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30.11.2020 12:02
Análise Técnica
Prata
Prata @ 22.22  A prata está finalmente na zona da exponencial dos 200 dias. Vamos ver este teste, que pode ser demorado, como uma oportunidade de entrada.     Ainda não temos a confirmação de uma inversão mais forte nesta zona (que poderá catapultar a prata para novos máximos no próximo ano), mas o gráfico horário suporta uma entrada com objectivo na exponencial de 200 horas, agora nos 23.51 (com inclinação descendente). Vamos considerar como objectivo os 23.42. Como stop, os 21.62, e para mantermos um rácio retorno/risco não inferior a 4, a compra deve ser feita no máximo a 21.98. Continuamos com 1/16 do risco máximo e a compra só pode ser feita com o MACD horário a apontar para cima.       Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
25.11.2020 16:58
Infraestruturas
Tendência de Investimento do mês
Infraestruturas O sector das infra-estruturas representa actualmente não só uma grande tendência de investimento como também um forte complemento para as carteiras dos investidores.   As infra-estruturas constituem activos físicos que fornecem serviços essenciais que sustentam a sociedade e o crescimento económico. Em sectores como as comunicações, energia, serviços públicos e transportes, esses activos de longa duração oferecem por norma concorrência limitada e elevadas barreiras à entrada. Assim, o sector das infra-estruturas torna-se menos afectado pelos ciclos económicos. As infra-estruturas têm ainda um longo historial de retornos totais muito atractivos, suportado por fluxos de caixa relativamente estáveis e previsíveis. Fonte: Nordea Asset Management De acordo com a empresa de dados financeiros Preqin, o retorno anualizado do investimento em infra-estruturas, que inclui o investimento em estradas, ferrovias, pontes, abastecimento de água, esgotos, energia, banda larga de fibra e redes móveis, foi em média 8,9% nos últimos 10 anos.   Ainda, o sector das infra-estruturas tem a particularidade de ser um sector transcendente àquelas que podem ser designadas como “as fortes tendências da década”, beneficiando assim do crescimento inerente às mesmas:   Consciencialização ambiental: As empresas deste sector têm vindo a desempenhar um papel fundamental na redução de emissões de carbono. Com o crescimento da consciência ambiental, verificam-se grandes investimentos a longo prazo não só para a substituição da infra-estruturas existentes, como também no desenvolvimento de infra-estruturas novas e sustentáveis.   A era digital: O rápido crescimento das novas tecnologias e rede móvel tem acelarado anecessidade estrutural de infra-estruturas de comunicação. Infraestruturas como oportunidade de investimento Num ano em que vivemos desafio atrás de desafio, o mercado das infra-estruturas registou o valor de investimento de $3.3 biliões no ano de 2020, fazendo deste sector o terreno perfeito para os investidores agregarem valor aos seus portfólios Fonte: Raconteur Investir em infra-estruturas é investir a longo prazo. Este é um sector que se mantém distanciado do mercado de acções em geral e apresenta alguma resiliência durante crises económicas. Além disso, a grande maioria dos investimentos em infra-estruturas têm utilidade geral e subsídios do governo. Se ainda se questiona se deveria ou não investir em infra-estruturas, apresentamos as principais vantagens com que pode contar: - Defesa e diversificação: Investidores com visão de longo prazo alocam recursos para investimentos em infra-estruturas como um movimento estratégico. Estes investimentos funcionam como uma protecção contra a inflação e são resilientes mesmo em ambientes com taxas de juros em alta, tornado este sector uma excelente ferramenta para diversificar portfólio. - Geração de rendimento: no caso das infra-estruturas, a rendibilidade é obtida através de dividendo e juros, e da valorização do capital a longo prazo. Historicamente, e de uma forma geral, o rendimento dos investimentos em infra-estrutura foi superior ao desempenho de acções e obrigações. - Risco-retorno: a relação entre o risco e o retorno das empresas de infra-estrutura é particularmente interessante, considerando as especificidades de muitos destes negócios. Com efeito, a maioria destas empresas tem parcerias com o governo em contratos de longo prazo e fornecem serviços fundamentais para as sociedades modernas, o que lhes confere uma elevada estabilidade das receitas e resultados. Além disso, os retornos geralmente aumentam com a taxa de inflação, o que torna o investimento em infra-estrutura uma protecção potencial contra a inflação. Fonte: CBRE Clarion, iShares MSCI ACWI ETF, SPDR S&P Global Infrastructure ETF, ProShares Dow Jones Brookfield Global Infrastructure ETF, Moody’s Bond Indices Corporate BAA, FTSE Developed Core Infrastructure Index, FTSE Global Infrastructure Index of 06/30/2020   Qual o impacto da Covid-19 nas Infraestruturas? A actual pandemia afectou negativamente muitos sectores, mas esse não parece ser o caso das Infra-estruturas. Estudos apontam para que as infra-estruturas sejam um dos principais motores do crescimento sustentável, após a crise provocada pelo COVID-19. Prevê-se que os mercados emergentes invistam $2,2 biliões em infra-estrutura anualmente nos próximos 20 anos, o equivalente a 3.9% do produto interno bruto (PIB). Espera-se ainda, que o sector da energia, em particular as energias renováveis, as infra-estruturas inteligentes e resilientes e as instalações de saúde, atraiam fortes investimentos a nível global   Espera-se que os países em todo o mundo façam nos próximos anos aquele que será o maior investimento em infra-estruturas desde a crise financeira pós 2008 e é fácil compreender o porquê: a procura é muito elevada! Como vimos anteriormente, existe neste sector uma lacuna de $15 biliões entre o investimento necessário em infra-estrutura e o montante fornecido até 2040. Do lado da oferta, quando 1% do PIB é investido em infra-estrutura, a produção económica aumenta cerca de 0,4% no mesmo ano e em 1,5% quatro anos depois.   Em suma, o investimento em Infra-estruturas é um forte complemento para a carteira dos investidores. Apoiado pelos seus fluxos consistentes e a resiliência em momentos de crise, o sector das infra-estruturas não só pode diversificar o seu portfolio, como também beneficiar como seu potencial de crescimento de vendas.
