, a geração eólica e solar poderá adicionar tanto ao fornecimento de energia global, como fez o petróleo shale (shale oil) nos últimos 5 anos. 3. Nível Regulatório Os riscos regulatórios decorrem do aumento dos esforços para combater as mudanças climáticas. Muitos governos estão a cumprir com as suas promessas de redução de emissões e os seus objectivos-alvo podem ser aumentados ao longo do tempo. Contudo, podem surgir novos regulamentos que surpreendam os investidores, perturbando o status quo e favorecendo algumas indústrias e empresas em detrimento de outras. Mais regulamentações também aumentam o risco de falhas das empresas. Basta pensar nos recentes exemplos de escândalos que envolveram empresas automóveis pela falha de padrões de emissões teste ou nas empresas de energia que violaram a segurança e exigências ambientais, causando derrames de óleo. Por fim, o risco regulatório pode saltar inesperadamente através das fronteiras, como foi o caso do tsunami no Japão em 2011, que resultou em cortes na energia nuclear na Alemanha. 4. Nível Social  No contexto das mudanças climáticas a nível global, tanto a consciência social e empresarial, como o nível das temperaturas, têm aumentado Os últimos anos têm sido muito quentes e, de acordo com a NOAA, essa tendência tem potenciado alterações no comportamento e nas preferências das pessoas De acordo com uma pesquisa de mercado realizada pela Nielsen hoje, dois terços dos consumidores globais estão dispostos a pagar mais por uma marca sustentável   SAIBA MAIS   Disclaimer O valor do capital investido em instituições de investimento colectivo pode flutuar, em função da avaliação dos activos que integram o seu património, e mesmo não permitir recuperar o montante inicialmente investido. Alterações das taxas de câmbio entre divisas podem afectar o valor do investimento. As rendibilidades divulgadas representam dados passados, não constituindo garantia de rendibilidade futura porque o valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 7 (risco máximo). As rendibilidades apresentadas não incluem qualquer comissão de subscrição ou de resgate e estão líquidas de todas as comissões inerentes à instituição de investimento colectivo. As rendibilidades divulgadas para prazos superiores a 1 ano só seriam obtidas caso o investimento tivesse sido feito durante a totalidade do período de referência. Às rendibilidades obtidas nas instituições de investimento colectivo de sociedades gestoras internacionais ainda será retido na fonte à taxa em vigor sobre as mais valias realizadas aquando do resgate. Os prospectos e notas informativas complementares das instituições de investimento colectivo estão disponíveis, para consulta, em www.bancoinvest.pt ou aos balcões do Banco Invest, S.A. Para o cálculo das rendibilidades são usadas as seguintes datas: - Data final: data da última cotação, de acordo com o indicado; - Data inicial: - 3 Meses: mesma data, há três meses; - Ano Corrente: 31 de Dezembro do ano anterior, ou dia útil imediatamente anterior; - 1 Ano: mesma data, no último ano; - 3 Anos: mesma data, há três anos; - 5 Anos: mesma data, há cinco anos; Para rendibilidades referentes a anos civis inteiros (2017, por exemplo), será usada como data final o dia 31 de Dezembro desse ano e como data inicial o dia 31 de Dezembro do ano anterior. No caso de a data indicada não corresponder a um dia útil, será utilizado o dia útil imediatamente anterior. O Banco Invest recebe da Sociedade Gestora uma percentagem da comissão de gestão dos fundos de investimento (e/ou de distribuição, quando aplicável), de forma a suportar os serviços prestados aos seus clientes, designadamente: - Disponibilização de ferramentas online que permitem a pesquisa, análise e comparação de fundos de investimento; - Custos de transacção, liquidação e custódia das unidades de participação/acções dos fundos de investimentos; - Divulgação de informação sobre eventos relativos aos fundos de investimento (dividendos, conversões, fusões, aquisições e liquidações); - Divulgação e actualização das cotações diárias e das rendibilidades dos fundos de investimento; - Custos inerentes à actividade geral de distribuição dos fundos de investimento (recursos humanos, infra-estruturas, tecnologia, fornecedores, documentação legal, taxas de supervisão, etc).
14.01.2020 14:33
INVEST OUTLOOK
Resumo 2019
O ano de 2019 foi um ano de clara recuperação face às perdas registadas em 2018 nas diferentes classes de ativos. Se em 2018 não existiu practicamente nenhuma classe de ativos em terreno positivo, devido principalmente a um último trimestre bastante negativo, em 2019 a narrativa mudou por completo, com ganhos na generalidade das classes de ativos analisadas e, nalguns casos, com valorizações muito expressivas.  Num contexto de abrandamento económico global, os ganhos nos mercados financeiros foram catapultados, sobretudo, pela acção proactiva dos Bancos Centrais, em particular da Reserva Federal (FED), e pelo desanuviamento de alguns factores de risco, como por exemplo a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e o acordo entre o Reino Unido e a União Europeia, no sentido de um Brexit ordenado. Fonte: Bloomberg. Evolução dos indicadores macroeconómicos  Em 2019, a economia mundial registou a menor taxa de crescimento da última década, desde a crise financeira global. Entre as economias avançadas, o enfraquecimento foi generalizado, afetando as principais economias (Estados Unidos e especialmente a área do euro). A desaceleração da atividade foi ainda mais acentuada nos mercados emergentes e nas economias em desenvolvimento, incluindo Brasil, China, Índia, México e Rússia, e em algumas economias em dificuldades financeiras e sociais específicas, como a Argentina . Na base do abrandamento registado estiveram, sobretudo, o aumento das barreiras comerciais e a consequente incerteza gerada, que pesaram no sentimento empresarial penalizando o investimento e, em particular, o sector industrial a nível global. De acordo com as últimas estimativas da OCDE, a economia mundial deverá crescer 2,9% em 2019 e 2020, acelerando para os 3,0%, em 2021. Neste contexto, os principais Bancos Centrais retomaram (aumentaram) preventivamente políticas monetárias mais expansionistas, contribuindo para a melhoria do sentimento dos investidores e empresários na segunda metade de 2019, tal como medido pelos índices PMI (Purchasing Managers’ Index). Fonte: Bloomberg. Estados Unidos "A economia norte-americana registou um crescimento de 2,1% no terceiro trimestre do ano, em termos homólogos." A economia norte-americana cresceu 2,1% no terceiro trimestre de 2019, mais 0,1 pontos percentuais (pp) face ao trimestre anterior (taxa anualizada). Em termos homólogos, o Produto Interno Bruto (PIB) registou um crescimento de 2,1%, diminuindo face aos dois trimestres anteriores (2,7% e 2,3% no primeiro e segundo trimestres do ano, respectivamente). A actual expansão económica dos Estados Unidos é já a mais longa desde que há registo, mas está a abrandar, em larga medida, devido às tensões comerciais com a China e aumento das tarifas sobre as importações de vários produtos, e à diminuição da actividade industrial. Porém, o sector dos serviços e o emprego mantiveram-se ao longo do ano relativamente resilientes, suportando o consumo privado, um importante motor da economia norte-americana. A taxa de desemprego terminou o ano nos 3,5%, no valor mínimo desde 1969 e muito abaixo da média de 5,7% desde 1948. A taxa de participação no mercado de trabalho mantém-se estável nos 63,2% e ligeiramente acima da média de longo prazo (62,9%).   - Crescimento do PIB, ISM e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg. Reflectindo o bom momento do mercado de trabalho, incluindo um crescimento dos salários de 2,8% em termos anuais, a taxa de inflação registou uma ligeira subida durante o último trimestre, encerrando o ano nos 2,1% (Novembro). Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação core situa-se nos 2,3%, abaixo do máximo de 2,4% registado durante o Verão passado. De acordo com as últimas previsões da OCDE, a economia norte-americana deverá apresentar um crescimento do PIB de 2,3% em 2019 (2,9% em 2018) e registar uma subida anual de 2,0% em 2020 e 2021. A taxa de inflação é antecipada permanecer estabilizada nos 2,2%, assim como o desemprego nos 3,5%.   - Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Zona Euro "O PIB da Zona Euro cresceu 1,2% no terceiro trimestre de 2019, face ao mesmo período do ano passado." O PIB da Zona Euro cresceu 0,2% em cadeia no terceiro trimestre de 2019, um valor idêntico ao registado no trimestre anterior. Em termos homólogos, a taxa de crescimento anual manteve-se nos 1,2%. Deste modo, o crescimento da Zona Euro mantém-se particularmente reduzido e, de acordo com as estimativas da OCDE, com baixas perspectivas de melhoria nos próximos dois anos. A fraca procura externa, as tensões comerciais e a incerteza política (eg, Brexit, Itália) continuam a pesar no investimento e na actividade industrial, apesar das condições monetárias manterem-se acomodatícias.  Com efeito, a manutenção da taxa de inflação em torno dos 1% levou o Banco Central Europeu (BCE) a cortar novamente as taxas de juro, embora não deixando de chamar a atenção para a necessidade dos governos aumentarem o investimento público, no sentido de revitalizar a actividade económica e os preços. - Crescimento do PIB e Taxa de Desemprego Fonte: Bloomberg.   O sector industrial europeu foi o que mais se ressentiu das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, tal como espelhado na queda do índice PMI Manufacturing abaixo dos 50 pontos, zona onde se manteve todo o ano (46,3 pontos, em Dezembro). Por sua vez, o sector dos Serviços manteve-se resiliente, com o índice PMI a encerrar o ano nos 52,8 pontos e a suportar, em larga medida, o mercado de trabalho. A taxa de desemprego terminou o ano nos 7,5% (Novembro), o valor mais baixo desde 2008. Entre as maiores economias do Euro, a Alemanha regista a menor taxa de desemprego (3,1%) enquanto as maiores taxas são observadas em França (8,4%), Itália (9,7%) e Espanha (14,1%).  Por sua vez, a taxa de inflação terminou 2019 nos 1,3%, recuperando do mínimo de 0,7% registado em Outubro passado. Excluindo os custos com alimentação e energia, a taxa de inflação situa-se igualmente nos 1,3%, no máximo do ano. De acordo com a OCDE, a economia da Zona Euro deverá crescer 1,2% em 2019 (1,9%, em 2018), e 1,1% e 1,2% em 2020 e 2021, respectivamente. O consumo privado deverá registar crescimentos modestos na ordem dos 1,2%-1,3% até 2021, reflectindo uma maior taxa de poupança (7,2%), num contexto de incertezas várias. A taxa de inflação é esperada manter-se muito baixa, terminando o ano de 2020 nos 1,1% e subindo para 1,4% em 2021. Por seu turno, a taxa de desemprego é antecipada diminuir ao longo de 2020 e 2021, até aos 7,4%. - Euro: Confiança dos Consumidores e Taxa de Inflação Fonte: Bloomberg. Portugal "A economia nacional cresceu 1,8% no segundo trimestre, em termos homólogos, sem variação face ao trimestre anterior." De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o PIB, em termos homólogos, aumentou 1,9% em volume no 3º trimestre de 2019 (taxa idêntica à do trimestre anterior). A procura interna registou um contributo positivo para a variação homóloga do PIB semelhante ao observado no 2º trimestre, verificando-se uma aceleração do consumo privado, enquanto o Investimento registou um crescimento menor. O contributo da procura externa líquida manteve-se negativo no 3º trimestre, observando-se uma aceleração das Importações e das Exportações de Bens e Serviços. Comparativamente com o 2º trimestre de 2019, o PIB aumentou 0,3% em termos reais (variação em cadeia de 0,6% no trimestre anterior), refletindo o contributo positivo da procura interna para a variação em cadeia do PIB, superior ao registado no 2º trimestre, e o contributo negativo mais intenso da procura externa líquida - Portugal: Crescimento do PIB e Saldo Externo de Bens e Serviços Fonte: Bloomberg e INE. Em termos de inflação, de acordo com o INE, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação média de apenas 0,3% (1,0% no ano anterior). Excluindo os custos com energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação média do IPC situou-se em 0,5% em 2019 (0,7% no ano anterior). Por sua vez, a taxa de desemprego, em Outubro passado, situou-se em 6,5%, mantendo-se inalterada em relação à do mês anterior e à de três meses antes, tendo diminuído 0,1 pp relativamente ao valor do mesmo mês de 2018. Comparando com o mês precedente, a população desempregada diminuiu 2,7 mil pessoas (0,8%) e a população empregada diminuiu 3,2 mil pessoas (0,1%). A estimativa provisória da taxa de desemprego de Novembro de 2019 é 6,7%, valor superior em 0,2 pp ao do mês anterior. - Contas Nacionais - óptica da despesa Fonte: INE. Em termos de contas públicas, segundo a Direcção Geral do Orçamento (DGO), as Administrações Públicas registaram um saldo orçamental de 546 milhões de euros no final do mês de Novembro de 2019, o que reflete uma melhoria de 1,1 mil milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior (-585,3 milhões de euros). O saldo primário situou-se em 8,3 mil milhões de euros, mais 891 milhões de euros do que em Novembro de 2018. A evolução registada resultou do aumento da receita (4,5%), superior ao verificado na despesa (3%). A receita fiscal apresentou um crescimento de 3,5%, e contribuiu com 2,1 pp para a evolução registada, refletindo, essencialmente, o aumento das receitas do IVA, ISP e IRS. O aumento da despesa deveu-se, principalmente, ao crescimento das transferências correntes (3,3% e contributo de 1,4 pp) e das despesas com o pessoal (4,7% e contributo de 1,1 pp). No final do terceiro trimestre de 2019, de acordo com a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), o stock de dívida directa do Estado ascendia a 246,8 mil milhões de euros, cerca de 118% do PIB, rácio que mantém uma trajectória descendente desde meados de 2016, quando atingiu os 128,5%. - Portugal: Dívida Directa do Estado Fonte: INE, IGCP. Valores em milhares de milhão Países Emergentes "A economia chinesa continua a mostrar sinais de abrandamento, penalizada pelas tensões comerciais dos Estados-Unidos. Por sua vez, países como a India, Rússia e o Brasil, deverão registar uma acelaração nas respectivas taxas de crescimento." A economia chinesa registou um crescimento de 1,5% no terceiro trimestre de 2019. Em termos anuais, a economia cresceu 6,0% relativamente ao mesmo período do ano anterior, o valor mais baixo desde 1992, penalizada pela persistência das tensões comerciais com os Estados Unidos, diminuição da procura global e aumento do endividamento dos governos locais chineses. As condições monetárias melhoraram recentemente, com a diminuição das reservas mínimas para o sector bancário e a redução das taxas de juro para empréstimos de médio prazo. No mesmo sentido positivo, a política fiscal mantém-se favorável ao consumo, após o corte de alguns impostos, e ao investimento em infraestruturas. Ainda assim, de acordo com a OCDE, a economia chinesa deverá manter a trajectória de abrandamento do ritmo de crescimento dos últimos anos, com uma variação de 5,7% em 2020 (6,2%, em 2019). A India registou um abrandamento significativo em 2019. Após um crescimento de 6,8% em 2018, a economia indiana é esperada crescer 5,8% em 2019, recuperando para os 6,2% em 2020, de acordo com a OCDE. Com efeito, uma vez reduzida a incerteza política, com a reeleição do primeiro-ministro Modi em Maio passado, os recentes cortes de impostos deverão impulsionar o investimento e o consumo privado. Contudo, menos positiva tem sido a evolução da taxa de inflação, que subiu para os 7,35% em Dezembro. Considerando que o objectivo do banco central para taxa de inflação se situa nos 4%, a manter-se esta subida dos preços tal poderá significar uma menor capacidade para continuar a baixar as taxas de juro (actual 5,15%). - Economias BRIC Fonte: Bloomberg. Na Rússia, a economia registou um crescimento de 0,8% no terceiro trimestre de 2019. Em termos homólogos a economia russa continuou a evidenciar sinais de recuperação, com uma subida de 1,7% face ao igual período de 2018, face aos 0,9% registados no trimestre anterior. A taxa de inflação caiu para os 3%, em Dezembro, o valor mais baixo desde Julho de 2018, e a taxa de desemprego manteve-se inalterada no 4,6% (Novembro). Face à evolução recente da inflação, o Banco da Rússia cortou as taxas de juro em Dezembro, para os 6,25%, sinalizando mais cortes durante o primeiro semestre de 2020, citando a expectativa de manutenção de uma trajectória descendente para a taxa de inflação. Por fim, no Brasil a economia está a recuperar gradualmente. No terceiro trimestre, o PIB cresceu 0,6%, mais 0,1 pp do que no trimestre anterior e o valor trimestral mais alto desde o primeiro trimestre de 2018. Em termos anuais, a taxa de crescimento do PIB situa-se nos 1,2%, evidenciando alguma recuperação assente no consumo interno. A confiança dos agentes económicos tem melhorado, após a aprovação recente de um pacote de reformas pelo Congresso. A taxa de inflação terminou 2019 nos 4,3%, o valor mais alto desde Maio passado, impulsionada, sobretudo, pelos preços da alimentação e bebidas (6,4%), transportes (3,6%) e saúde (5,4%). A taxa de desemprego mantém-se elevada, nos 11,2%, embora com uma tendência decrescente desde o final do primeiro trimestre de 2019 (12,7%).   