O enquadramento macroeconómico dos próximos trimestres continuará marcado por tendências estruturais como a fragmentação geopolítica, a crescente necessidade de investimento em infraestruturas, transição energética, defesa e inteligência artificial, bem como pelos elevados níveis de endividamento público. Neste contexto, as taxas de juro reais deverão permanecer acima dos níveis observados na última década, exigindo uma maior seletividade na alocação de capital.