23.11.2020 09:28
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3498   Assistimos a pequenos “spikes” a marcar novos máximos, mas sempre com pouco “momentum” e liquidez. Mantemos o “bias” cauteloso no curto prazo, mas agora na expectativa, uma vez que o MACD horário está parado, como o preço, num “range” pouco interessante.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3445   As duas últimas sessões vêm claramente confirmar o quadro técnico que temos defendido para o curto prazo, mesmo após os novos máximos relativos. A “bearish wedge” que destacamos a laranja reforça a ideia. Com o preço entre as exponencias de mais curto prazo (13 e 21 períodos), podemos considerar diferentes desfechos no curto prazo, mas para o próximo planos que vamos sugerir, consideraremos apenas  dois: - Um novo teste à “wedge” quebrada em baixa (ou pelo menos o fecho do “gap” nos 3467) – Entrada @ 3467, com um “stop” @ 3487 e mantemos um objectivo na zona da exponencial dos 50 (vamos assumir 3267) – Rácio Retorno/Risco de 10, mantemos 1/16 do risco máximo - A quebra dos “range” de abertura de hoje e um acelerar do movimento no sentido descendente – “Trigger” de venda nos 3451, com um “stop” @ 3481 e o objectivo nos 3301 – Rácio R/R de 5, continuamos a assumir 1/16 do risco máximo.   O plano sugerido para a quebra dos 3400 (“trigger” de venda nos 3990) continua válido, mas obrigaria a alterar para o “breakeven”, o “stop” de qualquer posição previamente aberta neste índice.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3440   O índice continua acima dos 3400, mas o sinal horário de venda na zona dos anteriores máximos permite a elaboração de um plano de curto prazo: Entrada short no níveis actuais (3440) com um “stop” @ 3470 e como objectivo, os 3260 (na zona da exponencial dos 50 dias. Sugerimos apenas 1/16 do risco máximo. Mantemos também o outro plano sugerido, sendo que se o “trigger” de venda for despoletado, sugerimos uma alteração do “stop” deste plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3408   O índice Europeu reconquistou a base do range e ontem percorreu praticamente todo o “range” dos últimos meses numa sessão impressionante. A quebra em alta dos 3400 é um claro sinal de força, mas a incapacidade para aguentar acima deve levar o índice novamente à base, vamos por isso considerar os 3190 como objectivo (no caso dos 3400 não aguentarem o preço).     A quebra do mínimo de hoje (3191) deve implicar a inversão do MACD horário e sinalizar novo movimento de correcção. A sugestão que deixamos é um “trigger” de venda nos 3990, com dois stops, 3425 e 3455. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.11.2020 15:29
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3567   O índice S&P500 atingiu o nosso “stop”, mas acabou por não invalidar a ideia do ponto de vista técnico, mantendo os sinais de venda referidos ontem.Vamos também neste caso insistir no quadro defendido. Sugerimos o seguinte plano:   - Entrada “short” nos níveis actuais (3567) com metade da posição e a restante na quebra do mínimo do dia ( a 2ª venda com um “trigger” @ 3551). Como “stop” definimos os 3584 e como objectivo os 3409. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: S&P500 @ 3531   O índice não está a aguentar a zona dos anteriores máximos (3534) e o MACD horário já inverteu, pelo que sugerimos uma entrada “short” nos níveis actuais (3531), com um “stop” @ 3561 e como objectivo, os 3381. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3550 (fecho de segunda-feira)   O índice desenhou vários “gaps” de abertura nesta recuperação desde a zona dos 3200, mas o de ontem é épico! Os interveninentes venderam durante toda a sessão exactamente desde a abertura, deixando Muitas dúvidas para o curto prazo, no entanto, acima do intervalo 3507/24, o “breakout” é válido e os “bulls” continuam no comando.     O gráfico horário apresenta várias divergência negativas, mas o preço ainda não as confirmou. Mantemos um “bias” positivo acima dos 3507.     Análise Anterior: S&P500 @ 3500   O índice deixou mais dois gaps de abertura e já testou os anteriores máximos (Outubro), nos 3550 (máximo de fecho nos 3534). O índice já esteve várias vezes próximo dos 3530 esta semana.   O gráfico diário sugere novo recuo, pelo que podemos defender novo recuo técnico aos 3427, ou mesmo um teste à base dos últimos meses, junto a 3200. Sugerimos uma entrada “short” nestes níveis (3500) com dois stops, 3520 e 3560. Como objectivos, os 3420 e os 3200. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.11.2020 09:22
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3445   As duas últimas sessões vêm claramente confirmar o quadro técnico que temos defendido para o curto prazo, mesmo após os novos máximos relativos. A “bearish wedge” que destacamos a laranja reforça a ideia. Com o preço entre as exponencias de mais curto prazo (13 e 21 períodos), podemos considerar diferentes desfechos no curto prazo, mas para o próximo planos que vamos sugerir, consideraremos apenas  dois: - Um novo teste à “wedge” quebrada em baixa (ou pelo menos o fecho do “gap” nos 3467) – Entrada @ 3467, com um “stop” @ 3487 e mantemos um objectivo na zona da exponencial dos 50 (vamos assumir 3267) – Rácio Retorno/Risco de 10, mantemos 1/16 do risco máximo - A quebra dos “range” de abertura de hoje e um acelerar do movimento no sentido descendente – “Trigger” de venda nos 3451, com um “stop” @ 3481 e o objectivo nos 3301 – Rácio R/R de 5, continuamos a assumir 1/16 do risco máximo.   O plano sugerido para a quebra dos 3400 (“trigger” de venda nos 3990) continua válido, mas obrigaria a alterar para o “breakeven”, o “stop” de qualquer posição previamente aberta neste índice.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3440   O índice continua acima dos 3400, mas o sinal horário de venda na zona dos anteriores máximos permite a elaboração de um plano de curto prazo: Entrada short no níveis actuais (3440) com um “stop” @ 3470 e como objectivo, os 3260 (na zona da exponencial dos 50 dias. Sugerimos apenas 1/16 do risco máximo. Mantemos também o outro plano sugerido, sendo que se o “trigger” de venda for despoletado, sugerimos uma alteração do “stop” deste plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3408   O índice Europeu reconquistou a base do range e ontem percorreu praticamente todo o “range” dos últimos meses numa sessão impressionante. A quebra em alta dos 3400 é um claro sinal de força, mas a incapacidade para aguentar acima deve levar o índice novamente à base, vamos por isso considerar os 3190 como objectivo (no caso dos 3400 não aguentarem o preço).     A quebra do mínimo de hoje (3191) deve implicar a inversão do MACD horário e sinalizar novo movimento de correcção. A sugestão que deixamos é um “trigger” de venda nos 3990, com dois stops, 3425 e 3455. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
10.11.2020 16:30