Paulo Monteiro Redigido em 15 de Janeiro de 2020 Evolução dos mercados financeiros O ano de 2019 foi um ano de clara recuperação face às perdas registadas em 2018 nas diferentes classes de ativos. Se em 2018 não existiu practicamente nenhuma classe de ativos em terreno positivo, devido principalmente a um último trimestre bastante negativo, em 2019 a narrativa mudou por completo, com ganhos na generalidade das classes de ativos analisadas e, nalguns casos, com valorizações muito expressivas.  Num contexto de abrandamento económico global, os ganhos nos mercados financeiros foram catapultados, sobretudo, pela acção proactiva dos Bancos Centrais, em particular da Reserva Federal (FED), e pelo desanuviamento de alguns factores de risco, como por exemplo a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e o acordo entre o Reino Unido e a União Europeia, no sentido de um Brexit ordenado. Do ponto de vista fundamental, nos mercados accionistas os ganhos foram obtidos à custa da expansão dos múltiplos de avaliação, considerando o fraco crescimento de resultados esperado para 2019, e suportados pela descida das yields das obrigações da dívida pública. Nos mercados de dívida privada, o ano foi igualmente de ganhos assinaláveis, tanto no segmento de Investment Grade como High Yield, num contexto de forte diminuição dos spreads de crédito e suporte dos Bancos Centrais. Face ao exposto, o MSCI World, o índice accionista global, ganhou cerca de 27% no ano (em USD), o melhor resultado desde 2009. Nas outras classes de ativos os ganhos foram igualmente expressivos: nas obrigações o High Yield Global valorizou 13% (em USD) e o segmento Investment Grade global valorizou 7% (em USD). Entre as commodities, destaque para a recuperação da cotação do petróleo WTI (35%), aproximando-se do preço médio dos últimos anos e reflectindo também o aumento da instabilidade no Médio Oriente. Por sua vez, a cotação do Ouro subiu 18% (em USD), suportada pela maior procura por activos ‘risk-off’. Fonte: Bloomberg.   Mercados Accionistas Após um ano de 2018 volátil e particularmente difícil no quarto trimestre, os principais mercados accionistas atingiram novos máximos em 2019, apesar de pequenas correcções ao longo do ano. No início do ano os focos dos investidores estavam apontados para a Europa, não apenas devido ao risco de um Brexit sem acordo como também devido à tensão entre o governo italiano e a Comissão Europeia, e para a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Porém, ao longo do ano, o risco de um hard Brexit foi gradualmente diminuindo e, em Itália, o novo governo adoptou uma posição menos conflituosa face à União Europeia. No outro lado do Atlântico, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China condicionou o sentimento dos investidores ao longo do ano, mas o corte de taxas de juro pela FED reduziu os receios de recessão económica. - Mercados Accionistas versus Volatilidade Fonte: Bloomberg. Assim, nos Estados Unidos os índices S&P-500 e Nasdaq-100 valorizaram 28,9% e 38%, respectivamente, encerrando o ano muito perto dos valores máximos do ano. Na Europa, os índices alemão (DAX-30) e francês (CAC-40) subiram 25,5% e 26,4%. Destaque também para o índice italiano (FTSE-MIB), que recuperou das perdas acentuadas de 2018, após a convergência com algumas das métricas que tinham sido impostas pela União Europeia. Já Espanha e Portugal, apesar das subidas, ficaram abaixo da valorização média europeia, penalizados pela instabilidade política em Espanha e fraca liquidez no mercado nacional, respectivamente.  Entre os mercados emergentes, destaque para o índice brasileiro Ibovespa com uma subida acima de 30%, descontando a perspectiva de menos intervencionismo estatal na economia com o governo do Presidente Bolsonaro, e a para a recuperação do mercado chinês, que tinha sido muito fustigado em 2018 devido à guerra comercial com os Estados Unidos.   - Evolução dos Mercados Accionistas Mundiais Fonte: Bloomberg. O mercado nacional teve uma valorização de cerca de 10%, o que não foi suficiente para cobrir as perdas de 2018 (-12,2%).  Pela positiva, destacaram-se as acções da Jerónimo Martins, com uma valorização superior a 40% (-36,2%, em 2018), com os resultados além-fronteiras a serem os principais drivers da subida. Com efeito, na Polónia os resultados subiram e o governo Polaco não avançou com o imposto sobre retalhistas que estava em equação, e na Colômbia a empresa reforçou a sua presença com abertura de mais lojas. A Pharol SPGS pelo contrário teve uma desvalorização de 39%, com a incerteza sobre o grupo de administradores a pressionar negativamente. Destaque ainda para a forte subida das acções dos CTT, no último trimestre do ano (+50%), devido à recuperação de resultados da empresa e de uma diminuição generalizada das posições curtas por parte de Hedge Funds, que contam atualmente com posições curtas de cerca de 3,33% do capital bolsista da empresa (dois Hedge Funds), reduzindo de 5,7% em finais de Agosto (sete Hedge funds). - Maiores e menores subidas do PSI-20 Fonte: Bloomberg. Sectorialmente, a nível global (medido pelos índices MSCI World) a indústria tecnológica foi a que mais subiu, com uma valorização na casa dos 46%. Por sua vez, o sector financeiro, que tem sido um sector muito fustigado devido ao actual contexto de taxas de juro muito baixas (e negativas na Zona Euro), concorrência crescente das fintechs e aumento da regulamentação registou uma recuperação de 22%. - Evolução Sectorial (Global) Fonte: Bloomberg, Índices MSCI World. Moeda: USD. Mercados Cambiais "Em 2019, o euro depreciou-se 4,9% face a libra esterlina." Em 2019, o USD continuou a sua trajetória de apreciação face aos demais pares, mantendo assim a tendência de 2018 e suportado pelo maior crescimento da economia americana em comparação com as demais economias desenvolvidas.  No entanto, no último trimestre do ano, o Dollar Index teve uma desvalorização de mais de 3%, após novo corte de taxas de juro pela FED e consequente diminuição do diferencial de taxas de juro. O EUR depreciou face a todos os seus principais pares (USD, GBP e JPY), em larga medida devido a indicadores económicos desapontantes e pela expectativa da ‘perpetuação’ do Quantitative Easing (QE) por parte do Banco Central Europeu (BCE) e de taxas de juro baixas por mais um longo período de tempo. O par face ao qual o EUR se depreciou mais foi o GBP, após a diminuição dos receios quanto à possibilidade de um Brexit sem acordo. - Evolução do Euro e do Dollar Index Spot Fonte: Bloomberg, Taxas de Juro "Nos Estados-Unidos, a FED cortou a taxa de juro para o intervalo 1,50%-1,75%." Ao contrário do esperado no final do ano de 2018, nos Estados Unidos a FED cortou por três vezes a taxa de juro, do intervalo 2,25%-2,50% para o actual 1,50%-1,75%. Na base da inversão de política monetária esteve o abrandamento da economia mundial, incluindo a norte-americana, face à redução do comércio internacional provocada pela guerra comercial com a China. Neste sentido, a FED optou por actuar preventivamente, não só baixando as taxas de juro, como voltando a aumentar o seu balanço, injectando liquidez no mercado interbancário. Pelo caminho, ficaram as dúvidas quanto à independência de Jerome Powell (presidente da FED) face às pressões de Donald Trump para a adopção de uma política monetária mais acomodatícia. Assim, a taxa Libor teve uma descida de 9 bp no ano, terminando o ano nos 1,91%. As taxas swap a 5 e 10 anos terminaram o ano com 1,73% e 1,90% descendo no ano 84 bp e 81 bp respetivamente. - Evolução das Taxas de Juro - USD Fonte: Bloomberg, Por sua vez na Zona Euro, tal como a FED, também o BCE retomou um discurso mais dovish, prolongando a compra de títulos, face ao arrefecimento sentido nas principais economias europeias, nomeadamente na alemã, e a persistência de uma taxa de inflação muito abaixo do objectivo dos 2%. No