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3440   O índice continua acima dos 3400, mas o sinal horário de venda na zona dos anteriores máximos permite a elaboração de um plano de curto prazo: Entrada short no níveis actuais (3440) com um “stop” @ 3470 e como objectivo, os 3260 (na zona da exponencial dos 50 dias. Sugerimos apenas 1/16 do risco máximo. Mantemos também o outro plano sugerido, sendo que se o “trigger” de venda for despoletado, sugerimos uma alteração do “stop” deste plano para o “breakeven”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3408   O índice Europeu reconquistou a base do range e ontem percorreu praticamente todo o “range” dos últimos meses numa sessão impressionante. A quebra em alta dos 3400 é um claro sinal de força, mas a incapacidade para aguentar acima deve levar o índice novamente à base, vamos por isso considerar os 3190 como objectivo (no caso dos 3400 não aguentarem o preço).     A quebra do mínimo de hoje (3191) deve implicar a inversão do MACD horário e sinalizar novo movimento de correcção. A sugestão que deixamos é um “trigger” de venda nos 3990, com dois stops, 3425 e 3455. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
10.11.2020 16:27
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3531   O índice não está a aguentar a zona dos anteriores máximos (3534) e o MACD horário já inverteu, pelo que sugerimos uma entrada “short” nos níveis actuais (3531), com um “stop” @ 3561 e como objectivo, os 3381. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3550 (fecho de segunda-feira)   O índice desenhou vários “gaps” de abertura nesta recuperação desde a zona dos 3200, mas o de ontem é épico! Os interveninentes venderam durante toda a sessão exactamente desde a abertura, deixando Muitas dúvidas para o curto prazo, no entanto, acima do intervalo 3507/24, o “breakout” é válido e os “bulls” continuam no comando.     O gráfico horário apresenta várias divergência negativas, mas o preço ainda não as confirmou. Mantemos um “bias” positivo acima dos 3507.     Análise Anterior: S&P500 @ 3500   O índice deixou mais dois gaps de abertura e já testou os anteriores máximos (Outubro), nos 3550 (máximo de fecho nos 3534). O índice já esteve várias vezes próximo dos 3530 esta semana.   O gráfico diário sugere novo recuo, pelo que podemos defender novo recuo técnico aos 3427, ou mesmo um teste à base dos últimos meses, junto a 3200. Sugerimos uma entrada “short” nestes níveis (3500) com dois stops, 3520 e 3560. Como objectivos, os 3420 e os 3200. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
10.11.2020 09:42
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3408   O índice Europeu reconquistou a base do range e ontem percorreu praticamente todo o “range” dos últimos meses numa sessão impressionante. A quebra em alta dos 3400 é um claro sinal de força, mas a incapacidade para aguentar acima deve levar o índice novamente à base, vamos por isso considerar os 3190 como objectivo (no caso dos 3400 não aguentarem o preço).     A quebra do mínimo de hoje (3191) deve implicar a inversão do MACD horário e sinalizar novo movimento de correcção. A sugestão que deixamos é um “trigger” de venda nos 3990, com dois stops, 3425 e 3455. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
10.11.2020 09:36
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3550 (fecho de segunda-feira)   O índice desenhou vários “gaps” de abertura nesta recuperação desde a zona dos 3200, mas o de ontem é épico! Os interveninentes venderam durante toda a sessão exactamente desde a abertura, deixando Muitas dúvidas para o curto prazo, no entanto, acima do intervalo 3507/24, o “breakout” é válido e os “bulls” continuam no comando.     O gráfico horário apresenta várias divergência negativas, mas o preço ainda não as confirmou. Mantemos um “bias” positivo acima dos 3507.     Análise Anterior: S&P500 @ 3500   O índice deixou mais dois gaps de abertura e já testou os anteriores máximos (Outubro), nos 3550 (máximo de fecho nos 3534). O índice já esteve várias vezes próximo dos 3530 esta semana.   O gráfico diário sugere novo recuo, pelo que podemos defender novo recuo técnico aos 3427, ou mesmo um teste à base dos últimos meses, junto a 3200. Sugerimos uma entrada “short” nestes níveis (3500) com dois stops, 3520 e 3560. Como objectivos, os 3420 e os 3200. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.11.2020 16:36
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3500   O índice deixou mais dois gaps de abertura e já testou os anteriores máximos (Outubro), nos 3550 (máximo de fecho nos 3534). O índice já esteve várias vezes próximo dos 3530 esta semana.   O gráfico diário sugere novo recuo, pelo que podemos defender novo recuo técnico aos 3427, ou mesmo um teste à base dos últimos meses, junto a 3200. Sugerimos uma entrada “short” nestes níveis (3500) com dois stops, 3520 e 3560. Como objectivos, os 3420 e os 3200. Continuamos com 1/16 do risco máximo.     Análise Anterior: S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
06.11.2020 16:02
Acções vs Obrigações
Qual a melhor opção?
Acções Caras? Poderá valer a pena olhar para obrigações. Comprar acções porque fazem melhor do que obrigações do tesouro, se estas forem detidas por tempo suficiente de forma a recompensar os investidores pelo risco extra que incorrem, foi a lição que os investidores aprenderam ao longo do tempo sobre o investimento de acções a longo prazo. Por vezes esse risco é devido, e agora é um desses momentos. Em 2020, as obrigações do tesouro têm tido um desempenho superior aos das acções, uma vez que se torna claro que apenas os activos mais seguros evitarão perdas maiores durante a paragem económica que estamos a enfrentar.  Na realidade desde 1900, as acções globais superaram em média 4,31 pontos percentuais por ano as obrigações do tesouro, mas será que num contexto como o que enfrentamos em 2020 as acções ainda fazem sentido? Para respondermos a esta questão é preciso analisar as acções relativamente às obrigações, enquanto classes de activos e restringindo a análise aos Estados-Unidos, pela sua representatividade nos mercados internacionais. Por um lado temos as acções das empresas americanas praticamente no seu valor máximo histórico2, o que de pode parecer controverso, tendo em conta a recessão económica que estamos a enfrentar. Mas esta elevada valorização, pode ser justificada pela falta de atractividade por parte das obrigações do tesouro (Treasuries Bonds). Se olharmos para a yield da dívida pública (US Treasury 10Y), podemos ver que a mesma diminuiu acima de tudo pela subida dos preços que cresceram à medida que os investidores tentavam encontrar refúgio no meio da pandemia do coronavírus. Este movimento levou a yield para níveis mínimos históricos3 . Desta forma, com yields tão baixas, os investidores começaram a questionar se ainda conseguem contar com o duo de segurança e performance que as obrigações do tesouro são conhecidas por oferecer. Assim sendo, com as yields pertos dos mínimos históricos, os investidores argumentam que não há alternativas às acções, podendo então justificar as elevadas avaliações que apresentam actualmente. Para além do anteriormente mencionado, se tivermos em conta o Equity Risk Premium (ERP), ou seja, o diferencial entre o Earnings Yield e a Yield Treasury 10Y, podemos observar que apesar das acções em termos absolutos estarem perto dos seus máximos históricos, os níveis de ERP encontram-se dentro da média dos últimos anos, ou seja, as acções, em termos relativos, não se encontram particularmente sobrevalorizadas. Fonte: Bloomberg, Banco Invest Deste modo, as acções quando comparadas com a dívida pública parecem uma melhor opção de investimento, tendo em conta o potencial retorno. Porém, é igualmente importante analisarmos qual a sua posição em relação à divida privada (Corporate Bonds). Olhando para as obrigações corporate americanas verifica-se que os spreads de crédito não estão sequer no valor que estavam em Fevereiro deste ano, antes da pandemia afectar os EUA.  Assim, considerando que as acções estão perto dos máximos, a pergunta é “Será que as obrigações corporate de empresa ainda oferecem potencial de retorno neste momento?” Fonte:  ICE Data Indices, LLC Talvez – mas não é tão obvio como parece. O problema é que, actualmente, comparar o valor das acções e das obrigações é como comparar maças e chimpanzés: têm muito pouco em comum.  Os índices de acções americanas estão cheios de empresas que os investidores desejam de momento, liderados por grandes empresas, como é o caso da, Microsoft Corp., Apple Inc, e Amazon.com Inc. Em contraste, os índices obrigacionistas estão cheios de empresas endividadas de que ninguém gosta, especialmente a indústria pesada e as empresas de petróleo e gás. A diferença de avaliação entre os valores de referência no mercado americano é enorme. O S&P-500 está actualmente a ser negociado a cerca de 25 vezes4  os seus ganhos operacionais estimados para os próximos 12 meses, representando o seu maior múltiplo desde finais de 2000. Na realidade, o S&P-500 foi mais caro apenas 7,.4% do tempo desde o início dos dados em 1985.    Fonte:  Bloomberg, Banco Invest Pelo contrário as obrigações High Yield têm sido mais caras quase três quintos do tempo , desde que o índice ICE começou em 1996, ou seja,  o spread de crédito foi inferior ao valor actual (525 bp) cerca de três quintos do tempo5. Fonte:  ICE Data Indices, LLC Grande parte desta desigualdade pode ser justificada pelo sector da tecnologia. Se por um lado as acções tecnológicas constituem mais de um quarto do principal índice de ações, o S&P-500, apenas representam 5% do índice ICE BofA US High Yield 6. Para além disso, as acções de energia e matérias constituem 5% do S&P-500, mas 23% do índice de High Yield. Desta forma, no momento em que a tecnologia está a favor e o petróleo está em declínio, os índices que se inclinam para a tecnologia são quase obrigados a ser mais caros que os se inclinam para a energia. Outra forma de ver o quão difícil é comprar obrigações e acções em geral pode ser visto analisando o próprio sector tecnológico, onde mais uma vez as acções altamente cotadas como a Amazon e a Apple são mais importantes para os índices de acções do que o índice de obrigações.  Se analisarmos, podemos ver que as empresas que tem mais peso no sector tecnológico do S&P-500 do que no sector tecnológico das obrigações, negociam a 26 vezes os lucros estimados, contra menos de 15 vezes para as empresas onde as obrigações têm mais peso do que as acções (fonte: Bloomberg). Importante relembrar que para esta análise são apenas consideras as empresas que figuram em ambos os índices.  Como exemplo do referido podemos olhar para a IBM, Intel ou Oracle que são tão importantes no índice de obrigações do sector tecnológico como a Apple e a Microsoft, enquanto que no sector de ações os dois gigantes tecnológicos têm cerca de 6x mais o peso. Isto não é apenas uma insistência por parte dos compiladores do índice. As medidas estão a captar uma diferença profunda nos mercados. Os índices de acções dão mais peso às empresas com maior valor, enquanto os índices de obrigações dão mais peso às empresas mais endividadas. Numa altura de recessão, em que por sua vez, os investidores estão mais preocupados com a alavancagem, não é surpresa que as empresas com mais dívidas sejam as menos conhecidas. Ainda assim, mesmo que separemos a empresas com os ratings mais baixos ou a empresas do sector energético as Corporate Bonds, continuam a parecer baratas, com o spread sobre as obrigações do tesouro a continuarem mais alargado que a média histórica. Enquanto a yield de uma obrigação do tesouro se situa abaixo de 1%, o preço médio das Corporate Bond baixou (e a yield subiu) impulsionado pela preocupação dos investidores sobre à os incumprimentos das empresas. Fonte:  ICE Data Indices, LLC; Bloomberg, Banco Invest  À primeira vista, isto parece preocupante, um reflexo da pressão a que muitas empresas estão sujeitas, mas muitos acreditam que os mercados poder ter ido longe demais na análise de risco versus preço.   Por outro lado, se analisarmos para o Bond Equity Earnings Yield Ratio 7, rapidamente concluímos que está actualmente acima de 1, indicando no contexto actual as Coporate Bonds tem um upside maior que as acções.     Gregory Peters, chefe de estratégia no PGIM FIxed Income, defende que investir quando as obrigações empresariais estão tão baratas tem funcionado relativamente bem. “Num ambiente em que os níveis de endividamento são elevados e o crescimento é lento, tanto quanto se poder ver, os dividendos estão a ser cortados e o investimento cancelado à medida que as empresas procuram preservar o dinheiro. Isto é uma história de obrigações e não de ações” Fonte:  Bloomberg, Banco Invest Devido aos lockdowns em vários países, as empresas estão a enfrentar condições comerciais difíceis e é provável que assim continuem. Desta forma, é esperado que as empresas dêem prioridade ao pagamento das suas dívidas, reduzindo o dinheiro disponível para gastar no crescimento ou distribuir dividendos. Para estas empresas que estão a enfrentar dificuldades, qualquer sinal que a economia dê para evitar problemas mais graves e que poderia levar as empresas à falência, poderá ajudar as obrigações a recuperar para os preços pré-pandémicos. De facto, quando a Reserva Federal norte-americana (Fed) cortou as taxas de juro disse que iria adaptar as suas compras às condições do mercado e que abrandaria as compras à medida que os mercados recuperassem para o níveis pré-pandémicos. Mesmo que com lentidão, a promessa da Fed de fazer o que for preciso para apoiar a economia está a ajudar a manter os mercados obrigacionistas. Com o impulso das compras da Fed que começaram a 12 de Maio, a yield 8 para os investidores de obrigações de empresas está agora a oscilar perto dos 5,72%, abaixo do seu máximo de 11,4% a 23 de Março de 2020, quando a Fed revelou o seu programa de compra de obrigações. No entanto, a yield está ainda acima dos valores de Fevereiro 5%, dando margem para os investidores deste tipo de ativo.  Por último, se tivermos em conta o Equity Risk Premium, que actualmente se situa nos 4,08% 9  e estudarmos a relação entre o ERP e a yield das US High Yield Corporate Bond, podemos concluir  que ainda existem boas oportunidades neste tipo de activo. O spread actual encontra-se nos 4,21% 10  e, tendo em conta a regressão linear realizada entre o ERP e o iBoxx USD Liquid High Yield Index, seria expectável que o valor do spread se situasse nos 4,03%, ou seja, apresentando um upside de 0.9%, em média, assumindo um spread duration de 5.  