mercado monetário a taxa Euribor caiu no ano 87 bp fixando-se em -0,32%, mantendo assim a sua trajetória descendente. Nos prazos mais longos as taxas swap a 5 e 10 anos terminaram o ano em -0,11% e 0,21%, o que significa uma descida anual de 23 bp e de 60 bp, respectivamente. - Evolução das Taxas de Juro - EUR Fonte: Bloomberg, Dívida Pública Nos Estados Unidos, as yields dos Treasuries a 10 anos terminaram o ano nos 1,88%, menos 84 bp que no final de 2018. Por sua vez, os Treasuries a 2 anos terminaram o ano nos 1,59%, menos 30bp relativamente ao ano anterior. Deste modo, a diferença entre as duas maturidades terminou 2019 nos 29 bp, reduzindo os receios quanto à possibilidade de uma recessão económica iminente, tal como chegou a ser antecipado no Verão passado, quando este diferencial entrou (momentaneamente) em território negativo. Contudo, tal como referido atrás, a FED, de forma preventiva, cortou a taxa de juro directora, visando a dinamização da actividade económica e o ‘steepening’ da yield curve. Por sua vez, na Zona Euro a yield dos Bunds a 10 anos terminou o ano nos -0,26%, bem acima do mínimo de -0,71%, registado em Agosto. O ano de 2019 ficou marcado pela aceleração do movimento descendente das yields de longo prazo na Zona Euro e entrada clara em território negativo. Ainda assim, ao longo do segundo semestre, as yields a 10 anos recuperaram alguma normalidade, com a perspectiva de estabilização da actividade industrial na Zona Euro. - Dívida Pública core - yields a 10 anos Fonte: Bloomberg, Relativamente à dívida europeia periférica, 2019 foi um ano igualmente de recuperação. Os spreads dos países periféricos baixaram face à Alemanha, o que aconteceu apesar das yields alemãs terem baixado. Num contexto de descida das yields e procura por alternativas com maior rendibilidade, a dívida dos países periféricos registou uma forte procura, ao que não terá sido alheia a diminuição do risco político, nomeadamente em Itália e Grécia, com governos mais pró-europeus. Em Portugal, a recuperação recente da economia e a percepção de um baixo risco político permitiu reduzir o prémio de risco face à Alemanha dos 77 bp para os 38 bp, e o diferencial face à Espanha, dos 12 bp para os -3 bp, na maturidade de 10 anos, ano longo de 2019 - Zona Euro Fonte: Bloomberg, Matérias-Primas As matérias-primas registaram, em média, uma valorização de 10% em 2019, medida pelo índice S&P GSCI em USD. Para esta recuperação, contribuíram, essencialmente, a subida dos preços do barril de petróleo (+35%), com o aumentar das tensões geopolíticas e o corte da produção pelos países da OPEP, e a subida da cotação do Ouro em 18%, impulsionada pela procura de activos de refúgio, num contexto de persitência de vários factores de risco. Pelo contrário, os Metais Industriais apenas subiram 2%, penalizados pelo abrandamento económico global, e os Produtos Agrícolas subiram, em média, 5%, ambos em USD. - Evolução das Commodities Fonte: Bloomberg, Luís Neto Redigido em 15 de Janeiro de 2020 Disclaimer A A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest. As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
14.01.2020 09:24
Análise Técnica
Eurostoxx50 | USD/JPY
Eurostoxx50 @ 3748 A divergência negativa no gráfico diário continua a obrigar a cautelas. Mantemos para já um "bias" neutro, mas estamos atentos à reacção do preço na linha de tendência ascendente e principalmente aos 3709. A quebra desta zona abre espaço a uma correcção mais pronunciada que teria como 1º objectivo o intervalo 3522/90. Quando olhamos para o gráfico diário, vemos que a sessão de hoje ameaça novamente quebrar a exponencial das 200 horas. Na última tentativa o preço reconquistou o suporte. A reacção de hoje pode ditar um desfecho diferente. Estaremos atentos a esta exponencial (neste momento na zona dos 3265) e aos 3775 como resistências. O suporte a monitorizar, conforme referido, 3709. USD/JPY @ 109.93 O par quebrou em alta a resistência que estávamos a monitorizar e que servia de suporte à ideia técnica que temos defendido. A quebra não invalidou a divergência negativa no gráfico diário. Alertamos para o facto de esta divergência ser mais forte do que a que ditou o topo em 2019. O gráfico horário reforça a nossa ideia, podemos estar perante uma “bull trap”. Esta ideia é válida se o par não quebrar os máximos feitos hoje (110.2125). Sugerimos então uma entrada nos níveis actuais (109.93), com um “stop loss” nos 110.23. Como objectivo, os 108.73. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
13.01.2020 09:40
Análise Técnica
Update: AUD/NZD
AUD/NZD @ 1.0412 O par continua o movimento ascendente, estando a consolidar acima dos 1.04. Mantemos o objectivo nos 1.0460, mas sugerimos nova alteração do “stop” para os 1.04 se o preço fizer novos máximos relativos de curto prazo (acima dos 1.041525). Análise Anterior: AUD/NZD @ 1.0353 O MACD confirmou a inversão em alta nos 1.0340 (tendo inclusive desenhado uma divergência positiva depois da nossa entrada). Mantemos o objectivo inicial (1.0460) e sugerimos uma alteração do “stop” para o “breakeven” se o par testar a exponencial das 200 horas (para hoje na zona dos 1.0389). Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
09.01.2020 10:40
Análise Técnica
Update: AUD/NZD | EUR/GBP
AUD/NZD @ 1.0353 O MACD confirmou a inversão em alta nos 1.0340 (tendo inclusive desenhado uma divergência positiva depois da nossa entrada). Mantemos o objectivo inicial (1.0460) e sugerimos uma alteração do “stop” para o “breakeven” se o par testar a exponencial das 200 horas (para hoje na zona dos 1.0389). Análise Anterior: AUD/NZD @ 1.0356 Aproxima-se o sinal de compra no MACD horário. A confirmar-se, sugerimos uma entrada até um máximo de 1.0369, com um stop loss 0.003 abaixo do nível de entrada e com um objectivo de 0.012 acima. Continuamos com 1/16 do risco habitual. EUR/GBP @ 0.8517 O MACD confirmou a inversão com o par nos 0.8505. O nosso plano requeria uma entrada com um máximo de 0.8493 que o preço testou pouco depois permitindo a nossa entrada. Mantemos o nosso objectivo nos 0.8677, mas sugerimos uma alteração do “stop” para o “breakeven” se o par fizer um fecho horário acima dos 0.8528. Análise Anterior: AUD/NZD @ 1.0356 O gráfico diário não descarta a possibilidade de novos mínimos no par, mas a sustentação acima dos 0.8494 sugere um teste à exponencial dos 200 dias (para o plano que vamos sugerir, consideramos como objectivo os 0.8677). O suporte para o plano sugerido é uma divergência positiva no MACD horário (por confirmar), estando o preço junto a uma referência/suporte técnico importante. A divergência ficaria confirmada com uma inversão do MACD horário. A confirmar-se a inversão, sugerimos uma entrada até um máximo de 0.8493, o stop deve ser colocado 0.0046 abaixo da entrada e o objectivo 0.0184 acima. Continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
09.01.2020 10:25
Análise Técnica
Eurostoxx50 | USD/JPY
Eurostoxx50 @ 3800 O índice conseguiu reconquistar o canal ascendente e rapidamente voltou para junto dos máximos, estando neste momento a consolidar entre duas referências de curto prazo, 3797 e 3810. Não descartamos a possibilidade de um duplo topo nesta zona. Considerámos na última nota uma entrada longa se o preço reagisse positivamente ao suporte, mas a confirmação do MACD horário, destacada no gráfico horário, foi dada praticamente a meio do range, não permitindo respeitar os nossos rácios de retorno/risco. Estamos agora atentos ao outro extremo do canal e iremos monitorizar a capacidade do preço nesta zona. Faremos novo “update” assim que se justificar USD/JPY @ 109.37 O par marcou novos mínimos relativos, mas recuperou rapidamente para dentro do intervalo de consolidação das últimas semanas. É um sinal de força, mas não anula a forte divergência negativa no gráfico diário e o padrão dos últimos meses. O nosso plano foi invalidado (o stop disparou no "breakeven"), mas a ideia continua a fazer sentido do ponto de vista técnico. Vamos aguardar por uma confirmação do MACD horário para nova entrada. O stop deverá ser colocado nos 109.83 (o stop inicial do plano anterior) e o objectivo será igual a 4 vezes o nosso risco inicial (risco inicial = 109.83 – preço de entrada). Continuamos com apenas 1/16 do risco habitual. Se o par atingir os 109.83 antes da nossa entrada (inversão do MACD horário) reavaliaremos o plano. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
08.01.2020 10:54
Qual a sua Personalidade Financeira?