Com o objectivo de robustecer esta conclusão e tendo em conta todas as diferenças anteriormente mencionadas entre o S&P500 e os Índices de High Yield, a mesma extrapolação foi feita utilizando o Russel 3000 (RAY), com o objectivo de utilizar dois índices com composições e pesos mais próximos. Após a análise, e assumindo que o actual Equity Risk Premium (Russel 3000 Earning Yield – US Generic Government Bond) é igual a 3,78%, o valor do spread implícito para o presente ERP é de 4,21%, mais uma vez superior ao seu valor teórico (obtido usando a regressão linear) de 4,05%, consequentemente representando um upside de 0,81%. Fonte:  Bloomberg, Banco Invest Concluindo, as actuais avaliações dos mercados accionistas não são excessivas considerando os níveis extremamente baixos das yields da dívida pública. Por outro lado, para os actuais níveis dos mercados accionistas, nomeadamente para os respectivos Equity Risk Premiums, as obrigações High Yield continuam a oferecer um potencial para ganhos de capital por compressão dos spreads de crédito, acrescidos do respectivo accrual dos juros.       Maria do Carmo Cruz Invest Gestão de Activos 04 de Novembro de 2020 ________________________________________________________________ [1] Credit Suisse Global Investment Returns Yearbook 2020 [2] Bloomberg, Banco Invest [3] Bloomberg, Banco Invest [4] Bloomberg, Banco Invest [5]  ICE BofA US High Yield Index Option-Adjusted Spread [6] Ice Data Indices, LLC, ICE BofA US High Yield Index Option-Adjusted Spread [BAMLH0A0HYM2], retrieved from FRED, Federal Reserve Bank of St. Louis [7] Bond Equity Earnings Yield Ratio = Corporate Bond Yield / Earnings Yield [8] ICE BofA US High Yield Index [9] Calculado: S&P 500 Earnings Yield – US Generic Government 10 Y [10] Calculado usando o iBoxx USD Liquid High Yield Index
05.11.2020 15:07
Análise Técnica
Update: S&P500
S&P500 @ 3443.44 (fecho de quarta-feira)   É expectável que a amplitude diária do índice seja maior nas próximas sessões, pelo que vamos para já olhar para o gráfico semanal e definir a nossa expectativa, que é clara:   Acima dos 3427 o “bias” é positivo e é imperativo que o preço aguente esta zona, uma vez que o movimento actual (indicadores incusive) pode deixar de se assemelhar ao de Outubro de 2019, o que deitaria por terra a nossa expectativa de um “rally” da mesma amplitude. Nesse caso voltariam a ganhar  força os sinais de venda do MACD e do Oscilador semanais.     Análise Anterior: S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
30.10.2020 12:30
Alocação de Activos
4º Trimestre 2020
Alocação de Activos Apesar de o mundo viver com o COVID-19 há mais de seis meses, o Outlook permanece tão incerto como no início da pandemia. Uma das principais discussões ao longo do terceiro trimestre foi a aparente divergência entre a evolução dos mercados accionistas e de crédito (High Yield) e a evolução da economia real, cuja recuperação, embora positiva, permanece incompleta e frágil. Entretanto, a correcção dos mercados no final do mês de Setembro poderá significar o ‘despertar’ dos investidores para os riscos e desafios que persistem no horizonte. À presente data, o mundo contabiliza quase 32 milhões de casos de COVID-19, cerca de 7 milhões de casos ainda activos e cerca de 1 milhão de mortes. Nos países do hemisfério norte, o aumento das infecções, o risco de uma segunda vaga e o início do Inverno fazem crescer as perspectivas de novas restrições à circulação de pessoas e ameaçam o ritmo de recuperação da economia mundial.  Neste contexto de elevada incerteza, incluindo política considerando, por exemplo, as eleições presidenciais nos Estados-Unidos no início de Novembro próximo, é fundamental, aliás como sempre, manter as Carteiras correctamente diversificadas e, na nossa opinião, manter o foco no médio-longo prazo e sistematizar o processo de Alocação de Activos de acordo com três principais dimensões: i) Contexto macroeconómico As principais economias mundiais estão a recuperar após as fortes quedas do PIB registadas durante o segundo trimestre deste ano. Por exemplo, nos Estados Unidos, a produção industrial apresenta ganhos mensais consecutivos desde Maio (1% em Maio, 6,1% em Junho, 3,5% em Julho e 0,4% em Agosto), assim como a Zona Euro (12,2% em Maio, 9,5% em Junho e 4,1% em Julho). No Reino Unido, por exemplo, as vendas a retalho subiram 12,1% em Maio, 13,9% em Junho, 3,7% em Julho e 0,8% em Agosto. Ou seja, as principais economias, mesmo as mais afectadas pela pandemia, revelam um elevado grau de resiliência e capacidade de recuperação. Por outro lado, o rápido e extensivo suporte fiscal e monetário, providenciado pelos governos e bancos centrais desde o início da pandemia, revelou-se muito eficaz, evitando um impacto negativo ainda maior. Entretanto, muitos governos têm recentemente anunciado a extensão dos programas de apoio à manutenção dos empregos, assim como novos estímulos para reforço da procura. Por exemplo, na Europa, o Plano de Recuperação Next Generation EU, no montante de 750 mil milhões de euros (cerca de 5,5% do PIB dos 27 países membros), financiado através da emissão de dívida comum, irá potenciar o investimento a partir de 2021.  Por sua vez, os bancos centrais, para além da injecção massiva de liquidez, através de programas de compras de títulos, têm assegurado aos mercados de que as taxas de juro permanecerão a zero (ou negativas, no caso da Zona Euro) nos próximos anos, inclusivamente tolerando níveis de inflação superiores a 2% durante algum tempo. Ou seja, no futuro próximo, teremos taxas de juro reais negativas, potenciando igualmente o investimento e, dessa forma, a recuperação económica. Concluindo, na nossa opinião, os governos e os bancos centrais não deixarão as economias cair a pique, mantendo os estímulos fiscais e monetários, respectivamente, até a recuperação económica se revelar mais robusta e sustentável. ii) Avaliações dos mercados A dimensão das avaliações dos mercados é mais problemática. Tal como já tivemos oportunidade de referir em outras ocasiões, os mercados são ‘factores de desconto’, no sentido em que reflectem a todo o momento o valor actual dos cash-flows esperados. No caso das Acções, esta definição encontra presentemente dois desafios: por um lado, as taxas de juro encontram-se extremamente baixas e, porventura, mais baixas do que estariam se não fosse a acção dos bancos centrais; por outro, o ritmo de recuperação dos resultados e cash-flows esperado poderá ser comprometido no caso de uma segunda vaga severa da pandemia COVID-19. Ou seja, na nossa opinião, tal como referido no trimestre anterior, as avaliações dos principais mercados accionistas, em particular do sector tecnológico norte-americano, encontram-se em níveis historicamente elevados, apenas justificáveis pelas baixas taxas de juro (ver abaixo gráficos com o Equity Risk Premium (ERP) dos índices S&P-500 e Stoxx-600). Por outro lado, os resultados esperados pelos analistas podem ser demasiado optimistas, no caso de uma recuperação económica mais lenta do que a neste momento descontada. Neste sentido, a correcção registada nos mercados accionistas, no final de Setembro, deverá ser encarada com normalidade, no sentido em que recolocou estes activos em níveis mais coerentes com os prémios de risco históricos, considerando as várias incertezas existentes. iii) Sentimento Presentemente, em todas as análises e Outlooks a palavra dominante é incerteza. Com efeito, a forma de como a economia e os resultados das empresas vão evoluir nos próximos trimestres dependerá, em larga medida, da forma como a pandemia COVID-19 evoluir durante o próximo Inverno e da eficácia das vacinas em desenvolvimento.  Nos mercados financeiros, a incerteza costuma ser sinónimo de volatilidade. Entre Junho e Agosto, os investidores foram ganhando confiança na sustentabilidade da recuperação económica em curso, confiança essa que se traduziu na diminuição da necessidade de protecção contra o risco e, consequentemente, da volatilidade implícita nos contratos de opções sobre as acções. Assim, durante o Verão, o índice VIX, índice que mede a volatilidade implícita nas opções sobre o S&P-500, também conhecido por Fear Index, caiu dos 40 para perto de 20 pontos. Porém, no final de Setembro essa confiança começou a desvanecer-se e o VIX subiu para os actuais 30 pontos. Ou seja, o aumento dos casos de COVID-19 verificado no final do trimestre e a possibilidade de novas medidas de confinamento, deteriorou o ‘sentimento’ dos mercados e levou à forte correcção dos mercados, tanto accionistas como de crédito (High Yield). Porém, e este é o ponto que importa sublinhar, a correlação entre o sentimento (VIX) e os mercados tende a ser negativa. Tal como Warren Buffet disse uma vez: “be fearful when others are greedy, and greeady when others are fearful”.   Concluindo, na nossa opinião, num cenário de evolução controlada da pandemia COVID-19, a recuperação económica seguirá o seu curso, suportada por baixas taxas de juro, liquidez abundante e aumento do investimento público. As avaliações, em especial das Acções, permanecem em níveis historicamente elevadas mas justificáveis pela garantia, fornecida pelos bancos centrais, de taxas de juro reais negativas durante os próximos anos. Por fim, nas últimas semanas, a aversão ao risco aumentou (o sentimento piorou) mas tal poderá significar uma oportunidade de reforçar posições, tanto em Acções como em crédito (High Yield). Deste modo, em termos sectoriais e de alocação de activos, mantemos as preferências partilhadas anteriormente ao longo deste ano. Na nossa opinião, o mundo pós-COVID será menos global, mais digital e, certamente, mais endividado. Assim, mantemos a exposição ao Ouro, face ao risco de subida da taxa de inflação e perspectiva de taxas de juro reais negativas, e na componente acionista, mantemos em Carteira os temas da Saúde, da Digitalização, incluindo Serviços de Comunicações, e da Segurança. Na componente obrigações, mantemos alguma exposição ao segmento de High Yield, cujos spreads de crédito nos parecem historicamente atractivos quando comparados com os de Investment Grade. A exposição a Dívida Pública permanece residual, considerando o actual nível de yields artificialmente baixas tendo em conta os níveis de endividamento das respectivas economias.   Paulo Monteiro Redigido em 30 de Setembro de 2020 Disclaimer A informação contida neste documento foi elaborada pelo Departamento de Gestão de Activos e tem carácter meramente informativo e particular, utilizando informação económica e financeira disponível ao público e considerada fidedigna. No entanto, a sua precisão não pode ser totalmente garantida e nada obsta a que aquelas fontes possam, a qualquer momento e sem aviso prévio, ser alteradas pelo Banco Invest.  As opiniões expressas reflectem o ponto de vista dos autores na data da publicação, sujeitas a correcções, e podem ser diferentes ou contrárias a opiniões expressas por outras áreas do grupo, como resultado da utilização de diferentes critérios e hipóteses. Assim, qualquer alteração verificada nas condições de mercado poderá implicar alterações ao conteúdo informativo deste relatório, cuja exactidão, veracidade, validade e actualidade deverá ser sempre devidamente analisada, avaliada e atestada pelos respectivos destinatários. Não há qualquer periodicidade na emissão dos presentes relatórios. O presente documento é divulgado aos seus destinatários como mera ferramenta de apoio à tomada de decisão de investimento, não devendo nem podendo substituir qualquer julgamento próprio dos seus destinatários, sendo estes, por isso, inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que pratiquem. O presente documento e as eventuais recomendações de investimento aqui contempladas não podem em nenhuma circunstância ser consideradas como consultoria para investimento. O Banco Invest rejeita assim a responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest. Mais se declara inexistirem quaisquer situações de conflito de interesses tendo por objecto o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento, por um lado, e o autor da presente recomendação ou o Banco Invest, SA, por outro. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referenciado neste documento. O Banco Invest, SA encontra-se sujeito à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Banco de Portugal.
30.10.2020 08:26
Análise Técnica
S&P500
S&P500 @ 3310 (fecho de quinta-feira)   O índice S&P 500 voultou para baixo de todas as resistências importantes que temos monitorizado este ano, com destaque para pos máximo de Fevereiro, na zona dos 3390. Num período temporal mais alargado é esta a zona que define o nosso “bias”     O gráfico dário apresenta uma possibilidade clara de um duplo topo, esta ideia é válida abaixo dos 3200. A quebra dos 3200 aponta para uma ida ao intervalo de suporte destacado no gráfico semanal a amarelo.     Terminamos identificando os níveis técnicos que estamos a monitorizar numa óptica de “trading”: 3197/3216, 3260/71, os 3310/20, depois os 3336/41 e por fim os 3385/91.   Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
27.10.2020 09:21
Análise Técnica
Update: EUROSTOXX50
EUROSTOXX50 @ 3097 O índice Eurostoxx50 ameça novamente quebrar a consolidação dos últimos meses. Ao fazê-lo no sentido descendente, o padrão aparenta ser de continuação, o que sugeriria novos mínimos ainda este ano. A nossa grande referência técnica neste momento é o intervalo 3137/50. O “bias” é claramente negativo abaixo desta zona…   Análise Anterior:EUROSTOXX50 @ 3168 O índice Eurostoxx50 está novamente a testar a zona dos 3150 (base da lateralização dos últimos meses). A divergência no gráfico horário reforça a próxima ideia:   Sugerimos uma entrada nos níveis actuais (3168) com um “stop” nos 3128 e como objectivo, os 3368, junto ao topo da laterlização. Continuamos com 1/16 do risco máximo.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3212 O índice continua no mesmo “range” há meses, mas do ponto de vista técnico, abaixo dos 3270 (61.8% da queda do 1º trimestre), a recuperação que acabou em Junho e a consequente lateralização, devem ser vistas como um padrão de continuação, pelo que é defensável, desde que o preço não reconquiste e sustente acima dos 3400, uma ida aos mínimos de Março (pelo menos). As exponenciais e o seu posicionbamento relativo, reforçam esta ideia. Destacámos duas zonas de suporte (3050 e 3150) que podem ajudar a inverter este “bias”.