5 Personalidades
Porque não consegue poupar? Onde gasta a grande parte do seu dinheiro? Os traços da personalidade definem todos os aspectos da nossa vida, incluindo a parte financeira. Cada pessoa lida com o dinheiro à sua maneira, no entanto, perceber que tipo de consumidor é, pode ser o primeiro passo para uma situação financeira saudável.   Espontâneo                 O consumidor espontâneo vê o dinheiro como um meio para aproveitar o presente da melhor maneira possível. Compra o que precisa no momento sem pensar muito no assunto.  Este consumidor não deixa as necessidades acumular, uma vez que as vai satisfazendo à medida que as mesmas aparecem.                 Não sendo o dinheiro uma prioridade, este consumidor pode tomar algumas decisões “só porque sim”, não considerando o impacto financeiro das mesmas. Regra geral são pessoas optimistas que acreditam que tudo irá funcionar pelo melhor. Sem se sentir pressionado pelas expectativas dos outros, foca-se naquilo em que realmente acredita, independentemente do preço.  O lado negativo? O consumidor espontâneo pode facilmente perder não só, algumas oportunidades (devido à falta de planeamento), como também o rasto ao dinheiro e, consequentemente, às despesas. Recomendação: A despreocupação relativamente ao dinheiro pode fazê-lo sentir-se mais feliz, no entanto pode também trazer-lhe grandes custos e, assim, tornar-se o primeiro passo para o caos financeiro. Caso se depare com alguma emergência ou acontecimento inesperado que lhe exija um pouco mais de cobertura financeira, ver-se-á atrapalhado. O melhor que pode fazer é começar a organizar-se. Procure dicas de poupança e comece a pensar um pouco mais a longo prazo.    Ponderado                  O consumidor ponderado utiliza o dinheiro como uma ferramenta para atingir os seus objectivos, ou algo que têm vindo a planear ao longo do tempo. Assim, alguém com uma personalidade financeira ponderada tende a planear cuidadosamente as suas compras, não correndo o risco de cair na tentação de uma compra por impulso. Tudo o que este consumidor compra é intencional, gosta de ter um orçamento organizado e objectivos bem definidos.                 Pode sentir-se desconfortável quando é pressionado por outros a gastar dinheiro fora do orçamento planeado, como jantares com amigos ou prendas de grupo. Para este consumidor, estabilidade financeira pode ser sinónimo de estabilidade psicológica. Mais do que gastar em pequenos prazeres do dia-a-dia ou poupar para grandes aventuras, o consumidor ponderado procura no dinheiro um sentimento de segurança e conforto. Por último, procura sempre ter dinheiro suficiente para enfrentar uma emergência, ou um gasto inesperado. Recomendação: A boa notícia é que já é uma pessoa cuidadosa com o seu dinheiro e as suas despesas. Poupar é sempre uma boa ideia, no entanto, guardá-lo debaixo do colchão não será a melhor forma de fazê-lo. Além de não ser seguro, podemos ainda dizer que está a perder dinheiro, devido ao efeito da inflação. Reflicta sobre a possibilidade de aplicar esse dinheiro noutros produtos financeiros adequados ao seu perfil de risco. Não se esqueça que diversificar os seus investimentos é um principio fundamental da boa gestão das poupanças, pois contribui para a diminuição do risco. Informe-se sobre as várias alternativas junto de um gestor financeiro. Materialista                 O consumidor materialista adora adquirir novos gadgets, o melhor carro e roupas de marca. Além da satisfação pessoal, para estes consumidores, o dinheiro representa um meio para construir a sua imagem. Preocupados com a opinião alheia, utilizam o dinheiro como arma. Geralmente são pessoas desprendidas do dinheiro e nunca aborrecem os demais com os seus próprios problemas financeiros. Compras por impulso são comuns e adquirem, com frequência, produtos que não precisam (ou que apenas utilizam uma vez). Recomendação: Compre um pouco menos, poupe um pouco mais. Se adora adquirir novos bens, é natural que o continue a fazer, no entanto, incentive-se a si mesmo a pensar a longo prazo ao invés de procurar a satisfação momentânea. Antes de comprar algo excessivamente caro ou apenas porque é a mais recente tendência, pergunte-se a si mesmo o que essa compra significará para si daqui a um ano. Se a resposta que obtiver for “pouco relevante”, passe á frente. Assim, conseguirá confinar os seus gastos apenas naquilo que realmente necessita. Além disso, não gaste dinheiro que não tem. Consumir novos bens pode tornar-se um vício e, como tal, corre o risco de perder o controlo. Procure saber mais sobre planos e técnicas de poupança e invista neste hábito.  Generoso                 O consumidor generoso sente-se bem em utilizar o seu dinheiro para trazer felicidade a terceiros. Longe de ser materialista e, geralmente, com valores muito vincados, este consumidor sacrifica as suas próprias necessidades para conseguir ajudar os que o rodeiam. Embora seja uma atitude admirável, o consumidor com perfil generoso enfrenta os seus próprios desafios. Perder o controlo dos gastos poderá ser algo natural quando tenta ajudar um elevado número de pessoas. Recomendação: Procure seguir o método 50-30-20 de organização de orçamento.  Esta regra define que o orçamento apenas precisa de ser dividido em três categorias principais: necessidades, desejos pessoais e poupança e/ou dívidas. Assim: - 50% do seu rendimento fixo mensal deve ser aplicado às despesas de sobrevivência e itens essenciais para a sua vida. Aqui deve incluir a sua renda, utilidades, alimentação e transporte; - 20% deve ser dedicado a metas financeiras, ou seja, as suas poupanças, investimentos ou pagamentos de dívidas; - restando 30% para os seus desejos pessoais, que incluem todos os gastos flexíveis que poderá ter ao longo do mês. Estes 30% poderá aplicar no que o fizer sentir melhor, quer seja viajar, ir ao cinema ou ajudar um amigo.  Investidor                 O Investidor vê no dinheiro a oportunidade de gerar mais dinheiro. Independentemente da sua situação financeira actual, investidores lutam pelo dia em que os seus investimentos gerem retorno suficiente para cobrir todas as suas despesas. Adoram o risco e são confiantes o suficiente para enfrentarem o mercado. Pessoas com esta personalidade financeira tomam, na grande maioria das vezes, as decisões mais conscientes e precaucionadas relativamente ao dinheiro. Recomendação: Parabéns! Está num bom caminho, mas não se esqueça que há sempre espaço para melhorar. Mantenha os seus investimentos dentro de valores que consiga suportar e continue com o bom trabalho. Procure, também, continuar a aprender ao longo do caminho.
07.01.2020 16:31
Análise Técnica
Update: AUD/NZD
AUD/NZD @ 1.0356 Aproxima-se o sinal de compra no MACD horário. A confirmar-se, sugerimos uma entrada até um máximo de 1.0369, com um stop loss 0.003 abaixo do nível de entrada e com um objectivo de 0.012 acima. Continuamos com 1/16 do risco habitual. Análise Anterior: AUD/NZD @ 1.0364 Nos últimos 3 anos o par variou entre os 1.0239 e os 1.1345. Para o plano sugerido, vamos considerar um topo intermédio para o "range", no intervalo 1.08/1.10. O gráfico diário pode estar a desenhar um divergência (por confirmar) próximo da base dos últimos 3 anos. Vamos então, como habitualmente, monitorizar o gráfico horário e os seus sinais para a elaboração de um plano. Defendemos neste caso 2, um de curto prazo com objectivo nos 1.045 e um de prazo mais alargado, com objectivo no intervalo 1.08/1.10. Faremos novo “update” assim que se aproximar um novo sinal de compra no MACD horário. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
07.01.2020 10:59
Análise Técnica
AUD/NZD | EUR/GBP
AUD/NZD @ 1.0364 Nos últimos 3 anos o par variou entre os 1.0239 e os 1.1345. Para o plano sugerido, vamos considerar um topo intermédio para o "range", no intervalo 1.08/1.10. O gráfico diário pode estar a desenhar um divergência (por confirmar) próximo da base dos últimos 3 anos. Vamos então, como habitualmente, monitorizar o gráfico horário e os seus sinais para a elaboração de um plano. Defendemos neste caso 2, um de curto prazo com objectivo nos 1.045 e um de prazo mais alargado, com objectivo no intervalo 1.08/1.10. Faremos novo “update” assim que se aproximar um novo sinal de compra no MACD horário. EUR/GBP @ 0.8497 O gráfico diário não descarta a possibilidade de novos mínimos no par, mas a sustentação acima dos 0.8494 sugere um teste à exponencial dos 200 dias (para o plano que vamos sugerir, consideramos como objectivo os 0.8677). O suporte para o plano sugerido é uma divergência positiva no MACD horário (por confirmar), estando o preço junto a uma referência/suporte técnico importante. A divergência ficaria confirmada com uma inversão do MACD horário. A confirmar-se a inversão, sugerimos uma entrada até um máximo de 0.8493, o stop deve ser colocado 0.0046 abaixo da entrada e o objectivo 0.0184 acima. Continuamos com 1/16 do risco habitual.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