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3310 O índice voltou a falhar na mesma zona, mantendo o padrão dos últimos meses. Continuamos a ter como grande referência os 3400 (como resistência) e a zona dos 3270 começa a ganhar importância acrescida, uma vez que o preço teima em não invalidar a divergência negativa desenhada nos máximos de Julho. Lembrando o mergulho do 1º trimestre, a consolidação actual pode e deve ser vista como um padrão de continuação. Apenas a quebra sustentada dos 3400 em alta invalidará esta ideia. Numa óptica de “trading” fazemos notar que o último sinal de venda no MACD foi confirmado com o índice nos 3333, bem dentro do intervalo de negociação das últimas semanas, não permitindo uma entrada com um rácio retorno/risco dentro dos nossos parâmetros.   Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3356 O índice Europeu continua a marcar passo depois do começo do mês de Setembro. Os volumes continuam muito fracos e nem o forte “rally” nos mercados americanos conseguiu tirar o preço da letargia do Verão. Estamos novamente a tentar testar a zona dos máximos e estaremos atentos à reacção nesta zona para a elaboração de um plano. Destacamos também novo teste com sucesso do Eurostoxx50 às exponenciais que têm suportado o preço nesta lateralização (o que pode, finalmente, suportar um “breakout” em alta). Análise Anterior: EUROSTOXX50 @ 3325 O índice Europeu continua dentro dos mesmo níveis desde o início do Verão, pelo que mantemos um bias totalmente neutro.   Olhando para o gráfico diário conseguimos destacar algumas zonas numa óptica de “trading”, os 3270, depois o intervalo 3334/43 e por fim o intervalo 3400/19.   Como habitualmente o gráfico horário irá dar-nos a base na elaboração de qualquer plano. Destaque para o “breakout” com um “gap”, acima da linha de tendência de resistência. É expectável um teste aos 3383/400, resistência de intermédia nos 3343. Disclaimer O presente documento é privado e confidencial, tendo sido preparado pelo Banco Invest, S.A. (“Banco Invest”). A informação contida neste documento tem carácter meramente informativo, sendo divulgada como mera ferramenta de apoio, não podendo desencadear, ou justificar, qualquer acção ou omissão, sustentar qualquer operação, nem substituir qualquer aferição ou julgamento próprios dos destinatários, sendo estes inteiramente responsáveis pelos actos e omissões que adoptem, bem como por toda e qualquer operação efectivada e relacionada, ainda que indirecta e remotamente, com o conteúdo do presente documento. Adverte-se, igualmente, os destinatários para o facto de este documento ter sido elaborado utilizando informação económica e financeira disponível ao público, e considerada fidedigna, não garantindo o Banco Invest a sua total precisão, sendo o seu conteúdo e as respectivas fontes susceptíveis de alteração em função de um qualquer factor que modifique os pressupostos que serviram de base à apresentação dos mesmos. O Banco Invest não assume, assim, qualquer responsabilidade por quaisquer eventuais danos ou prejuízos resultantes, directa ou indirectamente da utilização da informação referida neste documento, independentemente da forma ou natureza que possam vir a revestir. Mais se adverte que a presente informação não foi elaborada com nenhum objectivo específico e concreto de investimento, não assumindo o Banco Invest qualquer obrigação de resultado. Ademais, declara-se não existirem quaisquer situações de conflitos de interesses tendo por objecto, por um lado, o título e/ou emitente a que se reporta o presente documento e, por outro lado, o autor do presente documento ou o Banco Invest. O Banco Invest, ou os seus colaboradores, poderão deter, a qualquer momento, uma posição sujeita a alterações, em qualquer título referido neste documento. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste documento, sem autorização prévia do Banco Invest.  
12.11.2020 16:58
Masterlist Portugal
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12.11.2020 16:56
ChartBook Forex
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ChartBook US Macro
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ChartBook EUR Macro
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ChartBook Commodities
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ChartBook Sectores
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ChartBook PMI
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O evento em foco na próxima semana será a reunião de política monetária do Banco Central Europeu. Os economistas esperam que no dia 10 de Dezembro, o banco central aumente o seu programa de compra de activos em €500 mil mn e que seja prolongado durante mais 6 meses além da data limite estipulada, para apoiar a economia até as vacinas estarem completamente disponíveis para assegurar a sua recuperação.  Estes são os principais eventos: Segunda-feira, 07 de Novembro 2020 • Balança Comercial China (Nov) • 07h00: Produção Industrial Alemanha (Out) • 09h30: Confiança do Investidor Sentix Zona Euro (Dez) • 23h50: Balança Comercial (Out) e PIB (3.º Tri) Japão Terça-feira, 08 de Dezembro 2020 • Acções da Navigator negoceiam sem direito ao dividendo ilíquido de €0,1394 por acção • 07h45: Balança Comercial França (Out) • 10h00: Emprego Zona Euro (3.º Tri) • 10h00: PIB Zona Euro (3.º Tri) • 10h00: Índice ZEW Alemanha e Zona Euro (Dez) • 13h30: Produtividade Não-Agrícola EUA (3.º Tri) Quarta-feira, 09 de Dezembro 2020 • 01h30: Inflação China (Nov) • 07h00: Balança Comercial Alemanha (Out) • 08h00: Produção Industrial Espanha (Out) • 15h00: Criação de Emprego JOLTS EUA (Out) • 15h30: Reservas Semanais de Energia EUA (Dez) Quinta-feira, 10 de Dezembro 2020 • Pagamento do dividendo da Navigator (€0,1394/acção) • 07h00: PIB, Balança Comercial e Produção Industrial Reino Unido (Out) • 07h45: Produção Industrial França (Out) • 11h00: Balança Comercial Portugal (Out) • 12h45: Decisão da taxa de juro pelo Banco Central Europeu • 13h30: Discurso de Christine Lagarde, presidente do BCE • 13h30: Inflação EUA (Nov) • 13h30: Pedidos Semanais de Subsídio de Desemprego EUA • Resultados Empresariais Portugal: Pharol • Resultados Empresariais EUA: Costco Wholesale Sexta-feira, 11 de Dezembro 2020 • Inflação (Nov): Alemanha (07h00) e Espanha (08h00) • 09h00: Produção Industrial Itália (Out) • 09h00: Discurso de Holzman, membro do BCE • 13h30: Índice de Preços ao Produtor EUA (Nov) • 15h00: Índice de Confiança da Universidade de Michigan EUA (Dez) • 17h40: Discurso de Quarles, membro da Fed • Resultados Empresariais EUA: Adobe (AA), Broadcom (DF), Lululemon Athletica (DF) Para consultar a agenda semanal, aceda ao link abaixo:  Agenda - 07 a 11 de Dezembro 2020
A Moderna anunciou que os participantes na fase 1 do estudo da sua vacina mRNA-1273 mantiveram elevados níveis de anticorpos neutralizadores da doença ao longo de 119 dias a seguir à primeira vacinação e a trajectória continua a suportar a durabilidade provável da protecção em torno de um ano, Várias casas de investimento aumentaram as suas recomendações após os resultados animadores do estudo da Moderna
A taxa de desemprego na maior economia do mundo ficou nos 6,7% em Novembro, de 6,9% no mês anterior, e igual às estimativas dos economistas. Esta foi a sexta queda mensal seguida da taxa, que atingiu seu pico de 14,7% em Abril. Foram criados 245 mil novos empregos em Novembro, revelou o Departamento de Trabalho, muito aquém das previsões dos economistas de 460 mil. Os dados dos meses anteriores foram revistos, passando de 638 mil para 610 mil em Outubro.