06.01.2020 14:40
Outlook 2020
Opinião
"A diversificação das carteiras será fundamental, combinando posições de maior risco e rendibilidade esperada. com posições de menor risco e retorno." O ano que agora termina veio relembrar os investidores da importância do investimento a médio e longo prazo e, em particular, a importância de “não sair totalmente do mercado” em períodos de correcção, como foi o caso do último trimestre do ano passado. Com efeito, a recuperação foi significativa nas diferentes classes de activos, e suportada, sobretudo, pelos bancos centrais, que pressionaram ainda mais as taxas de juro e impulsionaram as valorizações e as avaliações dos activos com maior risco.  Deste modo, o ano de 2020 inicia-se num contexto (ainda) mais desafiante: a economia está a crescer, mas pouco; os activos com menos risco não oferecem rendibilidade; e as avaliações dos activos com risco estão mais elevadas. Simultaneamente, a incerteza geopolítica permanece elevada, com várias questões em aberto, desde o impacto económico do Brexit às guerras comerciais, passando pelas eleições presidenciais nos EUA. Como tal, a diversificação das carteiras de investimento será fundamental, combinando posições de risco e rendibilidade esperada, como é o caso das acções e da dívida privada, com posições de menor risco e retorno, como a liquidez.  Entre as obrigações, mantemos a combinação de Treasuries com posição de maior risco como dívida híbrida europeia e dívida emergente. Entre as acções, será igualmente importante conjugar sectores de maior beta, como a tecnologia e a segurança, com outros de menor sensibilidade aos ciclos económicos, como o farmacêutico e as infra-estruturas.  A segurança impacta todos os aspectos da vida, incluindo a segurança dos governos e infra-estruturas públicas, das em¬presas e das pessoas, sendo igualmente transversal em termos sectoriais, indo desde a alimentação à tecnologia, passando pela segurança física. A população, em especial nos países desenvolvidos, está a envelhecer, criando mais oportunidades para as empresas que actuam no sector farmacêutico e da saúde, em geral. Por outro lado, nos países emergentes, o crescimento da classe média potencia igualmente a procura por melhores cuidados de saúde. Por sua vez, com as infra-estruturas procura-se exposição ao tema da crescente urbanização e a todos os investimentos necessários para a expansão das megacidades. Estes inves-timentos distribuem-se em áreas como as telecomunicações, utilities e trans¬portes. Estes sectores são igualmente interessantes na fase actual do ciclo económico, considerando o carácter relativamente estável e defensivo dos seus negócios. Por fim, a tecnologia. A revolução digital e tecnológica está em curso, transformando a forma como se vive, trabalha e comunica, num processo contínuo de inovação. As avaliações destas empresas continuam acima da média do mercado, mas o crescimento esperado também se vislumbra superior ao crescimento da economia mundial.   Forbes Portugal - Janeiro de 2020
06.01.2020 10:47
Análise Técnica
Eurostoxx50 | S&P 500 | Prata
Eurostoxx50 @ 3710 A divergência negativa obrigou a cautelas e o preço justificou-as. O suporte que garante o padrão de alta é o intervalo 3710/34. Mantemos um bias neutro acima desta zona. Uma reacção positiva a esta referência pode permitir uma entrada com objectivo nos máximos do ano. Olhando para o gráfico horário constatamos que o canal ascendente foi quebrado em baixa com um gap que marca agora uma referência para o curto prazo. A quebra deste canal tem uma projecção abaixo dos 3680. As próximas sessões serão determinantes para identificar uma de duas possibilidades: O preço reconquista o suporte e o índice retoma a tendência de alta do último trimestre, ou mostra-se incapaz de suportar nos 3710 e poderemos então assistir a uma consolidação ou mesmo uma correcção mais pronunciada. S&P 500 @ 3216 O padrão de alta do S&P 500 mostra vários sinais de esgotamento mas continua resiliente. O intervalo 3191/3200 é o suporte a monitorizar no curto prazo. Identificamos também uma zona intermédia, nos 3220 que ajudará a aferir da força do índice nas próximas sessões. Mantemos para já um "bias" neutro acima dos 3191 e positivo acima dos 3220. Olhando para o gráfico horário podemos verificar que as exponenciais neste período temporal de análise têm servido de suporte. Normalmente as de 22 e 50 períodos, sendo que, na quebra destas, a dos 200 períodos tem estancado males maiores. A divergência negativa no momentum desde a quebra dos 3160/80, sugere um novo teste a esse intervalo. Faremos novo "update" com novos máximos ou com a quebra dos 3191 em fecho diário. Prata @ 18.36 A correcção do último trimestre de 2019 sustentou onde tinha de sustentar. A prata arrancou após essa correcção num movimento em tudo semelhante ao que a levou aos máximos de Setembro último. O nosso "bias" é positivo e continuamos a ver os recuos como oportunidades de entrada. Olhando para o gráfico diário, destacamos algum esgotamento no curto prazo e a aproximação de uma inversão em baixa do MACD horário, que deve trazer novo recuo e nova oportunidade. Para já iremos monitorizar o suporte na exponencial das 200 horas. Faremos novo "update" assim que o gráfico horário estiver perto de sinalizar novo movimento de alta. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
03.01.2020 09:52
Análise Técnica
AUD/USD | Eurostoxx50 | USD/JPY
AUD/USD @ 0.6959 O dólar australiano pode ter feito um importante “breakout”. A capacidade para sustentar acima da exponencial dos 200 dias no próximo recuo reforçaria e muito esta ideia. Identificámos no gráfico horário o último recuo do par antes da quebra da exponencial dos 200 dias. Esperamos agora por uma consolidação semelhante que alivie os indicadores e permita a confirmação da inversão da tendência de médio prazo. Definimos duas zonas de referência para o curto prazo: Como suporte, o intervalo 0.6910/30 e como resistência, o intervalo 0.6982/0.7005. Eurostoxx50 @ 3771 A divergência negativa nos últimos máximos sugere cautelas. O suporte que garante o padrão de alta é o intervalo 3710/34. Mantemos um "bias" neutro acima desta zona. Olhando para o gráfico horário identificamos um canal ascendente com a base na mesma zona do suporte no gráfico diário, o que reforça a sua importância. Estaremos atentos à reacção do preço na base do canal referido. Como resistência, definimos o intervalo 3792/3815. USD/JPY @ 107.95 O par está finalmente a quebrar a consolidação das últimas semanas em baixa, conforme esperado. A quebra demorou mais que o esperado, mas sai reforçada com uma tripla divergência negativa. O nosso objectivo mantém-se nos 103.83, mas faz sentido alterar o “stop” para o “breakeven” (entrada @ 108.83). Abaixo dos 108.5 mantemos um bias negativo em todos os períodos temporais de análise.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.
16.12.2019 11:16
ChartBook Forex
Dezembro de 2019
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16.12.2019 11:16
ChartBook EUR Macro
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16.12.2019 11:15
ChartBook PMI
Dezembro de 2019
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16.12.2019 11:12
ChartBook US Macro
Dezembro de 2019
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16.12.2019 11:10
ChartBook Commodities
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16.12.2019 11:09
ChartBook Sectores
Dezembro de 2019
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13.12.2019 09:39
Masterlist Portugal
Dezembro de 2019
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Os investidores estão cada vez mais optimistas em relação à libra esterlina e aumentaram as suas posições longas na libra para os níveis mais elevados desde Abril de 2018. De acordo com a "Commodity Futures Trading Commission", no dia 14 de Janeiro o posicionamento longa em libras foi 31.532 contratos, mesmo quando existem crescentes expectativas de um corte nas taxas do Banco da Inglaterra, na reunião marcada para o dia 30 de Janeiro e a incerteza renovada do Brexit.
Na Sexta-feira, a agência de notação financeira Moody’s contrariou todas as expectativas e decidiu não mexer no "rating" da dívida de longo prazo de Portugal que se mantém assim no primeiro nível acima de "lixo", em Baa3.  Os ministros das Finanças da Zona Euro vão discutir hoje em Bruxelas a versão actualizada do plano orçamental português para 2020 à luz do recente parecer da Comissão Europeia, segundo o qual o mesmo apresenta risco de incumprimento. A negociação da sessão de hoje deverá ser reduzida tendo em conta que os mercados accionistas e obrigacionistas dos Estados Unidos estarão encerrados devido ao feriado "Martin Luther King Day". Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a subir 0,18% no dia que inicia a reunião de política monetária de dois dias do Banco do Japão. As praças chinesas encerraram mistas depois de o banco central ter mantido a taxa de empréstimo de médio prazo no início do mês. As principais bolsas norte-americanas encerraram no verde atingindo novos máximos históricos na melhor semana desde Agosto devido aos resultados empresariais que têm superado as expectativas dos analistas. Mais de 8% das empresas do índice S&P 500 que reportaram as suas contas, 72% foram acima do esperado pelos analistas. Dados Macroeconómicos:  00h01: Preços das Casas Rightmove (Jan)  04h30: Produção Industrial (Nov)  07h00: Índice de Preços ao Produtor (Dez)  11h00: Síntese Económica de Conjuntura Portugal (Dez)  11h00: Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação (Dez) Eventos:  Banco do Japão realiza reunião de política monetária (até 21 Jan)  Bolsa de Valores de Nova Iorque encerrada devido ao feriado "Martin Luther King Day"   Reunião do Eurogrupo em Bruxelas  11h00: Relatório Mensal do Bundesbank  13h00: FMI divulga "World Economic Outlook"  18h30: Discurso de Lagarde, presidente do BCE em Bruxelas Resultados Empresariais:   Las Vegas Sands Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  SIVA tem planos para crescer 30% com novos modelos  Gigantes bilionárias da bolsa vieram para ficar  Meo impugnou decisão da Anacom sobre migração da TDT  Fornecedores do Estado fizeram o "milagre das exportações"  Tróia. Proprietários impedidos de construir processam o Estado  Ryanair ganha ao fisco e evita IVA das raspadinhas em Portugal  Isabel dos Santos banida da cimeira de Davos
A próxima semana será mais curta devido ao feriado nos Estados Unidos na Segunda-feira. A Bolsa de Valores de Nova Iorque estará encerrada devido ao feriado "Martin Luther King Day". Os bancos centrais voltam ao centro das atenções com as seguintes reuniões de política monetária: Banco do Japão (dia 21), Banco do Canadá (dia 22), Banco Central Europeu (dia 23) e Norges Bank (dia 23). A 50ª edição do Fórum Económico Mundial decorre entre 21 e 24 de Janeiro. Cerca de 50 chefes de Estado e de Governo devem deslocar-se a Davos, incluindo o Presidente norte-americano, Donald Trump. Para este ano foi escolhido o tema da sustentabilidade. Estes são os principais eventos: Segunda-feira, 20 de Janeiro 2020 • Bolsa de Valores de Nova Iorque encerrada devido ao feriado "Martin Luther King Day" • Reunião do Eurogrupo em Bruxelas • 07h00: Índice de Preços ao Produtor Alemanha (Dez) • 11h00: Síntese Económica de Conjuntura Portugal (Dez) • Resultados Empresariais EUA: Las Vegas Sands Terça-feira, 21 de Janeiro 2020 • Decisão da taxa de juro pelo Banco do Japão • Início da 50.ª edição do Fórum de Davos (até dia 24) • 08h00: Balança Comercial Espanha (Nov) • 10h00: Índice ZEW Expectativas Alemanha (Jan) • Resultados Empresariais Europa: Logitech International (02h00), IG Group Holdings (07h00), UBS Group (AA) • Resultados Empresariais EUA: Comerica (AA), Haliburton (AA), Zions Bancorp (DF), Netflix (21h00), United Airlines (DF), IBM (DF) Quarta-feira, 22 de Janeiro 2020 • 15h00: Vendas de Casas Usadas EUA (Dez) • 23h50: Balança Comercial Japão (Dez) • Resultados Empresariais Europa: ASML Holding (06h00) • Resultados Empresariais EUA: Abbott Laboratories (AA), Kinder Morgan, Johnson & Johnson (11h45), Texas Instruments (DF), Citrix Systems (21h05) Quinta-feira, 23 de Janeiro 2020 • 12h45: Decisão da taxa de juro pelo BCE • 13h30: Discurso de Lagarde, presidente do BCE • 13h30: Pedidos de Subsídio Desemprego EUA • Resultados Empresariais Europa: STMicroelectronics (AA), Bankinter • Resultados Empresariais EUA: Intel, Procter & Gamble (AA), American Airlines Group (AA) Sexta-feira, 24 de Janeiro 2020 • Bolsa de Valores de Xangai encerrada devido ao feriado "Festival da Primavera" • Índices PMI: França (08h15), Alemanha (08h30), Zona Euro (09h00), Reino Unido (09h30), EUA (14h45) • 08h30: Discurso de Villeroy, membro do BCE • 10h30: Discurso de Lagarde, presidente do BCE em Davos • Resultados Empresariais Europa: Ericsson (06h00), Castellum (07h00) • Resultados Empresariais EUA: American Express (AA) Para consultar a agenda semanal, aceda ao link abaixo:  Agenda Semanal - 20 a 24 de Janeiro 2020 Para consultar os resultados empresariais, aceda ao link abaixo:  Resultados Empresariais - 20 a 24 de Janeiro 2020
O grande vencedor da banca norte-americano foi a JPMorgan. A instituição liderada por Jamie Dimon aumentou os lucros em 21% no quarto trimestre, elevando para $36,4 mil mn os lucros de 2019. É o valor mais alto de sempre para qualquer banco dos EUA. JPMorgan, Bank of America, Citigroup, Wells Fargo, Goldman Sachs e Morgan Stanley anunciaram os seus resultados esta semana. Estes bancos pouparam $18 mil mn em 2019 devido ao "Tax Cut and Jobs Act".
Segundo uma sondagem do Deutsche Bank, os três maiores riscos são tensões geopolíticas, guerras comerciais e a possível vitória de Sanders/Warren nas eleições norte-americanas. É curiosa que o risco de uma crise bancária só aparece no final da lista enquanto há uma década seria visto como o maior risco.
A Alphabet, empresa que controla a Google, chegou pela primeira vez ao bilião de dólares de capitalização bolsista, sendo a quinta empresa cotada a conseguir este feito em todo o mundo. Os investidores esperam que a Alphabet apresente receitas recorde na divulgação das suas contas no dia 3 de Fevereiro. Capitalização Bolsista: • Apple (AAPL) $1.382 bn  (>$1 bn em 2018) • Microsoft (MSFT) $1.268 bn (>$1 bn em 2019) • Alphabet (GOOG) $1 nm (>$1 bn em 2020) • Amazon (AMZN) $931 bn (>$1 bn em 2018) As cinco maiores empresas de Wall Street (Apple, Microsoft, Alphabet, Amazon e Facebook) valem $5,3 biliões (€4,7 biliões) superando o valor das 50 empresas do índice Eurostoxx50 de $4,1 biliões.
Os consumidores britânicos reduziram os seus gastos em Dezembro, pelo quinto mês consecutivo. O volume de vendas mensais caiu 0,6% em relação a Novembro, aquém dos +0,6% previstos pelos economistas. O crescimento anual do volume de vendas no retalho caiu para 0,9%, muito abaixo das previsões de +2,7%. Estes números devem aumentar as expectativas de que o Banco de Inglaterra poderá cortar em breve as taxas de juro para suportar o crescimento.
O índice STOXX 600 atingiu hoje um novo máximo histórico de 423,87 pontos. Esta semana caminha para ser a melhor desde o final de Dezembro.  Os investidores estão a apostar cada vez mais na Europa que poderá ser evidenciado pela maior entrada de fundos desde 2017 no ETF FTSE Europe da Vanguard. Estes são os principais destaques: • Richemont (CFR SW): A fabricante de artigos de luxo apresentou um aumento das vendas, excluindo os efeitos cambiais, de 4%, para $4,16 mil mn superando as previsões de $4,11 mil mn.  • RWE (RWE GY): A RWE, o maior gerador de electricidade a carvão da Alemanha vai receber até 2,6 mil mn de euros em compensação para encerrar suas últimas usinas de carvão, cerca de €600 mn a mais do que havia sido discutido anteriormente. • Rio Tinto (RIO LN): A produção de alumínio desceu 10% no 4.º trimestre, aquém das estimativas, a produção de ferro ficou em linha com o esperado e a produção de cobre caiu 22% desde o último ano. A empresa diz que espera que a produção de minério de ferro normalize para o ano de 2020 e é esperada uma ligeira redução de produção de cobre. • Volkswagen (VOW3 GY): A fabricante alemã de automóveis pretende adquirir 20% da empresa chinesa de baterias para veículos eléctricos, Guoxuan. Esta nova aquisição ajudará a Volkswagen a atingir a sua meta de vender 1,5 milhões de veículos de energia nova por ano na China até 2025. • Bayer (BAYN GY): A empresa poderá estar perto de chegar a acordo com os mais de 50.000 queixosos, possivelmente no próximo mês. • Casino Guichard (CO FP): A retalhista francesa falhou as estimativas para o 4.º trimestre devido às greves dos transportes. • Fnac Darty (FNAC): A retalhista francesa estima prejuízos de €70 mn nas vendas do 4.º trimestre devidos às greves em França. A casa de investimento Bryan Garnier reviu em baixa a recomendação da acção de "comprar" para "neutral", apontando para perspectivas "desapontantes" para 2020 e um ambiente de incerteza em França que "pede cautela".