A Mota-Engil convocou uma Assembleia-Geral de accionistas para 7 de Janeiro pelas 15h00, para votar uma alteração ao contrato social, que prevê autorizar o Conselho de Administração deliberar aumentar o capital até €100 mn. “Após este aumento do capital social, será imputável à MGP uma participação de cerca de 40% do capital social da Mota-Engil, sinal de total empenho e alinhamento com a sua posição histórica no grupo, e o novo accionista CCCC atingirá uma participação ligeiramente superior a 30%”, referia a empresa num comunicado ao mercado em 27 de Agosto.
Apesar da recente corrida aos mercados accionistas, os fluxos para acções ainda são negativos (-2,1%) no acumulado do ano. Contudo, a semana passada foi a primeira semana desde as eleições presidenciais nos Estados Unidos que se verificou saídas das acções norte-americanas.
O índice Stoxx 600 segue em leve alta, com o destaque para o sector da energia, após a OPEP+ ter conseguido chegar a um acordo para a remoção gradual dos cortes de produção deste ano. Assim, em Janeiro será permitido um aumento de produção de 500 mil barris por dia, em vez dos 2 milhões discutidos anteriormente. A partir daí a organização decidirá em cada mês se aumenta ou diminui a produção mas numa proporção de 500 mil barris por dia ou menos. Estas são as acções que mais valorizam ou desvalorizam no índice europeu hoje:
A farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com a BioNTech, cortou para metade a sua meta de distribuição da vacina contra a Covid-19 para este ano, de acordo com o The Wall Street Journal.  A Pfizer pretendia numa fase inicial disponibilizar 100 milhões de doses de vacinas este ano mas encontrou problemas logísticos colocados pelo transporte e distribuição. A vacina da Pfizer necessita de temperaturas muito reduzidas para manter a sua eficácia. Assim, a farmacêutica só vai conseguir fornecer 50 milhões de doses para 2020. Para 2021 continua a antecipar produção de 1300 milhões de doses.
Os investidores estarão atentos aos dados do mercado laboral nos Estados Unidos. Hoje, pelas 13h30, serão divulgados os dados da criação de emprego excluindo o sector primário, em Novembro. Será também revelado a taxa de desemprego, que foi de 6,9% em Outubro e os economistas esperam que tenha caído ligeiramente em Novembro, para 6,8% e que tenha havido um aumento de 475 mil empregos. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e o grupo de produtores liderado pela Rússia concordaram aumentar a produção colectiva em 500.000 por dia a partir de Janeiro, dando sinais de que apostam que o pior do choque da pandemia está ultrapassado. Na Ásia, o índice Nikkei 225 fechou a cair 0,22% e as praças chinesas encerraram em alta. Os principais índices norte-americanos encerraram positivas, excepto o índice S&P 500 depois da Pfizer ter anunciado que não poderá distribuir a totalidade das vacinas que tinha planeado, em virtude de problemas logísticos colocados pelo transporte e distribuição.
A Goldman Sachs reviu em alta a sua recomendação das acções da fabricante de veículos eléctricos para "comprar" face a "neutral" e subiu o preço-alvo de $455 para $780. O banco de investimento disse que a mudança para a adopção de veículos eléctricos está a acelerar, devido à queda dos preços das baterias e a um aumento das propostas regulatórias para limitar ou proibir a venda de veículos com motor de combustão interna. O modelo integrado da Tesla vai ajudar a sustentar uma posição de liderança no mercado de veículos eléctricos, disseram os analistas. A Goldman Sachs também aumentou os preços-alvo da Ford, de $8 para $9, e da General Motors, de $46 para $52.
Os principais índices norte-americanos negoceiam no verde, com os índices S&P 500 e Nasdaq Composite em novos máximos históricos. O índice S&P 500 valorizou 10,8% no mês de Novembro e, segundo o LPL Financial, quando se verifica um ganho mensal de 10% é "bullish" para os mercados financeiros. Os dados de actividade terciária nos EUA em Novembro revelaram uma leve aceleração do ritmo de expansão. O índice PMI dos serviços aumentou para 58,4 pontos em Novembro, de 57,7 pontos no mês anterior e superou as previsões dos economistas de 57,5 pontos.
A divisa norte-americana está em mínimos de Abril de 2018, de acordo com o Bloomberg Dollar Spot Index. Várias casas de investimento como o Goldman Sachs, Morgan Stanley e o Citigroup têm previsões de um dólar cada vez mais enfraquecido.
O mercado laboral norte-americano continua a sua recuperação, ainda que lenta, registando na semana que terminou a 28 de Novembro, 712 mil novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA , comparado com 787 mil na semana anterior e abaixo dos 775 mil previstos pelos economista
A aprovação da vacina da Pfizer no Reino Unido foi bem recebida mas a euforia com a vacina contra a Covid-19 não é total, uma vez que tem de ser aprovada nos Estados Unidos e Europa para que seja um catalisador. para os mercados. Nos Estados Unidos, a data a ter em conta é 10 de Dezembro quando o "Food and Drug Administration" poderá aprovar a vacina da Pfizer. Na Europa, aguarda-se a decisão pela "European Medicines Agency" só no dia 29 de Dezembro.
As acções das farmacêuticas têm estado no centro das atenções, após a primeira notícia de uma vacina eficaz, no dia 9 de Novembro, bem como durante toda a crise Covid-19. Segundo o UBS, o sector parece "barato" mas, em 2021, o crescimento deverá ficar bem abaixo da média. Espera-se um crescimento do EPS de 8% em 2021, comparado com o crescimento de 30% no EPS para o mercado global. As principais opções do UBS são Novartis, Bayer e Lundbeck enquanto reduz o GlaxoSmithKline para "neutral" de buy".
A curva das "yields" das obrigações do tesouro norte-americanas continua em ascensão com o "spread" entre as obrigações a 2 e a 10 anos em máximos de três anos aguardando mais estímulos. A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, e o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, pediram conversações imediatas ontem e disseram que uma proposta bipartidária de ajuda de $908 mil milhões deve ser a base para as negociações. Estes são os sectores mais correlacionados com as obrigações do tesouro dos EUA a 10 anos nos últimos 5 anos:
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25.11.2020
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