Hoje serão revelados os dados da inflação na Zona Euro pelas 10h00. Em Dezembro, a inflação subjacente atingiu os 1,3% e os economistas não esperam alterações. A agência de notação financeira Moody’s também pronuncia-se hoje sobre o "rating" de Portugal. A instituição mantém uma perspectiva "positiva" para a dívida portuguesa, com uma avaliação de "Baa3". No entanto hoje poderá ser o dia que a Moody's, Fitch e S&P podem igualar a dívida portuguesa de longo prazo para dois níveis acima de "lixo". Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a subir 0,45% e as praças chinesas encerraram em alta, depois da divulgação dos indicadores económicos na China. No terceiro trimestre do ano, a economia chinesa manteve-se estável nos 6% em linha com os três meses anteriores e o período homólogo. A produção industrial acelerou 6,9% em Dezembro, superando os 5,9% esperados pelos economistas. As vendas a retalho também aumentarem 8%, acima do esperado pelos analistas de 7,9%. Os principais índices norte-americanos renovaram os seus máximos históricos ontem e a Alphabet atingiu pela primeira vez uma capitalização bolsista de um bilião de dólares. As acções da Morgan Stanley também estiveram em destaque após o banco ter apresentado resultados acima das expectativas.   Dados Macroeconómicos:  02h00: PIB (4.º Tri)  02h00: Vendas a Retalho (Dez)  02h00: Produção Industrial (Dez  09h00: Conta Corrente do BCE (Nov)  09h30: Vendas a Retalho (Dez)  10h00: Inflação (Dez)  10h00: Output de Construção (Nov)  11h00: Índices de Preços na Produção Industrial (Dez)  13h30: Licenças de Construção (Dez)  13h30: Casas em início de Construção (Dez)  14h15: Produção Industrial (Dez)  15h00: Índice de Confiança da Universidade de Michigan (Jan) Eventos:  Discursos de vários membros da Fed: Harker (14h00) e Quarles (17h45)  Moody's divulga rating de Portugal Resultados Empresariais:  Schlumberger (12h00), Fastenal (12h00), State Street Corp (12h30) Estes são os principais destaques da imprensa hoje:  13 mil iniciam provas para entrar no Estado   Moody's deve subir hoje o "rating" e igualar a Fitch e a S&P  Rendas acessíveis em Lisboa abrem guerra com o Tribunal de Contas  Governo fecha 2019 com défice acima de 500 milhões  Governo prepara injecção final de 1400 milhões no Novo Banco  Justiça investiga negócios do Montepio com amigo de Salgado  Pensões: Dez euros de subida extra para 1,6 milhões  Alunos até ao 6.º ano com aulas das 9 às 17   PJ investiga créditos para aumento de capital do Montepio   BE propõe 150 milhões para parque habitacional público para que PS cumpra promessa eleitoral  Pelo segundo ano consecutivo, Portugal bate meta de mil milhões de investimento contratualizado
O Airbnb é um dos últimos grandes unicórnios, criados na última década, a anunciar o seu IPO.  Mais de 400 milhões de pessoas usam o Airbnb desde a sua fundação em 2008. Actualmente, a plataforma está presente em 191 países em 34 mil cidades, com mais de 2 milhões de acomodações disponíveis e um total de 60 milhões de hóspedes cadastrados. Segundo um inquérito realizado, a Airbnb gerou um impacto económico directo de €86 mil mn no ano passado a nível global, €2 mil mn dos quais em Portugal. Em Março de 2017, o Airbnb foi avaliado em $31 mil mn. No entanto, é um dos poucos unicórnios que gera lucros e após o seu crescimento dos últimos anos, a sua avaliação actual poderá chegar perto de $50 mil mn. Em comparação, a cadeia de hotéis Hilton tem uma capitalização de $31 mil mn e a Marriott International, a maior empresa hoteleira do mundo, é de $48 mil mn.
Os três principais índices norte-americanos atingiram novamente máximos históricos na sessão de hoje, animados com a assinatura da primeira fase do acordo comercial entre a China e os Estados Unidos ontem. Estes são os principais destaques: • Morgan Stanley (MS): Resultados superam expectativas com receitas provenientes de "sales&trading" de produtos de renda-fixa, câmbios e "commodities" mais que duplicaram. - EPS: $1,20 vs. $1,02 Est. - Receitas: $10,9 mil mn vs. $9,5 mil mn Est. • Apple (AAPL): A tecnológica comprou a Xnor.ai, uma empresa de inteligência artificial por $200 mn. • Nike (NKE): Os ténis Vaporfly da Nike podem ser banidos da competição quando a World Athletics introduzir novas regras sobre ténis de corrida. O motivo é que os Vaporfly têm placas de carbono incorporadas nas solas dos sapatos, que dão mais força aos corredores.  • PPG Industries: Resultados desiludem  - EPS: $1,31 vs. $1,34 Est. - Receitas: $3,67 mil mn vs. $3,67 mil mn Est. • Tesla (TSLA): Morgan Stanley reduziu a sua recomendação para "underweight", no entanto, elevou o preço-alvo de $250 para $360 por acção. • Bank of New York Mellon (BK): Lucros em linha com o esperado pelos analistas - EPS: $1,01 vs. $0,99 Est. - Receitas: $4,78 mil mn vs. $4,68 mil mn Est.
"It's the economy, stupid!", é uma frase que se tornou popular após a campanha eleitoral de Bill Clinton contra Bush em 1992.  Esta frase quer dizer que afinal o que é realmente importante para os eleitores norte-americanos é o estado da economia. Mais de metade dos norte-americanos acredita que as políticas de Trump impulsionaram a economia o que poderá dar uma ajuda à sua reeleição em Novembro.
O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor uma tarifa de 25% sobre os automóveis europeus, se a União Europeia não acusasse formalmente o Irão de romper com o acordo nuclear de 2015, segundo o jornal "The Washington Post". Hoje o índice europeu do sector automóvel está a cair 1,44%.
A Allianz Global Investors prevê pagamentos de dividendos de cerca de €359 mil mn na Europa em 2020. O montante será o valor mais elevado de sempre e representa um crescimento de 3,6% face ao recorde de pagamentos de dividendos em 2019. A "dividend yield" média esperada para as empresas do índice MSCI Europe é de 3,7%. A Rússia manteve a liderança do ranking anual da Allianz Global Investors, com uma "dividend yield" de 7%.  Tanto em 2019 como em 2018, Portugal foi o segundo melhor país para encontrar dividendos, mas este ano a situação mudou. O país foi ultrapassado por Reino Unido, Noruega e Espanha, caindo para a quinta posição. As cotadas portuguesas deverão apresentar, em média, uma "dividend yield" de 4,5% em 2020 vs. 5,36% no ano passado. A quebra estará relacionada não com os dividendos em si mesmos, mas sim com o preço das acções porque a bolsa portuguesa foi uma das bolsas que menos ganhos registou em 2019.
A Comissão Europeia apresentou o Mecanismo para uma Transição Justa e o Plano de Investimento do Pacto Ecológico Europeu, dois instrumentos fundamentais para financiar a transição energética e económica prevista no "Green Deal" e permitir à União Europeia alcançar a neutralidade climática em 2050. Portugal vai arrecadar €79,2 mn com o novo Fundo de Transição Justa criado pela Comissão Europeia. A liderar a lista de países da UE que vão arrecadar mais verbas de Bruxelas para fazer esta transição energética está a Polónia com um apoio de €2.000 mn (26,7% do total), seguindo-se a Alemanha com uma fatia de €876,6 mn (11,7%) e a Roménia, que receberá €757,1 mn (10,1%).
Invest Trends
Mudanças Climáticas
15.01.2020
Hoje Feriados 2020 Eventos
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    [jp]Banco do Japão realiza reunião de política monetária (até 21 Jan)
    [us]Bolsa de Valores de Nova Iorque encerrada devido ao feriado "Martin Luther King Day"
    [eu]Reunião do Eurogrupo em Bruxelas
    [de]07h00: Índice de Preços ao Produtor (Dez)
    [de]11h00: Relatório Mensal do Bundesbank 
    [mundo]13h00: FMI divulga "World Economic Outlook" 
    [pt]11h00: Síntese Económica de Conjuntura (Dez)
    [us]Resultados Empresariais: Las Vegas Sands
    [eu]18h30: Discurso de Lagarde, presidente do BCE em Bruxelas
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    [jp]Decisão da taxa de juro pelo Banco do Japão
    [mundo]Início da 50.ª edição do Fórum de Davos (até dia 24)
    [es]08h00: Balança Comercial (Nov)
    [de]10h00: Índice ZEW Expectativas (Jan)
    [eu]Resultados Empresariais Europa: Logitech International (02h00), IG Group Holdings (07h00), UBS Group (AA)
    [us]Resultados Empresariais EUA: Comerica (AA), Haliburton (AA), Zions Bancorp (DF), Netflix (21h00), United Airlines (DF), IBM (DF)
     
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    [us]15h00: Vendas de Casas Usadas (Dez)
    [jp]23h50: Balança Comercial (Dez)
    [eu]Resultados Empresariais: ASML Holding (06h00)
    [us]Resultados Empresariais: Abbott Laboratories (AA), Kinder Morgan, Johnson & Johnson (11h45), Texas Instruments (DF), Citrix Systems (21h05)
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    [eu]Resultados Empresariais: STMicroelectronics (AA), Bankinter
    [us]Resultados Empresariais: Intel, Procter & Gamble (AA), American Airlines Group (AA)
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    [eu]08h30: Discurso de Villeroy, membro do BCE
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    [eu]Resultados Empresariais: Ericsson (06h00), Castellum (07h00)
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Como poupar durante o Inverno   7 Dicas
20.01.2020 Análise Técnica

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